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E o ciclo da vida repete-se! As pacíficas vilas voltam a unir-se para combater um mal em comum. Vem conhecer o melhor e mais antigo role play de Naruto, totalmente em português.
 
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 [Missão Rank C] Crise Psicologica

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L Mars

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MensagemAssunto: [Missão Rank C] Crise Psicologica   Sab 22 Jan 2011 - 13:02

Descrição: O filho mais velho de uma familia "fartou-se" das regras do pai, e fez a familia refém... Alguns amigos da familia tentaram negociar mas... Nada. Entrem de qualquer das formas e resgatem a familia por qualquer meio necessário.

Recompensa: 600 ryos + 1 scroll de novo Jutsu + 1 ponto de cumprimento

Número de Ninjas: 2 a 4 Gennins
Ninjas Inscritos:


Última edição por L Mars em Ter 13 Set 2011 - 12:31, editado 1 vez(es)
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Hana

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MensagemAssunto: Re: [Missão Rank C] Crise Psicologica   Seg 16 Jan 2012 - 12:01

Missão limpa e aberta para inscrições.
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Kheyos

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MensagemAssunto: Re: [Missão Rank C] Crise Psicologica   Seg 27 Fev 2012 - 20:59

Estou dentro
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Dorou

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MensagemAssunto: Re: [Missão Rank C] Crise Psicologica   Seg 27 Fev 2012 - 21:36

estou dentro xd vamos ganhar muitos pontos desta vez kheyos \o/

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Ozzymandias

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MensagemAssunto: Re: [Missão Rank C] Crise Psicologica   Seg 27 Fev 2012 - 21:53

posso me inscrever?
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Hana

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MensagemAssunto: Re: [Missão Rank C] Crise Psicologica   Seg 27 Fev 2012 - 22:04

(Não estou conseguindo editar o primeiro post porque a internet está falhando muito)

Ordem de postagem

1º Orochi - Kimura Endo
2º Kheyos - Shin Katsuo
3º Drow - Uusaki Datte


Podem começar a missão e boa sorte^^
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Ozzymandias

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MensagemAssunto: Re: [Missão Rank C] Crise Psicologica   Ter 28 Fev 2012 - 13:43

Kimura havia acordado cedo e estava pronto para treinar quando recebeu a notícia que sairia em missão novamente. Estava dolorido das intervenções cirúrgicas que seu clã o fizera, ainda possuía algumas ataduras no braço esquerdo, mas, apesar dos protestos de sua mãe, podia simplesmente dizer que estava adoentado, entretanto não iria recusar o chamado do Kage. Então, ao receber o chamado, retornou a sua casa e empacotou alguns pertences. Pegou alguma comida na dispensa e de dirigiu rapidamente ao ponto de encontro. Lá encontrou duas pessoas: Um chunnin com um braço que parecia um braço de marionete. Estava sério e com cara de poucos amigos, e um genin carismático que sorriu ao ver Kimura se aproximar.

- Meu nome é Uusaki Datte. Mas para vocês dois, podem me chamar de Capitão. - Falou num tom elevado, quase que ameaçador. E continuou: - Nós vamos para uma missão de resgate. A família Otto está com problemas. Seu filho mais velho chamado Jun, um chunnin problemático, cansou-se da conversa de seu pai e agora tem seus pais, dois irmãos e uma tia amarrados e sob a ameaça de sua espada. Nossa missão será resgatá-los com vida. Espero que vocês me atrapalhem. Então, sigam minhas ordens e cumpriremos nosso dever o quanto antes. - Terminando, Datte retira do bolso dois cartões contendo as informações dos genins. - Aqui diz que você se chama Kimura, do Clã Hebi. Já possui sangue venenoso? - Respondendo com um aceno negativo, Kimura se sentiu intimidado com o olhar de reprovação do chunnin. - E você se chama Shin, do Clão Kaguya. Já possui alguma habilidade? - Perguntou.

Shin então concentra seu chakra e uma lâmina de osso surge na palma da mão. - Ótimo. Agora que nos apresentamos, vamos embora. Não é uma caminhada longa, mas a subida será difícil. - Terminando de falar, ele devolve os cartões ao bolso e começa a correr. Kimura estranhou as suas últimas palavras. Não entendia o que o capitão queria dizer com uma subida difícil, mas preferiu não falar nada. Tinha medo de ser repreendido. Shin, pelo contrário, falava pelos cotovelos. Reclamava da distância, dos pés doendo e perguntava se poderiam ir de carroça. Datte fingia não ouvir, aumentando a velocidade. E lá foram os três. Saltando, girando e se agarrando nas saliências das árvores.

Procuravam ganhar tempo ao utilizar este atalho. As árvores balançavam fortemente à medida que eles forçavam passagem, chamando atenção dos transeuntes que se dirigiam à Kirigakure, mas, pela velocidade em que iam, seus vultos sumiam antes mesmo de serem vistos. Assim, após cerca de oitocentos metros de corrida forte, Kimura começava a sentir-se um pouco cansado da rápida viagem. Olhando para o lado, percebia também que o outro genin já estava no limite. - Datte-taichou, vamos parar um pouco. Já estamos cansados. - Reclamou Shin. Kimura sentiu-se aliviado por não ter sido ele que havia reclamado, mas previa uma grande repreensão.

Entretanto, para a surpresa dos dois, Datte para num galho mais alto, observa a região e sinaliza para que os genins façam uma pausa. Descansaram por cerca de trinta minutos e voltaram a correr em direção à residência dos Otto. Kimura, já um pouco melhor, saltava agilmente entre os troncos enquanto começava a soltar as faixas e curativos do braço. Percebendo que não havia ficado marca alguma da cirurgia, resolveu guardar as bandanas para outra ocasião. Mas foi então que entendeu o porquê que o chunnin havia comentado sobre a difícil subida. Shin não se conteve e reclamou dizendo que não acreditava no azar que tinha. Kimura acompanhou com os olhos a grande altura em que a residência havia sido construída, e também não conseguiu esconder em seus olhos um misto sentimento de surpresa e desgosto.

A residência ficava no topo de um pilar de rocha de cerca de cem metros de altura. Como estava cedo, a neblina ainda tocava o grande telhado da imensa residência apoiada com grandes pilares de madeira, ela possuía cerca de três andares ao estilo colonial japonês, além de um grande elevador à gravidade, onde um sistema de grandes e engenhosas roldanas, com pedregulhos amarrados, serviam para subir e descer o grande elevador que levava a residência. Apesar de estarem distantes, conseguiam ver o aglomerado de pessoas ao pé da fortaleza. Parentes e curiosos aguardavam o desfecho da situação.

- Vamos, já estamos atrasados. - Gritou Datte já há cerca de trinta metros dos genins.

Saindo em disparada, eles não conseguem alcançar o capitão até a chegada aos parentes na base do platô. Pareciam, e estavam, desesperados. Pediam para que os ninjas fossem resgatar seus entes queridos o mais rápido possível. Entretanto, Datte começava a buscar algumas informações sobre o local e onde estariam os reféns. Respondendo, os parentes informam aos três que a residência tinha três andares e que no momento, Jun havia travado o elevador para que ninguém o incomodasse. Agora não podiam subir, e não tinham notícia de onde os seus parentes estariam na grande mansão. Kimura sabia que isso era problema. Teriam que subir a encosta íngreme e torcer para que encontrassem os reféns antes que o chunnin furioso os ferisse.

Shin não parava de olhar para cima. Protegia os olhos do sol enquanto reclamava que não estava acreditando que teriam que subir tamanha altura. - Espalhem-se e achem a melhor rota para a subida. - Comandou Datte, sumindo numa nuvem de poeira utilizando o Shunshin no Jutsu. Os outros genins repetem a movimento, sumindo do meio da turba. Shin foi para a direita, enquanto Kimura corria velozmente para a esquerda. Ele procurava alguma trilha no paredão, alguma área erodida que pudessem prender seus equipamentos, mas nada parecia suficientemente seguro.

Passados dez minutos, os três se encontraram num ponto do platô. Shim e Kimura informaram que não haviam encontrado qualquer trilha. - Então vamos ter que fazer da maneira mais difícil - Comentou o capitão ao apontar um lado em que as pedras eram mais salientes. Assim, sob protestos de Shin, os três se dirigiram até a encosta, onde saltaram agilmente sobre as pedras. Kimura agiu retirando sua kunai com um longo harigane amarrado firmemente em seu cabo. Dando um nó em sua faixa do kimono, ele a gira para ganhar velocidade e a arremessa para o alto e erra. Puxando o fio novamente, ele tenta e dessa vez acertou, prendendo kunai numa saliência que estava há dez metros de altura.

Ao mesmo tempo, Datte esticou o braço e arremessou sua corrente presa ao braço, prendendo-a mais alto que o genin. Shin, chegando à base do platô, concentrou seu chakra nas mãos e pés e começou a subir sem ajuda de cordas. Ao ver isso, Kimura parou a subida e lhe deu uma kunai presa a seu último fio shinobi. Shin, ainda preso à parede, apoiou-se em algumas rochas e amarrou o fio na faixa do kimono, arremessando alto. Errou por duas vezes quando finalmente acertou o alvo e sua kunai fixou-se há quase dez metros de altura. Estava pronto para acompanhar os outros.

Datte já estava há cerca de quinze metros à frente. Retirando sua corrente do paredão, ele a gira e a arremessa novamente, continuando a subir, parecendo não se importar com os genins atrasados. Os dois sentiam dificuldades em subir. Estava frio dificultava os movimentos dos dedos e as rajadas de vento ajudavam a desequilibrá-los. O paredão era úmido, e não tinham tanto chakra para desperdiçar na subida, assim, decidiram por economizar, só utilizando o Kinobiri em momentos chave. Kimura era um pouco mais ágil que Shin. Agarrava-se firmemente às rochas. Saltava e conseguia se apoiar na próxima escarpa. Fixava seus pés, e mais uma vez saltava para a próxima rocha, segurando-se com força.

Shin começou a ficar para trás. Esforçava-se para tentar subir rapidamente, mas sempre que via seu avanço, escorregava, mas logo conseguia segurar-se na fresta anterior. A subida era difícil. Kimura conseguiu subir os dez metros usando somente agilidade e as forças dos braços e pernas. Suava e ofegava. Faltavam mais duzentos e noventa metros. Resolvendo esperar seu colega, ele apoia-se nas escarpas antes de retirar sua kunai da parede e gira para aguardar a chegada de shin, que estava há três metros abaixo. Olhando para cima, Kimura via Datte aguardando por eles, sentado horizontalmente, parecia testemunhar o trabalho em equipe dos garotos. Aquilo inspirou Kimura.

Enquanto Shin gemia ao usar sua força. Kimura podia ver o esforço no rosto do garoto. Até que, para a surpresa, sua mão escorrega. Apoiando seu pé direito para não cair, o pé falha e escorrega também. A kunai que segurava em seu cinto arrebentou. Num grito, Shin se precipitaria há cerca de sete metros de altura. Ao ver isso, Kimura, sem tempo para pensar, rapidamente concentrou seu chakra e utilizou o Nan no Kaizo. Começando a brilhar discretamente com o chakra do garoto, seu braço começou a esticar velozmente e como uma serpente, enroscou-se no corpo do colega.

Kimura sentiu todo o peso que podia suportar. Suava enquanto tentava trazer seu colega para o alto, mas não conseguiu. Apenas pôde aproximá-lo da parede para que Shin concentrasse seu chakra para mais uma vez se segurasse. Quando Kimura percebeu que ele já não corria perigo, deu a ordem mental, recolhendo o braço, que percorreu os três metros de diferença em poucos segundos. Este esforço veio em má hora. Ainda faltavam oitenta metros de subida íngreme. Mas não pretendia desistir. O esforço de Shin para acompanhá-lo serviu de combustível. Esperando Shin chegar até ele, os dois reiniciam a difícil subida, saltavam e concentravam seu chakra para melhor fixarem-se. Tentavam economizar as energias a cada dez metros. Apoiavam-se nas escarpas, com ajuda das linhas shinobis, eles descansavam por dez minutos para poder recomeçar e percorrer mais dez metros.

Datte já havia agilmente terminado a subida e agora descia a corrente para que os genins subissem. Com suas forças, os genins percorreram cerca de sessenta metros em uma hora, e os outros quarenta metros foram feitos com ajuda das corretes do chunnin impaciente, que os puxava para cima. Assim, chegando ao topo, os genins sentaram ofegantes. Pareciam querer pôr seus corações pela boca. Estavam exaustos da luta contra a gravidade. Kimura até percebeu que Datte também havia se desgastado um pouco, pois ele nos mandou aguardar por mais dez minutos para recompor as energias. Estavam agora nas fundações da residência.

Apesar da claridade do sol, estavam à sombra do piso da residência. Não escutavam nenhuma voz ou grito, somente o som dos pássaros que passavam pelos pilares de madeira. Nenhum sinal do chunnin, nem dos reféns. A missão agora começaria. Agora não haveria espaço para brincadeiras. Sabendo disso, Kimura não esperou as ordens e já foi deixando o supérfluo no chão, equipando-se apenas com o material ninja. Recolheu as kunais e as linhas com cuidado. Estava pronto. Shin seguiu seu colega e também se equipou. Datte interpretou a atitude como um sinal de que estavam prontos. Só então procurou um caminho de entrada. Uma vez encontrando, apontou para os genins e saltando velozmente os três somem nas sombras da residência.
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Kheyos

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MensagemAssunto: Re: [Missão Rank C] Crise Psicologica   Qua 29 Fev 2012 - 0:33

De seguida, os três ninjas aparecem do outro lado da muralha que separava a fortaleza do exterior no topo de uma árvore, para evitar serem detectados, Datte adiantasse e pede para os Gennins aguardarem por ele, pois ele iria verificar se haveria algum tipo de guardas, e desapareceu.
Passados vinte minutos, o Chunnin reaparece a frente dos gennins, o que faz Shin acordar de repente, pois o mesmo havia adormecido durante o tempo de espera, fazendo-o quase cair da árvore, mas mais uma vez Kimura havia salvo o Gennin, agarrando-o pelo braço.
- Obrigado de novo - Agradece Shin com um sorriso de quem havia quase feito asneira e com a mão na cabeça.
- Bem - interrompe Datte - a situação é a seguinte, na entrada da fortaleza, encontram-se cinco guardas, nos arredores estão mais seis e nas traseiras três, por isso, entraremos pelas traseiras, e tentaremos despachar sem dar nas vistas esses três guardas e entrar silenciosamente para manter a nossa presença escondida. Entendeream ? - questiona Datte após terminar a explicação da táctica.
Os dois gennins acenam com a cabeça afirmativamente e descem da árvore seguindo Datte, e pelas sombras, eles seguem até ás traseiras da fortaleza, e escondem-se em uns arbustos, para controlarem o movimento dos guardas que vigiavam as traseiras.
Datte, empunha a sua corrente, como sinal aos gennins para se prepararem, e os mesmos de seguida agarram igualmente nas suas armas, Kimura, retira uma kunai e Shin coloca as suas tonfas e seguida os três desaparecem usando Shunshin no Jutsu, e reaparem de surpresa atrás dos samurais. Sem possibilidade de reacção por parte dos samurais, os três shinobis atacam-nos simultaneamente por trás deles, Datte enrolando a sua corrente em torno do pescoço de um dos samurais asfiqueciando-o até o mesmo desmaiar, Kimura e Shin, com as suas armas, dão uma forte pancada na parte traseira do pescoço dos restantes samurais deixando-os inconscientes e fazem sinal a Datte confirmando que já tinham feito a sua parte e o mesmo responde com um gesto de cabeça, ordenando para os Gennins entrarem silenciosamente seguidos do Chunnin.
- Okay, a parte mais fácil já está terminada, demorados um pouco de tempo a mais, mas pronto - comenta Datte, mostrando superioridade para com os Gennins - Agora, vamos separar-nos, eu vou para o andar de cima e voces os dois vasculhem este andar, e tentem silenciar o maior numero de samurais que encontrarem, sem serem descobertos para assim evitarmos um trabalho maior no confronto final. Daqui a vinte/vinte cinco minutos reencontramo-nos aqui com todas as informações que obtivermos para assim combinar a táctica.
- Yosh ! - Exclama Shin enquanto Kimura apenas acena afirmativamente com a cabeça.
Com isto Datte desaparece, dirigindo-se para o piso superior enquanto os dois gennins se separam e revistam o piso onde se encontram.

Shin que, segue pela esquerda começa a correr escondendo-se pelas paredes e espreitando continuamente para confirmar que pode avançar, verifica quarto a quarto, e vai conseguindo "abater" alguns guardas, aparecendo silenciosamente por trás deles e acertando-lhes com os seus tonfas na parte traseira da cabeça, fazendo-os desmaiar um por um, mas quando só lhe faltava um corredor e Katsuo, pensando que ja mais nada poderia acontecer, descuida-se a entrar nesse mesmo corredor, e nao espreita, e quando olha haviam dois guardas a conversar no mesmo, quando ele repara, tenta fugir provocando um pouco de barulho o que desperta a atenção dos guardas que olham directamente para o local onde estava Shin, que rapidamente se havia escondido atras da parede de onde tinha saido.
- Quem está ai ? - Questionam em unisono os guardas aproximando-se do corredor onde se escondera Shin. Quando os guardas, se aproximaram da parede onde Shin se escondera ele so tem tempo de desaparecer no meio de chamas usando Ho Shunshin no Jutsu, e reaparecendo atrás dos guardas agachado, e nesta posição executa um pontapé circular nas pernas dos guardas, como se fosse uma rasteira, fazendo-os cair de costas, executando um Konoha Reppū, erguendo de seguida os seus Tonfas e enquanto os Guardas ainda estavam no ar, o gennin com um só golpe com as duas tonfas em simultaneo, acerta na cabeça destes guardas, fazendo com que as suas quedas fossem com mais intensidade, fazendo-o cair primeiramente de cabeça, deixando-os inconscientes no chão, como deixou todos os outros.
- Phew ! - Suspira Shin - Esta foi por pouco, tenho de ter mais cuidado - Comenta o Gennin para ele mesmo com a sua mão na cabeça e a sorrir.
Shin foi verificar o resto das divisões da mansão até que descobre a cozinha, e sem demoras o seu estomago começa a "grunhir" "dizendo" a Shin, que eram horas de petiscar.
- Será que ainda tenho tempo para um lanchinho ? Já passou muito tempo desde que comi alguma coisa - Pensa Shin, começando a vasculhar a cozinha e a retirar comida de todos os cantos da cozinha fazendo umas sandes.
Durante este tempo, Kimura, na sua metade do piso inferior ja tinha vasculhado praticamente tudo, adormeceu alguns guardas e acumulo-os numa dispensa proxima, para quando acordassem estarem trancados e evitar que perturbem o resto da sua missão. Quando Kimura chega á sua última divisão, ele encontra 2 guardas, que olham directamente para ele de forma suspeita e de seguida sorriem de forma demoniaca e por trás deles estava uma prisão de onde se ouvia choros de duas crianças. O Gennin olha mais fixamente e repara que era a familia do Chunnin, estavam la todos os membros excepto o Pai do Chunnin.
- Mas quem és tu miudo ? - Pergunta um dos Guardas com um tom de gozo.
Kimura não responde, mantendo o lhar fixo neles e erguendo a sua Kunai, pronto para atacar, mas os guardas, não o levando a sério, começam a rir-se.
- Um franganote como tu, que ainda nem entrou na puberdade, está a desafiarnos ? - pergunta retóricamente um dos guardas ao pálido rapaz - ao menos será rápido, e já que nao temos mais que fazer, sempre nos divertimos - comenta o outro guarda enquanto o primeiro começa a bater com o punho, na palma da outra mão.
Sem muitas demoras, o segundo guarda salta em direcção de Kimura com o punho levantado preparando para lhe dar um soco, mas quando acerta, Kimura já lá nao estava desaparecendo numa nuvem de fumo, usando assim kawari no jutsu, substituindo-se por um tronco, onde o guarda acerta, com o seu punho magoando-se no mesmo e começando de seguida a queixar-se. Mas nesse perciso momento Kimura estava atrás do primeiro guarda, concentrando o seu chakra no seu braço, e usando Nan no Kaizo, começa a amplia-lo e a faze-lo enrolar-se em torno do pescoço desse mesmo guarda, sufocando-o, restando assim apenas o segundo guarda, qua quando vai a tentar fugir, Kimura, que ainda tinha o seu braço sobre o efeito do se jutsu anterior, concentrando nele mais um pouco do seu chakra, alonga-o mais um bocado sendo suficiente para enrola-lo em torno do pescoço desse guarda, sufocando-o igualmente como o outro.
- Voces estão bem ? - questiona rapidamente Kimura a familia, que ainda um pouco aterrorizados acenam a cabeça um por um aleatóriamente - Bem, deixem-me ver se encontro a chave para vos tirar daqui - disse Kimura, quando uma voz adulta femenina o interrompe - Não vale a pena rapaz, a chave não está aqui, ele tem-na com ele tal como tem o meu irmão aprisionado ao pé dele, Jun tem uma espada apontada ao pescoço do próprio pai ! Ajuda-o por favor, salva-nos ! - era a tia do Chunnin, que desesperadamente lhe pede ajuda - Não se preocupe senhora, eu e os meus parceiros viemos aqui para ajuda-los, e quando menos pensarem estao fora daqui - tranquiliza o Shinobi de Kiri - Sabe-me dizer onde se encontra o seu sobrinho ? - interroga Kimura - Sim, está no andar de cima, á esquerda das escadas, na porta maior, ele está ai ! - responde ainda nervosa a senhora.

Kimura agradece e volta costas voltando para o ponto de encontro. Quando lá chega, já lá estava Datte com um ar impaciente, e ao mesmo tempo, aparecia Shin com uma sandes na boca e outra na mão esquerda e um sumo na mão direita, com um grande de ar de satisfação.
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Dorou

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MensagemAssunto: Re: [Missão Rank C] Crise Psicologica   Qui 1 Mar 2012 - 21:46

perdão a demora pessoal, probleminhas xd aliás, perdão os erros, meu teclado resolveu drogar-se xd
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Os três estavam reunidos mais uma vez naquela silenciosa mansão. Estavam Acocados formando um circulo fechado e falando entre si:
- Bom, já dominamos o térreo e o segundo andar, pelo que ouvi Kimura achou o resto da família, certo? – Datte falou rapidamente e baixinho.
- Hai. – O shinobi indagado respondeu de imediato.
- Ótimo, poderíamos simplesmente abrir as celas usado força bruta, mas faríamos barulho demais e seria descobertos, teremos que usar a chave e achar quem esta por trás disto tudo. – o ruivo completou.
- Datte-taichou, pergunta. – Shin levantou a mão, em sua testa dava para ver a marca do soco que Datte deu ao vê-lo comendo. – Estamos enfrentando um Chuunin, eu e Kimura somos recém formados e tudo mais, não quero discordar da sua força... Mas nós seremos mortos rapidamente. – Ele completou passando a mão na cabeça.
- É, vocês serão mortos. – Datte falou com simplicidade. – É por isso que vamos usar uma tática que impeça isto, alguma sugestão? – Ele observou aos kirinins com um olhar desafiador.
“Ele esta nos testando!” Kimura pensou.
- Que tal nos separarmos? – Shin sugeriu quase que inocentemente.
- Isso, nos separar e atacarmos todos de ângulos diferentes. – Kimura concluiu o raciocínio do aliado improvisando um plano.
Datte olhou-os em um silencio tenso, e por fim concluiu com um suspiro.
- É uma ótima idéia. – Ele disse enquanto Shin criava um largo sorriso. – Porém, não sabemos que tipo de inimigo temos, como vamos emboscá-lo? Além do mais, e se der errado? Como vocês vão ficar? – Ele terminou o raciocínio. – Eu vou ser a isca, quero que vocês entrem depois de minha batalha começar, peguem o refém e esperem por mim no salão do térreo, peguem os outros prisioneiros no segundo andar e usem da força para libertá-los.
- Mas, Taichou... Queremos lutar, certo, shin? – Kimura falou mal Datte havia acabado.
- Isso! Não podemos simplesmente abandonar você. – O kaguya completou.
- Parem com este sentimentalismo barato, nossa missão é resgatar os prisioneiros e parar o filho retardado, e vamos logo com isso que vocês estão me dando náuseas. – Ele levantou-se e virou. – Entrem depois de trinta segundos! – Ele finalizou sua fala e saiu correndo subindo as escadas para o próximo andar.
-x-
Um homem estava encolhido no canto daquela sala úmida e mal iluminada, ele gemia e tremia sob suas vestes coloridas e refinadas envolvendo a cabeça com os braços tentando proteger-se.
- Velho idiota. – Um rapaz alto e magro aproximou-se do homem e chutou-o com a sola do sapato. – Não pense que sua vida inútil irá se alongar mais que alguns minutos... Já mandei meus homens procurarem os tesouros da mansão, não vai demorar muito ate acharem as jóias caríssimas que você coleciona. – O rapaz sorriu. – Imagino se será prudente matá-lo agora...
- Garou-chan... Pare por favor... O que eu lhe fiz? Onde eu errei? – O senhor sussurrava as palavras retraidamente enquanto banhava-se em lágrimas.
- Você errou ao colecionar tantas coisas caras... – Ele olhou o velho com seus olhos azulados.-Você me da nojo.
Ele puxou a katana das suas costas e a tirou da bainha apontando a ponta para a face do refém.
- Adeus, pai. – Levantou a katana e pronto para fatiar o velho homem em sua frente despejou-a sobre o mesmo. – Mas o que?
Uma kunai presa por harigane enrolou-se na lamina e a parou antes de cortar o seu objetivo.
- Perdão, amigo, mas tem gente que irá me pagar para não deixar esse velho morrer, então talvez em outra ocasião. – Datte entrou naquela sala de estar gigantesca.
- Quem é você? – Garou disse irritado. – Eu disse que se alguém entrasse, eu mataria a todos, não disse!? – Ele gritou como um maníaco. – Eu vou...
- Konoha Shofu! – Datte correu imediatamente aplicando um chute no ar, o inimigo desviou-se abaixando-se e girando o corpo tão rapidamente que Datte parecia mover-se lentamente e como se estivesse dançando até chegar atrás do ruivo e com a sola do pé empurrá-lo em direção a parede.
- Maldito. – Datte sorriu. – Estamos só aquecendo.
Ele abaixou-se até ficar bestialmente de quatro no chão, concentrando seu chakra no nariz, olhos e mãos.
Neste exato momento, Kimura e Shin Entraram, o inimigo não estava muito distante deles e observava calmamente a transformação de Datte enquanto orgulhosamente ignorava por completo a presença dos gennins.
- Isto vai ficar interessante. – Ele sussurrou.
- Tsuga! – Datte correu ainda naquela posição e pulou girando sobre si até formar um pequeno e poderoso tornado que dirigiu-se em direção a Garou.
O inimigo cruzou os braços na frente da cabeça e preparou-se para o impacto, com a força do golpe ambos, Datte e Garou, foram atravessar através da parede e partiram a outro cômodo.
- É a nossa chance... – Shin comentou baixinho ao amigo.
- Hai. – Kimura disse ainda meio receoso, eles correram em direção ao homem que havia desmaiado de medo e o desamarraram cortando a corda com a kunai que estava no chão e Datte havia usado mais cedo.
- Vamos, tio. – Shin sorriu ao homem que acordava atordoado. – Temos que sair daqui.
-x-
Estavam todos lá em baixo, no térreo, os reféns corriam felizes rumo à felicidade enquanto Shin e Kimura os escoltavam, eles pararam no meio do salão de entrada e observaram as vitimas saírem uma a uma pela porta rumo a luz do dia.
Porém, de repente e sem aviso algum um corpo atravessa o piso do andar de cima e cai bem próximo aos dois coberto por poeira e arranhado em várias partes do corpo.
- Eu estou bem. – Datte com dificuldade levantava-se cuspindo uma bela porção de sangue e sacudindo a cabeça para tirar o pó da sua cabeleira vermelha. – Aquele maldito é melhor do que pensei. – Ele abriu um sorriso agressivo.
- Ora Ora Ora. – Garou vinha descendo as escadas lentamente sorrindo e com as mãos nos bolsos. – Pensei que eras maior desafio que isto. – Ele ria-se com sangue escorrendo de sua boca e um hematoma em seu olho esquerdo.
- Parece que vou precisar da ajuda de vocês. – Datte admitiu humildemente. – Vamos lá, guys!
- Hai! – Shin boquiaberto apenas conseguiu falar isto frente ao capitão ferido.
- Estava a esperar por isto. – Kimura falou saboreando a possibilidade de lutar contra alguém realmente forte desta vez...

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Ozzymandias

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MensagemAssunto: Re: [Missão Rank C] Crise Psicologica   Sex 2 Mar 2012 - 22:06

- Kage Bunshin no Jutsu! - Gritou Jun, fazendo surgir mais duas cópias de si mesmo. Sua aparência era assustadora. Parecia que estava sob efeito de algum alucinógeno ou algo parecido. Ou talvez a loucura se parecesse com aquilo. Kimura não sabia. Apenas sabia que deveria concentrar-se no combate. Precisava primeiramente salvar os reféns. Mas, sem um plano, a missão poderia estar perdida. Datte estava se levantando, aparado por Shin que o olhava com um certo desespero camuflado numa feição preocupada. Parte dos reféns ainda corria pelo longo corredor e descia pelos degraus chegando ao jardim exterior, onde o portão estava trancado. Eles se amontoaram em frente ao portão fechado em desespero, olhavam ansiosamente para trás com receio que Jun os matasse.

Gargalhando pelo desespero dos parentes na tentativa de abrir o portão, Jun apontou para os shinobis e deu a ordem para que seus bushins os atacassem. Datte ainda cuspia sangue e retirava lascas de madeira de sua perna esquerda. Vendo que seu capitão ainda não se recuperara, Kimura e Shin tomaram-lhe a frente. Os dois ficaram em posição defensiva. Kimura portava uma kunai na altura de seu rosto, enquanto Shin colocou-se em posição elevando suas tonfas à altura do peito. Os bushins precisavam passar por eles para alcançarem o jardim, ou seja, Kimura e Shin sabiam que, se os inimigos passassem, os reféns morreriam. A adrenalina fez seus corações baterem velozmente. Os genins se entreolharam. Ambos suavam frio enquanto aguardavam o embate. A morte espreitava, sorridente. Os bushins não se armaram. Talvez porque não acreditassem que os genins lhe dariam trabalho.

Mas o que eles não sabiam é que a determinação dos dois era muito maior do que a arrogância que sentiam. Os clones atravessaram a distância entre eles em poucos segundos. O primeiro tentou atropelá-los, sendo seguido pelo segundo, que o acompanhou à poucos metros de distância. Kimura e Shin aguardaram até o momento exato para agir. Então, quando o primeiro bushin se aproximou, Shin deu um passo a frente, agachou-se rapidamente e, pondo um das mãos no chão, realizou o Konoha Reppu, girando suas pernas com toda força a ponto de jogar o bushin para o alto à média altura. Assim enquanto o bushin estava no ar, Kimura viu uma oportunidade para agir. Aproveitando que o vôo do primeiro bushin atrapalhou a visão do outro que vinha logo atrás, isto deixou seu abdome à mostra. O genin então utilizou seu pé de apoio e o impulsionou para ganhar força e velocidade, saltando no espaço deixado entre Shin e o seu algoz.

Tudo foi muito rápido. Kimura pegou o segundo bushin de surpresa, cravando sua kunai fundo em seu abdome, fazendo-o sumir num estouro. Enquanto isso, Shin deu um poderoso golpe com a tonfa esquerda estômago do bushin restante, fazendo-o cair pesadamente no chão e sumir também. Jun esboçou surpresa no rosto conturbado ao ver a ineficácia de seus bushins. Os genins agora estavam mais confiantes, até que Jun mais uma vez grita: - Kage Bushin no Jutsu! Contudo, agora quatro bushins corriam na direção deles pelo corredor. Enquanto isso, os reféns haviam conseguido abrir o portão e começaram a destravar o elevador para tirá-los dali. Kimura percebeu que agora a coisa ficara mais séria. Jun começava a ficar desesperado ao ver a fuga de todos os seus familiares.

No corredor, o número de bushins não importava. Apenas dois passariam por vez. Então, Kimura e Shin tomaram posição defensiva novamente e aguardaram. Datte ainda se esforçava para se levantar e precisava de mais tempo. Tempo que os genins novados morreriam para dar-lhe se fosse preciso. Assim, antes que os bushins chegassem, Kimura guardou a kunai e sacou seis shurikens, três em cada mão, jogando-os de uma vez. Não se preocupou em conseguir mira, pois no corredor, era difícil mover-se agilmente para esquivar. Entretanto, os bushins da frente, agora armados com kunais, apararam com destreza todos os shurikens que Kimura arremessava. Não desistindo, arremessou mais seis, e mais seis, e mais seis, criando muitas faíscas ao serem aparados. O inimigo estava quase em corpo-à-corpo quando Shin concentrou seu chakra na boca, cuspindo um óleo pegajoso num dos dois bushins da frente.

Errando o ataque, o jato de óleo cai no chão, inócuo. Mas, quando uma das faíscas dos shurikens aparados entraram em contato com o óleo, deu-se uma grande incêndio que impediu a passagem do inimigo pelo corredor. - Malditos moleques! - Levando as mãos ao chão, Jun grita: - Doton: Doryukatsu! Todo o platô começou a tremer, fazendo surgir grande rachaduras em toda a superfície, dentro e fora da residência. Então, uma imensa rocha invadiu a parede, abrindo um grande buraco para o jardim. Kimura percebeu a intenção do inimigo no mesmo momento, correndo para fora, Shin e Datte o acompanham. Do lado de fora, os parentes ainda se esforçavam para fazer o elevador funcionar.

Lá em baixo, há cem metros, as pessoas começavam a correr desesperadas, pois grandes rochas começavam a se soltar do platô. Rapidamente chegando do lado de fora, os três ninjas viram os quatro bushins e Jun saindo em disparada pelo buraco, todos corriam em direção aos reféns. Eles gritavam como bestas enlouquecidas ao perseguir a presa. - Temos que impedí-los! - Gritou Datte. Sem demora, os três começam a correr em perseguição. Datte girou a corrente e conseguiu prendê-la nas pernas de um bushin, que estourou ao sumir. Kimura concentrou seu chakra fuuton nos pulmões e soprou em dois shurikens, fazendo-os partir em perseguição de outros dois, enquanto Shin corria girando suas tonfas, saltando rapidamente, atirou sua arma nas pernas de outro bushin, e este caiu, mas não sumiu.

Os três corriam o máximo que podiam. Kimura desenhava com as mãos no espaço vazio, usando seu chakra para controlar os dois shurikens que havia lançado. Fazendo a volta à frente dos inimigos, Kimura escolheu dois dos três que faltavam. Os kaiten shuriken mudavam de trajetória, agora avançavam pela frente do inimigo, obrigando dois deles a parar de correr e se defender dos ataques com suas kunais. O ruído do metal ecoou no platô. Kimura mais uma vez controlou com seu chakra seus shurikens que avançaram novamente. Seu plano funcionara. Agora, apenas um se dirigia aos reféns. Shin conseguiu alcançar o bushin que caíra. Levantando-se rápido, o bushin começou a lutar contra o genin que tinha apenas uma tonfa à mão. Os golpes eram rápidos, Shin aparava alguns, outros não. Os cortes começaram a aparecer na pele do genin. Datte, vendo o último correndo, grita: - Doton: Gaban Kyü! Placas de pedra surgem e esmagam o alvo, que ao se abrirem não se viu nada. Nenhum corpo. Nada.

- São todos bushins! - Grita Datte.

No mesmo instante, onde Shin lutava, uma mão surgiu saindo da terra, puxando-o para baixo, deixando apenas sua cabeça de fora. O Jun verdadeiro, saiu da terra com uma kunai nas mãos, e junto com o bushin que Shin lutava, elevaram suas armas e atacaram o genin indefeso. Tudo aconteceu ao mesmo tempo. Ao ver isso, Kimura esqueceu seus shurikens que se perderam na vastidão além do limite do platô. Concentrando uma boa porção do seu chakra nos braços, esticou-os, conseguindo impedir os ataques mortais enrolando-se em seus braços. Por muito pouco Shin não morreu. Datte agora lutava com dois bushins que Kimura parara de atacar.

Entretanto, o genin não teve forças para segurar os dois, sendo puxado com violência e derrubado, levou chutes e cortes enquanto protegia seu amigo enterrado. Indefeso. A dor era horrível, e os "Juns" gargalhavam enquanto espancavam o garoto. Vendo que os genins estavam em apuros, Datte fingiu arremessar uma shuriken num bushin, errando propositalmente, ele vê o shuriken indo na direção que queria. Concentrando seu chakra ele faz os selos e com um piscar de olhos, dezenas de shurikens de sombra surgem em busca de Jun e seu clone. Como Kimura e Shun estavam prostrados no chão, eles não corriam perigo de serem acertados.

O plano havia dado certo. O bushin foi alvejado em cheio, enquanto que o verdadeiro Jun tornou sua pele escura e endurecida. todos os shurikens resvalaram em sua pele, mas em compensação, todos os outros bushins sumiram. O alvo mostrou que estava quase sem chakra. Isso era uma boa notícia. Jun olhou para Datte e andou em sua direção sem falar nada. Seus parentes já desciam pelo elevador e alguns já estavam a salvo. A luta também parecia estar no fim. Vendo que não eram mais alvos, Kimura esforçou-se para retirar seu amigo do solo. Jun saltou em direção à Datte, seu punho girou e se transformou em um martelo de pedra. Datte esquivou-se e se afastou, chegando à beirada do platô. Todos estavam exaustos. Mas Kimura estava muito ferido. Suas feridas eram profundas e perdia muito sangue. Shin tentava fazer alguns curativos enquanto Datte lutava, mas não conseguia estancar algumas feridas. Kimura iria morrer senão terminassem a luta naquele momento.

- DATTE-TAICHOU! KIMURA ESTÁ MUITO MAL!!! - Gritou Shin desesperado.

Kimura não sentia mais dor. Estava adormecido. Talvez pela falta de sangue nas extremidades. Shin o segurava nos braços, como se tentasse agarrar seu espírito ao corpo. Olhando para o céu, Kimura estranhamente percebeu sua mente ficar límpida. Conseguia perceber todo o ambiente. Então pensou no shojo e sua estratégia. "- Perceba todo o tabuleiro, e não apenas a parte que te interessa." - Dizia seu pai enquanto jogavam. Via Datte, esquivar-se dos golpes de Jun. Saltando e girando, ele tentou de tudo para causar dano no inimigo, mas todos eles resvalavam na dura carapaça com aparência rochosa. Cansado, Datte recebeu um murro poderoso, quase levando-o a cair do alto do platô. Kimura sabia que logo os três morreriam se não fizessem algo. Viu o elevador funcionando, descendo, levando os reféns. Viu a casa semidestruída que ardia em chamas. Percebia a invulnerabilidade do inimigo ao preço de sua agilidade. Mais uma vez Datte era acertado, dessa vez seu braço-marionete rachou ao aparar a pancada.

- Como... se.. mata... urgh... um inimigo... invulnerável? - Perguntou Kimura à Shin.
- Não sei Kimura, mas pára de falar. Você precisa de descanso!
- Prepare seu óleo... precisa acertar a cabeça dele.
- Você ficou louco?! Nós estamos fora de combate! - Respondeu.
- Quando eu mandar... urgh... acerte-o, por favor. - Disse ao se levantar penosamente.

Datte e Jun lutavam perigosamente à beirada do platô. Kimura então começou a correr cambaleante. Shin o acompanhou logo atrás. Retirando um Fuuma Shuriken da mochila, ele o montou enquanto corria. Seu sangue espirrava à medida que avança. Concentrando seu chakra fuuton, ele fez o fuuma girar, arremessando-o no inimigo. O shuriken raspou a armadura impenetrável, tirando faíscas e chamando a atenção do chunnin revoltado. Datte ainda se recuperava. Ele viu os dois genins convergindo para o inimigo sem se preocupar com a segurança própria. Sentiu orgulho e receio pelos novatos. Queria agir, mas seus músculos estavam em frangalhos. Mais uma vez o fuuma fazia faíscas ao raspar no corpo metalizado. Shin aguardava a ordem. Kimura então mudou a trajetória da corrida. Agora ele dava volta à beirada do platô ficando às costas de Datte, que fitava Jun sem parar, aguardando o próximo ataque. Chegando até onde o capitão estava, Kimura, na medida do possível, girou em torno de Datte e sussurrou-lhe algumas rápidas palavras, enquanto Shin pulava por sobre ele. Os dois agora estavam novamente à frente da batalha. Seus braços lançados para trás pela velocidade, balançavam ao vento. Jun, gargalhando, nem se moveu.

Shun chegou ao alvo primeiro, pois Kimura estava zonzo e estava quase desmaiando, mas matinha valentemente o controle de fuuma que utilizava para incomodar o vilão. Assim, quando se aproximaram o suficiente, Kimura deu a ordem. Shun concentrou seu chakra na boca e cospiu um grande jato de óleo. Seu tiro seria perfeito se Jun não tivesse posto a mão na frente da face, recebendo todo o líquido viscoso em seu braço. Kimura então deslizou no chão visando as pernas, enquanto controlava o fuuma, que mais uma vez riscava o corpo metálico, ateando fogo no braço do vilão. O genin ferido, então, conseguiu chegar as pernas de Jun, mas com a dor lacinante que sentiu, perdeu o controle do shuriken, que caiu pela borda do platô.

Jun, livrando-se do líquido do braço, parecia não ligar para as queimaduras, distraindo-se com a imagem do genin ensaguentado entre suas pernas. - Idiotas! Esse truque não funcionará comigo outra vez! - Gritou Jun. Olhando para trás Kimura dá um sinal. Datte, que até agora estava aguardando, girou em seu eixo formando um furacão e com grande força atingiu a falha na rocha em que Jun estava em pé, partindo-a. O impacto foi tão grande que a borda inteira do platô, já avariada pelo jutsu Doton do inimigo, rachou, levando consigo em queda livre, Kimura, Datte e seu algoz.

Kimura, que se protegera do Tsüga levando as mãos à cabeça, concentrou o último chakra que possuía e esticou seus dois braços. O esquerdo foi até Shin e enrolou-se em sua cintura. O genin concentrou seu chakra na sola dos pés, grudando com força, mantendo-se ereto. O direito foi jogado para Datte, que o segura pouco antes de se esborrachar no chão. Jun, pesado e com a agilidade comprometida, não conseguiu alcançar o braço de Kimura, caindo cem metros abaixo. Morrendo no impacto da queda. Ao ver isso, a família começa a gritar e chorar, enquanto Datte conseguia chegar ao paredão rachado, deixando Kimura descansar. Seus braços voltam a posição normal. Shin o puxou de volta para o platô e o pôs em seus ombros. A missão havia acabado. Datte, terminando de escalar a encosta, foi até Kimura e o deitou, tentando conter os sangramentos. Logo, o médico da família chegou ao local, conseguindo salvar o genin ferido. Então, após algumas horas de descanso, enquanto a família Otto arrumava a casa e se preparava para o funeral, os ninjas se despediram e voltaram para casa. Kimura permeneceu inconsciente por quase toda a viagem de volta.

- Como se mata... um inimigo... invulnerável? - Perguntou Kimura, nos braços de Datte.
- Não sei. - Respondeu Datte com impaciência.
- Eu sei. - Esclamou Shin, sorridente. - Dê-lo corda, que ele próprio se enforca.

Os três riram e logo viram Kirigakure, em toda sua beleza, ao longe enquanto o sol se punha às suas costas. Levanram Kimura ao hospital, onde o mesmo recebeu tratamento imedianto, enquanto foram à sala do Kage, dar o relatório completo do ocorrido.


THE END.
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Hana

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MensagemAssunto: Re: [Missão Rank C] Crise Psicologica   Dom 4 Mar 2012 - 20:58

AVALIAÇÃO

Kimura Endo
Ninjutsu: 6,75 + 1,25 = 8
Taijutsu: 3,75
Kenjutsu: 5,75 + 1 = 6,75
Genjutsu: 1,25
Selos: 1,5
Trabalho de Equipa: 1,5 + 0,5 = 2

Força: 2,75 + 0,25 = 3
Agilidade: 5,25 + 0,5 = 5,75
Controlo de Chakra: 5,75 + 0,75 = 6,5
Raciocínio: 2,5
Constituição: 7,25 + 0,75 = 8

Total: 5/7
Total de Habilitações: 44 + 5 = 49

Uusaki Datte
Ninjutsu: 20,5 + 0,75 = 21,25
Taijutsu: 4,5 + 0,75 = 5,25
Kenjutsu: 17 + 0,5 = 17,5
Genjutsu: 2,75
Selos: 11 + 0,25 = 11,25
Trabalho de Equipa: 3 + 0,75 = 3,75

Força: 6,25 + 0,5 = 6,75
Agilidade: 10,25 + 0,5 = 10,75
Controlo de Chakra: 14,5 + 0,25 = 14,75
Raciocínio: 7,5 + 0,25 = 7,75
Constituição: 12,25 + 0,75 = 13

Total: 5,25/7
Total de Habilitações: 109,5 + 5,25 = 114,75

Shin Katsuo
Ninjutsu: 3,75 + 1,25 = 5
Taijutsu: 2,5 + 0,5 = 3
Kenjutsu: 3 + 0,5 = 3,5
Genjutsu: 0
Selos: 3
Trabalho de Equipa: 1,25 + 0,5 = 1,75

Força: 2,25 + 0,5 = 2,75
Agilidade: 4,25 + 0,5 = 4,75
Controlo de Chakra: 3,75 + 0,5 = 4,25
Raciocínio: 2,5
Constituição: 1,75 + 0,5 = 2,25

Total: 4,75/7
Total de Habilitações: 27,75 + 4,75 = 32,5

COMENTÁRIOS
Orochi, você está com vício na palavra agilmente... foi realmente cansativo ler essa palavra tantas vezes, além da subida para a casa ter sido quase metade da missão (eu gostei da ideia de narrar a subida, você fez bem, proporcionou pontos a mais^^ porém acho que foi um pouco exaustivo). Só peço atenção ao agilmente.

Outra vez fico naquela "Kimura está fora" mas do nada ele volta com tudo, desculpe mas cuidado com isso, Kimura está a parecer um Uzumaki desse modo. No último post escreveu Shun, sendo Shin^^ (errinho que não mudou nada a avaliação, mas só atenção), também Kheyos seria interessante revisar o texto, havia bastantes erros. Enfim, atenção à Kimura e seu Immortal Mode que está a ficar comum, ao contrário de Datte que foi um pouco deixado de lado.

Não achei muito coerente a uitlização do Kage Bunshin, ele possui as mesmas habilidades que o usuário, ou seja, chuunin, e o chakra de um chuunin não sei se seria suficiente para criar tantos kage bunshins, nem Kakashi consegue tantos, já que cada um desses bunshins leva metade do chakra do usuário. Mas como não conhecemos o inimigo bem né, talvez seja possível...

A missão foi boa, criativa, no geral gostei, suficiente para missão rank C.

Parabéns. (Qualquer erro em cálculos por favor me avisem, mas estou meio sem tempo para conferir^^)
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[Missão Rank C] Crise Psicologica
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