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E o ciclo da vida repete-se! As pacíficas vilas voltam a unir-se para combater um mal em comum. Vem conhecer o melhor e mais antigo role play de Naruto, totalmente em português.
 
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 End of the night

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Fuhr

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Nome: Stan F. Collymore
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MensagemAssunto: End of the night   Qui 13 Jan 2011 - 22:30

Minha orelha coçava. Diziam as más línguas que, se isso acontecesse, estavam falando ou precisando de você em algum lugar. Mas who cares?
Não estava bêbado, dessa vez. Havia me graduado há não muito tempo, e uma das coisas que me cobraram, para que cumprisse a hierarquia, seria a compostura. Teria que andar na linha, até me aperfeiçoar e ter moral para fazer o que quisesse. O que talvez nem acontecesse, devido a minha falta de vontade. Novamente, porém: who cares?

Sentei-me num banco do bar, degustando alguns petiscos. Meus Lucky Strikes estavam completamente encharcados, deixando eu ficar com uma abstinência do diabo. Aqueles amendoins estavam com a fumaça dos cigarros impregnando-os, o que ao menos ajudava.
O que eu precisava, realmente, era um de um belo café.

Sai do bar, subindo alguns lances de escada. A noite estava fria, deixando-me arrepiado com aquela regatava que usava. Minha Kunai pendia no bolso de minha calça de jeans rasgada, o que até me dava um certo conforto. Nas noites, no subúrbio, ladrõezinhos pés de chinelo roubavam qualquer pessoa, não importando o que ela tivesse a mostra.
Eu necessitava de diversão.

Não demorou muito para duas sombras me cercarem, uma na frente e uma atrás. Ouvia o som cintilante de algo batendo no chão, qual parecia o de uma corrente; isso vinha da frente. De trás, só conseguia ouvir o som de uma pessoa respirando bem profundamente e algo caindo no chão. Parecia que ela estava babando.


- Passa tudo, garotão. - A pessoa da frente falou, entre fungadas. Parecia drogada. - Tudo.
- Q-Quem são vocês? - Fingi medo, enquanto tentava gravar a voz que vinha da minha frente. Por mais estranho que pareça, era uma voz feminina. Sabia que minha força seria usada para a criatura de trás.
- Não pergunte, apenas passe.

Elas se aproximavam, pouco a pouco. Não me amedrontei: continuei firme, com os braços indo de encontro ao chão. Soltava algumas poucas risadinhas, que faziam o corpo de trás se aproximar mais ferozmente. Sentia isso pelo pequeno tremor que advinha do solo, misturado com a sombra do ladrão, que me engolia, pouco a pouco. Tudo aquilo estava regado há uma luz semi cerrada de um poste de luz, qual piscava incessantemente.
Maldita vila do trovão. Sempre iluminada.


A corrente, sem muito tardar, cruzou a minha cabeça. Para minha sorte, já havia sido tarde demais para a garota; sem aparecer muito, adentrei o solo e lá fiquei. Era minha técnica de "Decapitação do Duplo Suicídio". Agora, era só umas questão de tempo.
Não demorou para o possível homem aparecer, rosnando no buraco que eu havia deixado. A minha chance estava ali.

Estiquei os braços, quais estavam cheio de lama, na direção do pé do homem. Senti, então, que ele era gordo e alto. Seria mais complicado do que pensava.
Exercendo a técnica, o coloquei embaixo da terra. Agora com a Kunai em mãos, saí do buraco e encarei a mulher, qual se vestia com uma roupa colada. Provavelmente havia a roubado de uma prostituta, não sei.


- Engraçado, não é? - Brincava com a kunai, passando-a em meu próprio pescoço. - Maltratar os outros. Você não gosta?

Sozinha, ela não deve ser muita coisa. Agora é só uma questão de tempo.

- Não sei do que está falando. - Ela gaguejou um pouco e novamente fungou, cuspindo um catarro no chão, perto de meus pés.
- Não minta para mim, sua vadia. - Fiz uma pausa. - Não conseguirá.
- Não preciso. - Ela completou, batendo a sua corrente no chão. Usava-a como um chicote, parecia. Poderia ser uma boa fonte de força, posteriormente, para mim. -

Ouvi novamente um rosnar. O homem, antes só com a cabeça de fora, havia conseguido quebrar o chão e tirar seus braços de dentro da terra. Impulsionando-se, ele veio a terra, abrindo um grande buraco no chão.

- Merda. Seu... - Foi a única coisa que consegui dizer, antes de ser chicotado pela corrente. Havia me distraído.

Gemi de dor, sentindo o sangue começar a escorrer nas minhas costas. Havia, agora, liberado meu ódio.
Eu não necessitava de diversão; eu precisava era sim de prazer. E aqueles dois me ajudariam.


- Ouve minha voz? Sente o cheiro de meu sangue? - Aumentei o tom de voz, querendo chamar a atenção. - Será a ultima coisa que fará.

Levantei os braços, liberando, deles, várias folhas de cor avermelhadas, meio rosas. Estas foram ao redor do grandalhão, lá começando a girar. Como de se esperar, lento do jeito que era, ele pôs as mãos na frente da cara, falhadamente. Isso porque nada aconteceu.


- Merda, errei. - Blefei, abaixando os braços.
- Errou mesmo, otário. - O ogro de dois olhos grunhiu pela terceira vez e acertou um soco em minhas costas, fazendo eu me abaixar, com dores. Parecia que havia abrido uma cratera.
- Vai passar tudo ou teremos que fazer isso? - A mulher de cabelos castanhos mais uma vez chamou minha atenção.

Pouco me importei. Sabia que o jutsu ainda ia entrar em processo, para assim eu poder finalizar a batalha. Até lá, não poderia fazer nada.
Paciência, eu devia ter.


- Escolho o número dois. - Ironizei, novamente pondo a mão na kunai. Ela havia caído não muito longe de mim. - Quem vem primeiro? Você ou... Ele? - Fiz uma pausa e apontei para o homem.

A mulher bateu a corrente mais duas vezes, como se fosse um sinal para seu parceiro. O grandalhão começou a se mover, mas logo parando. Não demorou para que seus olhos mudassem de cor e ele desabasse; era o fim para eles.

- O que? - Ela gritou, recuando alguns passos. - O que você é?
- Ficou com medo, é, vadia? Não aguenta sozinha? - Ironizei, novamente. Gargalhei, dessa vez, fazendo ela engolir em seco. - Pode vir com tudo, vaca.

Girando os braços, ela jogou a corrente na minha direção; no meu braço, para ser específico. Não deixaria isso tão fácil novamente.
Depois d'ela me acertar, segurei firme no objeto, com as duas mãos. Dei um puxão de leve, mas o suficiente para ela, que estava enrolada na arma, voar na minha direção. Medrosa do jeito que era, ela estava a minha mercê.


- Bem vinda ao inferno, vagabunda. - Chutei-a na cabeça, fazendo-a se baixar. Sem chance de se esquivar, chutei-a no abdômen, logo finalizando com um chute no queixo. Era minha técnica "Furacão da Folha". - Gostou?

Em resposta, ela apenas cuspiu no chão, misturando seu sangue com alguns dentes. Chutei-a novamente, agora nas costas, com o calcanhar. Já sem reação, ela caiu, dando chance para que eu a amarasse com a corrente.

- Você sabe o que seu amigo está vendo, nesse genjutsu que eu usei? - Gargalhei, como um demônio. A sensação que tinha circulando dentro do meu sangue era indescritível: estava sentindo-me poderoso, com o mundo aos meus pés. E aqueles dois sentiriam meu reinado. - Ele está vendo você, a pessoa que ele mais ama nesse mundo, sendo enforcada. Não é que ele vê o futuro?

Ela se debateu, tentando gritar. Sentia que ela não conseguia falar; estava realmente muito fraca. Ela era o cérebro, mas o corpo da dupla era aquele homem, rendido por meu ataque.

- E sabe o que você verá? - Não esperei resposta e comecei a brincar com a kunai na garganta do ladrão, que tinha sangue escorrendo no nariz. Em pouco tempo, não teria mais sangue para escorrer. - Diga adeus.

Fiz um pequeno corte na sua garganta, tendo que empenhar um pouco de força. Foi o suficiente para o sangue, numa única lapada, ir de encontro ao chão. O homem foi junto, já sem batimentos ou sinais vitais.


- Gostou? - Dei a maior gargalhada da minha vida. Eu sempre havia nutrido esses sentimentos, mas nunca havia os exercido. Meu irmão se orgulharia de mim. - Eu adorei. E vou adorar ainda mais.

Levantei-a no chão e dei um tapa, para que ela parasse de se debater. Amarrei a corrente em seu pescoço e amarrei-a, depois, ao meu braço. Com um pequeno puxão, ela já estava inconsciente, o que era uma grande pena; queria a ver sofrer.
Já era tarde demais, porém. A coloquei numa parede, escorada, e depois passei a arma por baixo dessa barreira. Lá puxei com toda a força que podia a corrente, até ouvir um som de algo se quebrando.

Com uma última gargalhada, soltei a corrente e saí dali, antes que alguém chegasse. Sentia-me satisfeito; que se ferrem os cigarros.
Eu tinha algo maior para me dar prazer.



é assim, não é? ESHOSEOSEEOSEISEOSESEHOISEHE achei muito esquisito o estilo de roleplay daqui, rs
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L Mars

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Ryo (dinheiro) Ryo (dinheiro): 875
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MensagemAssunto: Re: End of the night   Sex 14 Jan 2011 - 19:21

Habilitações Ninja
Ninjutsu: 2 + 0,25 = 2,25
Taijutsu: 4 + 0,25 = 4,25
Kenjutsu: 2 + 0,25 = 2,25
Genjutsu: 2 + 0,25 = 2,25
Selos: 1
Trabalho de Equipa: 1

Habilitações Corporais
Força: 5 + 0,5 = 5,5
Agilidade: 2 + 0,25 = 2,25
Controlo de Chakra: 1 + 0,75 = 1,75
Raciocínio: 1 + 0,25 = 1,25
Constituição: 3 + 0,25 = 3,25

TP: 3/5

Comentários: Para quem acha este sistema muito esquisito fez um optimo trabalho. Voce supera muitos membros em termos de escrita e descrição e só tem a ganhar com isso. Sua luta estava excelente e bem planeada e nao era forçada. Parabens, esteve muito bem ^^

ACTUALIZADO
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