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E o ciclo da vida repete-se! As pacíficas vilas voltam a unir-se para combater um mal em comum. Vem conhecer o melhor e mais antigo role play de Naruto, totalmente em português.
 
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 [Ayame Midori] Filler 5 - Curiosidade

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Shibiusa

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MensagemAssunto: [Ayame Midori] Filler 5 - Curiosidade   Dom 4 Dez 2011 - 3:53

Curiosidade
~ O despertar de um desafio ~
Uma brisa suave, entrelaçada com o frio habitual da estação, acordou e roçou suavemente pela pele de todos aqueles que caminhavam pelas ruas centrais de Konoha. Insinuava-se por entre as roupas dos transeuntes, como qual criança traquina junto dos seus pais após cometer uma tolice. As sílabas soltas, sequenciais, escreviam palavras no ar que flutuavam por entre intensidades de som. O som dos passos trauteava uma melodia quase orquestrada. Foi a este andamento que se juntaram Hayane e Ayame, oriundas de uma das zonas urbanas das imediações da vila.
Era um dia preenchido para quem pretendia ir ao mercado e tornava-se complicado serpentear pela multidão sem incomodar alguém. O hospital ficava na zona mais noroeste da vila; ainda tinham algumas ruas a percorrer. Acabaram por seguir por pequenos atalhos desconhecidos, ruas estreitas e pouco ou nada frequentadas para se despacharem por intuito de Hayane, apressada por natureza, especialmente quando estava em causa ver alguém da sua família. A sobrinha, no entanto, adorava deambular sinuosamente pela vila, conhecer todos os aromas e sons que invadiam os sentidos. Sabia que ela era capaz de perder horas e horas a vaguear sem propósito. Antes que dessem conta, o grande edifício de paredes rosadas e telhas azuis surgiu à sua frente, tão frequentado quanto usual.
Cruzaram os imponentes pilares de pedra esculpida, ainda tão altivos como no primeiro dia em que haviam sido colocados. A sua presença mudava instantaneamente a postura de cada um, como que a prepará-los para o ambiente interior.
As portas abriram-se assim que elas se aproximaram, enquanto um homem e uma criança saíam do interior do hospital. A criança falava tristemente, parecendo-se com a voz de Yuriko.
- …E a mamã não vem para casa com nós? – perguntava ela ao senhor que aparentava ser seu pai.
Ayame não resistiu a deter-se para assistir à cena. Aquele timbre infantil naquela pergunta fora demasiado forte. Uma criança que estava sem a mãe. Triste. Devastador para qualquer criança. Mas seria temporário ou permanente? A curiosidade e a preocupação uniam-se num sentimento de difícil descrição.
O senhor olhou para o menino, forçou um sorriso algo embaraçado, constrangido pela pergunta, e respondeu:
- Connosco, filho, diz-se connosco e não com nós – ele pausou por uns segundos, procurando as palavras certas para transmitir a informação. – A mamã vai ficar no hospital mais uns dias para ficar boa. Quando ela ficar boa, ela volta.
Um sorriso esboçou-se na face da criança, como quem diz que vai esperar pacientemente pelo retorno daquela que o trouxe ao mundo. Era algo temporário; a sua mãe voltaria em breve.
- Ayame? – chamou a jovem madrinha, interrompendo o momento de deleite desta com a cena que se cruzara com elas.
Quando a gennin despertou dos seus pensamentos, já Hayane se encontrava do outro lado da porta à sua espera, observando-a com um ligeiro ar de reprovação. Devia ter sido mais discreta, está certo. Não tardou a entrar. Não queria chatear a madrinha, ansiosa por finalmente estar próxima do seu marido depois de tantos dias separados.
No interior do hospital, a diferença de temperaturas ajudou ao conforto. Era, no entanto, patente a azáfama diária. A sala de espera com algumas pessoas sentadas, inquietas e preocupadas, a recepcionista sem mãos a medir por entre papeladas e telefone. O andar apressado de batas brancas nos corredores e nas salas principais, o som das máquinas, o cheiro a limpeza constante. Nem mesmo as empregadas de limpeza tinham muito tempo para descansar, embora se encontrassem naquele momento a conversar num dos corredores perto da recepção.
Enquanto Ayame se ambientava à nova sinfonia que soava no ar, Hayane saltitou até uma das empregadas da recepção. Trocou algumas palavras divertidas com esta, um sorriso e um obrigada, voltando em seguida para o lado da afilhada visivelmente mais animada.
- O Ren já vem, já pedi para o chamarem se ele não estiver muito ocupado – explicou ela, brincando inquietamente com as mãos. Ayame riu-se baixinho ao reparar no nervosismo da madrinha. Parecia uma criança à espera do seu presente de natal. Era até difícil de acreditar que o amor era capaz de meter uma pessoa a agir como tal, mesmo sendo já adultos e casados.
- Calma, madrinha, o padrinho não foge – brincou ela, abafando o seu riso com a mão.
- Oh oh, isso dizes tu, não sabes o que é estar apaixonada e longe da pessoa – retorquiu a jovem mulher de cabelos claro num gracejo.
Ren observava-as de longe, presenteando-se com a cena divertida que ambas protagonizavam. Acabara de descer do 3º andar, da ala de internamentos pós-cirúrgicos. A chegada de ambas coincidira agradavelmente com o seu intervalo e podia desfrutar de um pouco de tempo de qualidade com duas das mulheres mais importantes da sua vida. Por um lado, a sua esposa e dona do seu coração desde que se haviam conhecido no exame chuunin. Por outro, a sua sobrinha e afilhada adorada que… Deteve-se. Não queria acreditar no que estava a ver. Os brincos. O que significava que os Sakuragi haviam voltado. Nadeshiko devia estar de rastos e a pensar em alguma maneira de salvar os filhos do destino que o seu sangue originara. Perdera-se em pensamentos e assustou-se com a mão que lhe foi colocada no ombro, algo que regozijou o colega que o havia feito.
- Mas que foi isso? Sou assim tão assustador? – perguntou o colega, por entre gargalhadas.
Ren fitou-o com um olhar ameaçador, não resistindo a quebrar a seriedade que ele mesmo tinha imposto em si e a rir-se. Ambos sabiam que ele tinha feito de propósito. Era típico de Hikaru.
- Desculpa, estava a pensar… - explicou ele, ao ajustar-se novamente a realidade.
- Isso sei eu – declarou Hikaru, com um ar divertido a pairar nos seus olhos. - Então, não foste chamado pela Hayane? Ela já chegou da missão, não foi?
Demorando um pouco a raciocinar depois do choque com a sobrinha, Ren respondeu:
- Sim. Está ali junto da porta. Apenas fiquei aqui para as observar um bocadinho.
Hikaru dirigiu o seu olhar descaradamente para junto da porta e percebeu de imediato de que duas é que Ren falava. Hayane, também sua colega por várias vezes, e daquela que era suposto ser a sua sobrinha. Não se lembrava do nome dela, apesar de o colega o mencionar algumas vezes.
- É aquela a tua sobrinha? – questionou.
- Sim, é a Ayame. É mais nova que tu, por acaso. Tem 17 anos. Deve seguir as pisadas da família, já que gosta imenso de ajudar e tem jeito para isso – anuiu Ren.
- É ela a descendente da Sakuragi?
A pergunta surpreendeu Ren. Não era suposto muita gente saber que a única filha daquela família tinha casado com um homem de um simples clã de Konoha, sem quaisquer posses ou títulos. Mas os brincos não enganavam. Hikaru sempre se tinha dado bem com Kazuma desde muito cedo. Eram da mesma idade e até se haviam graduado juntos da academia. Ainda se devia lembrar da situação de há 10 anos atrás.
- Sim. É uma das irmãs do Kazuma. A outra ainda é demasiado nova para sequer se iniciar na academia. Mesmo assim… Não compreendo porque têm que ir ambos para o torneio. O Kazuma daria um excelente representante, já é adulto, responsável e forte. A Ayame é apenas gennin. Ainda tem tanto treino pela frente e já a estão a encostar contra a parede…
- Hum… Treino, dizes tu… - balbuciou Hikaru. Ele pareceu ponderar aquilo por uns momentos antes de continuar. – Deste-me uma ideia.
Ayame distraiu-se por uns momentos da sua conversa com a sua madrinha e olhou em redor. Não tardou a reconhecer o padrinho. O seu cabelo escuro e curto que tanto destoava contra o branco da bata, a sua pele morena, a cicatriz no queixo. Estava acompanhado por um rapaz que não lhe era totalmente estranho. Cabelo longo, castanho arruivado, preso em rabo-de-cavalo, pele clara, olhos de uma cor indefinida. Sabia que já o tinha visto em algum lado, não sabia onde. O olhar dele cruzou-se com o seu. Instantaneamente, o rubor subiu à sua face, envergonhada por ter sido apanhada a olhar tão fixamente. Ele sorriu.
- …Estás a olhar para onde, querida? – inquiriu Hayane, ao reparar na curiosa e pouco normal reacção da afilhada. Viu de imediato o marido e foi desenhado um enorme sorriso na sua cara.
Aproximou-se dele da maneira saltitante que Ayame assistira ainda momentos antes, sendo seguida pela afilhada. Ren tirou as mãos de trás das costas e ofereceu-lhe uma flor que, como era óbvio, não tinha anteriormente. Teria usado a sua kekkei genkai para a arranjar. Apesar de já ser um gesto comum, Hayane ficou feliz e abraçou-o simplesmente. Sabia que aquele local não era o ideal para demonstrações de afecto por uma questão de repeito. Afastou-se e deixou a gennin cumprimentar o padrinho. Por delicadeza, esta também dirigiu também uma palavra de cumprimento ao colega do seu padrinho.
- Ah, sim. Ayame, este é o Hikaru. Jounin, ninja médico. Já o deves ter visto com o teu irmão, já que sempre foram bons amigos – apresentou Ren ao ver o gesto simpático da rapariga, que mostrou uma expressão elucidada.
Hikaru respondeu cordialmente ao cumprimento da rapariga e continuou a apresentação:
- Muito prazer! Não sabia que o Kazuma tinha uma irmã tão encantadora.
A rapariga corou novamente. Não estava habituada a ser elogiada dessa maneira. Por mais que quisesse falar, a única coisa que conseguiu pronunciar foi um agradecimento. Ele riu-se educadamente. Era precisamente a reacção que esperava dela.
- Então… - ia ele continuar ao ser interrompido pelo rugir do estômago de Ren.
O grupo olhou inevitavelmente para ele, desmanchando-se a rir. Já haviam passadas algumas horas desde a sua última refeição e era altura de ir comer alguma coisa. Deixando Ayame com Hikaru, Ren e Hayane dirigiram-se ao bar do hospital, dizendo que voltariam dentro de pouco tempo.
Instalou-se um silêncio constrangedor entre os dois enquanto o casal Midori se afastava. Pelo menos, assim pensava Ayame. Ainda via a sua companhia como desconhecida e não se sentia muito à vontade.
- Bem… Pelo que estou a ver, vais participar no torneio da Kugeka com o teu irmão – declarou Hikaru, quebrando o gelo entre os dois.
- Hum… Sim. Não sei muito bem o que é, mas sim… - confirmou ela.
Ele olhou para ela, procurando os olhos dela. Rapidamente os encontrou, verdes como esmeraldas, que o fitavam com alguma prudência. Reparou também na diferença de alturas algo acentuada, um facto que o divertiu.
- E precisas de ajuda, não é? – perguntou ele.
Ayame questionava-se onde é que ele queria chegar com aquela pergunta. Não o tomava como uma má pessoa, por isso respondeu:
- Suponho que precise de treinar… Não acho que esteja em condições de ir participar num torneio quando nem conheço os adversários. Possivelmente serão muito mais fortes que uma simples gennin.
- E se te disser que te posso ajudar nisso?
- Nisso…? – repetiu ela, confusa.
Hikaru riu-se:
- No treino, parvinha. – Seria melhor justificar-se para que ela percebesse melhor o que pretendia: – Sou jounin por opção. Poderia ter ido para a Anbu e até insistiram comigo para que fosse, mas isso acabaria por me limitar. Para além das missões e de estar lá fora, também gosto do ambiente hospitalar e acho que iria sentir demasiado a falta disto. Portanto, ter-me a orientar-te, como sensei ou como preferires, pode acabar por te ajudar. Para além de que já conheço bem a tua kekkei genkai e os teus jutsus de clã. Muitas horas passadas com o Kazuma a treinar.
Não lhe parecia uma má oferta, para ser honesta consigo mesma, apesar de não o conhecer muito bem. Era amigo do seu irmão e trabalhava com a sua família possivelmente há vários anos. Até era uma oportunidade de fazer mais um amigo. Acabou por aceitar e agradecer a sua disponibilidade.
- Ora essa, de nada! Mas aviso já que não vou ser mais brando contigo por seres rapariga – brincou ele, o que a fez rir.
Mal sabia ela que ele estava a falar completamente a verdade. Mal sabia ela quem era Hikaru Nakayama.

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Observações feitas pela autora. Porque sim:
 
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InKatd

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MensagemAssunto: Re: [Ayame Midori] Filler 5 - Curiosidade   Dom 4 Dez 2011 - 5:04

A shibi postou um filler?






Não avançou muito na história, mas é de louvar a escrita. Descrições espetaculares, e adorei a cena com o puto a perguntar pela mãe

Nem te atrevas a deixar as coisas por aqui. Eu quero ler Mais. Mas algo do género... IMENSO.

PROXIMO, JÁ!
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itachi dattebayo

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MensagemAssunto: Re: [Ayame Midori] Filler 5 - Curiosidade   Dom 4 Dez 2011 - 9:05

Huge filler sis, e bom, bem a maneira do que estás habituado a nos dar.

Who tha F*** is Hikaru Nakayama? é um Gajo F*dido que vai fazer a Ayame passar uns maus bocados xd

Não tenho muito a dizer sobre a história, mas vamos ver o que a tua nos reserva, assim posso distinguir o quão difere a Midori da kristea em termos de personalidade ^^
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MensagemAssunto: Re: [Ayame Midori] Filler 5 - Curiosidade   Dom 4 Dez 2011 - 14:56

"Até era uma oportunidade de fazer mais um amigo. " - Amigo, suuuure. :3

Mal escrito? Mal escrito? Se toda a gente escrevesse metade do que escreves eu era uma pessoa feliz.

Adorei as descrição a tua escrita é como o Ferrero Roché da literatura. No kidding. :3

MAIS! MAIS! MAIS! MAIS! MAIS!
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Shibiusa

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MensagemAssunto: Re: [Ayame Midori] Filler 5 - Curiosidade   Dom 4 Dez 2011 - 15:46

@InKatd escreveu:
A shibi postou um filler?


Não avançou muito na história, mas é de louvar a escrita. Descrições espetaculares, e adorei a cena com o puto a perguntar pela mãe

Nem te atrevas a deixar as coisas por aqui. Eu quero ler Mais. Mas algo do género... IMENSO.

PROXIMO, JÁ!
E eu ri-me ontem às 5 da manhã por causa do teu comentário xd
Fico muito contente que tenhas gostado! E não vou deixar as coisas por aqui, não. Vou escrever. Um dia destes. Não sei quando, mas um dia destes :3

xd
@itachi dattebayo escreveu:
Huge filler sis, e bom, bem a maneira do que estás habituado a nos dar.

Who tha F*** is Hikaru Nakayama? é um Gajo F*dido que vai fazer a Ayame passar uns maus bocados xd

Não tenho muito a dizer sobre a história, mas vamos ver o que a tua nos reserva, assim posso distinguir o quão difere a Midori da kristea em termos de personalidade ^^
Obrigada, datte! ^^
Yep, conseguiste ler a minha intenção. A rapariga está mesmo lixada. Ela nem sabe quem o rapaz é. Quando souber... Acho que se vai arrepender de ter aceite a ajuda xd
A Ayame e a Kristea... Em termos de personalidade, têm ligeiras diferenças. A Kristea sempre aparentou ser mais forte e mais "violenta" que a Ayame. Responde mais, por assim dizer. O que não significa que a Ayame seja fraca, pelo contrário. Simplesmente é uma daquelas pessoas que eu comparo ao sol: fazem os outros felizes quando aparecem. É uma pessoa mais amável e mais amigável que a Kristea, mas também tem o seu feitiozinho quando se passa xd Digamos que a Kristea é mais parecida comigo e a Ayame é mais aquilo que eu gostava de ser. ^^
Hatake Tixa escreveu:
"Até era uma oportunidade de fazer mais um amigo. " - Amigo, suuuure. :3

Mal escrito? Mal escrito? Se toda a gente escrevesse metade do que escreves eu era uma pessoa feliz.

Adorei as descrição a tua escrita é como o Ferrero Roché da literatura. No kidding. :3

MAIS! MAIS! MAIS! MAIS! MAIS!
Mal sabe ela que não vai arranjar um amigo dali. A coisa mais parecida seria um inimigo. Coitada :3
E ri-me com a tua comparação. Que exagero, Tixa! xd
Mas fico contente que tenhas gostado! ^^
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Suaztik

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MensagemAssunto: Re: [Ayame Midori] Filler 5 - Curiosidade   Dom 18 Dez 2011 - 1:34

Outro filler excelente o.o'
E escreves muito bem, não digas que está mal escrito o,o

E quero o próximo, RAPIDAMENTE ;b
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MensagemAssunto: Re: [Ayame Midori] Filler 5 - Curiosidade   

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[Ayame Midori] Filler 5 - Curiosidade
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