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E o ciclo da vida repete-se! As pacíficas vilas voltam a unir-se para combater um mal em comum. Vem conhecer o melhor e mais antigo role play de Naruto, totalmente em português.
 
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 Missão de Rank C – Pergaminhos Voadores

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L Mars

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MensagemAssunto: Missão de Rank C – Pergaminhos Voadores   Seg 5 Abr 2010 - 20:50

Descrição: Na tempestade que decorreu à pouco tempo dois pergaminhos com informações importantes voaram. Como o vento estava para norte eles devem ter ido nessa direcção. A vossa missão é trazer de volta esses pergaminhos. Cuidado com possiveis ladrões.

Recompensa:: 600 ryo + 1 Scroll de Novo Jutsu + 1 Ponto de Cumprimento
Número de Ninjas: 3 a 4 Gennins

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Tav

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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank C – Pergaminhos Voadores   Sab 8 Maio 2010 - 0:40

Now, I'm in. :B
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Sennin

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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank C – Pergaminhos Voadores   Sab 8 Maio 2010 - 1:44

Done ^^
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Tav

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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank C – Pergaminhos Voadores   Seg 10 Maio 2010 - 17:29

3 dias (Este povo tá preguiçoso pras missões xd Brinks :3)
Posso começar ou devo esperar mais alguém?
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Sennin

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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank C – Pergaminhos Voadores   Seg 10 Maio 2010 - 21:56

Citação :
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Se o número mínimo fosse de 2 ninjas, até te podia deixar fazê-la sozinho, mas não me parece muito boa ideia... Espera mais um pouco sff ^^
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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank C – Pergaminhos Voadores   Qua 12 Maio 2010 - 19:16

I am in, e prometo não matar o Hiro com nenhum bicho com escamas x)
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Kadmos

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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank C – Pergaminhos Voadores   Qua 12 Maio 2010 - 19:37

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Tav

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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank C – Pergaminhos Voadores   Qui 13 Maio 2010 - 19:26

Aeeeee, Anatar me salvou! \o/

So, kad... 6 dias, já podemos ter ordem de postagem? xd
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L Mars

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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank C – Pergaminhos Voadores   Qui 13 Maio 2010 - 19:30

Podem começar:

Ordem de Postagem:
1º Hiro Tegiraku
2º Selim Puraido

Boa sorte a ambos
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Tav

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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank C – Pergaminhos Voadores   Sab 15 Maio 2010 - 16:32

Ultimamente Hiro estava sendo convocado para várias missões, que já não tinha nem descanso. Porém estava cada vez mais satisfeito com seu progresso. Parado, a lembrar das missões, passou uma ou outra vez a imagem do garoto que havia feito sua última missão com ele pela sua mente. Selim Puraido... Aquele garoto tinha algo de diferente, ele era... Intrigante... Porém o pensamento de Hiro tinha muitas direções, e as lembranças daquela agitada missão tomavam pouco ou nenhum espaço em sua mente confusa e enigmática.

Era manhã e o novo dia seguira uma violenta tempestade que houve na madrugada. Hiro estava cansado, porém queria continuar a manter o pique que se seguia, em seu trabalho. Esperava ansiosamente por alguma novidade, mas ao mesmo tempo queria paz por um tempo... Aquele garoto estava se tornando cada vez mais confuso consigo mesmo e nem notava. Em pouco tempo, batem à sua porta. Seria uma missão? Seria uma visita trivial? Alguém importante?! Bem, só atendendo para saber.
Ao atender, ninguém estava por lá, e num desvio de olhar, encontra um pergaminho à ponta de seus pés. Nele estava escrito: “Com a tempestade de ontem, dois importantíssimos pergaminhos voaram ao vento. Se tiver algo para preparar para ir em missão, faça-o agora e apareça em quinze minutos ao meu escritório que terás informações. Terás companhia.”.
Uma nova missão... O que Hiro mais queria e temia aparecia! Sua mente parecia se dividir em duas partes completamente antagônicas, ele não sabia o que pensava. Em todo aquele transtorno, ficou parado por minutos a pensar em nada por nada, se dando conta tempos depois que já devia estar saindo de casa. Preparando uma mochila, pegando suas armas e pondo sua bandana. Susto e excitação, ânimo e desânimo, ele estava a fazer coisas sem sentido, andando em lugares sem sentido, completamente atrasado. O que estava a causá-lo estes transtornos? Seria o trabalho? Toda a ação se tornara monótona e toda a monotonia virava ação. Sim, ele tinha um enorme tédio...
Tudo pronto para ir, exceto sua mente e ele parte em toda a velocidade que pode, num desespero ímpar para não se atrasar mais. Ao chegar no destino, eis que encontra nada mais nada menos que Selim a falar com o Kazekage. Afobação, empolgação, felicidade e um pouco de zangos formavam um misto de pensamentos que deixavam aquele menino louco! Mas agora não havia tempo, o Kazekage lhes estava a dizer. Pouco tempo se passa, satisfações e as devidas orientações são dadas e os garotos partem. Selim, como era de se esperar, mantinha aquela expressão que tanto dava nos nervos do outro garoto. Hiro, por sua vez, continuava numa completa confusão.
- Pois... Arashi disse que o vento estava para norte, é pra lá que devemos ir... – Dizia Selim, olhando para o alto a buscar orientação pelo Sol, quando é interrompido.
- Norte... Isto não é tudo. O vento é muito disperso, ou seja: temos variantes direcionais... – Dizia Hiro, pensativo...
- Nordeste e noroeste?
- Não apenas... Nordeste, noroeste, norte-nordeste e norte-noroeste.
- Então teremos que nos dividir? – Dizia Selim, mantendo-se expressivamente indiferente, porém sentindo-se inseguro sobre fazer quaisquer coisas sozinho sem informações.
- A menos que tenha paciência para procurar de canto em canto, sim. Tens algum problema com isto?
- Não. Mas pelo fato de os pergaminhos conterem informações importantes, não me impressionaria que houvesse ladrões ou até mesmo shinobi interessados em roubar, entende?
- Então está decidido, vamos juntos em direção ao norte. – Dizia o garoto, que se colocava a concentrar uma pequena quantidade de chakra, e, no momento em que realiza o último selo, o dispersa por completo a exclamar: “Fuuton bunshin no jutsu!” – Vários Hiros procuram melhor que um! Hehe. – Dizia com uma expressão marota, ao mesmo tempo pensando algo como “Que tipo de idiota sou pra dizer frases infames como esta?”.

Neste momento, começam todos a correr. Parando para olhar em certos locais, avançando em maior velocidade e revezando entre isto, procuravam pelos benditos pergaminhos em todo o canto, porém sem achar rastro de nenhum dos dois. O problema é que se esqueceram de que correr cansa, e quando se está correndo sem parar no frio este cansaço aumenta e muito! E o fôlego cada vez mais se diminui. Resultado? Em menos de quinze minutos já estavam parados como cães a ladrar e arfar...
- Arf, arf... E já vi que isto vai ter de ser mais lento que imaginamos, não é, Selim?
- Pois... Vamos devagar, é até mais eficiente...

Então começavam uma nova caminhada, lenta e minuciosamente. Aproveitavam e perguntavam às pessoas na rua sobre o pergaminho, obtendo sempre a resposta que não queriam ouvir: “Não vi vestígio disto. Não faço a mínima ideia...”.
- Ei, Hiro... Acha que pode haver inimigo a nos observar? – Dizia Selim, como se pressentisse algo.
- Talvez, mas a notícia não tem tempo suficiente para se espalhar e chegar até outra aldeia... No caso de ladrões damos conta facilmente. – Dizia Hiro, tranqüilizando-o, mas ao mesmo tempo criando uma falsa segurança em si. – Em todos os casos, vamos àquela taberna. Dá-me teus equipamentos!
Selim faz o que Hiro pediu, mas sem entender o porquê. Hiro dá aquilo a um de seus bunshins e todos entram a um bar, com a desculpa de que iriam ao banheiro. Por vez, Hiro e todos os seus clones foram e, usando lá seu Henge no jutsu, tomaram forma de diversos civis inofensivos.
- Ótimo, você só se esqueceu de uma coisa... Eu não sei me transformar! – Dizia Selim, num tom mais alto que de costume.
- E porque acha que pedi teus equipamentos? Com tuas vestes, aparenta ser apenas um garoto comum. Sem equipamentos ou bandana, nada pode provar a ninguém que és shinobi. Apenas aja naturalmente a vaguear por aí enquanto procura. Com meus clones e eu transformados, teus equipamentos também não são mostrados. Em caso de abordagem, passo-te os equipamentos. Agora vamos...
Eles andam naturalmente como um bando de gente comum a fazer tudo e nada. Após cerca de uma hora, já haviam explorado a todo o norte de Sunagakure, sem achar nada. Resolveram ir para os outros cantos a explorar. Perguntavam às pessoas, porém sem achar nada. Já era noite e eles, por vaguearem entre as ruas, passam por um local nada agradável: um beco escuro, que fazia esquina com um bar. Um lugar sujo, fedido, horrível, com pessoas horríveis e vários homens mal encarados a olhar para aquela gente “boazinha” que passava por ali. Não era necessário nenhum tipo de bola de cristal para adivinhar o que se seguiria... Sim, eles foram abordados por marginais, mas não temiam em nada, pois aqueles projetos de homem nunca lhes poderiam fazer mal...
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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank C – Pergaminhos Voadores   Dom 16 Maio 2010 - 19:08

- Hiro, talvez seja boa ideia ..
- Cala-te - interrompeu-o Hiro - ainda não nos fizeram nada.
E embora o tivesse dito, agarrava já firmemente uma kunai no bolso, caso fosse necessário.
Encostaram-se, juntamente com o grupo de clones transformados a uma parede, enquanto Selim concentrava chakra e a subia sem hesitar, já com o seu equipamento. O plano era simples, Selim aproximar-se-ia de um grupo dos tais homens "consumidos pela corrupção" como ele próprio lhes chamara, e tentaria apanhar parte do que diziam, dando sinal ao menor indício de "pergaminho" que ouvisse, ao que o grupode Hiro correria e os capturaria para posterior interrogatório. O grupo aproximou-se subtilmente dos marginais, lenta mas certamente.

Selim

Entretanto o Genin que subira ao edifício aproximava-se de telhado em telhado, com pequenos saltos e passos silenciosos. Ouviu um assobio no ar, um movimento brusca de mão, e obedeceu aos seus instintos baixando-se enquanto se virava para trás. O shuriken razou a sua orelha esquerda, desaparecendo na noite.
- Ora ora.. é apenas um Genin, tanta preocupação por um puto. - gozou a voz grave na escuridão - põe-te a andar!
O Genin ergueu-se olhando em volta, empunhando uma kunai.
- Apesar da falta de preocupação, recusa mostrar-se perante mim. Não estás confiante em ti prórpio, ou temes-me simplesmente? - inquiriu Selim, confiante.
- Ah, estás cheio de letra não estás puto?! Porque me queres tanto ver? Não és forte o suficiente para me derrotar no escuro?
- Nem todos somos noctívagos, não é? - perguntou enquanto concentrava chakra.
- Ah, conheces-me então não é puto, mostar-me-ei então.
Selim sorriu.
- Tarde demais, já te vi - disse Selim finalizando os selos, sereno, enquanto se virava 90º para a esquerda, lançando o seu Shikumi sobre o adversário.
O Shinobi foi atingido pelo genjutsu antes de apreender sequer o que o seu adversário dissera. Viu como o mundo perdia a cor, excepto a verde injectada dos olhos do seu adversário, observou impotente como as suas pupilas diminuíram, tornando-se fendas. Sentiu a dor intensa, fitou o vazio, a escuridão e a própria morte nos olhos do inimigo. Sentiu o ar abandoná-lo e cada fôlego que tomava sentia ser o último. Sentia-se incapaz de interromper o fluxo de chakra do adversário, cuja quantidade aumentava. Não era possível que tal ódio estivesse reprimido numa criança daquelas, era impensável. A cada fracção de segundo o seu medo da morte aumentava, mas também o seu desejo de sair da ilusão, ainda que por isso tivesse que pagar com a vida.
Como se lhe tivesse lido o pensamento, Selim declarou:
- Dar-te-ei o que queres. - declarou, enquanto enterrava a kunai até aos copos na garganta do adversário.
A última coisa que viu foram os olhos inexpressivos do rapaz, a quem dirigu um olhar de agradecimento. O rapaz fitou o corpo imóvel no chão. Revistou-o rapidamente e encontrou o que procurava, um pergaminho. Neste momento ouviu um grito. Tinha de se apressar.

Hiro

Mal Selim se afastara pelo prédio acima, o grupo de clones, juntamente com Tegiraku avançara lentamente para o grupo de pessoas no canto mais afastado do beco. Hiro reconheceu num deles um homem a quem perguntaram pelo pergaminho. E embora o tivesse negado com veemência, algo se havia modificado na sua expressão. Talvez tivesse mentido, pensou. Continuaram a avançar, disfarçados.
- Párem - ordenou Tegiraku - temos de esperar pelo sinal de Selim, podem não ter absolutamente nada a ver connosco, e vamos evitar conflitos desnecessários.
- Hai! - murmuraram os clones em uníssono.
Enquanto conversavam, aparentando um ar distraído, como se não fossem mais que um grupo de amigos que por ali passava, os homens como que alertados por alguma providência divina dirigiram-se a eles empunhando pequenas espadas e varões de aço. Hiro viu-o, mas tarde demais. Quando se tentaram defender, já três dos sete clones que conjurara se haviam desvanecido em fumo, e os bandidos se preparavam para atacar de novo. Mas desta vez estava pronto.
Desfazendo rapidamente os disfarces que os cobriam, os Hiros atacaram os adversários velozmente, com alguns Konoha Senpuu. Mas eram demasiados. Mas não podia desistir.
- Que sabem vocês do pergaminho? - inquiriu mostrando coragem.
- O suficiente para termos de te manter calado - responde o que aparentava ser o chefe, avançando.
Hiro encontrava-se só. Perante cerca de dez adversários. Adoptou uma posição mais defensiva, enquanto desviava os ataques dos mesmos com as suas fiéis adagas, mas eram demais. Até que um o atingiu de facto no braço. O sangue jorrou, humedecendo toda a sua manga. E Hiro gritou.
- Magen: Narakumi no Jutsu. - disse uma voz fria - agora Tegiraku-kun.
- Ah.. Certo - balbuciou Hiro, enquanto tentava distrair-se da dor e concentrar chakra - Fuuton: Bunshin no Jutsu.
Hiro e o seu clone concentravam chakra e efectuavam seloa a grande velocidade, enquanto Selim mantinha os bandidos dentro do Genjutsu.
- Kaze butoukai dan'atsu no jutsu! - bradou o clone, soprando um fluxo de vento em direcção aos adversários.
- Chakra Panchi! - bradava hiro uma vez após outra enquanto socava com potência todos os seus inimigos, que caíam um por um sem hipótese de defesa.
Quando tudo terminou dirigiu-se a Selim:
- Porque raio demoraste tu tanto?!
- É irrelevante.
- É irrelevante?! - gritou indignado - irrelevante o. . - mas calou-se ao ver o pergaminho na mão de Selim, e um sorriso aflorou-lhe aos lábios, enquanto ajudava o rapaz a revistar os outros corpos tombados.
- Nenhum tem nada - afirmou solenemente Hiro.
- Temos de aproveitar esta noite.
- Porque dizes isso?
- Alguém que apanhasse ou roubasse algo tão valioso não ficaria na aldeia para ser apanhado. - explicou Selim - no entanto o Kazekage ordenou que não fosse autorizada a saída a ninguém até à alvorada, confiando no nosso sistema de segurança temos uma noite para encontrar quem tiver, ou simplesmente encontrar o pergaminho caso não esteja na posse de ninguém. Depois da madrugada se alguém o tiver, sairá. E falhamos.
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Tav

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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank C – Pergaminhos Voadores   Qui 20 Maio 2010 - 20:46

Hiro se atenta às palavras do garoto, que faziam todo o sentido, e então se apresa ao serviço. Após aquele pequeno obstáculo ter sido passado, ambos continuaram sua procura felizes por terem achado um pergaminho, porém sem perder o tino e a pressa de achar o outro. Ruas e ruas se passavam por seus olhos, e eles nunca achavam pergaminho algum. Esta caminhada sem fim continuava, e continuava, e continuava... Os garotos inocentemente caíam numa ardilosa armadilha... Sim, eles estavam presos num genjutsu, andando em círculos sem parar. Quanto tempo durou? Não se sabe... Apenas se sabe que, em dada hora, O garoto de olhos verdes se “distrai” do seu propósito e assim, presta atenção no ambiente... Era o mesmo beco escuro no qual haviam lutado com aqueles rapazes...
- “Vamos testar como as coisas virão a fluir para frente daqui...” – Pensava Selim, que neste momento, sacara uma kunai e, com força, fincara a arma no braço do distraído colega, que ralha à toda força com Selim, sem entender sequer o motivo de ele ter feito isto. Mas neste momento, repara o local em que está! Selim concentra chakra, a executar o selo “KAI!”, se livrando do genjutsu que ele havia percebido.
- “Genjutsu?! Este garoto... Realmente tem uma mente muito melhor que a minha, mesmo sendo inexperiente... Mas agora tenho de me atentar. Concentração, Hiro!” – Pensava para si mesmo, enquanto focava seu olhar no ambiente e se atentava para não cair novamente no genjutsu.
- Kori Shinchu? Ótimo jutsu, mas o truque já acabou. Quem estiver aqui, SAIA! Não irei repetir novamente... Apareça, covarde! – Bradava Selim, visivelmente irritado, a sacar kunais, se preparando para a batalha.
- “É agora... Devo me concentrar bastante para que não saia nada errado!” – Em seu pensamento, Hiro se debatia consigo mesmo, num misto de nervoso e excitação. Mas estes sentimentos confusos e desconexos entre si não tinham espaço em sua mente, pois ele tentava se manter cada vez mais concentrado na batalha. Neste momento, fazia seu chakra fluir pelo teu corpo com toda a intensidade que podia, fazendo com que todo o seu corpo sentisse a energia e disposição. Concentrava-o em foco principal nos pulmões, libertando-o com furor e intensidade, criando um poderoso fluxo de energia, fazendo uma enorme pressão de vento, formando uma esfera de ar comprimido. Com seu chakra, ele faz esta esfera girar, e esta começa a se expandir aos poucos, conforme ele liberava seu fluxo de energia. – “Vou fazê-lo sair à força... É o único jeito!”.
Ao pensar aquilo, Hiro olhou para Selim, numa expressão séria, e pediu para ele se afastar o quanto pudesse. Neste momento, concentrando chakra também nos pés, corre pelas paredes, logo após dando um salto vigoroso, conseguindo alcançar uma boa altura.
- “Selim já se afastou... Tenho pouco tempo...” – Pensava Hiro, que neste momento focara sua visão na esfera que havia criado, e começa a concentrar uma enorme quantidade de chakra nos pulmões... Seu interior ardia! Ele logo libera com todo seu furor, todo o chakra concentrado, a exclamar: - Katon: Gõkakyu no jutsu!
Uma enorme e poderosa bola de fogo saía de sua boca, e ele a havia mirado na sua esfera de energia fuuton. Ao tocar aquela enorme onda de vento, o fogo se espalhou e alastrou de forma espantosa, tornando-se devastador! Hiro havia criado, além de um fogo incessável, uma enorme pressão de vento, que num conjunto perfeito, causavam o caos ao local!
Após executar o jutsu, Hiro cai ao chão e logo corre para perto de Selim.
- Pronto, garoto... É questão de tempo até ele sair.

Selim tentava mostrar indiferença, mas não conseguia conter seu espanto.
- “Quanto calor! Se eu ficasse poucos metros mais perto já estaria queimado... Impressionante!” – Pensava Selim, que neste momento se afastava mais, devido ao fogo que se aproximava.
Após pouco tempo, o vento cessa, e o fogo diminui aos poucos, porém nada de o inimigo sair do esconderijo... Hiro se irrita e corre novamente ao centro do beco, procurando a todo o canto o paradeiro do inimigo. Ele, cegamente, é brutalmente atingido por um golpe na garganta, caindo ao chão, sem ar.
- O quê... O que me atingiu?! Selim, onde você está?! – Exclamava Hiro, quando olha para cima e enxerga uma silhueta: um corpo de mulher, uma mulher alta de corpo bem delineado. Seus cabelos pareciam ser longos e encaracolados. Hiro recebe um chute desta mulher, que o empurra para longe. A dor se tornara insuportável, o chute havia sido muito forte! – “Este golpe... Nunca tinha visto algo tão forte na minha vida! Minha costela dói...” – Pensava Hiro, quando foi logo surpreendido por um novo ataque vindo da mulher, muito rápido. Encontrava-se indefeso, lançado ao chão, enquanto recebia golpes velozes e surpreendentemente fortes da impiedosa ninja. – Selim, socorro, me ajude!
Hiro logo percebe que era inútil, pois Selim era mais fraco fisicamente que ele. Hiro pega a shinobi pelo pé e a atira para longe, ganhando tempo. Ele observa uma espécie de colete vestindo a shinobi, o que indicava algo temerosamente horrível... Era uma chunnin! Após ver aquilo, todo o seu corpo se arrepia como nunca: ele se sentia próximo à morte!
- Selim, corre! Corre o mais rápido que puder, fuja daqui! – Exclama desesperadamente, quando vê a shinobi se levantar. Numa velocidade ímpar, ela o atinge com um poderoso golpe de uma arma, que o corta violentamente no braço. Selim tenta correr, mas é acometido de surpresa por um clone da shinobi. Ele tenta atacá-lo e... O clone repele violentamente os seus ataques, era um clone diferente... Ele não se destruía com ataques. Hiro ao ver aquilo se lembra que já conhecia aquele jutsu, e grita para Selim: - Garoto, não tente vencer este clone, ele é praticamente indestrutível! Trata-se de um jutsu poderosíssimo, não é um clone comum!
- Garotos, vocês acham que eu já não os estava a vigiar? Todos aqueles falsos bandidos que vocês enfrentaram neste mesmo local são nada mais que clones meus, porém como este projeto de gente citou, não eram clones comuns... Eram clones convenientemente transformados e suficientemente fortes para os vencerem, pelo menos no meu cálculo... Bom, vi que errei, mas agora não vos deixarei passar, pobres pirralhos! – A mulher finalmente se pronuncia e neste momento faz selos de mão a concentrar chakra. – Você não é o único a brincar com fogo aqui, garotinho. Veja... Doton: Doryudan!

Neste momento, vários projéteis de lama saem da boca da garota. Os garotos não entendem aquilo, e logo tentam fugir, mas se surpreendem ao ouvir...
- Katon: Karyudan!
Uma onda de fogo sai da boca da shinobi, e logo atinge as ondas de lama, tornando-as muito quentes. Aquilo se torna praticamente lava, estava a devastar assustadoramente tudo o que encontrava, lambendo todo o beco consigo. Hiro e Selim começam a correr desesperadamente e Hiro logo se lembra que a velocidade de Selim não era muito grande. Logo, o pega pelo braço e o arrasta, correndo à toda velocidade com o Shunshin no jutsu. Um pouco de lama espirra em sua perna, causando uma dor insuportável e fazendo-o cair ao chão juntamente com Selim. Hiro concentra todo o chakra Fuuton que pode no peito, e, a fazer uma sequência rápida de selos, libera-o a exclamar:
- Daitoppa! – Neste momento, uma poderosa onda de vento é formada, empurrando a lama, defendendo os garotos caídos do jutsu. O pesadelo finalmente acaba, com a dissipação do fogo e da lama. Com a visão turva, o ambiente esfumaçado e o susto a visão dos garotos é prejudicada. A única coisa que vêem são dois vultos a cair sobre seus corpos, a shinobi e o seu tsurai bunshin... Os garotos são acometidos por violentos e rápidos golpes. A dor tomava conta de seus corpos, e as garotas o começavam a cortá-los brutalmente com kunais. Eles tentavam se defender com os braços, se debatiam, tentavam se livrar com toda a sua força, gemiam e urravam de dor e esforço, mas era tudo inútil. Suas costas eram forçadas contra o chão, e seus corpos já estavam cobertos de sangue e feridas, suas peles completamente raladas e eles estavam com uma dor insuportável, completamente indefesos...

Hiro e Selim eram tomados por um sentimento de ódio e furor pela garota. Hiro concentrava o resto de energia que havia em seu corpo no braço e, com todas as suas forças, brada: “Chakra Panchi”!. Ele executa um soco potente, que empurra a oponente para longe com todas as suas forças, e eles logo levantam e se recompõem. Eles tentam correr, mas a dor do queimado na perna de Hiro, os cortes e feridas no corpo e ambos não os deixavam ter velocidade... Era quase que insuportável! Mas mesmo assim eles tentam resistir e continuavam sua corrida desesperada.
- Acham que se safarão assim? – Dizia a ninja, que começava a executar selos. – Tajuu Kage bunshin no jutsu! – Exclamava a garota, que liberava todo o seu chakra a criar uma quantidade enorme de clones. Ela não consegue criar todos os clones, mas cria um grande número. Ela cai ao chão sem chakra, pois já havia o usado em seus tsurai bunshins.

Os clones, um por um, sacam kunais e se preparam para atirá-las contra os garotos.
- Droga... Não posso executar o Kaze rinden, Selim! – Dizia Hiro, visivelmente desesperado.
- Então temos que nos defender... – Dizia Selim, que cerrava os olhos de raiva. Ele concentra um pouco de chakra, começa a realizar selos rápida e habilidosamente, exclamando logo após: Kirigakure no jutsu!
Juntando a umidade do local, ele começa a formar uma cortina de névoa, que o oculta e a seu amigo.
- Estás louco, pá? Com esta névoa não vou conseguir ver as kunais... – Falava Hiro em voz baixa a Selim, reprovando-o.
- Acalma-te... Vou moldar isto de forma que as área próximas à gente não sejam tão ocultas na nossa visão, assim eles continuarão turvos, porém a gente verá qualquer kunai que se aproximar num raio de dez metros... O suficiente para nos defender, é só sermos rápidos. – Dizia Selim, seguro do que estava a fazer, concentrando seu chakra e moldando a névoa pelo local.
Hiro saca uma kunai para cada mão, e logo se prontifica em defesa. Selim faz o mesmo. Os montes de clones começam o ataque: eles bombardeavam os garotos com todo o tipo de arma míssil! Os garotos se defendiam à toda forma possível, em movimentos rápidos, porém limitados. Eles não conseguiam se defender de todos os golpes, mas tentavam de todo o jeito e tentavam “ignorar” a dor, mantendo-se resistentes.

Porém o cansaço não deixava... Eles lutaram até o fim de suas energias, com movimentos rápidos, concisos e fortes, atentos ao local de batalha, se movimentando estrategicamente e se desviando extravagantemente, mas os clones começaram a invadir a cortina de névoa que ocultava os garotos, entrando em seu campo de defesa, atacando-os a força toda com chutes e socos aterrorizantemente fortes e violentos, logo após se dissipando. Ataques rápidos, imprevisíveis e brutais eram cada vez mais comuns pelos clones que bombardeavam os dois garotos, que lutavam bravamente pela sua salvação, dando golpes a todos que vissem, se desviando agilmente com movimentos extravagantes, socando e chutando os bunshins com toda a força que possuíam. Hiro saca sua Hasami-kamakiri e começa a se defender do clone, sustentando seu peso com o braço e mexendo-o com velocidade. Apesar de reduzirem um pouco o dano, e forçarem seus corpos ao máximo da capacidade, eles não conseguiram se defender de todos os ataques... Aqueles clones pareciam não ter fim!
Cada vez mais a intensidade dos golpes dos clones aumentava, jogando os garotos pelos cantos, atingindo-os em cheio, enquanto eles exclamavam desesperadamente de dor. Após restarem apenas dez clones e o tsurai bunshin, este se posiciona ao centro e começa a executar estranhos selos... Os garotos já estavam esgotados e caídos ao chão, porém ainda conscientes. Apenas viam vultos a parar e sentem alívio. Porém este alívio se transforma em medo e lágrimas de dor, quando o Tsurai bunshin exclama: “Golem no jutsu!”.

Uma criatura horrível é criada, uma enorme criatura composta de rochedos causa temor aos garotos apenas ao ser vista. Os dois garotos já não tinham força para correr... Os dez clones se posicionam pelos entremeios, formando um círculo que cobria a criatura.
- Katon: Daí endan! – Em uníssono, exclamavam os clones, que atingiam o golem com uma enorme bola de fogo. Sua intenção era aquecê-lo à temperatura daquele fogo. Um fogo enorme é criado pelos clones, a ponto de eles se dissiparem, restando apenas o poderoso golem e os tsurai bunshin da ninja... Os dois avançam numa velocidade terrivelmente assustadora, e logo iro é atingido por um violento soco do golem, que além de muito forte, queimava-o, fazendo urrar de dor. O tsurai bunshin pula em cima de Selim, dando socos violentos na barriga do garoto, que perdia o fôlego e tentava gritar, sem conseguir projetar a própria voz! O golem segura o braço de Hiro e o balança contra a parede, jogando e abatendo com Hiro ao chão. Logo depois, este o morde no braço, deixando barcas horríveis e fazendo jorrar uma enorme quantidade de sangue... Os dois desejavam a morte! Aquela tortura era horrível, eles nunca haviam sentido tanta dor assim! Aquilo nunca acabava... A grande sorte dos garotos foi que a energia da garota já estava ao limite, e ela teve por si só de dissipar o bunshin após alguns minutos.
Mas neste meio tempo, ambas as horrendas criaturas continuaram sua crueldade com os garotos. Selim era espancado de todas as formas: seu corpo sangrava, seu nariz também. Seu corpo estava inchado e suas dores de cabeça eram fortes, assim como em todo o corpo. Hiro era torturado a mordidas, socos poderosos, que o projetavam contra o chão e contra as paredes. Era agarrado brutalmente pela perna e tinha sua cabeça e corpo batidos ao chão e às paredes. O golem logo após pega seu rosto e esfola contra o chão, correndo em velocidade estonteante. Após minutos, o clone e o golem são, de fato, dissipados e desfazem-se em pedras pelo chão, deixando apenas um campo de batalha embaraçado, várias armas jogadas pelo chão, e três corpos caídos desmaiados, sendo que dois deles estavam em um estado deplorável pelo chão frio, pelo beco escuro, pelos ventos frios...

Não se sabe exatamente quanto tempo depois, mas os garotos acordaram num lugar estranho... Um lugar muito escuro e fechado, não sabiam direito o que era. Seus corpos doíam e ardiam após o embate, e a missão estava parecendo impossível, já lhes havia sido tomado o pergaminho... Sem entender nada, ficavam ali, naquela escuridão, naquele forno, naquele cubículo...
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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank C – Pergaminhos Voadores   Qua 26 Maio 2010 - 22:29

Selim levantou-se silencioso, e tentou perscrutar, no negrume, os contornos de corpos humanos. Viu apenas um, que se movia também. Hiro.
Sentiam todo o corpo dormente, e Selim ainda sentia a visão turva por todo o sangue que perdera. A sua cabeça doía-lhe imenso. Hiro, por sua vez, não estava em melhor condição, o sangue coagulado cobria-lhe as vestes e os cortes no braço eram profundos.
- Onde achas que estamos? - inquiriu o mais jovem, readquirindo a sua calma.
- Como raio hei-de eu de saber?!
- Bem visto. Pelo menos agora sabemos que não é só ela. - disse Selim parecendo satisfeito consigo próprio.
- Como sabes isso? - inquiriu Hiro esquecendo-se da dor momentaneamente.
- O idiota que matei com a Kunai jorrou sangue – afirmou solemente, distraído a observar o ambiente à sua volta – logo nem todos os bandidos eram bunshins, e é pouco provável que seja mais do que uma organização diferente em busca do mesmo pergaminho em simultâneo.
Hiro ficou espantado, pelo simples facto de que mal acordara, Selim analisara e concluíra tudo aquilo numa questão de segundos.
- Hiro, podes fazer um pequeno “Endan” para o tecto, apenas para ver onde estamos? – perguntou o Genin calmamente.
Hiro concentrou chakra nos seus pulmões enquanto fazia a sequência de selos « Katon: Endan!», bradou.
O fogo brotava da sua boca como uma pequena bola, o suficiente para que os olhos de ambos vissem o que os rodeava. Estavam num cubículo fechado, sem qualquer sistema de ventilação. Mas no tecto havia um alçapão de metal, poderia ser a sua única saída.
- Temos de tentar. – afirmou Selim enquanto subia concentrando chakra nos pés.
Hiro saltou agilmente, rodopiando e ficando agarrado ao tecto, de cócoras. Puxaram ambos o alçapão. Este, no entanto, não cedeu.
- Não há nada a fazer – disse Hiro descendo.
Enquanto Selim descia também, Hiro havia preparado já algumas Kibaku Fuda.
- És doido? – perguntou o seu companheiro inexpressivamente.
Não era indignação, não era isso. A pergunta havia sido feita de modo indiferente, como uma mera questão.
- Tens alguma ideia melhor?! – perguntou Hiro irritado
- Não, mas caso estejamos abaixo do nível do solo morremos enterrados.
- Preferes morrer sem ar?
Selim calou-se como resignado pela lógica de Hiro, encostando-se à parede atrás de seu companheiro.
As Kibaku fuda foram colocadas e prontamente explodiram. Rochas e metal caíram, mas uma camada fina apenas, que esquivaram facilmente. Saltaram para fora do buraco escuro, sentindo o ar frio da noite. Olharam em volta e viram as paredes metálicas, como de um armazém, nas quais a escuridão era quebrada pela luz da lua que entrava por grandes janelas.
Perto dos enormes portões estava a shinobi com quem haviam lutado. O portão estava semi-aberto.
Selim sentiu como a mão de Hiro o empurrava energeticamente contra um pilar próximo.
- Não vale a pena, não a conseguimos vencer. – declarou.
- Ora, na altura já estávamos cansados, agora certamente que..
- Achas? E se ela deixou um clone na entrada? – inquiriu Hiro – Que é o mais provável, afinal de contas – acrescentou.
O genin resignou-se após ser repreendido. Afinal de contas o seu companheiro tinha toda a razão. Mas eles tinham uma missão, recuperar os pergaminhos, era simples, ou devia ser.
- Hiro, não podemos falhar, precisamos dos pergaminhos – disse Selim preocupado.
- Eu sei, eu sei miúdo, calma. – murmurou um Hiro, agora positivamente irritado.
Ficaram em silêncio, pensando, observando a Shinobi, pensativos.
Selim quebrou o gelo, por fim:
- Tenho um plano.

Alguns minutos depois

Hiro saiu das sombras rapidamente, empunhando as suas adagas, rapidamente contra a Shinobi que guardava a porta, que já o esperava, empunhando uma katana. Selim surgiu por trás da shinobi empunhando uma kunai, dirigindo-se rapidamente às costas da Shinobi.
- Pff.. que idiotas – riu-se a shinobi enquanto com um golpe certeiro se desembaraçava dos dois Genins.
Desfizeram-se em vento perante o seu olhar espantado.
- Katon: Goukakyu no Jutsu! – bradou Hiro à sua esquerda.
Tinham-na encurralado entre dois pilares e com Hiro à sua esquerda, apenas poderia recuar para a direita. Enquanto se voltava, Selim surgiu-lhe à frente. Cometeu um único erro durante toda a batalha. Fitou-o nos olhos.
Observou impotente, como o mundo perdia a cor, sentiu a vontade de morte entranhar-se-lhe em todos os poros, e desvaneceu-se em fumo.
- Kage Bunshin! – exclamou Hiro triunfante – já calculava.
- Não altera em nada os nossos planos, excepto que agora temos mais informação.
Após uma curta reflexão, Hiro constatou:
- Sim, sabemos pelo menos que ainda não tem os dois pergaminhos.
- Ou ter-nos-ia simplesmente morto, e não guardado para interrogatório.
- Exacto – continuou Hiro – não a podemos vencer pela força, mas podemos pelo menos emboscá-la.

Hiro

Hiro aguardava no telhado, observando atentamente o ambiente que rodeava. Não era tão hostil como o deserto que rodeava Suna, conseguia ver rastos de vegetação, e a humidade no ar era moderada. Conseguia até distinguir os contornos de montanhas no horizonte, concluiu que estava perto das fronteiras do País do Rio. Quanto à razão porque alguém lá construíra tal edifício, deslocado de tudo, era-lhe impossível descobrir.
Subitamente, viu como na terra uma sombra se mexia, furtiva mas velozmente, com o cabelo encaracolado a ondular enquanto corria pelo terreno. Observou, como uma criança curiosa, a cautela e agilidade que a sua inimiga mostrava na sua aproximação dos dois rapazes. “Como se ela precisasse”, pensou constrangido.
Ao observar melhor, reparou que esta se encontrava magoada, como que mordida, na perna esquerda. E embora a ferida não fosse visível, o sangue coagulado era visível, recente, e em quantidades espantosas.
“É agora” , pensou Hiro enquanto concentrava chakra e efectuava os selos a grande velocidade.

Selim

Selim repousava dentro do edifício onde antes tinha sido encarcerado, agora arruinado e desgastado pelas explosões. Sob os escombros, ele e Hiro haviam escondido Kibaku Fuda.
Subitamente ouviu passos através da rocha, e soube que a hora tinha chegado. Restava-lhe esperar que Hiro tivesse sucedido. Enquanto os passos se aproximavam, e ao contrário do que seria de esperar, o seu coração não acelerou o ritmo, ou se o fez, Selim não o sentiu. Em vez disso apreciou como a calma se apropriava do seu corpo, e as emoções deixavam o seu raciocínio frio funcionar uma vez mais. Quando achou que o seu alvo estava próximo o suficiente, saltou, lançando os shurikens que segurava contra a adversária, desprevenida. Mas não era suficiente, nem de longe. A shinobi esquivou os shurikens desviando-se para a direita.
- Katon: Goukakyu no Jutsu!
Uma enorme bola de fogo a temperaturas elevadíssimas foi lançada da boca da mulher em direcção ao Genin, atravessando-o.
- Nani?! – exclama a shinobi.
- Kirigakure no Jutsu – disse a voz calma de impassível de Selim.
Uma vez mais, o nevoeiro invadiu a área como se fora fogo num bosque, ocultando o Genin. Selim lançou algumas kunais, clonando-as usando a humidade no ar. Contudo, rapidamente nevoeiro e facas foram repelidos pela libertação de chakra da mulher e a sua tremenda agilidade. Precisamente quando esta se preparava para atacar, Hiro apareceu, sendo repelido com um movimento brusco da katana, desfazendo-se em vento. Mas o seu clone havia cumprido a função, atingido a sua adversária na perna. O verdadeiro Hiro surgiu então com um shunshin, e ainda que impossibilitada de utilizar uma perna, a mulher aplicou-lhe um potente soco, mandando-o para longe. Enquanto o companheiro a distraíra, Selim roubara da bolsa que esta tinha atada à perna o pergaminho.
Como que tomada por alguma fúria divina, a mulher lançou um potente sopro de fogo para Selim que se desviou para um canto mais afastado, mas era tarde demais. Aparentemente, a mulher recuperara da dor causada pelo clone e corria veloz como o vento para o Genin indefeso, em cujos olhos brilhava o terror.
O terror? Não, o triunfo.
A shinobi caiu através do chão com um estrondo, e foi notável o som do quebrar de ossos.
Hiro aproximou-se, alegre, dizendo:
- Kokohi no Jutsu. Uma ilusão bastante útil quando usada com tempo.
Mas Selim não o ouviu, em vez disso olhou para a mulher que não estava feliz por ter sido enganada por dois Genins, e foi um último olhar de fúria que dirigiu a Selim enquanto preparava um contra-ataque.
- Warida – afirmou calmamente o Genin enquanto atirava a kunai contra uma das dezenas de Kibaku Fuda escondidas sob os escombros.
A explosão magnífica lançou o edifício pelo ar, mas os ninjas de Suna já se haviam afastado.
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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank C – Pergaminhos Voadores   Ter 1 Jun 2010 - 4:18

Os gennins estavam assombrados com a visão. Tinham praticamente a certeza que nenhum ser humano sobreviveria a uma explosão daquele porte, principalmente nas condições em que a shinobi que encontrava. Uma explosão daquele porte não teria dificuldade em atrair enviados de todos os lugares, para saber se há “algo por trás” daquilo. Logo, os garotos viram que permanecer ali não era uma boa ideia, pois se ninja de outra aldeia chegasse a investigar, eles poderiam ser visto como qualquer tipo de rebelde aldrabante.
Hiro fez com a mão para Selim, que ele montasse em suas costas. O garoto assim o faz. Hiro, com seu shunshin, anda em grande velocidade por alguns minutos, até que... Algo o surpreendera! Ao sentir uma estranha dor às costas, não demora a perceber que, ao longe, arrastava-se em sua direção uma mulher completamente destruída, mas surpreendentemente triunfante por ter sobrevivido àquilo: era sua inimiga, que se encontrava num estado quase que lamentável. Em outra situação, talvez os gennins a pudessem socorrer...
Aquela bela figura de um corpo alto e bem delineado se transformava agora na visão de uma figura derrotada, que mal tinha forças para se suster em pé. Um de seus braços quebrados era totalmente imóvel e inútil; suas pernas se arrastavam para andar, enquanto que seu corpo, revestido de feridas e queimados, jorrava um rastro de sangue pelos cantos de onde a shinobi andava. Os garotos, naquele momento, já não sentiam medo da figura que antes se mostrava imponente.
O pequeno garoto de olhos verdes se porta corajosamente, e já se punha a concentrar seu chakra; porém este garoto é interrompido por um Hiro pensativo e sério, que o falava com uma voz baixa e firme:
- Ora, criança! Estás a desperdiçar teu chakra à toa... Não te esqueças que há o risco de aquilo tudo ser truque de uma transformação... Que ela sabe fazer bem! Olha aquele braço que mais parece um pêndulo enrijecido... É lá que devemos atingir! Ela vai sentir uma dor tão imensurável num braço quebrado que vai esquecer da luta. Lembra-te que o resto de chakra que temos, temos que usar para qualquer possível fuga e defesa, caso isto seja enganação... – Aquelas frases começaram a martelar pela cabeça do garoto, que via uma mulher a berrar ofensas à sua frente, com os joelhos dobrados e dando a indicar que cairia ao chão... Um garoto refletia, enquanto outro sentia quase que pena da mulher.
- Mas Hiro, eu... Eu... Eu não sou bom a lutar assim... – Dizia o garoto, que se amuava aos poucos, reconhecendo seu ponto fraco.
- Achas mesmo que não tens utilidade? Sem você eu não conseguiria fazer o que quero... – Dizia Hiro, que olhava entre canto e cantos por vezes à outra, meio que a ver se ela ouvia. – Mas agora saia das minhas costas! És magrelo, mas és pesado, garoto! – Dizia Hiro, meio que num tom de brincadeira a seu colega, na tentativa de tirar-lhe o nervosismo. – Daqui te lanço e tentas acertar nas fuças desta cabra! É agora!
O garoto pegava seu colega pelas pernas com força e o girava, logo o lançando na direção da shinobi; esta por sua vez, lança duas kunais a Hiro, que se encontrava quase indefeso, e se preparava para defender-se do outro garoto.
- “Ela terá que usar o único braço livre, que agora eu entro...” – Dizia o garoto, que logo se desvia de duas kunais e começa a correr em direção da garota, meio que sutilmente. Durante isto, ele preparava seus selos e não tirava atenção ao seu chakra. Do ar frio surgiam quatro figuras idênticas ao garoto: ele fizera clones do vento!
O garoto lançado, neste momento concentra toda a força que pode no braço, e tenta a desferir um ataque o mais poderoso que pudesse. Esta usa seu braço livre e lança o garoto ao chão.
- “Desculpa-me Selim, mas tem que te ferir...” – O pensamento passava rapidamente como um vulto pela mente do garoto, que neste momento surpreendia a kunoichi com um poderoso golpe no ombro esquerdo. – Chakra panchii! – Bradava o garoto, enquanto, concentrando seu chakra no punho, desferia um poderoso golpe no ombro quebrado da kunoichi, que era lançada para trás com uma dor imensa, desabafando-se com um grito digno de pena. – “Agora isto começa... Hehehe”
O corpo da garota quase que caía ao chão, quando algo a atinge pelas costas: um dos clones do garoto a atingia com um pontapé ascendente, concentrando sua força e chakra no pé, sendo brutalmente devastador, projetando-a às alturas!
Logo, todos os outros clones saltavam em sua direção, e em movimentos maravilhosamente hábeis e ágeis, atingem a garota com kunais, ferindo-a nos dois ombros. Neste momento, lágrimas já brotavam de seus olhos, pois estava completamente indefesa contra dois ninja que, em condições normais, venceria a rir. Hiro já concentrava chakra em seus pés, impulsionando-se num salto rápido, quando os bunshins a lançam com mais força mais alto ainda. Neste momento, Hiro começava a finalizar seu maravilhoso golpe: ele, concentrando convenientemente chakra no seu pé, desferia um “Chakra Kikku” descendente, com o máximo de sua força no seio da garota, fazendo-a se sentir terrivelmente humilhada e ferida. Seu corpo caía em velocidade ao chão, quando Hiro mais uma vez dá um passo a frente lança seu corpo à toda velocidade ao solo, esperando a queda da garota, que recebia intensos e fortes golpes de dois bunshins que acompanhavam sua queda. Em segundos, esta caía ao chão e dois kaze bunshins se desfazem durante a queda, criando um leve vento.
Logo na queda, esta garota sente a pio dor de sua vida quando sente algo a penetrá-la pelo reto. Um objeto frio e cortante atravessava seu interior em grande força, e atrás dela havia um impiedoso e contente garoto a exclamar, com o resto de suas forças: “Veja a última coisa que vai penetrar-te, ó mulher! Sennen Goroshi!”.
Aquela frase soou humilhante, acompanhada da kunai que cortava seu interior à toda intensidade, quando o shinobi se afasta rapidamente, a dizer: “Pobre garota...”
O garoto era tomado por um orgulho imenso... Inexplicável! Em poucos segundos, mais uma épica explosão acontecia, deixando um corpo moribundo ensaguentado e inconsciente pelo chão.

Um repentino silêncio tomava o ambiente, e o pequeno garoto se levantava do chão, abismado com tal visão. Hiro, quase que ao contrário, prostrava-se de cansaço, e num suspiro aliviado selava o fim daquela intensa batalha.
- Ah, garoto... Se ela não tivesse um braço quebrado... Já teríamos deixado este mundo juntos há alguns minutos... – O garoto falava num tom de ironia e seriedade; algo que não deixava de ser verdade era afirmado.
- Bah... Poupa-me de discursos... – Dizia o garoto, que mantinha sua expressão uniforme, o que Hiro até achava bem estranho, uma vez que o garoto matinha uma expressão mais ativa por bastante tempo. Mas nenhum comentário, o garoto continuava. – Eu sei que corremos grande perigo, mas tenho de te dizer... Obrigado... Eu, após ver aquele colete pela primeira vez, quase que me senti praticamente morto, não tinha esperanças... – Dizia o garoto, que quase sorria. Bem... Isto durou pouco tempo, o garoto logo volta à sua expressão normal.
- Ora... Somos ninja ou não?! – Dizia o garoto, tentando levantar animação daquele quase silêncio que pairava.
- Mas deixemos de conversas moles – Dizia o garoto, que logo consegue irritar o companheiro com aquela expressão neutra, mas tão expressiva... Ele dirigi os olhos à kunoichi, que estava completamente imóvel, caída ao chão... – “ISSO” está morta ou não? – Dizia o garoto, que olhava analiticamente.
- Bom... Pode estar só desmaiada... Mas já cumprimos nossa missão. Voltemos a Suna...
- Cala-te! Não sou homem de meias verdades ou incertezas. Ela ainda é inimigo, vamos certificar-nos. – Neste momento, Selim saca uma kunai e a atinge pelo pescoço, fazendo espirrar sangue inimigo aos corpos de ambos os garotos. Neste momento, saca outra kunai e, com as duas mãos, perfurava a garota de todo o jeito.
- “Mas que droga é isto?! Isto... É cruel demais até pra mim!” – Pensava o outro, um pouco que surpreso.
- Não vais fazer nada, ó inútil? Anda que temos que sumir com este corpo daqui!
- “Faz sentido... Assim exterminamos qualquer prova e o sangue aparentemente “não terá dono” pra qualquer pessoa que possa ver...” – Pensava Hiro, com uma expressão séria. – Ora, é claro que vou! – Dizia o garoto, tentando agir com naturalidade, mas por dentro se achava um sádico psicopata a fazer aquilo. Ele saca sua Hasami-kamakiri e a amarra ao braço.- Uma tesourinha corta mais que uma kunai, hehe...

Selim se afasta, e o garoto começava seu show... Com aquela estranha arma que se assemelhava a uma espécie de tesoura gigante, Hiro quase que impiedosamente picotava o corpo morto da shinobi aos pedaços, lançado sangue pela sua face e roupas. O corpo era dividido em mil pedaços! Em poucos minutos, havia ao chão um corpo degolado, com poucos ou nenhum membro inteiro. Um lago de sangue “embelezava” o local e preenchia as visões de ambos os gennins. Após aquele ato sem nome ser realizado, Hiro se afasta com um salto para trás e concentra todo o restante de seu chakra nos pulmões, a exclamar: “Katon: Gõkakyu no jutsu!”.
Após realizar seu selos em alta velocidade, o garoto dispara seu chakra, que se aquecia, tornando-se fogo após sair de sua boca, num sopro brutal, que incinerava o corpo da oponente.
- Bem... Agora ninguém reconhece estes pedaços de corpo... Vamos, criança, temos de levar isto em segurança!

Os garotos então se botaram a caminhar, e logo voltavam a lugares populados. Seus corpos fediam a sangue e suor, o que tornava a caminhada desagradável. Mas, após alguns minutos de caminhada, chegaram exausto à sala do Kazekage, com ambos os pergaminhos em mãos, e um orgulho ímpar no peito. A missão é finalmente reconhecida como sucesso, e os garotos são liberados a retornarem às casas. Ambos tiveram como primeira ação dentro dos lares um longo banho, e logo depois descansaram da perigosa aventura. Pela primeira vez, aqueles garotos tinham a noção do que era estar, literalmente, à beira da morte...
_____________________________________________________________
The end xd
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Kadmos

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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank C – Pergaminhos Voadores   Ter 1 Jun 2010 - 8:40

Avaliação

Hiro - Zumaker

H.C.
Força: 6,5 + 0.25 = 6.75
Agilidade: 11,75 + 0.5 = 12.25
Controlo de Chakra: 14 + 1.25 = 15.25
Raciocínio: 6,5 + 0.5 = 7
Constituição: 8,5 + 1 = 9.5

H.N.
Ninjutsu: 7,25 + 1 = 8.25
Taijutsu: 7,25 + 0.75 = 8
Kenjutsu: 9,25 + 0.75 = 10
Genjutsu: 4,25 + 0.5 = 4.75
Selos: 4,5 + 0.5 = 5
Trabalho de Equipa: 3,75 + 0.75 = 4.5

Total: 7 + 0.75 a T.E.



Selim - Annatar

H.N.
Força: 1,25
Agilidade: 2,5 + 0.5 = 3
Controlo de Chakra: 4,75 + 1.25 = 6
Raciocínio: 3,75 + 0.75 = 4.5
Constituição: 2,5 + 0.75 = 3.25

H.C.
Ninjutsu: 2,75 + 0.75 = 3.5
Taijutsu: 1,25 + 0.25 = 1.5
Kenjutsu: 3,25 + 0.75 = 4
Genjutsu: 5,25 + 1.25 = 6.5
Selos: 3 + 0.75 = 3.75
Trabalho de Equipa: 1,5 + 0.75 = 2.25

Total: 7 + 0.75 a T.E.


Comentários: Eu estava a ler a luta do 3º post e comecei a pensar "Estes gajos são malucos! O.o Mais depressa matam os seus personagens do que a suposta inimiga!". Vocês são uns sádicos do caraças! Matam tudo e todos, cortam gargantas e recortam a gaja em mil pedaços, mas que raio de programas andam vocês a ver na TV?
Mencionar, que eu tive que tirar pontos ao Zumaker! Quando estava a fazer as contas o gajo ia já com 8 no total, sem contar com o bónus de T.E.!
A missão está excelente, vocês parecem dar-se bem juntos. A recompensa é completa (claro, missão tão grande!) e até recebem ali um bónus de trabalho de equipa. xd

Actualizado


Última edição por Kadmos em Ter 1 Jun 2010 - 19:18, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank C – Pergaminhos Voadores   Ter 1 Jun 2010 - 18:04

Ora, Kad, eu nem a tranquei no porão(...) e já me chamas sádico? xd
Caramba, amei o resultado! Valeu mesmo xd

É, Annatar, já estou a prever os dois futuros terroristas de Suna xd Daqui uns dias tamos a degolar os Kages todos duma vez xd
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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank C – Pergaminhos Voadores   

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Missão de Rank C – Pergaminhos Voadores
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