O sol brilhava, e Ayako sem se perceber, já tinha caminhado na sua vida um mês, sem o seu pai. Aane já tinha desaparecido a um mês, e nesse mês tudo um pouco já tinha acontecido. Ela caminhava lentamente entre as pequenas ruelas da aldeia, ainda tinha de esperar que a sua equipa regressase de Iwagakure, para por conseguinte encontra-los e começar a sua jornada, com uma verdadeira equipa. Mas a questão estava em, Fukkatsu Rein. Quem é que ele era, e quais eram os seus segredos? Hachiro, que no dia passado tinha estado em casa de Ayako, tinha demonstrado a pequena Kunoichi que os segredos que Rein aparecia a todo o momento, e claro que a pobre coitada não aguentava mais aquela angústia, de não saber quem é que ela tem presente, como sensei. Mas também esperava ela que todas essas dúvidas terminassem, logo a seguir ao treino que ela esperava ter mais logo, com ele... Fukkatsu Rein.
– Ayako.. - Soou uma voz bem familiar, era a voz do seu pai. A kunoichi como um relampago voltou-se para trás, e fixou o olhar no nada. Estava tudo vazio, mas ela tinha a certeza que aquela voz era do seu pai, e também tinha a certeza que a tinha ouvido no meio da multidão que caminhava na rua. Abanou a cabeça várias vezes, e continuou o seu caminho, para os largos campos verdes de treino de Konoha. Quando estava prestes a virar numa esquina, apercebeu-se com o seu olho esquerdo que estava a ser seguida, voltou-se a virar e ainda viu uma sombra negra, a desaparecer nos céus. Ayako gostaria de ter força para ir atrás daquela homem que a seguia, mas o certo é que ela tinha uma melhor ideia.. pois iria prosseguir o seu dia, e no final das contas, aquela sombra iria voltar aparecer.
Chegou aos campos verdes, e lá estava Rein, sentado na relva com os olhos postos no céu. Ayako chegou e parou perante o seu sensei, a olhar fixamente para ele. Rein voltou a olhar para a sua aluno, e soltou uma gargalhada.
- Daiki Watanabe? - ele parecia saber que Hachiro e Ayako tinham conversado sobre aquilo, a boque de Ayako ficou mais aberta do que nunca, de espanto, e nenhuma palavra da sua boca conseguiu sair. Rein encolheu os ombros e continuou na mesma posição, a contemplar o céu. A Uchiha gostaria de ter forças para voltar a contra-atacar e perguntar tudo que tinha preso na sua garganta, mas mais problemas ela tinha em volta da sua mente: como é que ele sabia ? Rein com um gesto, ordenou que Ayako se sentasse, e ela assim fez.
– Passou quase um mês, de treinos.. - Era verdade, os dois já conviviam a quase um mês.
– E tu, nada sabes de mim.. - Ayako cada vez se surpreendia mais, pois parecia que naquele momento Rein estava prestes abrir a sua alma, e mostrar quem é que ele era, quem é que era o verdadeiro Rein.
– Mas vamos começar por, Daiki Watanabe. - Ayako estava presa ao chão, o seu coração cada vez acelerava mais e ela não conseguia conter a excitação, de estar prestes a descobrir toda a verdade que a rodeava, bem não toda a verdade mas grande parte dela.
– Se abrires esse teu livro, na pagina quarenta e quatro, é a primeira vez que Daiki faz a descrição da personagem da história. Vais te aperceber, que sou eu. Sim eu sou o shinobi que andou aldeia atrás de aldeia a tentar mostrar que a paz não é uma utopia. Mas como também podes te aperceber... - ele engoliu a seco e fechou os olhos. Parecia que a próxima verdade iria custar a sair, mas tinha de sair pois Ayako estava prestes arrebentar de ansiedade, nem a página conseguia abrir direito, mas quando abriu.. Sim era verdade, a descrição remetia para o seu sensei, Rein Fukkatsu. E foi aí que o sensei , voltou ao seu discurso.
– Mas como sabes essa personagem tem um inimigo, que pela a descrição é o teu … pai. - Ayako não conseguia acreditar, e por detrás de Rein um corpo parou, vindo do nada. Rein soltou mais uma gargalhada e continuou a olhar para o céu, mas não com o mesmo olhar, mas sim com um olhar mais sério.
– Resolveste aparecer? - Perguntou Rein, para o homem que se escondia por detrás de uma máscara.
esta pequeno? sim e infelizmente vai continuar a estar, pretendo avançar na história pouco a pouco do que avançar longe a longe e sem detalhes nenhuns.