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E o ciclo da vida repete-se! As pacíficas vilas voltam a unir-se para combater um mal em comum. Vem conhecer o melhor e mais antigo role play de Naruto, totalmente em português.
 
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 [Missão Privada de Rank C] - Escoltar Burgueses

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Luffy

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MensagemAssunto: [Missão Privada de Rank C] - Escoltar Burgueses   Qua 23 Mar 2011 - 22:58

Descrição: Uma família de buergueses querem passar a semana em uma luxuoso hotel no campo, porém, estão com medo frente a guerra que se alastra com o passar do tempo, é sua missão escolta-los e impedir que qualquer mal lhesa conteça.
Rank: C
Recompensa: 300 ryo + 1 scroll de novo jutsu + 1 ponto de cumprimento

Ninja Inscrito: Uusaki Datte (dorw elf)


Última edição por Luffy em Sab 26 Mar 2011 - 12:12, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: [Missão Privada de Rank C] - Escoltar Burgueses   Sex 25 Mar 2011 - 18:21

O sol nascera e refletiu-se na janela próxima a cama de Datte, ele já estava acordado, mas a luz solar incomodara-o.
Ele levantou-se e sentou esfregando um dos olhos, passou a mão nos cabelos e percebera que já estavam grandes o suficiente para cortar-los. Passou a outra mão na pequena escrivaninha ao lado da cama e apanhou o lenço o qual sempre prendia os cabelos.
Olhou para o relógio e assustou-se com a hora avançada, eram 10:00 da manhã e o garoto nem ainda havia escovado os dentes, ele levantou-se preguiçosamente da cama e procurou ali por perto sua camisa, havia tirado-a noite passada antes de dormir.
- Então esse é o chamado Uusaki Datte, o renegado de seu clã... Tsk Tsk Tsk – Uma voz vinha distante através da porta que ligava o quarto à cozinha.
Datte parou de procurar a camisa e olhou assustado para a porta de onde viera tal voz. Ali daquela direção podia-se ver claramente uma garota sentada na mesa de café da cozinha com as pernas cruzadas e mãos unidas repousadas nas cosas.
- Han?! – Ele em um salto fechou a porta e assustado tratou de procurar também seu equipamento ninja, achado a camisa e suas kunais e apenas depois voltou a abrir a porta já vestido com uma outra camisa aleatória.
E lá estava a tal loira com as pernas cruzadas, ela agora também cruzava os braços em sinal de impaciência.
- Er... Uusaki Datte, sim, este sou eu. – O ninja saiu de seu quarto e direcionou-se ao banheiro.
Lá tomou um breve banho e vestindo-se novamente voltou à cozinha.
- Quem és? – Ele disse guardando as kunais, afinal, se ela quisesse fazer algo a ele já teria feito, e sua hytaiate era de kiri, portanto deveria ser aliada.
- Enviada do mizukage, há uma missão esperando por ti, por isso vim chamar-lhe pessoalmente, chamo-me Kamome, sou uma chuunin de kiri. – ela disse descruzando as pernas e levantando-se, ela então ergueu a mão e cumprimentou Datte. Logo após voltou a se sentar.
- Voce... Não está relaxada demais estando na minha casa? – O ruivo disse indo em direção ao fogão. – Bom, que seja, quer café? – Ele ofereceu bocejando.
- Café?... Você toma isso? – Ela virou-se parecendo indignada.
- É melhor que chá, eu garanto, mas tudo bem, queres chá então? – Ele ofereceu olhando pelo ombro, ela balançou a cabeça positivamente.
Datte pôs um bule no fogão e então se virou para Kamome.
- E então, o que queres tratar comigo mesmo?
- Você é estranho, muito, eu entro na sua casa sem permissão e você ainda me oferece chá? – ela olhou-o estranhamente. – Como você é idiota!
- Cala-a-boca. – Ele olhou para o chão envergonhado. – Continue, porque está aqui?
- Kage-sama me enviou, é sobre uma missão para você, na verdade você é o único disponível para esta tarefa, no momento todos os outros estão ocupados, ele mandou dizer de antemão.
- Imagino que seja um tédio, mas tudo bem, preciso de dinheiro mesmo, quando fizermos o desjejum iremos até ele. – Ele virou-se novamente ao ouvir o som do bule expelindo o vapor de cheiro doce.
Ele tirou a panela do fogo e levou ao centro da mesa onde já haviam algumas xícaras para a decoração. Encheu até a metade duas delas e deu uma a garota.
- Não precisa ir até lá. Ele me passou todas as informações necessárias e me mandou dar diretamente a você, se me permite, é claro. – Ela tomou um pouco do chá e fez uma careta. – Isso está amargo!
- Faltou a açúcar, que está a sua direita. – Datte sorriu animado.
- Idiota...
- Bom, vamos a isso, qual será minha missão?
- Basicamente, a família kondo, aquele bando de burgueses, irão passar uns tempos em um hotel afastado da cidade, algo como uma comemoração pela filha deles ter feito aniversário, portanto querem contratar um guarda-costas que os proteja 24 horas por dia, inclusive a garota. – A loira disse tomando mais um pouco de chá desta vez já devidamente adoçado.
- Entendo... Mas, não tem nenhum outro trabalho mais emocionante lá não? – Ele mostrou tédio. – tipo, capturar ladrões ou assassinar personalidades do crime... Nada disso? Porque eu tenho justamente que cuidar de uma pirralha e um bando de riquinhos?
- Datte-san, cala-a-boca. – Kamome tomou uma ultima vez o seu chá e levantou-se. – As ordens estão dadas. Espero que sobreviva ao menos a isso, encontre-os no portão nordeste daqui a... – Ela olhou o relógio pendurado na parede da cozinha. – meia-hora, boa sorte. – E então desapareceu em uma nuvem de fumo ligeira.
O garoto levantou-se da cadeira em um salto.
- Meia-hora!? Aquela vadia!


O sol estava devidamente quente, não era para menos, a hora já deveria ser meio-dia ali no portão nordeste de saída de kirigakure, normalmente o pais da água era envolto de água, mas ainda assim haviam alguns “resorts” próximos do mar freqüentados por burgueses e ninjas bem sucedidos.
Datte olhou o relógio do posto de observação ao lado do portão da vila e irritara-se ainda mais, iria completar duas horas de espera, já passava das 14 da tarde e a família contratante ainda não havia chegado, foi quando uma luxuosa carruagem apareceu ao longe vinda de dentro da vila.
Era uma grandiosa carruagem puxada por dois alazões brancos, a própria carruagem era branca com entalhações douradas, era grandiosamente linda e extravagante, este era o problema na opinião de Datte.
O cocheiro vestia um terno negro, o que naquele tempo quente com certeza era horrível, mas mesmo assim vinha com o nariz empinado exibindo um bigode cuidadosamente escovado.
A carruagem parou na altura onde a janela ficasse próxima a Datte e de lá uma cabeça surgiu, um homem de meia-idade com os cabelos penteados e uma face particularmente mais redonda que o normal, ele tinha várias rugas na testa alem de olheiras naturais, seus cabelos eram medianos e penteados para trás, realmente parecia ser alguém importante.
- Então, será você quem irá nos conduzir durante as nossas férias... – Ele deu uma olhada da cabeça aos pés de Datte com certo desgosto na face. – Bom, você pelo menos é um ninja?
O garoto naquele exato momento lutou com todas as suas forças contra a vontade de mandar um palavrão bem bonito para aquele homem, mas segurou-se com total força de vontade.
- Sim senhor, sou um gennin com bastante experiência. – ele forçou um sorriso que fora ate convincente.
- ótimo, não quero ser incomodado, portanto, faça seu trabalho direito. – ele voltou a se ocultar no interior da condução.
- Aliás, senhor! – Datte chamou-o novamente batendo de leve na porta. O homem surgiu novamente com uma expressão de incomodo. – sinceramente, se o senhor deseja segurança, não é melhor ir em algo mais simples? Esta sua condução é no mínimo um convite para que os ladrões os persigam...
- Ora! Não seja preguiçoso! Eu lhe contratei justamente para parar tais bandidos, sua quantidade não me interessa, o seu trabalho é pará-los e ponto final! - E com isto finalizou a conversa, a carruagem tomou partido e iniciou a andar, Datte se apressou e sentou-se ao lado do cocheiro que em momento algum disse nada.



A viajem seguia-se monótona para a família que esperava aconchegatemente dentro da carruagem e em contrapartida seguia-se horrível para Datte que permanecia alerta mesmo no silencio do campo, seguiam em uma pradaria linda e o por-do-sol marcava o local com a baixa visibilidade além de esfriar o tempo a uma temperatura insuportável.
O cocheiro ainda imparcial conduzia os cavalos calmamente sob suas vestes volumosas, é nesta hora que Datte arrependia-se de rir do homem que usava terno ao meio-dia...
Um som distante chamara a atenção do garoto, um ruído? Talvez, mas ainda assim era suspeito, ele então levantou-se do assento ao lado do cocheiro e andou até o fundo da carruagem onde haviam duas lâmpadas que segundo o cocheiro (em uma das raras vezes em que ele falou) disse que seriam muito úteis para iluminar o caminho, o ninja as pegou e pendurou próximo aos cavalos.
Voltou aos fundos da carruagem e pegou também cobertores, bateu na porta e para sua surpresa outro alguém a abriu.
- Er... Olá, er... oi. – Uma linda garota apareceu na porta, ela vestia um longo vestido com bordados e babados brancos assim como seu todo, ela tinha cabelos castanhos e tinha olhos amarelados em um tom ao marron.
- tome, são cobertores para sanar o frio. – Datte disse indiferentemente para a garota. Ela por sua vez tremendo recolheu-os e enrubesceu quando sua mão tocou a de Datte. – Er... Obriga...! – Rapidamente fechou a porta antes mesmo de completar o que ia dizer.
E ainda naquele momento outro som incomodou Datte, um zunido quase que instantâneo ecoou atrás do ninja, foi nesta hora que os seus instintos acenderam-se e quando o garoto olhou para trás viu perfeitamente que uma faca era disparada contra sua cabeça.
A mão foi automaticamente até a foice e com força girou-a a tempo de desviar o projétil.
- Não saiam e nem ponham a cabeça para fora! – O garoto gritou para a família dentro da carruagem. – Tio! Acelere o maximo possível e tente não morrer! – Ele disse pulando em cima da carruagem e olhando para o cocheiro.
E do gramado alto cinco homens surgiam segurando espadas e porretes, eles pareciam divertir-se enquanto atacavam a carruagem que pouco-a-pouco acelerava, mas não o bastante para deixá-los para trás. Datte saltou de cima da condução e quanto tocou o solo rapidamente fez selos lentamente para não errar.
- Iwa bunshin no jutsu! – Quatro Dattes a mais surgiram ao seu lado, era o bastante para distraí-los. – Vão e ganhem o Maximo de tempo possível! – Ele dizia voltando para cima da carruagem já em movimento e jogando uma shuriken.
- Shuriken kage bunshin no jutsu! – Ele novamente fez poucos selos, as shurikens multiplicaram-se e foram em direção aos bandidos, algumas os atingiram, mas não chegaram a fazer muito dano.
Já os iwa bunshins partiram para pará-los, o primeiro carregava a foice com uma das mãos, o homem com o porrete agilmente girou a arma e atingiu o clone com toda a força destruindo seu braço de pedra, o clone então girando a foice cravou-a no ombro do inimigo. Já outros dois foram facilmente derrotados pelo que usava uma katana.
Os dois restantes também foram aniquilados pelos ladrões em um piscar de olhos, mas de nada adiantou, a carruagem já estava longe, Datte observava-os apreensivo, seria um problema se eles soubessem técnicas ninja, foi quando algo o preocupou, os homens sorriam ainda assim estando a muitos metros de alcançá-los.
- Mas o que...? – ele pensou um pouco e novamente voltou a fazer selos. – Karasu bunshin no jutsu! – Os três clones partiram para o gramado que envolvia a estrada e um minuto se silencio se prosseguiu quebrado apenas pelo som dos cavalos correndo, segundos depois vários corvos voaram vindo de dentro da mata de ambos os lados. Datte arregalou os olhos e entendeu exatamente o que acontecia.
- Acelere! Estamos cercados!
O cocheiro olhou para trás e também viu vários homens surgindo da mata e perseguindo-os com estacas e armas nas mãos.
- Não olhe para trás! Apenas continue acelerando! – Datte correu para perto do cocheiro e tirou de sua bolsa uma kunai, ele a pôs no colo do cocheiro que o olhou assustado. – Isto é para o caso de eu não voltar, continue em frente e proteja-se caso necessário! – O cocheiro olhou emocionado e afirmou com a cabeça corajosamente.
Datte tirou das costas a foice e girou-a um pouco, eram 15 bandidos perseguindo-os, fora neste minuto que o ninja lembrou-se do exercício que fizera com seu sensei, ele saltou da carruagem e foi de encontro aos bandidos, o primeiro veio brandindo uma katana e desferiu um corte horizontal, Datte girou o corpo e abaixou-se como se fosse uma shuriken criando um corte no inimigo, outros dois vieram com porretes, o primeiro acertou Datte no ombro o que o fez dar alguns passos para trás, o garoto logo se recompôs girando a foice nas suas costas e atingindo-o, o outro também veio afim de acertar Datte com o porrete, mas fora surpreendido por um Datte ágil que rapidamente desviou dando um passo para o lado e contra-atacando com a lamina da arma.
O ninja aproveitou a abertura e saltou o mais alto possível, lá então novamente jogou uma shuriken e voltou a fazer seus selos.
- Shuriken Kage bunshin no jutsu! – uma chuva de shurikens foi o bastante para imobilizar alguns e ganhar tempo, para finalizar Datte então voltou a cair no chão e outra vez fez selos.
- Doton! Doroku Gaeshi!! – Uma parede de pedra fechou a estrada impedindo que os bandidos restantes continuassem, Datte frente a oportunidade fugiu seguindo o caminho afim de alcançar a carruagem.
Já era manhã quando a carruagem aos trancos e barrancos chegou ao luxuoso hotel, os burgueses foram recebidos com ínfimas cortesias e a família logo desceu da condução bem-trajados e particularmente animados.
O cocheiro em toda a viajem olhara para trás a fim de ver algum sinal do jovem ninja que se arriscou para protegê-los, mas desde que se separaram ainda não havia tido noticias dele.
A garotinha burguesa aproximou-se do cocheiro e pediu sua atenção:
- Kaeto-san, ele ainda não chegou? – Ela disse meio melancólica.
- Ainda não Mate-chan, provavelmente morreu, eram muitos os que estavam nos perseguindo... – Ele disse fazendo uma expressão triste.
- Mas... – A garota abraçava ao cocheiro em sinal de lamentação.
- Yo.- Uma voz familiar apareceu de repente.
- Shinobi-san! – O cocheiro alegre ia abraçar Datte. – Pensei que tinha morrido! Voce me assustou garoto! – Ele sorria enquanto dava tapinhas no ombro de Datte.
O garoto exibia um estado péssimo, seu ombro havia sido deslocado com a pancada dada por aquele inimigo noite passada e o garoto não havia dormido todo este tempo perseguindo a carruagem.
- Eu estou bem, apenas to um pouco cansado... – Ele disse sorrindo.
Mate enrubescia ao ver o garoto tão de repente que nem mesmo teve coragem de falar com ele, em silencio voltara para a companhia de seus pais que eram recebidos pelo Don do hotel.
- Aliás, Chamo-me Atsuri Kaeto, estou em débito com você.- O homem disse ajudando Datte a andar.
- Ah, não precisa, só to fazendo meu traba... – A sua fala fora interrompida pelo cansaço, ali nos braços do cocheiro o ninja exausto desmaiara rendido pela horrível dor no ombro.


Seus olhos se abriram de repente, a dor no ombro havia parado e sua boca seca evidenciava o tempo de sono, o garoto primeiramente sentiu uma tontura característica e logo depois uma forte dor-de-cabeça. Parecia que havia tomado sakê a noite toda.
- Que horas são?... – Ele sussurrou olhando as faixas no ombro, admirou-se também com as vestimentas, não usava a calça marrom e nem mesmo a camisa azul, estava vestido com um yukata estampado, seu dorso estava despido e envolto por faixas. Estava também em um colchonete no centro de uma sala peculiar, era no estilo Japão feudal onde as portas eram abertas para o lado fazendo parte da parede, esta por sua vez era decorada com inúmeras flores de cerejeira com tons vermelhos.
A porta da esquerda abriu-se e de lá o contratante de Datte surgiu junto de sua filha. Ela trazia consigo uma tigela com água fresca.
- São exatamente 9 da manhã, você está dormindo por dois dias, não me admira que esteja atordoado. – Ele deu alguns passos e sua filha o acompanhou.
- Oh... Dois dias! – O ninja apressou-se e ficou de joelhos rente ao homem. – Perdão senhor, eu irei voltar à missão agora mesmo, realmente peço perdão.
O homem deu uma risada compreensiva e sentou-se ao lado do garoto. Sua filha igualmente calada sentou-se e deixou a tigela no chão.
- Kaeto-san disse-me o que ocorreu, eu também escutei grande parte do que estava acontecendo, realmente estive apavorado.- Ele sorriu. – E eu sinceramente devo lhe agradecer... Arriscaste tua vida pra proteger-nos, eu tenho vergonha de olhar para tamanha honra... Por isto, como recompensa contratei médicos e lhe tratei da melhor forma possível durante seus dias enfermo.
A primeira impressão que Datte havia tido do homem fora quebrado, pelo visto ele era melhor do que havia pensado.
- Peço perdão por te-lo tratado mal, tenho certa repulsa por ninjas, meu primeiro filho fora morto por um... Desde então sempre tentei usar o mínimo possível dos serviços shinobi.
- Não... Não precisa agradecer senhor, e nem mesmo precisa cuidar de mim, minha missão é defende-lo e darei minha vida para tal, caso contrário não seria um ninja, certo? – Date sorriu e vestiu a parte de cima da yukata.
- Por favor, meu novo amigo, diga-me seu nome. – O homem estendeu a mão em fora de querer cumprimentá-lo. – Oh, mas que falta de educação, é melhor me apresentar primeiro. Eu sou Kondo yorua, e esta é minha filha, kondo Mate . – A garota encolheu-se e sorriu.
- Eu chamo-me Uusaki Datte. – Ambos deram as mãos e saíram quarto a fora para conversar.



Novamente amanhecera, seria o ultimo dia da família no resort, ao fim da manhã iria embora desta vez em uma nova estrada para não se chocarem com aqueles bandidos novamente.
Datte estava em um quarto reservado para que ele como funcionário da família, acabara de acordar e logo vestia sua roupa comum, já estava preparando-se para partir quando a porta abriu-s em um estrondo.
- Shinobi-san! Yorua e Mate-san foram capturados! – O cocheiro entrava no recinto com uma face cheia de sofrimento. – Foram capturados durante a noite! Por favor Datte-san! – Ele estava suspirando forte, parecia realmente abalado.
- vou atrás deles! – Datte pendeu a foice nas costas e saiu do quarto pela porta.
- Eu vou com você me encontre na entrada do hotel, eu vou pegar a carruagem! – Ele correu na direção contraria para onde Datte ia.
Dez minutos depois ambos estavam em alta velocidade em uma estrada, Datte e Kaedo.
- Em que direção estão indo? – Kaeto atiçava os cavalos com as rédeas nas mãos. – Sinto um fraquíssimo resquício de chakra nesta direção. – Ele apontava. – Acelere ao máximo, é a nossa única pista!
A perseguição fora extremamente rápida, uma hora depois Datte conseguira achar um traço de chakra maior.
- Uma... Mansão? – Kaeto impressionado observava a gigantesca mansão que se erguia a sua frente. – Eles estão aqui shinobi-san?
- Sim, sinto-os aqui dentro... – Datte desceu da carruagem e preparou-se para o ataque prendendo melhor a senjuu gai nas costas.
- Espere! Eu vou também! – O cocheiro descia e seguia Datte aos tropeções.
- Não, não mesmo senhor Kaede, é perigoso demais para você.
- Eu vou... Sempre servi a essa família, darei minha vida por eles. – Ele parecia outro homem, estava mais corajoso, e Datte reconheceu isto.
Ambos entraram no local, a porta estava fechada, mas Datte rapidamente resolveu isto com um chute, o local era imenso por dentro, mas apenas uma porta era visível ali naquele hall, ambos os homens adentraram nesta e logo se localizaram, era um salão de dança enorme o qual comportava talvez um campo de futebol.
- Oooooh, e vieram mesmo atrás deles! Interessante... -Um homem no meio do salão falou sorrindo, lá havia mais quatro, todos bem-vestidos armados com katanas. – Presumo que queiram este aqui... – Ele apontou sua katana para yorua que estava deitado e amarrado no chão. – Bom, o tio aqui vai nos render muito dinheiro, portanto, acho melhor que ele fique aqui conosco, estou avisando, se voltarem agora não morrerão... – O mais alto, o que parecia ser o líder, disse sorrindo enquanto olhava aos dois recém chegados.
Ele tinha cabelos oleosos na altura do nariz, usava um terno negro com sapatos brancos, tinha por volta dos 25 anos, mas o mas inquietante era que sua presença era ameaçadora frente a Datte, alguma coisa o avisava disso.
- Onde está a garota?! – Datte logo tirava das costas a senjuu gai.
- Ah, a garota? O chefe a levou, disse que queria se divertir, e deixou um aviso, se alguém quiser ir atrás dela ela morrerá... - - Dito isto, todos os que estavam em volta de yorua adiantaram-se com suas katanas em mãos.
- Shinobi-san, eu pego os dois da direita, e você os três da esquerda. – O cocheiro disse em outro tom. Datte ainda teve chance de olhar ara o lado e ver o estranho homem tirar o terno e o bigode revelando ser alguém totalmente diferente, ele vestia uma jaqueta de couro por baixo o terno, tinha cabelos lisos os quais jogavam-se para frente despenteando-se, tinha também uma linda katana pendurada nas costas.
- Kaeto-san... – Datte olhou admirado.
- Perdão shinobi-san, mas na maioria das vezes uso este disfarce para servir a família cmo cocheiro... – Ele disse tirando a katana das costas.
- Ótimo. – Datte sorriu e iniciou a investida contra o grupo inimigo.
Primeiramente ele deu um golpe com a foice, o que logo fora defendido pelo inimigo, mas então inesperadamente saltou e atacou o que estava atrás girando o corpo e atacando com a foice novamente. O de trás também defendeu o golpe, e Datte em resposta fingiu que iria atacar e largou a foice para distrair inimigo e ter uma abertura, com a oportunidade o ninja aplicou o máximo de força no golpe dado no estômago inimigo ao mesmo tempo em que desviava da katana alheia.
Havia mais dois inimigos de Datte, o mais próximo então frente ao inimigo desarmado tentou usar sua katana para cortá-lo o mais rápido possível, o ruivo abaixou-se e girou no chão desviando do ataque e levantando-se ao lado do inimigo novamente usou de toda sua força para golpeá-lo com um chute alto. O Homem recebeu o golpe e desmaiou tal como o anterior.
Por último o mais alto e líder esperava Datte calado, apenas esperando, o garoto havia olhado param trás a segundos atrás e vira Kaeto lutando contra os outros dois, estava sendo muito útil.
Quando voltou a olhar para frente mal pôde ver a lâmina vinda em sua direção logo deu dois passos para o lado e desviou.
O inimigo era rápido e a foice de Datte estava longe no momento, uma simples kunai não iria ser tão útil para defendê-lo, teria que desviar de todos os golpes sozinho.
O homem velozmente atacou com a katana tentando tirar a cabeça do ninja, Datte abaixou-se e respirou fundo quando girou novamente para o lado e deu dois socos no tronco do oponente, este não mostrou sinal algum de dor e apenas continuou atacando o que assustou Datte fazendo-o recuar passos para trás.
O ninja novamente voltou a atacar, desta vez pelo ar, ele pulou e percebendo a trajetória virou o corpo e torno de si fazendo lâmina inimiga errar, fora o bastante para criar uma abertura e acertar-lhe com um chute, o inimigo deu alguns passos para trás mas novamente recompôs-se atacando, Datte estava perto demais e não podendo desviar com eficiência recebeu um sério corte no ombro.
Em resposta o garoto tentou uma estratégia conhecida e até suicida.
Deixando-se entrar no campo de ataque inimigo o garoto se deixou cortar e rapidamente enfiou uma kunai na coxa do inimigo, ele urrou de dor e deu um passo para trás.
Datte estava muito ferido, tinha no peito um corte e no ombro outro, mas mesmo assim pôs-se a fazer selos desesperadamente.
- Doton! Gaban Kyu! – E concentrando muito chakra nos pés e depois expelindo-os para o solo fez criar várias placas de pedra que envolveram o homem imobilizado e fecharam-se sobre este esmagando-o.
O garoto após o término da batalha ajoelhou-se respirando lufadas profundas de ar.
Kaete veio o seu lado para ajudá-lo.
- Shinobi-san! Você foi incrível, meus oponentes não eram tão bons, portanto foi fácil, e o mestre yorua está bem, mas... – O homem disse erguendo Datte e levando a um Yorua sujo sentado ali peto esfregando os pulsos.
- Olá Datte-san... Agradeço por me resgatar, mas receio que seus serviços já não sejam mais úteis. – Ele disse com expressão triste. – É melhor voltarmos ao hotel e esperarmos eles pedirem o dinheiro do resgate, será muito mais seguro para ela.
- Mas o que?! Está me dispensando?! Não! Ela está em perigo! Você não ouviu o cara dizer? Ele vai se divertir com ela! Eu não posso deixar. – Datte disse empurrando Kaeto e se aproximando do seu chefe.
- Não Datte-san! Agradeço-lhe pelos seus serviços, sua missão esta concluída, já pode voltar e receber seu pagamento, se insistirmos em ir atrás dela, ela só sofrerá...
Datte então sujou sua mão com o próprio sangue e se aproximou do homem, fechou o punho e deu-lhe um soco.
- Este aqui é meu sangue, que eu prometi dar em troca da sua vida e da sua filha, quando digo que irei trazê-la Sã e salvo é porque irei dar minha vida para isso, você sabe como alguém que é abandonado pelos pais se sente? – Com isto o garoto virou-se e recolheu a senjuu gai. – Voltem para o hotel, vou logo atrás. - E partiu pelas escadas que levavam ao segundo andar onde sentia a presença de mais inimigos e onde provavelmente estaria a garota.
Yorua ficara ali esfregando a face suja de sangue admirando aquele que o protegia.
O andar de cima era coberto por corredores e lustres magníficos, Datte ficava imaginando porque alguém com tanto dinheiro iria capturar uma família rica para pedir mais dinheiro no resgate...
Então foi quando ele ouviu vozes vindo da próxima curva do corredor, o ruivo rapidamente juntou as mãos fazendo selos.
- Henge!
Três homens apareceram pelo corredor, ao olharem afigura a sai frente pararam imediatamente.
- Mitsuro-sama! Perdão! Estávamos apenas procurando a cozinha, queríamos beber algo! – Eles disseram curvado-se em perdão.
- Mas o que?! Quem mandou? Voltem para seus postos! – Datte disse disfarçado do homem alto que havia enfrentado minutos antes.
- Hai, senhor! – Ambos viraram para ir embora.
- Melhor! Ambos sabem onde está àquela maldita garotinha Kondo? Iremos precisar de um pedaço dela para provar para o resto de sua família que estamos com ela. – Datte disse fingindo hostilidade.
- Sim senhor, hakubo-sama está com ela em seu quarto na porta no final deste corredor, mas pediu para não ser interrompido. –Um deles disse nervoso.
- Ótimo, já podem voltar a seus cargos...- O ninja disse virando-se.
Quando os dois também viraram-se o ruivo rapidamente desfez a técnica e sorrateiramente desmaiou-os com um golpe no pescoço.
Datte andou até onde ambos os homens haviam dito e abriu a porta sem rodeios, ao entrar deparou-se com um imenso quarto todo decorado em babados prateados. O local era imenso contendo estantes, livros, escrivaninhas e pilhas e papeis além de uma imensa cama, e era lá que a garota estava com os pulsos amarrados na cabeceira e para alivio de Datte com as vestes ainda intactas.
- Mate-san! Está bem? – Ele disse cortando as cordas dos seus pulsos.- ele fez algo com você?
- Datte-sama! – A garota entre lágrimas abraçou o garoto com todas as forças. – Eles não fizeram nada, mas me disseram que iriam matar meu pai!
- Não se preocupe mais com isso, ele já esta a salvo, kaeto-kun está levando-o pro hotel.
-Obrigado Datte-sama, por favor, me tire daqui. – Ela chorava ininterruptamente.
- Shhh, não precisa mais chorar, eu to aqui. – Datte deu algumas tapinhas nas costas dela e levantou-a da cama.
- Ow, isso é inesperado... Não imaginava que um ninja de kiri estava protegendo-os. – Uma voz surgiu ao fundo no quarto. – Terei que dar um jeito em você e neste tal cocheiro agora...
Datta rapidamente pôs a mãos na foice e virou-se para ver seu inimigo, era não muito-alto , tinha cabelo muito negros e olhos azuis fora sua face fina e uma banana de ferro na testa SM marca alguma.
- Entendo, então você é a cabeça por trás do seqüestro... – ele tirou a senjuu gai e passou-a para o braço-marionete. – Será ótimo te cortar até irar presunto.
Datte investiu contra o inimigo, a senjuu gai ressoou em um ataque horizontal, o inimigo pulou e envolveu as pernas de forma a fazer a foice passar por baixo de si e em resposta tirou do bolso um scroll, abriu, deu um passo para trás e deu uma leve bofetada no papel.
Surgiu um bastão vermelho de madeira, o rapaz oponente girou-o e partiu contra Datte, sua velocidade era incrível tanto que superou as defesas do ruivo e atingiu-o na face, o ninja deu alguns passos para trás e quando se recompôs logo recebeu um chute no estômago.
- Datte-sama! – Mate chorava enquanto observava seu protetor apanhar.
O inimigo nem mesmo dava trégua e atacava-o com diversos golpes hora na face hora no estômago.
O mundo estava girando e Datte já não sentia dor, apenas a tontura que os golpes causavam, e mesmo recebendo-os se recusava a cair. Foi quando nesta tontura, neste turbilhão ele viu que Mate chorava incontrolavelmente enquanto ele estava ali apanhando.
Já o ninja rival continuava girando o bastão e em seu golpe final rodou o corpo junto do bastão e direcionou-o à face de Datte.
Ocorreu tudo muito lentamente, Datte estava em um estado deplorável parecendo até mais um zumbi com a cabeça baixa e os cabelos sobre a face, ele largou então a senju gai no chão e ergueu o braço marionete, o golpe do bastão inimigo foi parado justamente por tal braço.
O inimigo arregalou s olhos frente a força desumana que parou o golpe, afinal, o braço era totalmente coberto por faixas o que não possibilitava ver que era de madeira.
Datte levantou a cabeça e para a surpresa de todos um sorriso assassino escancarava-se em sua face.
- Cara, como você é chato!
Com um impulso o garoto abaixou-se e ficou muito próximo do inimigo.
- Konoha shofu! – Datte deu um chute no queixo do homem, ele com o impacto voou e bateu com a cabeça no teto o que o Fez desmaiar e para finalizar pouco antes de tocar o chão a foice de Datte já esperava em sua mão para cortá-lo fatalmente.
- Datte-sama! Você venceu! – A garota correu para abraçar um Datte acabado.
- Isso isso, foi mesmo uma bela vitoria.- ele sorria apesar da dor do corte no ombro e no peito. –Vamos pra casa?
- Sim!- Ela sorriu e se abraçou ao ninja novamente.
A garota sem rodeios subiu em suas costas e apoiou a cabeça no ombro do garoto. Date com o peso quase caiu, mas logo conseguiu manter o equilíbrio e pular pela janela com a garota.
Foi andando com ela em todo o caminho de volta ela por sua vez apoiava sua cabeça em seu ombro, ambos conversaram todo o caminho, Datte descobrira que sua mãe havia morrido recentemente e que a garota vivia apenas com o pai, em certa hora teve inveja dela, mas logo lembrou-se de shounnan e alegrou-se por ter alguém assim.
Era meio-dia quando ambos chegaram ao hotel, lá esperavam juntos Yorua e Kaeto esperava junto sentados em um banco, yorua tinha as mãos na face em preocupação enquanto Kaeto tinha a mão em seu ombro.
- Yo! – O ninja apareceu de repente próximo os dois. - Merda, que tempo quente, antes de voltarmos para kiri vou tomar um banho para enfrentar a viajem...
- Mate-chan! – Yorua levantou-se com lágrimas nos olhos e foi de encontro a filha que descia das cosas de Datte.
- Pai! – Ela por sua vez também descia e abraçava-o com força. – ele me trouxe pai, ele foi incrível!
- Eu sei minha querida. – Yorua olhava para Datte sorrindo em uma forma de profundo agradecimento. Tudo havia terminado.

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Luffy

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Registo Ninja
Nome: Karui
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Total de Habilitações: 29,25

MensagemAssunto: Re: [Missão Privada de Rank C] - Escoltar Burgueses   Sab 26 Mar 2011 - 13:51

Habilidades Ninja
Ninjutsu: 11,5 + 1 = 12,5
Taijutsu: 3,5 + 1 = 4,5
Kenjutsu: 12,5 + 1,25 = 13,75
Genjutsu: 2,5
Selos: 6,25 + 1,5 = 7,75
Trabalho de Equipa: 1,25

Habilidades Fisicas
Força: 3,25 + 0,25 = 3,5
Agilidade: 7 + 0,25 = 7,25
Controlo de Chakra: 7 + 0,25 = 7,25
Raciocínio: 4
Constituição: 5,5 + 1 = 6,5

Total: 6,5/7

Recompensa: 300 ryo + 1 scroll de novo jutsu + 1 ponto de cumprimento + um bónus de 100 ryo pela excelente missão
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[Missão Privada de Rank C] - Escoltar Burgueses
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