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| | Missão de Rank C - Protecção do País da Relva | |
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| Autor | Mensagem |
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Administrador | Kumo


Sexo:  Idade: 22 Localização: Queluz Número de Mensagens: 2472
Registo Ninja Nome: Hiyama Kyohei
Ryo (dinheiro): 1470 Total de Habilitações: 108,5 | Assunto: Missão de Rank C - Protecção do País da Relva Dom Jan 09 2011, 16:32 | |
| Descrição: A Aliança Kyodo começou a sua ofensiva e espera retaliações contra alguns dos países mais pequenos da Aliança. Assim, devem vigiar a fronteira do País da Relva, impedindo qualquer pessoa que não se identifique como parte da Aliança Kyodo de entrar no país. Caso alguém tente entrar, ou até consiga, devem impedir de prosseguir pelo país. Recompensa: 600 Ryos + 1 scroll + 1 ponto de cumprimento Número de Ninjas: 3 a 4 Missão inimiga: Missão Rank C - Estudo do País da RelvaPessoas Inscritas: Uusaki Datte (Drow Elf) Dokizune Kamui (Luffy) Sueji Hozuki (Horns) Kride Ranta (ShadowUchiha)
Última edição por Kadmos em Dom Jan 09 2011, 17:21, editado 1 vez(es) |
|  | | Administrador | Konoha


Sexo:  Idade: 16 Localização: Belem/ Pa - Brasil Número de Mensagens: 1612
Registo Ninja Nome: Uusaki Datte
Ryo (dinheiro): 8216 Total de Habilitações: 123,25 | Assunto: Re: Missão de Rank C - Protecção do País da Relva Dom Jan 09 2011, 16:41 | |
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|  | | Administrador | Kumo


Sexo:  Idade: 22 Localização: Queluz Número de Mensagens: 2472
Registo Ninja Nome: Hiyama Kyohei
Ryo (dinheiro): 1470 Total de Habilitações: 108,5 | Assunto: Re: Missão de Rank C - Protecção do País da Relva Dom Jan 09 2011, 17:21 | |
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|  | | Membro | Iwa


Sexo:  Idade: 18 Localização: Planeta Agostini Número de Mensagens: 2435
Registo Ninja Nome: Law Spring
Ryo (dinheiro): 987 Total de Habilitações: 53,75 | Assunto: Re: Missão de Rank C - Protecção do País da Relva Dom Jan 09 2011, 23:01 | |
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|  | | Administrador | Konoha


Sexo:  Idade: 18 Localização: Puorto Número de Mensagens: 3407
Registo Ninja Nome: Uchiha Hayato
Ryo (dinheiro): 1440 Total de Habilitações: 260 | |  | | Administrador


Sexo:  Idade: 27 Localização: Num quiosque perto de sí. Número de Mensagens: 2290
Registo Ninja Nome: Sueji Hozuki
Ryo (dinheiro): 2683 Total de Habilitações: 182 | Assunto: Re: Missão de Rank C - Protecção do País da Relva Dom Jan 09 2011, 23:03 | |
| Eu também, e já me inscrevi. |
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Sexo:  Idade: 15 Número de Mensagens: 747
Registo Ninja Nome: Kride Uchiha
Ryo (dinheiro): 115 Total de Habilitações: 77,5 | Assunto: Re: Missão de Rank C - Protecção do País da Relva Dom Jan 09 2011, 23:11 | |
| I'm in again  |
|  | | Administrador


Sexo:  Idade: 27 Localização: Num quiosque perto de sí. Número de Mensagens: 2290
Registo Ninja Nome: Sueji Hozuki
Ryo (dinheiro): 2683 Total de Habilitações: 182 | Assunto: Re: Missão de Rank C - Protecção do País da Relva Dom Jan 09 2011, 23:13 | |
| Inscrito, e assim a missão fica completa  |
|  | | Administrador | Kumo


Sexo:  Idade: 22 Localização: Queluz Número de Mensagens: 2472
Registo Ninja Nome: Hiyama Kyohei
Ryo (dinheiro): 1470 Total de Habilitações: 108,5 | Assunto: Re: Missão de Rank C - Protecção do País da Relva Dom Jan 09 2011, 23:18 | |
| Muito bem. Ordem de postagem: - Drow Elf
- Luffy
- Horns
- ShadowUchiha
Boa sorte com a missão. Tentem fazer um bom trabalho e não se esqueçam que com a fórmula para este evento, nas missões vale mais os votos do que as habilitações da equipa! Podem começar! |
|  | | Membro | Kumo


Sexo:  Idade: 20 Número de Mensagens: 157
Registo Ninja Nome: Yushiko
Ryo (dinheiro): 6340 Total de Habilitações: 74 | Assunto: Re: Missão de Rank C - Protecção do País da Relva Seg Jan 10 2011, 12:46 | |
| isto vai ser interessante  as equipas tão bem equilibradas pena foi eu não chegar a tempo ho well  good luck |
|  | | Administrador | Konoha


Sexo:  Idade: 16 Localização: Belem/ Pa - Brasil Número de Mensagens: 1612
Registo Ninja Nome: Uusaki Datte
Ryo (dinheiro): 8216 Total de Habilitações: 123,25 | Assunto: Re: Missão de Rank C - Protecção do País da Relva Seg Jan 10 2011, 14:58 | |
| Lá estavam os quatro ninjas em volta da fraca fogueira, todos se olhavam enquanto a espectativa os tomava e o nervosismo os consumia. Um dos mais velhos tomou a palavra, ele tinha nas costas uma grande espada cujo fio era conhecido por milhares de ninjas, a lendária zambatou do demônio da névoa. Ele falava e quando o fazia deixava os dentes à mostra. - Ouçam todos, por ser o capitão de vocês nesta missão sinto-lhes dizer que talvez nem todos sobrevivam! Portanto, Dêem o melhor de si para que possamos terminar isto, se forem morrer, levem o inimigo com vocês. – ele estava sério, mas Datte preferiu que estivesse brincando. - O pais da relva é realmente bem grande... Não imagino como o defender em nosso número. – Um sentado ali à direita dizia despreocupadamente com os braços cruzados, ele tinha na boca um palito e mexia-o constantemente. - É simplesmente impossível! Olhe nosso número! Como poderíamos defender as fronteiras de um pais apenas com isto!? – Outro de olhos avermelhados questionava o chunin. - Acalme-se ninja, nós acabamos de chegar e não há motivos para se desesperar, nós vamos conseguir... – Sueji levantava-se e cruzando os braços começava a andar, kamui estava despreocupado ali sentado próximo ao fogo, tanto que nem se deu ao trabalho de opinar mais. - poderíamos nos separar... – Datte falou para sueji, este parou alguns segundos e com ar pensativo novamente se pôs a andar. - Faremos assim, vamos nos dividir em duplas, cada dupla irá cobrir um ponto estratégico. – Ele disse finalmente voltando a sentar próximo ao fogo. - O plano é ótimo, mas... Se alguém for atacado? Como os outros saberão? - Kride mostrou estar impaciente, tanto suas palavras tinham um toque de acides. Kamui que há muito estava calado resolveu então dar a palavra final. Ele ergueu-se e pareceu realmente determinado. - Tenho um plano, vamos estabelecer um ponto para que, a cada meia-hora eu envie um relatório, se este relatório não chegar, já sabem. – Ele pareceu indiferente e não preocupado. - Mas?... Como? – Datte olhava-o indignado. Com calma até demais o garoto com o palito na boca unia as mãos e em segundas a abria, de lá emergia um pequenino pássaro de papel que voando circulou a todos e depois se jogou no fogo. Todos olharam a kamui impressionados, este em resposta novamente sentou-se e lá fechou os olhos. - Mas... Se o outro grupo for atacado, como vocês saberão? – Kride completou. Kamui abriu os olhos surpreso com a pergunta. - É só mandarmos o pássaro de volta, se ele não voltar vocês já sabem. - Datte dizia pensativo. - Ótimo Kamui... – Sueji logo se recompôs e voltou a falar. – Faremos dois times, Sora e Umi. Há duas estradas principais entrando no pais, Datte e eu seremos Sora, enquanto Kamui e Kride farão o time Umi. Quero que o time Umi vá para a estrada que fica a Nordeste da fronteira, o time sora irá para a estrada Sudeste, Kamui, você mandará o pássaro a cada meia-hora e se não chegar pode contar com o nosso apoio. - Ooook! – Datte postava a mão na testa batendo continência e sorrindo. Kride apenas observava ainda calado toda a movimentação enquanto Kamui sorria da ação de Datte.
Time Sora: Sueji pulava sobre as árvores e galhos, Datte os seguia a certa distancia admirando a zambatou, Já estavam correndo por talvez duas horas sem parar. - Er... Senhor sueji, onde você comprou esta arma? Preciso de uma dessas... - ele dizia pensativo. O chuunin olhou para trás e sorriu malignamente mostrando os dentes pontiagudos. - Foi passada por meu pai, mas, você a quer? -Ele disse tão simplesmente que Datte até acreditou. - Mas é claro! – Ele abriu um largo sorriso. - Bom, você pode tê-la, mas terá que me matar antes. - Ele sorriu novamente de forma tão ameaçadora que Datte sentiu saudades de shounan. Foi quando sueji parou de repente com um solavanco parou e prendeu-se em uma arvore. Ele levantou a mão e olhou para baixo. Datte vendo o sinal também parou. - O que houve? – O gennin disse sussurrando. - Aqui acaba o pais da Relva, não podemos passar... A estrada fica ali ô. – Ele ergueu o braço e apontou para uma grande estrada de terra batida ali próximo, ela estava totalmente deserta e estendia-se até onde a vista alcançava no horizonte. - E então, o que faremos? Esperamos aqui sentados? - Não mesmo, se houver alguém querendo entrar escondido com certeza não usarão a estrada principal, vamos nos separar e cobrir a área próxima da entrada, se algo o assustar é só gritar. – Ele completou mostrando os dentes novamente, Datte teve arrepios.
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|  | | Membro | Iwa


Sexo:  Idade: 18 Localização: Planeta Agostini Número de Mensagens: 2435
Registo Ninja Nome: Law Spring
Ryo (dinheiro): 987 Total de Habilitações: 53,75 | Assunto: Re: Missão de Rank C - Protecção do País da Relva Seg Jan 10 2011, 21:57 | |
| Esquadrão Umi:Os dois ninjas continuaram a correr pelos troncos grossos e castanhos das árvores, percorrendo uma pequena floresta no meio do País da Relva. Apesar de Kamui ter mais experiência ninja que Kride, a ansiedade que lhes dava a volta ao estômago era igualmente perturbante. Estava a seguir para a fronteira Este com o País do Fogo, num local mais a norte próximo à fronteira a norte com o País da Catarata de onde Kamui era ninja. Enquanto isso a Dupla Sora seguia na mesma fronteira a Este, mas mais para sul perto do País da Chuva. A personalidade de uma outra pessoa que tinha sido selada no shinobi de Kumogakure desafiava-o a meter conversa com o seu parceiro a fim de saber quais as suas intenções. Este parecia um pouco tímido e sentia-se inibido a faze-lo. Foi então que para sua sorte, Kamui decidiu falar sem qualquer pudor ou problemas em socializar. ─ Bem, o tempo de chegarmos aqui foi mais ou menos meia hora. – Disse quebrando o compasso marcado pela corrida dos shinobis. – Vou enviar agora o Pássaro. Kride ao ver o rapaz a transformar um pedaço de papel num origami de uma pequena ave, ficou maravilhado com tal arte. Encorajado pela personagem do seu hospedeiro soltou umas palvras. ─ Pela o mapa, estamos mais ou menos à mesma distância deles da qual do sitio de onde partimos por isso deve demorar meia hora a chegar-lhes. – Fez uma pausa tomando uma golfada de ar. – Por isso, fazendo contas rápidas, daqui a uma hora ele deve estar de volta. ─ Sim, em princípio vai ser isso a ocorrer. Caso não recebamos a resposta, temos de ser bastante rápidos a chegar em auxílio. Algumas contas feitas, seguidas por uns planos de acção e estavam de volta ao seu caminho. Queriam aproximar-se um pouco mais da fronteira para tentarem localizar os invasores enquanto eles ainda estivessem fora do país. Escondidos no topo de uma árvore forte e majestosamente verde de onde tinham total visão num raio de dois quilómetros, mas por outro lado encontravam-se completamente ocultos. Ao fim de algum tempo de espera, o ninja de Takigakure começou a ficar impacientado pela longe demora, e a sua ânsia aumentava em demasia. Decidiu quebrar o silêncio, distraindo-se um pouco mas mantendo-se em alerta na mesma. Olhou para o seu parceiro adjacente a si e reparou na fita que este trazia. ─ Este de Kumogakure então não é? – Disse observando um pormenor que era um facto visível. ─ Sim, sim. – Disse este ainda meio embraçado pela conversa com um estranho. – Tu de Taki certo? ─ Exacto. Diz-me uma coisa, qual é a tua opinião sobre a guerra? – Questionou tentado perceber como era o seu colega, a sua personalidade e motivações que o faziam lutar pelo seu país. ─ Odeio criminosos, e de certa forma Suna e Konoha são uns criminosos que criaram um mundo de corrupção. Eles fazem medo aos países mais pequenos por terem uma boa força militar, e tentam que os outros temam. Sacam-lhes favores assim, a impor o medo. ─ De certa forma não concordo contigo, mas bem são opiniões e eu respeito. – Disse Kamui um bocado a medo com a reacção do colega. ─ Como disseste, são opiniões e eu respeito a tua também. Já agora, o que pensas tu da guerra? – Inquiriu intrigado, mas nada chateado pelo seu colega não concordar consigo. ─ Se queres que te diga, acho que isto é uma grande fachada para a vingança que Kiba quer de Sunagakure. Mas já que há guerra, e é contra Suna eu estou aqui para defender a vila que me acolheu a mim e a toda a minha família, Takigakure. ─ Uh? Explica lá isso? Porque te motiva mais ser contra Suna? – Perguntou cada vez mais intrigado. ─ Nasci e fui treinado em Suna. – Anunciou, deixando o Ranta de boca aberta, espantado e perplexo. – Tentaram implantar-me uma linhagem avançada perigosa, escondendo-me tudo. Consegui fugir a tempo. ─ Percebo. – Ao aperceber-se de um momento constrangedor, Kride decidiu mudar de assunto. – Que técnicas sabes? Temos de saber estas coisas caso sejamos atacados e estarmos preparados em combate. ─ Ah sim, tens razão. – O rapaz de Takigakure olhou para cima como se estivesse a buscar o que dizer nas suas memórias e continuou. – Os meus alinhamentos são Doton e Raiton, ambos estão dominados, mas não aperfeiçoados. Para além disso e o que mais gosto de usar é a minha arte com o Origami. Dou-lhe uns toques no que diz respeito a Kenjutsu e Genjutsu. Talvez a minha fraqueza seja o taijutsu. ─ Óptimo, já tenho uma ideia. – Declarou. Fez o mesmo gesto que Kamui anteriormente tinha manifestado com os olhos e começou novamente a falar. – No meu caso o me alinhamento é o Katon, estou a começar a domina-lo, a genjutsu é a minha segunda força. Por outro lado a Kenjutsu e a Taijutsu sou bastante fraco. ─ Está bem. Acho que já se passou meia hora. Situação Actual | Spoiler: | | |  |
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|  | | Administrador


Sexo:  Idade: 27 Localização: Num quiosque perto de sí. Número de Mensagens: 2290
Registo Ninja Nome: Sueji Hozuki
Ryo (dinheiro): 2683 Total de Habilitações: 182 | Assunto: Re: Missão de Rank C - Protecção do País da Relva Qua Jan 12 2011, 23:31 | |
| Team Sora
Datte separou-se de Sueji, curvando-se ligeiramente em sinal de respeito antes de tomarem direcções diferentes. "Primeira coisa a fazer... Garantir que tenho cobertura em todo o lado." O Chuunin abriu um scroll de invocação de água, e activou-o no chão. Criou quinze Mizu Kage Bunshins, e ordenou-os que fizessem o Henge. - Certo... Vão fazer cinco grupos de três. Preciso que nos ajudem a patrulhar a fronteira do País da Relva com o País do Fogo, que é de onde provavelmente, vêem os invasores. Se tiverem informações destruam-se, para eu as obter. - Hai! Os cinco grupos tomaram caminhos diferentes, mas sempre perto das fronteiras. Sueji subiu a uma árvore ali perto com o Kinobiri. A vista era muito bonita. O pais era bastante solarengo, com um espaço verde enorme. Não muito ao fundo de onde ele estava conseguia-se ver uma aldeia, e mais algumas lá ao fundo.Tudo parecia calmo. Estranhamente calmo, de facto. Em Kirigakure, as ruas tanto eram bastante silenciosas, como havia uma confusão entre um mercador e um civil, que agitava o quarteirão inteiro. Este tipo de problemas pareciam na existir no País da Relva. Era um sítio calmo, e isso chegava. O rapaz deu meia volta, e olhou agora para o País do Fogo. Ah, que crueldade. O Kage havia-os enviado para uma guerra, na qual a maioria nem sabia o verdadeiro porquê de andar a lutar, mas fazia-o por causa das ordens. Sueji não tinha nada contra as pessoas de Konohagakure. Até que percebia os motivos, mas não concordava. Conhecia muita gente em Konoha, que apenas desejava não encontrar no campo de batalha. Mas já que tinha sido escolhido para participar na guerra, era para ganhar! Ainda por cima, estava ao encargo de um grupo de Gennins. Se lhes acontecesse algo Sueji não se perdoaria. Morreria por eles! Sem contar com o facto de haver uma probabilidade muito baixa de morte para o Chuunin... Desceu aquela árvore, e subiu a uma ainda mais alta. Observou Datte que já estava um pouco longe. O rapaz parecia ter bastante potencial, mas agiu inseguro em frente a si. "Lembro-me de mim quando era mais novo, quando conheci este rapaz." Deu um salto em frente, e caiu no chão. O pé esquerdo torceu com o impacto, e transformou-se em água. Sueji sorriu com agrado, e em cerca de cinco segundos já tinha um pé novo. Verificou se tinha tudo que necessitava consigo, ajeitou a Zambatou e começou a correr em direcção a Datte. Em cerca de cinco minutos alcançou-o. - Datte? Alguma coisa? - Sueji aproximou-se devagar, para não assustar o Gennin que parecia timido e atento. - Não.. Tenho andado a observar, atento e não vi nada de especial. Também não fui muito longe... - pareceu preocupado com a última afirmação. - É normal - o Chuunin sorriu, tentando inspirá-lo - Que me dizes, vamos agora um pouco mais longe? Datte falou, mas Sueji não ouviu. Tinha acabado de receber informações dos seus clones...
Um grupo de quatro camponeses com uma carroça e um burro a puxá-la estavam a caminhar para dentro do País da Relva. Pareciam ter vindo do País do Fogo, por isso achámos por bem investigar. - Senhores.. Vão ter de parar, ordens expressas em tempos de guerra. Terão de ser revistados. Desde o início que achámos aquilo suspeito. Apenas sorriram, e não falaram. Revistámo-los, e pareceu estar tudo bem. A carroça parecia ter palha apenas, por isso não a revistámos. - Parece estar tudo bem.. Não são do Pais do Fogo, pois não? - Não - respondeu um deles, muito baixo - somos comerciantes, daqui. Viemos assim que soubemos da guerra, da outra ponta do País do Fogo. - Certo... Quero que saibam que qualquer inimigo da Kyodo será um alvo a abater com boas ou más intenções." Virámo-nos. Começámos a caminhar, sem fazer caso, quando ouvimos quatro "plof's" característicos. Virámo-nos, e quatro ninjas olhavam-nos, empunhando Kunais. Um deles cortou-nos os pescoços rapidamente."
- Datte... Temos que avisar os outros. Os invasores já cá estão... |
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Sexo:  Idade: 15 Número de Mensagens: 747
Registo Ninja Nome: Kride Uchiha
Ryo (dinheiro): 115 Total de Habilitações: 77,5 | Assunto: Re: Missão de Rank C - Protecção do País da Relva Sab Jan 15 2011, 02:36 | |
| Team Umi
Kride interrompeu a sua ronda pela fronteira, no tronco de uma árvore, escondido por entre as suas folhas. Analisou a área atentamente, cada detalhe da paisagem. Procurava algo, alguém, porém, nada viu apenas árvores e arbustos praticamente imóveis devido à ausência de vento. Uma ligeira e suave brisa passou lhe pelo rosto, fazendo as folhas da árvore dançar por um momento e eis que um pequeno pássaro de papel pousa no seu ombro. O gennin pegou-lhe com dois dedos apenas e abriu-o, encontrando uma mensagem escrita por Kamui. “Team Sora precisa de ajuda depressa. Kamui.” Kride, saltou da árvore e correu, usando o Shunshin No Jutsu para o fazer o mais depressa possível até ao ponto de encontro que havia decidido com Kamui. - Kamui! – chamou Kride – O que é que se passa? - Eles escreveram no pássaro que tinham encontrado o inimigo – respondeu-lhe Kamui – Vamos temos que nos apressar! Fazendo alguns selos, Kamui juntou vários pequenos pedaços de papel para formar duas asas majestosas. - Terás de vir nas minhas costas – disse Kamui. - Não, vou aumentar o peso sobre ti e isso vai atrasar-nos – respondeu Kride – Vai andando que eu já te apanho.
Com as suas asas, Kamui lançou-se no ar voando na direcção da Team Sora. Kride por sua vez, começou a correr por entre os arvoredos e arbustos, usando a Zanbatou para cortar o ar, dando-lhe assim mais velocidade. Enquanto corria, Kride vagueava pelos seus pensamentos… - Será que o Kamui tem razão acerca dos motivos da guerra? – pensava – Será que isto é apenas uma vingança? Nesse caso, seríamos todos meros piões de Kiba…Bem o melhor é não pensar nisso, tenho que chegar o mais depressa possível ao Sueji e ao Datte. Olhava para os lados, não estivesse o inimigo à espreita, mas ao que parecia só ele estava ali, só ele percorria aquela floresta. Alguns minutos depois, por entre as copas das árvores, avistou duas grandes asas de papel. Pulou para cima de uma árvore e começou a salta de árvore em árvore seguindo os grandes origamis. - Kamui! Não devemos estar longe – gritou Kride – Podem estar em qualquer sítio. Tem cuidado. - Hai! – respondeu Kamui – Igualmente. Ambos seguiram em frente, até que se depararam com o inimigo! - Mesmo na altura certa – disse Kride, olhando para Kamui que se tinha desfeito das suas asas de papel e se escondera, junto a ele no tronco da árvore.
Examinaram o cenário, os quatro ninjas tinha Kunais e olhava os restantes membros da equipe destacada para a protecção do País da Relva. - Ataque surpresa? – sugeriu Kride, esboçando um sorriso maléfico. - Vamos a isto – respondeu Kamui. Os dois fizeram alguns selos e concentraram algum chakra para o seu ataque. Mas eis que um dos ninjas inimigos, se voltou para trás, atirando algumas kunais, obrigando os Gennins a desviarem-se. Ambos repararam nos seus olhos, as pupilas vermelhas com aquelas três vírgulas tão conhecidas nos seus olhos. - Sharigan? – perguntou Kride – Isto vai ser interessante. Kamui! Ketsugou Nenshou Origami! Ambos fizeram alguns selos, muito rapidamente e concentraram chakra e aí começou o espectáculo. Kamui lançou centenas de pequenos papeis pelo ar e Kride soprando alguns Endans na sua direcção, incendiou-os fazendo, uma pequena chuva de fogo em cima dos inimigos. O Uchiha e um dos parceiros, que usava uma venda nos olhos, materializaram-se em madeira, conseguindo evitar o fogo. Por sua vez, os restantes dois ficaram debaixo da chuva de fogo. De seguida, Kride e Datte trocaram alguns gestos com as mãos e de seguida atiraram-se às presas. Kamui e Sueji trocaram também alguns gestos e de seguida partiram para os dois ninjas que tinham escapado ao ataque.
A chuva de fogo parou e os gennins que não tinham escapado e estes mostravam as roupas chamuscadas e algumas queimaduras espalhadas pelos seus corpos. Kride sacou a Zanbatou e correu na direcção do ninja de Suna. Este puxou a sua katana e parou a Zanbatou de Kride, que o fixava com os seus olhos vermelhos, cheios de raiva. Kride por sua vez, rodando ligeiramente para a direita, em volta da Zanbatou, meteu o pé em cima da katana do ninja da Areia e cravou-a no chão. De seguida, desferiu-lhe um golpe com o cotovelo na cara. - Eu sou o Kride – disse ele, com um ar sombrio e um tanto maléfico – E sou a ultima pessoa que vais conhecer! - Sou o Nobuko – respondeu – e sou eu que te vou matar. Sem mais brincadeiras, Nobuko mandou um pontapé, pela altura da cabeça de Kride. Este não vendo outra solução rodou a sua Zanbatou e usou-a como escudo. Nobuko, soltou um grito de dor pois acertara em cheio contra o metal da espada. O ninja dos olhos vermelhos, aproveitando a situação, lançou um pequeno Endan, grande o suficiente para o projectar alguns metros para trás. O ninja da areia, numa tentativa um tanto desesperada de afastar Kride, utilizou o seu lançador de Senbons para atirar cinco senbons que acertaram em cheio no braço direito de Kride. Este, retirou-os, um por um e atirou os ao chão. Nobuko aproveitou para voltar ao ataque! - Goukakyuu no Jutsu! - uma bola enorme foi em direcção a Kride, que se se esquivou por pouco. De seguida, Nobuko investiu com Kenjutsu. Atirou várias kunais, shurikens e senbons fazendo com que Kride tivesse que se afastar para não ser atingido. - Tenho de o impedir de usar armas para o poder atacar – pensou Kride – E tenho que ter cuidado com as técnicas de fogo dele. Já sei! Correu para as árvores mais próximas e avançou invisível, executando alguns selos criando alguns clones de corvos. Voltou ao campo de batalha e foi novamente atacado pelas kunais de Nobuko. Esquivou-se e moveu-se rapidamente na direcção do ninja da Areia, este, lançando um gás ligeiramente cinzento na sua frente. Kride viu a sua oportunidade, executou alguns selos e criou uma bola de fogo dentro da nuvem de gás. Uma forte explosão fez-se sentir, que foi projectado vários metros para trás. Uma enorme cratera era visível no chão e os restos de alguns corvos queimados, no seu interior. Algum tempo depois, Nobuko apareceu novamente, cambaleando. Atirou várias kunais, mas desta vez era diferente. Kride reparou numa kunai que tinha um Kibaku Fuda e tentou pular para fugir, mas mesmo assim, foi apanhado pela explosão que o projectou contra uma árvore bastantes metros atrás dele. Nobuko correu para Kride, que se estava encostado à árvore em que tinha embatido e apontou-lhe a katana ao pescoço. - Dá-me informações sobre o País da Relva! – ordenou-lhe. - Bem…para começar – disse Kride – Para começar, vai te foder – e desfez-se em vários corvos que invadiram e ocuparam todo o campo de visão de Nobuko. - E para acabar – disse a voz de Kride, atrás de Nobuko – Vai-te foder! Kride, fez alguns selos, focou o chakra nos seus pulmões e lançou uma enorme bola de fogo ao ninja da areia.
Kride, sentiu-se cansado, mas contente pois derrotara o seu adversário. Sentou-se, metendo a Zanbatou em cima do ombro e tomou algum fôlego. - Não baixes a guarda tão facilmente – disse Nobuko, correndo contra Kride. Agarrou-o e desfez-se em chamas queimando-o. O verdadeiro Nabuko apareceu em cima do tronco de uma árvore e começou a executar os selos, que Kride conhecia muito bem. - Nem penses – disse o ninja de Kumo, fazendo um selo – Shikumi no Jutsu. Nobuko parou, incapaz de executar os selos, o ninja de Suna, ficou parado nas diversas imagens que lhe passavam pelos olhos em que explodia com o seu próprio jutsu ou que morria sendo decapitado por Kride. O ninja de Kumo, aproveitou o estado de debilidade de Nobuko e pegou-o, arrastando-o para o interior de um aglomerado de árvores. Fazendo alguns selos e concentrando algum chakra Kride criou mais um Genjutsu. - Kori Sinchu no Jutsu – proferiu Kride, tocando na cabeça de Nobuko – Aqui te deixo, no fim do mundo, para todo o sempre – e assim desfez-se em corvos mais uma vez que voaram para longe. O ninja da areia, influenciado pelos genjutsus, ficou paranóico. Correu e correu e correu mais uma vez, tentava achar uma saída para aquela floresta sem fim, ao mesmo tempo que era atacado pelas imagens da sua própria morte. Kride sentado numa árvore, observava o gennin do País do Vento. - Vamos brincar contigo mais um bocado – pensou, enquanto fazia um selo. Dois clones apareceram ao seu lado e pularam para a frente de Nobuko. - Agora vais arder no fogo eterno – disseram em uníssono, os clones, começando a lançar pequenas bolas de fogo na direcção de Nobuko. Este dando voltas e voltas, para a frente e para trás, encontrando um clone de cada lado, depois de tanta correria desesperada, caiu, redondo, no chão de exaustão. Os clones defizeram-se e Kride aproximou-se do corpo do ninja inimigo. - Vou mandar-te para onde os teus amigos te possam ver – disse ele, sabendo que não seria ouvido – E eles logo decidem se te deixarão aqui para morreres ou para apodreceres, ou se te levam para casa. Pegou no corpo do ninja e levou-o até perto de onde Sueji e Kamui lutavam com os seus adversário. - Vou ver como é que está o Datte! – pensou, começando a andar na direcção do local de batalha entre Datte e o shinobi da Folha.
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|  | | Administrador | Konoha


Sexo:  Idade: 16 Localização: Belem/ Pa - Brasil Número de Mensagens: 1612
Registo Ninja Nome: Uusaki Datte
Ryo (dinheiro): 8216 Total de Habilitações: 123,25 | Assunto: Re: Missão de Rank C - Protecção do País da Relva Sab Jan 15 2011, 15:37 | |
| Time Sora
Os sons do metal ressoando na floresta eram sinistramente reconfortantes para o Gennin, ali naquela clareira mal-iluminada o sangue esquentava e de certa forma fervia quando a sua lâmina cruzava com a do inimigo. Aliás, o gajo perguntava-se constantemente de onde saira aquela maldita katana, em um segundo o ninja estava desarmado e com um simples movimento sacou um scroll e deste logo fez aparecer uma mortal katana. Parecia que a batalha seria menos previsível do que pensou Datte. Sua mão voou rumo à bolsa presa na perna e de lá entre os dedos puxou cinco shurikens as quais lançou em seguida afim de distrair o inimigo, este em um ágil movimento com a própria katana mesmo escapou dos ataques e sendo ainda mais ágil logo reteve-se em um shunshin parando bem próximo do inimigo e ainda em movimento aplicando um golpe vertical, Datte teve até sorte pois os cálculos inimigos estavam errados portanto a lâmina passou perto, mas não chegou a cortá-lo. - D-droga! Voce é idiota?! Isso poderia me matar! – O ruivo dava alguns passos pra trás movido pelo susto de quase morrer. – Toma mais cuidado ô! - Er... Perdão. – O inimigo disse meio embaraçado. – Pensei que deveríamos lutar a sério e tudo mais... – Ele parecia envergonhado, mas mesmo assim decidido. - Então porque você não avisou? – Datte quase fez o oponente rir com a cara aparvalhada que fez. – Bom, que seja então, vamos lutar sério, senhor ninja inimigo, mas toma cuidado com essa lâmina, pode ferir alguém. Ele afastou o pé direito alguns centímetros, das costas ele puxou a foice que estava presa e pondo-a na mão olhou nos olhos o inimigo. - Ótimo, uma luta justa, isso? – Katake fez menção de que iria novamente puxar aquele pergaminho o qual tirou a katana, mas pensou melhor e guardou-o novamente. Segurou a arma com as duas mãos e também se preparou para investir. Datte pulou e ainda no ar jogou algumas kunais com a mão marionete, na outra empunhava a foice a qual despejou sobre katake, este levantando a katana repeliu a investida de Datte o que fez o ruivo voltar alguns metros. Foi a vez do inimigo de atacar, ele com golpes seguidos e rápidos pressionava Datte a recuar e defender-se ao mesmo tempo, eram investidas seguidas e o mínimo tempo que o ninja ruivo tinha era apenas para defender-se e recuar na esperança de achar uma brecha, foi quando a mesma idéia suicida que teve contra Shounan tomou-lhe a mente. O ninja largou a foice após defender o inimigo e abaixando-se jogando seu corpo na direção oposta indo para trás de Katake, este já prevendo o que o inimigo faria acompanhou-o por todo o movimento tanto que, quando Datte abaixou-se um corte foi feito em sua costas, não foi profundo mas superficial o suficiente para fazer-lo soltar um breve grito. Quando Datte votou a se levantar estava a quase dois metros de Katake de frente para ele. - Viu só? Não vai ser tão fácil me distrair assim. – o inimigo sorriu com certa ironia. - O que? Você não viu? Eu já distrai. – Datte abaixou-se novamente e puxou a corda negra que o ligava à foice, a arma voou em direção ao mestre, em seu caminho estava Katake que, segundo o plano de Datte iria ser perfurado pelas lâminas da foice que seria puxada através da corda. Mas... - Aaargh! – Katake levantava-se do chão com uma mão na cabeça e olhando aparvalhado para Datte. – Você é idiota? Que raios de plano idiota foi esse? – Ele dizia irritado. - Er... Mas foi quase! – Datte sorria envergonhado. No fim do plano fail a lâmina não chegou a tocar o inimigo, apenas o que o acertou foi a ponta da haste da foice a qual tinha o inicio da corda que os ligavam. - Ótimo, sem foice. – O Gennin de kiri com um movimento retirou do braço a corda que prendia-o à arma. Katake ao ver que o inimigo punha-se em desvantagem imitava o movimento fincando a katana no solo. - Vamos! – Katake com um shunshin apareceu logo na frente do inimigo e deu-lhe um chute, Datte usou os antebraços para defender-se, deu um pulo para trás e fingiu atacar, quando estava próximo do inimigo abaixou-se e jogou a perna rumo à cabeça do oponente. - Konoha Shõfu! – O chute acertou em cheio a face inimiga, este em no ar penosamente conseguiu se recompor e já concentrado decidiu por em prática seu plano. - Ibuki ryuu no jutsu!! – Ele fez selos em uma incrível velocidade o que até surpreendeu Datte, uma rajada de ar irrompeu ao seu lado tomando ligeiramente a forma da cabeça de um dragão. O vendo vinha de cima e ao atingir o ruivo que não tendo como se defender apenas armou seus antebraços à frente de sua cara para se defender, o vento foi tão forte que pressionou Datte contra o chão impossibilitando-o de se mexer. - É o fim! – ele vinha do ar efetuando um Toppa e acelerando ainda mais a queda, seu objetivo era se usar o impacto da queda para derrotar o inimigo imobilizado no chão. As mãos do ajo mal se moviam peã força exercida pelo vento comprimindo-o contra o chão. Foi um esforço enorme para levantar as mãos e uni-las efetuando selos. - Doton! Gaban kyu! Placas de terra envolveram Datte e logo se fecharam em volta deste como se fosse uma cúpula. Katake teve seu ataque impedido pela espessa parede de terra que se formou em volta do inimigo. “Desgraçado! Usou um jutsu de ataque para se defender!” Seu pensamento foi impedido pelo movimento das placas, elas ligeiramente se abriram e em um mínimo espaço surgia Datte pulando ao mesmo tempo que descrevia selos nas mãos. - Doton! Dorotama! – De sua boca vários projéteis de lama surgiam e em alta velocidade atingiam Katake. O Inimigo caiu a alguns metros meio que movido pela dor, mas logo se levantou já concentrado. - Toppa! – ele se aproximou de Datte que surpreso nada mais fez a não ser pular pára trás. Ainda no ar o gajo manipulador de ar abriu o scroll e envolvendo-o em seu corpo logo invocou uma rajada de shurikens e kunais que em um numero incontável de pequenas armas encheram os céus em direção ao ruivo. - Arg... Droga! – Datte pulou para trás e do bolso lançou uma kunai e em um segundo de distração colocou em sua haste um kibaku fuuda. A kunai ao contato de uma das muitas armas no ar o papel explosivo logo entrou em combustão e com um show de chamas explodiu o local, uma cortina de fumaça ergueu-se no ar, uma cratera ali ficou. Katake ficou olhando o show pirotécnico a sua frente, estava a uma boa distancia, portanto não foi afetado. Do meio da fumaça uma nova shuriken surgiu. Katake por um segundo até sorriu. - Está me subestimando?! Acha mesmo que isso vai me derrotar Ninja de kiri?! – O ninja de konoha sacou também de seu bolso uma outra kunai para defender-se, foi quando Datte surgiu da fumaça fazendo selos. - Shuriken kage bunshin no jutsu! – A única shuriken no ar em direção à katake se multiplicou e em segundos tornaram-se muitas dezenas. - Porra! – O gennin de konoha em desespero fez alguns poucos selos. - Ibuki ryuu no jutsu. – novamente o dragão de ar surgiu e com a força do ar desviou todos os projéteis. Katake ofegava já quase sem chakra, do outro lado do campo em destruição Datte também estava quase caindo respirando fundo já quase sem forças. - És digno de uma boa batalha ninja de konoha! Merece meu respeito por agora. – Datte sorria, mas estava falando sério. Chamo-me Datte, Uusaki Datte. É um prazer lutar contigo. - Katake, é meu nome, Obrigado Datte. – Ele recompôs-se e novamente e ficou sério. – Vamos terminar isso Datte. Ambos aproximaram-se alguns metros, estavam a cerca de cinco metros de distancia um do outro. Olhavam-se confiantemente. - Está certo Katake, vamos pôr um fim nisto. Ambos ataram-se a correr afim de se colidirem, ambos determinados a vencer, ambos estavam determinados a viver, ambos estavam determinados a provar ao seu oponente a sua força. Um som de dor ecoou nos céus, as ávores pararam de se mexer e até mesmo os pássaros pararam de cantar, parecia que todos os seres vivos haviam parado de respirar afim de ver o fim da luta. Nem mesmo o vento ousava se aproximar da batalha. Som que prevaleceu foi o de golpes, parecia que ossos se quebravam e sangue jorrava. No centro da clareira estava Datte com a mão fechada na face de Katake e em igual posição estava katake que pressionava sua mão fechada contra a cara do ruivo. Nenhum dos dois falava nada, ambos estavam cansados demais para falar, apenas se olhavam determinador a vencer e os dois ali parados ficaram, talvez esperando aquele que iria ceder primeiro. A fraqueza o tomou e em um ultimo sopro Datte despencou no chão exausto. Katake segundos depois em um sorriso amigável também caiu para trás desmaiado de cansaço.
Foi quando ele chegou, suas expectativas eram que o parceiro vencesse sem problemas, ele havia se mostrado confiante o bastante para não se deixar mostrar fraco, por outro Aldo poderia ter acontecido de seu oponente ser forte demais, Kride olhou a Datte caído no chão e percebeu o quão duro aquela batalha fora. - Muito bem rapaz. Foste ótimo. – Ele se aproximou do companheiro de equipa e suspendeu-o em seu ombro arrastando-o próximo a uma árvore, lá ele sentou-o recostado no vegetal e voltou-se ao inimigo que estava caído ali perto. - Acho melhor te matar de vez... – Ele retirou a zambatou das costas e levantou-a, e quando ia descer-la sobre o inimigo algo o impediu. - Pare idiota! O que vai fazer?! – Datte havia acordado a tempo de impedi-lo, estava cansado e sem chakra portanto limitava-se a ficar sentado ali. – Não o mate, nossa missão não é matar nimguem, nós apenas devemos os impedir, vamos sair daqui antes que ele acorde, ele está em um péssimo estado também, não vai adentrar o pais da relva desse jeito. Kride olhou o amigo incapacitado e guardou novamente a zambatou, ergueu katake a o pôs recostado em uma outra arvore ali perto.. Caminhando lentamente voltou ao lado de Datte. - Datte, já se perguntou o porquê dessa guerra? – Ele disse meio receoso. - Na verdade não... Na verdade, nem sei se tenho motivos pra lutar com eles. – apontou para katake. – Eu só estou cumprindo ordens... - É, tem razão mesmo, devemos mais é cumprir ordens, vamos procurar sueji e kamui, eles devem precisar de nós. – Kride levantou o amigo e passou seu braço por seu ombro. Ambos juntos pularam e rapidamente desapareceram pelas copas das árvores.
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