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E o ciclo da vida repete-se! As pacíficas vilas voltam a unir-se para combater um mal em comum. Vem conhecer o melhor e mais antigo role play de Naruto, totalmente em português.
 
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 Missão de Rank C – Prisioneiro Fugitivo

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L Mars

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MensagemAssunto: Missão de Rank C – Prisioneiro Fugitivo   Seg 5 Abr 2010 - 20:50

Descrição: Um prisioneiro com capacidades ninja fugiu recentemente da prisão. Sabemos que ele tem cúmplices cá fora. A vossa missão é irem ao deserto fora das muralhas e trazerem-no juntamente com os cúmplices.

Recompensa:: 600 ryo + 1 Scroll de Novo Jutsu + 1 Ponto de Cumprimento
Número de Ninjas: 2 a 4 Gennins

Ninjas Inscritos:
Hiro Tegiraku - Zumaker
Selim Puraido - Annatar
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Tav

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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank C – Prisioneiro Fugitivo   Qua 2 Jun 2010 - 3:02

I'm in! xd
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Kadmos

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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank C – Prisioneiro Fugitivo   Qua 2 Jun 2010 - 9:13

Outra? xd

Inscrito.
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Drialmeida

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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank C – Prisioneiro Fugitivo   Sab 5 Jun 2010 - 11:25

Bem... Se hoje à meia noite ainda ninguém se tiver inscrito, o tav pode começar ^^
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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank C – Prisioneiro Fugitivo   Sab 5 Jun 2010 - 12:45

Eu inscrevo-me.
Apenas gostaria de referir que não vou estar cá hoje e possivelmente amanhã, se pudessem ter isso em atenção quando derem ordem de postagem, agradecia, somente para não atrasar a missão e o tav ^^
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RiD3R

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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank C – Prisioneiro Fugitivo   Sab 5 Jun 2010 - 12:53

Então, podem começar.
Ordem de postagem:

1º Zumaker
2º Annatar

Boa sorte ^^
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Tav

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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank C – Prisioneiro Fugitivo   Ter 8 Jun 2010 - 20:45

[Cantos de Sunagakure, 5:30]

“Urgência: um mentecapto conseguiu driblar a segurança da prisão e se foi. Ache-o, pegue-o, e traga-o cá. Apareça o mais rápido urgente ao meu escritório para mais informações. Terás companhia.
Kazekage Arashi!”


Estas palavras preenchiam dois papéis, que estavam, no momento, sendo colocados à frente de duas portas, estas das casas de dois shinobi de Suna: Hiro e Selim...

[Casa de Selim, 6:00]

O garoto havia acordado deveras cedo. Como sempre fazia, logo após acordar foi olhar a caixa do correio a ver se havia recado. Entre um ou outro papelote, havia o bilhete oficial destinado a ele. Leu atentamente e, sem pressa, se pôs a seguir sua rotina.

Cerca de quarenta minutos se foram para ele finalmente sair de casa, a se direcionar pro escritório do Kage, sem qualquer pressa. Ele estava disposto a fazer o trabalho que parecia comum, até então. Em vinte minutos, chegou à sala do Kage, onde começou a receber suas orientações.

[Casa de Hiro, 7:00]


O jovem mal acordou e já ia preparar seu café, quando, ao cumprimentar seu pai, já recebe a notícia: “Tens missão pra hoje, filho”. Seu pai o entrega o papel a dizer para comparecer ao escritório do Kage.
- “Bah! Outra missão! Hoje estou empolgado, este tal vagabundo fugitivo não vai ter das melhores mortes, hehe.” – Pensava o garoto, que tomava um gás incrível e logo se arrumava. Em pouco tempo, já estava ele preparado para sair, alimentado e muito bem disposto.

[Sala do Kazekage, 7:30]

Selim já estava no local há certo tempo. Enquanto isto, Arashi já lhe dava as primeiras orientações. Não tardava muito para que Hiro chegasse, afobado e ofegante.
- Estou aqui e pronto, Senhor Kazekage.
- Até que enfim chegou... Você dorme demais. – Dizia Selim ao garoto, que já lhe acompanhara em missões anteriores.
- Oh, olá magrelo. Já aprendeu a fazer qualquer outra expressão com o rosto ou ainda continua uma estátua? – Dizia seu colega na brincadeira, a fim de provocar qualquer reação no outro garoto. A indiferença ao que foi dito era visível.
- E você já aprendeu a trabalhar sério ou continua como um palhaço? – Retrucava o garoto, não na mais amigável das expressões, mas também não tinha qualquer mostra de raiva.
- “Onde eu estava com a cabeça ao chamar estes dois?” – Pensava o Kazekage, meio indignado. Era o momento de botar ordem no local. – Calem-se, pá! Temos coisa séria e precisamos dum serviço rápido!

Os garotos se tocaram na hora e pararam com as criancices.
- Pode falar, Senhor! – Dizia Hiro, novamente voltando à empolgação com o serviço.
- Bem, este é o elemento. – O Kazekage mostrou uma foto. – Já sabem que devem buscá-lo logo. Precisamos que façam isto rápido, antes que a situação complique.
- Mas... É só um bandido qualquer... Porque o “perigo” todo? – Dizia Hiro, que achava estranha aquela reação de Arashi.
- Ó, garoto. Ainda há os pormenores... Este homem é conhecedor de técnicas ninja. Sabemos também que ele tem comparsas em todo o canto. E provavelmente pode tem vários lugares para se refugiar. Não é dos mais perigosos, mas este homem tira a segurança de muitas pessoas. É um ladrão e assassino. Agora vão! Busquem-no a todo custo! E antes que perguntem... Sim, vocês tem permissão para sair de Suna.
- Sim, senhor! – Diziam os garotos em uníssono.

Os dois garotos saem da sala do Kage e se põem pensar em algo, enquanto caminhavam sem rumo à procura.
- O jeito vai ser a gente ir separado, Hiro. – Dizia Selim, a fim de expandir os campos de procura.
- Concordo. Mas para que tenhamos organização, vamos bolar um ponto de encontro. Vamos procurar por toda Sunagakure. Você para os cantos a oeste. Eu para os cantos a leste. Caso achemos, voltamos ao ponto e referenciamos o outro. Caso em uma hora não encontremos nada, a gente sai de Sunagakure a procurar.
- Bem, o ponto de encontro deve ser um local não muito agitado. Venha aqui, sei de um lugar. – Selim leva Hiro a um ponto sossegado e bem escondido, excelente para discutirem.
- “Imagino o que este menino deve aprontar escondido pra conhecer um lugar deste...”
- Bem, aqui vai. – Selim lança uma kunai ao chão para marcar o lugar. – Agora vamos.
- Mas... E a foto? Quem vai ficar com ela?
- Bah! Toma isto! Eu não preciso para me orientar. Só te aconselho a não confiar muito, pois se ele é shinobi, provavelmente vai se transformar.
- Ok. Agora vamos. - Hiro olha para o Sol, olha para seu relógio e vê as horas. Aponta o braço pra um canto e diz a Selim. - Você vai pra lá.
- “Finalmente este retardado aprendeu a se orientar pelo sol...” – Pensava Selim, satisfeito. – Eu sei, palerma! A quem quer ensinar algo? Procura teu canto que sei o que faço! – Dizia, com um ar superior. Após isto, começa a correr.
Hiro, por sua vez, segue pra onde iria procurar. Com um shunshin, se movia em boa velocidade. E se iniciava a procura... Os dois shinobi olhavam analiticamente a todo o canto. Eles estavam dispostos novamente a dar o melhor de si, numa nova missão.
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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank C – Prisioneiro Fugitivo   Qua 9 Jun 2010 - 23:39

Selim


Selim afastou-se rapidamente do companheiro, subindo subitamente a um telhado, de forma a ter uma melhor visão do local. Viu ao longe o deserto e a grande muralha que o separava de Sunagakure. Olhou para a população que circulava no solo abaixo de si. Alguns circulavam apressados como formigas, enquanto outros preguiçavam à sombra dos edifícios. Pôs-se de cócoras a pensar. Não fazia sentido o bandido, quem quer que fosse, tentar nada naquela zona. Em cada sombra, em cada caminho havia shinobis, ser-lhe-ia impossível agir ali. Com uma excepção, se raptasse alguém e os usasse como refém. Mas fazê-lo num sítio tão cheio provocaria o pânico geral, e caso algum membro da ANBU o visse, estava morto.
Não sabia o que pensar. Ele poderia estar em praticamente todo o lado, mas qual a vantagem disso? Segundo Arashi, os seus colaboradores estariam espalhados por aí. Confuso como poucas vezes se sentira, Selim prosseguiu a sua busca, atento.

Hiro

Hiro correu pelas ruas populosas de Sunagakure, saltando para os edifícios e subindo aos telhados, dando a volta à vila por leste. Mas não havia nada que pudesse identificar o ninja. Nem este provocaria distúrbios em Suna depois de ter saído da prisão. Embora se esforçasse por ver e identificar o homem, seria impossível fazê-lo, pelo menos sozinho.
Voltou ao lugar combinado, de mão a abanar.
- Alguma sorte? – Perguntou desanimado.
- Nem sombra dele. Nem um rumor sequer.
- Bah! Como esperam que o encontremos no meio de tanta gente, num local tão imenso?!
- Cala-te – ordenou Selim.
- Mas sabes que eu te..
- Cala-te, ouvi alguma coisa.
Rapidamente ambos se aproximaram da origem do barulho. Dois mercadores conversavam por baixo do telhado onde se encontravam.
- Já saiu? – perguntava um deles empolgado.
- Se tudo correu como planeado, sim já saiu.
- Quando nos encontramos com ele? E onde?
- Amanhã. Saímos hoje à noite da vila, encontramo-nos com ele a Sudeste da vila.
Com um olhar, Selim emudeceu a exclamação que já chegara aos lábios de Hiro, e silenciosamente afastaram-se.
- Eles sabem alguma coisa, podemos interrogá-los.
- Não podemos não – contrapôs Selim – Como esperas tu encontrá-lo no meio do deserto?! A nossa melhor hipótese é segui-los.
Não tendo como argumentar, Hiro resignou-se ao silêncio e juntos seguiram, à distância, os dois homens até ao portão. Com um aceno, Hiro impediu os guardas de falarem, tentando não chamar a atenção. Deslocaram-se lentamente para Sul, primeiro ao longo da muralha de Suna, e depois através do deserto. A cerca de 3 quilómetros de Suna, os mercadores despojaram-se das vestes e mercadoria que transportavam, utilizando agora apenas um fato escuro, idêntico, típico de alguma organização criminosa.
À medida que a noite avançava, os bandidos corriam pelo deserto, e os dois Genins atrás deles, Selim estafado, sem o revelar e Hiro sem grandes problemas.
Subitamente, todos pararam. Um dos bandidos baixou-se e procurou algo na areia, uma corrente. Puxou, revelando agora um alçapão aberto, mas antes que pudesse entrar, Hiro caiu-lhe em cima, literalmente. O outro shinobi, por seu lado, olhava vagamente para o companheiro, enquanto imagens do seu passado sangrento passavam diante dos seus olhos, e as folhas rodopiavam à sua volta. Alguns segundos depois, uma faca atravessava-lhe a garganta, jorrando sangue sobre as vestes e o chão arenoso, enquanto o Genin atrás dele mantinha a sua expressão impassível. Hiro por outro lado partira a coluna do seu quando saltara, que se mantinha agora estático no chão. Arrastaram os corpos para uma duna e enterraram-nos rapidamente.
Dirigiram-se para o alçapão, puxando-o atrás de si, e confiando no vento do deserto para ocultar a sua entrada.
- Bonito – comentou Selim quando a escuridão os envolveu, alguma ideia brilhante?
Hiro ria-se da ironia empregue pelo companheiro quando disse:
- Bom, agora o melhor é avançar, já não há nada a fazer, mas pelo sim pelo não, vamos pelo tecto. Só há luz ao fundo do túnel, afinal de contas. - Enquanto falava, punha algumas kibaku fuda em volta do alçapão. – Pronto, isto deve evitar fugas – declarou satisfeito.
Pelo tecto, silenciosos avançaram, até chegarem a um canto dum corredor. À sua frente estava aquilo que parecia ser um posto de guarda, no canto do corredor, mas não tiveram tempo de observar pois várias kunais voaram na sua direcção.
Desceram com um shunshin e posicionaram-se, costas com costas, Hiro com a katana desembainhada e Selim com a sua recém adquirida Sanju Gai. Diante de cada um deles estavam vários ninjas. Não. Clones, pois a sua aparência era idêntica. Com tão pouco espaço para lutar, seria complicado tratar de todos ao mesmo tempo, mas tinham de tentar.
Sem hesitação, Hiro avançou para os seus clones, concentrando chakra. Subitamente, surgiram outros três “Hiros” do ar que o rodeava, e subitamente, como que sincronizados todos pararam.
- Kaze butoukai dan'atsu no jutsu! – bradaram em conjunto.
Enquanto isso, o verdadeiro Hiro concentrava chakra e fazia selos tão rápido quanto podia
- Katon: Goukakyu no Jutsu!
A bola de fogo amplificada pelo vento emitido pelos clones incinerou todos os Kage Bunshin diante de Hiro, e revelaram o shinobi original escondido nas sombras do tecto, que saltou sobre o Genin e o tentou esfaquear, no seu lugar surgiu uma pedra próxima, e no frio da caverna as lâminas colidiram, tinindo e ecoando no corredor escuro, e velozmente trocaram golpes, até que Hiro foi socado e lançado para o escuro, foram do ângulo de visão de Selim.
Este por seu lado, via os clones dum outro ninja, correndo para si a toda a velocidade, pôs a foice às costas e lançou algumas kunai, concentrando chakra e fazendo selos. As facas pareceram despropositadas e desconexas de alvo no ar, até que se multiplicaram, atingindo três dos clones. Não resultou como esperava, pois tivera de fazer as facas de água somente a partir da humidade do ar, que embora fosse elevada, apesar de estarem em pleno deserto, não facilitava muito a técnica. Mas não acabara ainda, agarrou uma vez mais na foice e adoptou uma posição defensiva. Combateu os três clones que restavam como pôde. Travou a lâmina do primeiro a escassos centímetros do corpo, empurrando depois com toda a sua força o clone e atingindo outro num braço, que se desvaneceu. Neste ponto, uma sombra desceu do tecto, o reflexo da escassa luz na lâmina iluminou o rosto do Genin.
Mas não era o fim. Todo o seu treino e missão ainda não tinham terminado, e este mesmo treino mostraria agora os resultados. A lâmina passou pelo sítio onde antes estava o pescoço do Genin, não encontrando mais do que pétalas de cerejeira no caminho. Como pareceram belas aos seus olhos, enquanto rodopiavam ao seu redor, num turbilhão cada vez mais rápido.
Subitamente, num movimente arrítmico e desconexo, juntaram-se atrás do shinobi. Os dois clones precipitaram-se para o rapaz, mas era demasiado tarde. Três lâminas se abateram sobre o pescoço do shinobi, decapitando-o. O sangue jorrou sobre as vestes do Genin, que observava impassível a ruína do homem que matara. Tal como ele, também aquele homem tivera outrora sonhos, ambições e um futuro à sua frente, mas não era tempo de pensar nisso. Atrás de si, o corredor terminava num beco, só havia um caminho a seguir, o corredor onde Hiro lutava agora.
O shinobi lançava furiosamente a sua lâmina contra Hiro, que se esquivava e retaliava sem hesitação, não obtendo grandes resultados com este técnica, contudo. Com um shunshin afastou-se do adversário, e correu pelo corredor fora. Na escuridão deixou cair um pedaço de papel e criou um Fuuton Bunshin. E correu enquanto concentrava chakra e fazia selos. O adversário seguiu atrás dele, e grande foi a sua surpresa quando viu o Genin expelir um nevoeiro espesso, parou imediatamente. Nesta altura, o clone do Genin expeliu um fluxo de vento, enquanto o original concentrava chakra uma vez mais, e quando o nevoeiro finalmente engoliu o adversário, o rapaz bradou:
- Shotto no Chakra no Jutsu!
Mas não apontou para o adversário, mas antes para o pedaço de papel que tinha deixado cair. O impacto de chakra detonou a kibaku fuda, cuja explosão inflamou todo o nevoeiro, terminando a ruína do seu oponente no túnel escuro. Alguns momentos depois Selim surgiu num canto e correndo dirigiu-se ao seu companheiro.
- Estamos perto agora – afirmou – vamos.
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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank C – Prisioneiro Fugitivo   Sex 11 Jun 2010 - 4:29

Os dois shinobi agora corriam como o vento! Hiro, com sua incrível velocidade, saía a correr em seus máximos pra todos os cantos, praticamente arrastando Selim, que não era tão rápido, pelos braços, enquanto o outro garoto se desengonçava e perdia o próprio controle. Quando finalmente pararam num sítio “seguro”, pelos inacabáveis ventos do inóspito deserto, caíram sentados pelo chão, a arfar como um cão.
- Bem... Agora que nossa fonte de informação está dividida em mil pedacinhos, incinerados com tal explosão, como iremos fazer para saber onde o inimigo estará amanhã? – Indagava Hiro a Selim, devido aos imprevistos, ou nem tão imprevistos assim, que ocorreram. A resposta? Um tapa chamativo pelos cocos.
- O, garoto. Tens a audição deficiente?! Aprende a ter atenção! – Dizia o garoto ao colega, num tom de raiva e brincadeira, mas sempre com aquela cara lavada. – Se não se apercebeu, eis que eles disseram SUDESTE DE SUNAGAKURE, em certa hora.
- E...? Há milhares de sítios pelo Sudeste... Assim como para qualquer canto, isto é tão vago...
- Me pergunto se você já saiu de casa a não ser pra fazer estas pequenas correrias que você chama de missão... Eles são bandidos, correto? Logo, eles irão num horário tranquilo, num lugar escondido e completamente camuflados fazer o que quer que seja... – Dizia o garoto, numa expressão analítica, com certa lógica.
- Incrível... Mas ainda não temos um local exato nem hora exata... Quais as chances de pegarmos o cara certo?
- As mesmas de você ter um cérebro... Mas mesmo com tão raras chances, temos que tentar. Shinobi vive de tentativa e erro.
- “Isto foi uma ofensa?” – Pensava. – E aonde pretende ir?
- Dá pra me deixar terminar de falar?... Bem, continuando. Agora junte as pecinhas: nós procuramos um canto escondido pra podermos falar. Onde ficava este canto? Sim, ele estava bem pelo sudeste de Suna... Canto escondido = Travessura. Travessura é igual a bandido. Bandido que vai se encontrar com outro bandido pra fazer bandidagem só pode ir àquele sítio... É o único lugar bem escondido ao sudeste de Suna.
- És genial, garoto! – Dizia Hiro, impressionado. Apesar de que Selim não achara aquilo um grande pensamento. Para ele, é pura questão lógica. – Mas há um pormenor... Eles disseram, se não me engano, que o iriam encontrar a sudeste DA vila, e não a sudeste NA vila.
- ... Eles planejam sair da vila sem serem pegos. No deserto eles não tem referência. Logicamente, temos que eles tem por obrigação própria de passar por ali antes de saírem... Sabendo que se trata de shinobi, eles terão este mesmo pensamento. Não estamos a falar de qualquer destes drogados que mal sabem onde pisam...
- Faz sentido. Mas... Horários?
- Você só me faz perder tempo... – Dizia o garoto, beirando a impaciência, sem demonstrar. – Que parte de “eles irão numa hora tranquila” você não entende? Sim, hora tranquila é madrugada e noite. Amanhã bem cedo estaremos lá e ficaremos nem que seja o dia até achá-los. Agora pra casa... O tempo que poderíamos estar descansando, você me engole com suas perguntas imbecis... Aprende a usar este monte tripa em forma de cano que você tem na cabeça, garoto!
- Ora, me respeita que eu estou lá muito mais condicionado que tu! Pelo menos em questões físicas.
- Ótimo, temos um cérebro e um corpo... Agora este corpo pode trabalhar junto com o cérebro ou está difícil?
- “Menino, legal, mas tão cabeça dura...” Bah! Vá! Temos descanso. Naquele local às 4 horas, sim?
- Bem... Poderemos dormir por uma hora e meia... Não é muito, mas dá. – Dizia o garoto, mantendo-se impassível. – Até.

[Canto estranho de Suna, 4:00]

- Chegou! Eu também acabei de chegar. Achei que fosse atrasar, dorminhoco. – Dizia Selim a Hiro, em voz baixa e de forma tremida pelo estranho frio.
- Ora, estamos num trabalho! – Dizia o garoto, a sorrir com os olhos numa expressão matreira.
- Bem... Agora vamos nos esconder e esperar.
Hiro, com seu henge no jutsu, tomava a forma de uma simples pedra, misturado entre tantas naquele local. Selim se metia atrás de quaisquer cato e se cobria com um plástico, pra parecer das sacolas de lixo que ficavam pelo local. Algum tempo depois, o silêncio volta ao local, quando os gennins param de falar e ficam a prestar atenção no que ocorria. Não tardou até que o mínimo passo se tornara estridente aos ouvidos dos shinobi, e poluía completamente o local silencioso. Havia chegado alguém...
Os dois garotos permaneceram quietos. Selim esperava qualquer reação de Hiro, não iria se meter numa ofensiva tão à toa. Já Hiro decidiu esperar um tempo como pedra para ver se chegaria outro, ou se aquele homem que não se via direito era o odioso bandido. Selim manteve-se calmo, e o coração de Hiro acelerou um pouco, devido à empolgação. Estava disposto a destruir aquele assassino e fazer o trabalho mais que nunca!

Um bom tempo se passou, não se sabe ao certo quanto, e finalmente chegava outro. Seus passos eram perceptíveis.
- Ó teu porco gigante! Conseguiu o que? – Dizia a voz grave e alta d homem que já estava lá há algum tempo. – Eu, nada demais, apenas estas coisas. – Abria um estranho são, com monte de coisas que pareciam até ter bom valor juntas.
- Bem... Então tiveste bem, teremos uma boa venda, apesar de eu não ter conseguido muito. Agora vamos sair daqui, nossos “clientes” nos esperam. Roubei armas shinobi, ouvi dizer que tem bom preço noutros cantos. Já as selei em scrolls, também roubados.
- Ótimo... – Os dois já se punham a correr quando...

Os dois garotos saíram de seu esconderijo. Hiro, com suas kunais em linhas, prendia um deles numa pedra: era agora possível identificar o rosto do bandido. Seu nome era Shizoku. Era um tipo não muito alto, porém robusto. O outro que o acompanhava, Taisoi, era um garoto com cabelos louros lambidos, que decorriam desordenados pela sua face branca, em olhos mel.
- Crianças... – Dizia Taisoi, num tom arrogante. – Eu sei que nem precisaríamos, mas... Tome! – Jogava um scroll, dos roubados ao companheiro. Uma ninjaken, tão almejada pelos não-ANBU. O outro pegava o scroll e já fazia surgir uma estranha espada.
- E suas armas?...
- Ora, nunca foi lá meu forte. Estes punhos são minha grande arma!
- “Punhos, a-ham. Este é o indicado pra mim...” – Pensava Hiro, que já se aproximava sutilmente, e com um braço atravessado pela barriga do companheiro, dizia-o. – Enfrenta Shizoku, segura esta batalha... Não poderei te proteger dos dois...
- Sim... – O garoto neste momento sentia insegurança, mas compreendia o colega. A situação mandava. – “Eu provavelmente não vencerei... Mas tenho de dar tempo de Hiro vencer o outro!”

Os garotos corriam, cada um na direção do seu devido inimigo. Selim avança com um chute fraco no rosto do oponente, e logo recua o corpo, na tentativa de começar a afastar Shizoku dos outros dois. Sacando duas kunais, o garoto começa uma defesa, enquanto o outro avançava numa ofensiva previsível. Cair ia na de se afastar sem perceber...
- Seu único erro foi ter me desafiado a lutar... – Dizia o confiante ninja, parecia até estar bem seguro no que dizia.
- “Tenho de arranjar uma forma de analisar este cara... Ele está praticamente certo da vitória sem nem começar a lutar...” – Pensava o garoto, que começava a ficar nervoso.
O inimigo avançava perante Hiro, enquanto ele tentava manter a concentração na batalha. Ele se coloca a fazer alguns selos e, logo dispersando chakra do corpo, moldava do vento tipos vivos que se assemelhavam a ele.
O inimigo avançava num rápido soco, e sua mão passa direto quando Hiro arreda rapidamente para trás, com o súbito ataque. Hiro é tomado por uma sensação que beirava o medo, e sua expressão era visível, ao ver a mão do shinobi abrir uma verdadeira cratera no chão!
- “Quando ele disse que seus punhos eram uma arma não brincava! Eu pensava que teria um simples oponente pra enfrentar corpo a corpo, mas estou na frente dum tanque!” – O garoto, no momento, se apavorou, e deixou isto à mostra com olhos arregalados e uma respiração ofegante.
O inimigo olha para Hiro com um olhar desestabilizador, era visível certa revolta por ter errado. Respirava como um animal, e, num rápido movimento, avança contra um dos clones de Hiro.
- “Como vou avançar contra aquele corpo?!” – Pensava Hiro, ao ver seu clone se desviar do súbito ataque. – “Já vi que deverei ter cuidado e calma... Atingi-lo aos poucos... Armas não serão muito úteis aqui...” – Neste pensamento, o garoto, junto com todos os outros clones ordenados formavam um círculo que cercava o inimigo. Lançando linhas, seguram os braços de Taisoi, enquanto Hiro, na torcida para segurar tempo o suficiente, concentrava seu chakra e fazia-o andar pelas linhas. Concentrando-se estranhamente nos seus sentidos, sentia um forte fluxo de chakra do inimigo.
Este, furioso, consegue romper todas as linhas, avançando como um urso em cima de um dos clones. Todos aproveitam o momento da vulnerabilidade e o atingem com armas mísseis. O shinobi parece quase não se afetar... Como se não sentisse nada, avança contra uma fileira de clones numa brutal velocidade, em murros assustadores. Rapidamente, um grande número de clones de dissipa com o vento, restando apenas três clones.
-Tsutenkyaku! – Berra o imponente shinobi, enquanto dá um salto e atinge em cheio com os calcanhares o chão perto de Hiro, que, mesmo tentando se desviar, perde o controlo com a pressão e cai rolando pelos cantos, enquanto seus últimos clones se dissipavam em ar. O inimigo se refaz rapidamente e, concentrando seu chakra, brada. – Doton... Retsudo Tenshõ!
Hiro se desequilibra e desengonça ao perceber estranhas mudanças no solo. As pedras decaíam e o solo meio que balançava, oscilando a altura em pequenos buracos e elevações. Isto ocorre em supetão, e Hiro rapidamente, na surpresa, salta concentrando uma mixaria de chakra nos pés, conforme os possíveis. Do alto, ainda se repondo do susto, concentra um pouco do seu chakra no peito e expele um estranho fluxo duma cinza estranha pelo chão.
Logo, após fazer isto, cão a chão novamente, mantendo-se em pé. Corre em direção do inimigo, a perder o medo e desfere um rápido golpe com os calcanhares na cabeça do inimigo, que se abaixa e, no momento de contra-atacar, é surpreendido por um chute ascendente à toda força, que acerta em sua barriga. O shinobi segura a perna de Hiro como um boneco, e larga-o ao chão.
Hiro tenta se refazer rapidamente, quando é acometido por um golpe de ombro, que o acerta no peito, lançando-o à distância. Hiro quica no chão como uma bola de futebol. Neste momento começa a ficar furioso... Ele então corre em grande velocidade em direção ao inimigo, que tenta o contrapor com um soco Hiro vira para trás e, sacando uma kunai, finca-a às costas do oponente! O oponente vira com um ataque brutal do cotovelo, mas Hiro, com um shunshin, se desvia, e o atinge com um chute ao rosto, concentrando seu chakra para torná-lo mais forte. O gennin consegue desestabilizar o oponente com estes golpes por poucos segundos, quando, em extrema velocidade, corre À arvore próxima, e se mantém fixo com um kinobiri no jutsu. Logo depois, salta aos ares e enrola uma kibaku fuda numa kunai, lançando-a em qualquer canto perto do oponente. Então começa a concentrar o máximo de chakra possível nos pulmões. Em poucos segundos, todo o gás inflamava-se, expandindo-se num terrível fogo!
- Fuuton: Daitoppa! – Bradava Hiro, enquanto todo o lugar era abalado por uma incrível pressão de vento. O fogo se torna mais selvagem que tudo, enquanto o corpo de Hiro era lançado tão alto que se pode imaginar.
O lugar era praticamente incendiado, e em certo tempo, o fogo e vento começam a se dissipar, deixando uma enorme fumaça pelo local.

O gennin avança contra o shinobi, que caíra ao chão e acerta-lhe com a cabeça, na cabeça. Hiro estava com sua bandana, então se protegeu. O inimigo sentia dor de cabeça com uma poderosa pancada, de Hiro que descia como um foguete dos ares. Após acertar o golpe, Hiro se afasta com um hábil salto em velocidade, e para em pé a alguns metros do oponente.
- “Eu poderia torturá-lo agora, mas Selim precisa de ajuda. Este cretino já morreu...” – Dizia Hiro, quando toda sua felicidade e esperança se tornam em espanto e horror quando o shinobi levanta pelos escombros! Estava visivelmente enfraquecido, mas ainda parecia uma fortaleza. Bufava como um leão a olhar para sua pobre caça faria, tinha um olhar de ódio amedrontador!
- DESGRAÇADO! COMO OUSAS! – Berrava numa voz gutural, como se fosse uma besta. Pôs-se a correr em direção ao gennin que se encontrava apavorado e lança-o com um soco na barriga que o faz perder o ar e ser lançado como uma bolinha de papel. O garoto caiu de cabeça no chão, e o furioso inimigo pulou em cima de seu corpo como se estivesse a amassar um travesseiro. O único barulho que se ouvia era de berros e ossos estralando. Hiro rolou para a direita e tentou se levantar, assustado e corria desesperadamente do inimigo, ofegante, cansado e assustado...
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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank C – Prisioneiro Fugitivo   Dom 13 Jun 2010 - 14:49

Selim
À sua frente erguia-se Shizoku, enorme, imponente e certamente um adversário temível para um Genin. Na mão direita empunhava a tão temida ninjaken roubada.
- Sabes, pessoalmente não tenho nada contra ti, mas enquanto me intitular Genin, aparentemente não te posso deixar ir. Ordens de cima, lamento.
- Palavras grandes para um pirralho tão pequeno – gozou – e o que te fez pensar que me podes vencer?
- A maior arma do homem é o seu orgulho Shizoku. E apenas sei que te vou vencer porque essa é a minha função. Não me interessa se és forte ou fraco, grande ou pequeno, a minha missão é vencer-te, tudo se resume a isso.
Shizoku fitou-o com um novo olhar. Um misto de fúria e respeito. Por um lado enfurecia-o que aquele jovem não o levasse muito a sério, e o visse apenas como um obstáculo. Por outro a calma que irradiava do rapaz intimidava-o um pouco. Mas que tinha ele a temer num rapazola daqueles. Não, certamente que era só impressão sua. Num salto aproximou-se do rapaz, erguendo a espada, apenas para a baixar de seguida. A espada colidiu com a lâmina superior da foice do Genin. Este mostrava desinteresse e irradiava calma. Isto apenas enfureceu mais o seu adversário.
Com um shunshin este afastou-se, e fazia já selos quando da sua boca dispara uma bola de vento comprimida. A velocidade estonteante do jutsu era previsível e Selim desviou sem dificuldade.
Correu de foice erguida para o adversário, que o atacou ferozmente com a espada. Os seus golpes começaram por fim a surtir efeito no genin, que perdia a força aos poucos, mas não a calma. Com um salto, afastou-se, esperando uma hipótese para contra-atacar.
- Já desesperas? Fuuton: Daitoppa!
O Genin foi enviado contra a parede com um ruído seco, e o se inimigo logo seguiu atrás dele. Tentou cortá-lo, mas onde o rapaz deveria estar surgiu uma pedra próxima. Rapidamente, Selim subiu pela parede duma casa próxima. O bandido seguiu-o, sem hesitação. Mas quando ele próprio subiu a parede, Selim não estava só. OS clones lançaram uma onda de kunais contra o bandido, que hesitou, mas estas não o magoavam.
- Genjutsu?! KA..
Uma faca verdadeira foi arremessada do meio dos clones, atingindo-o no braço e impedindo-o de cancelar a ilusão.
- KAI!
Os clones desapareceram e Selim encontrou-se uma vez mais só, de foice erguida, sereno. Era esta a oportunidade que o bandido esperava. De facto, projectava já a sua vontade de assassinar para o Genin. Por um momento, pensou que tinha ganho. Até que Selim se desfez em pétalas de cerejeira que se dispersaram, flutuando aleatoriamente pelo ar, em volta do adversário.
- Sabes, nunca deves usar nada que dê vantagem ao inimigo, pensei que toda a gente sabia isso – disse a voz desinteressada de Selim.
As pétalas rodaram violentamente e reuniram-se atrás do adversário.
- BU!
A foice enterrou-se no ombro do adversário, mas o próprio braço do rapaz foi atingido por um golpe hábil de espada. O seu oponente afastou-se contorcendo-se e praguejando.
- Achas que é só isto? Achas que me vences assim miúdo idiota?! Diz-me, porque quereria o teu querido Kazekage saber tanto de mim se fosse só um bandido comum.
- Não me poderia possivelmente importar menos com o que ele pretende de ti, não me diz respeito, desde que ele me pague.
- Deveras? – Inquiriu Shizoku enquanto as suas mãos compunham complexos selos – Doton: Doryūsō!
Espigões de Terra foram lançados debaixo de Selim, por fim apanhado de surpresa, foi ferido no ombro e lançado contra uma parede.
- Já não estás tão cheio de confiança agora, pois não? – gozou Shizoku.
Selim não lhe respondeu. Correu rapidamente em direcção ao seu oponente, lançando kunais, este não se preocupou sequer em desviar, mas quando passavam perto deum barril, a kunais multiplicaram-se abundantemente, ferindo o bandido em vários pontos e desfazendo-se em água depois.
- Kirigakure no Jutsu!
O nevoeiro invadiu a área, e os barris próximos ficaram ressequidos, sem a água que continham antes.
Com shunshins sucessivos, o Genin posicionou-se atrás do adversário, e com um salto atacou. A foice pareceu enterrar-se até aos copos, mas o corpo onde devia estar enterrada foi substituído por uma pedra.
- Nani?!
Shizoku atacou-o por trás com a ninjaken, mas o Genin desfez-se em pétalas uma vez mais, que se juntaram em frente ao seu adversário, sobre a areia. Efectuava selos furiosamente, agora, concentrando chakra simultaneamente
O genjutsu projectado com a sua vontade de assassínio atingiu o adversário como um raio, paralisando-o. Selim aproveitou a oportunidade, e sem quebrar o contacto visual avançou rapidamente. Com a foice, finalizou a ruína do homem, sobre a aridez da areia de Suna.
Mas precisamente quando esperava que o sangue jorrasse quente e vermelho do corpo do homem, este desfez-se em areia.
- Suna.. bunshin?
Rapidamente Selim efectuou alguns selos e o nevoeiro que ele próprio havia conjurado se dissipou. Esperou ansiosamente, segurando a arma com toda a força, pronto para reagir ao mínimo ruído.
O adversário surgiu atrás de si, vindo da areia por baixo.
- Sabaku Kyuu.
O genin foi comprimido pelo enorme peso da areia do deserto, e em vão tentou libertar-se. Sentia a madeira da sua foice encostada firmemente às costelas, e a lâmina fria a tocar-lhe o pescoço.
- A razão porque me prenderam meu caro rapaz, foi para não aprender a dominar o meu próprio poder, tal como tu, eu fui outrora um shinobi.
O Genin em vão tentou projectar uma vez mais a vontade de assassinar para o alvo. Mas o mesmo truque não resultaria duas vezes. A ponta da ninjaken jazia espetada na coxa do inimigo.
- É inútil, se não tivesses sido tão arrogante talvez te deixasse viver rapaz.
- Arrogante, eu? Não sou eu quem deu a vitória por assegurada meu bom homem.
- Achas então que ainda podes ganhar? – riu Shizoku.
- Sei-o, de facto.
- Já chega, estou farto de ti - e a sua mão começou a fechar, à medida que a areia comprimia o pobre Selim.
- Diz-me então antes de morrer, Shizoku, para onde foi toda a água que estavas nos barris e no nevoeiro que conjurei?
- Estás armado em engraçado, mesmo quando morres lentamente?! Para a atmosfera seu idiota.
- Achas? O facto de teres assumido isso levou à tua derrota. Adeus Shizoku, vejo-te no Inferno.
A enquanto dizia isto, o seu mizu bunshin decepava o braço do homem com um golpe. Com todo o sangue perdido, Shizoku tombou inconsciente.
Enquanto isto, Hiro..
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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank C – Prisioneiro Fugitivo   Ter 15 Jun 2010 - 5:29

Àquelas alturas, Hiro já se encontrava exausto. Sua respiração ofegante e seu corpo lento demonstravam isto. O outro shinobi estava enfraquecido com o fogo que lhe havia sido lançado e os poucos cortes feitos. Mas mesmo assim, era de uma resistência impar! Hiro se levantava desapoiado pelos escombros, lentamente.
- “Já percebi a dele... Ele tem ótima defesa e ataque, mas eu posso me manter completamente bem se não for atingido em nenhum ponto vital.” – O garoto naquele momento pensa, enquanto via o inimigo carrancudo a encará-lo com um olhar de ódio. – “Com meu katon, posso enfraquecer sua pele, causando-o mais dor em meus ataques, no seu corpo queimado. Porém, mesmo assim, preciso de algo mais...”.
Usando sua velocidade, Hiro rapidamente se aproximava do oponente, quando, ao chegar de seu lado, habilmente lhe desfere um golpe de calcanhar no rosto. Taisoi, em velocidade, tenta o atingir com o punho. Hiro, forçando o corpo para trás, diminui os danos e se desvia parcialmente, e a mão do inimigo bate com força ao chão, abrindo algo que se pode chamar de rachadura. Hiro, enquanto se repunha, saltava a concentrar chakra nos pulmões. Sentia sua intensidade, aquela energia repulsava pelo seu corpo. Depois de poucos segundos, ,desferia seu chakra, expelindo uma pequena bola de fogo pela boca e caía novamente em pé ao chão, distanciando-se. A bola atingiu o peito do inimigo, que não foi muito afetado, mas se machucou. Os poucos segundos de distração foram suficientes para que Hiro atingisse o inimigo em cheio, com uma voadora, aonde o fogo havia pegado. O chakra desferido pelo garoto aumentava o dano e projetava o inimigo a certa distância.
Rapidamente Hiro se repunha e corria em velocidade, fincando uma kunai no braço esquerdo do oponente. Ele pendura um chaveiro explosivo na kunai e se afasta agilmente, enquanto o corte era formado no inimigo, e em poucos segundos, uma explosão se formava, e o inimigo tinha seu corpo queimado pelas curtas chamas e era envolto num enorme véu de fumaça.
- “Agora...” – Neste pensamento, Hiro fitava os olhos no oponente, que se tornava turvo àquela distância no meio daquela fumaça. Concentrando todo o chakra no centro do corpo, logo em seguida dispersando-o, moldando clones perfeitos que surgiam do vento. Totalizavam cinco.
Quatro destes clones lançaram um mundo de fios shinobi nos braços e pernas do inimigo, de forma a o prender. Asseguraram-se de cobrir as linhas com o máximo de chakra que podia para torná-las fortes o quanto quisessem.
O inimigo se encontrava completamente preso, mesmo com sua magnífica força não podia se livrar das poderosas linhas que o prendiam. O quinto bunshin se punha perto do inimigo e espalhava tudo o que era kibaku fuda pelo corpo de Taisoi. Após isto, se afasta e fica aproximadamente à mesma distância e altura em que Hiro estava, referenciando-se pelo corpo do inimigo, porém opostamente.
Era neste momento que os dois ‘Hiros’ apontam o dedo para o centro do corpo do oponente. Eles começaram a concentrar o máximo de chakra possível ao controle que mantinham. Era apenas o brado de Hiro e tudo aquilo seria disparado... Pouco tempo se passa até que os garotos já se têm aos máximos, e, num heróico brado, atiravam chakra com os dedos, a gritar: “Shotto no chakra no jutsu!”, acertando simultaneamente o inimigo e desencadeando a enorme explosão, que fazia enorme fumaça e fogo.
- “Agora destruo este inimigo e todo este ponto de bandidagens” – Pensava o garoto, que concentrava o chakra Fuuton em seu pulmão, enquanto o outro ninja expelia uma estranha cinza preta. – Kasumi endu no jutsu!
As cinzas eram lançadas contra a explosão, e fazia aquele fogo arder e arder, cada vez mais e mais... O inimigo se mantinha ali... Naquele ardor... Queimando vivo!
- DAITOPPA! – Berrava Hiro, enquanto, dissipando seu chakra do corpo, criava uma enorme explosão de vento, que naquele fogo explodia como uma bomba. Todo o lugar era incinerado e o shinobi já se encontrava pelas carnes vivas, a arder. Um de seus olhos havia sido cegado com aquele fogo!
Sus berros ensurdecedores eram ouvido a multidões de distância, Hiro assistia contente àquele espetáculo, que era o inferno para o oponente. Com os segundos se passando, o vento ficava mais fraco e o fogo começava a enfraquecer. Pouco demora para que se dissipasse quase que totalmente, deixando aquele homem, agora completamente enfraquecido e humilhado ao chão. Hiro também não estava nas suas melhores: os poucos golpes do oponente haviam lhe doído como tudo, e já se encontrava com pouquíssimo chakra. Neste momento, cai da árvore em que se mantinha, exausto, ao chão queimado e, agora, inóspito...
Seus cinco bunshins agora corriam em direção ao inimigo, que assustadoramente ainda mostrava força e sumira com todos dali! Hiro, levantando-se aos poucos, não podia se conter... Ele tinha as últimas forças enquanto o inimigo ainda podia continuar lutando... Fraco, lento, queimado, cego de um olho, quebrado e dolorido, mas continuava...
Após se levantar, o cambaleante garoto tinha a visão da morte: aquele monstro vinha em sua direção, em um punho armado! Ele não podia fazer nada!
Taisoi, com um único punho, começava a atacar Hiro com sucessivos socos. Também iniciara chutes tão rápidos que o garoto não se conseguia desviar. Aqueles ataques continuavam... Nas costelas... O nariz de Hiro já sangrava... Ele era bombardeado a socos e chutes que o derrubavam com tanta força!
- “Eu não vou resistir... Tenho minhas últimas forças... Hiro, concentre-se... Um último soco... Um último movimento... Há de conseguir!” – Pensava o shinobi, que pensava em si mesmo, seu último golpe, enquanto o inimigo já se mantinha despreocupado. Os golpes continuavam, quando Hiro concentrava seu resto de chakra. Em poucos segundos, criava um “fogo”, que o queimava dos pés à cabeça, lentamente. Seu corpo desaparecia conforme o inimigo lhe desferia um soco, que para a infelicidade do inimigo, era seu último soco... Hiro, numa questão de segundos, ressurgia heroicamente arás do inimigo e, concentrando toda a sua força, fincava com todo o ódio uma kunai às costas do oponente. Concentrando o seu resto de chakra, berrava. – Meu último golpe... Chakra Panchi!
Com um potente soco, acertava a kunai, que fincava por entre os ossos do inimigo, no momento em que este urra de certa dor, e com outro soco, abatia à coluna do ninja com toda a fúria, lançando-o a uma árvore, partindo um dos ossos das dezenas que preenchiam a coluna do inimigo. Fazendo isto, simplesmente perde toda a consciência e cai fraco, estirado e humilhado ao chão, coberto de cinzas... O inimigo, por sua vez, abatia-se numa incontrolável velocidade contra a árvore, e depois caía contra o chão, consciente, mas imóvel. Não sentia seu corpo, não conseguia se mexer... Sua única arma agora era tão inútil que se assemelhava a um saco de lixo.

Naquele horrível chão, parados, estáticos, completamente impotentes e derrotados se viam dois corpos: um completamente queimado, imóvel e inútil, de um ninja que berrava por socorro, enquanto seu sangue sujo e desonroso brotava e caía ao chão, perfurado por uma kunai e beirando a deformação, perante os golpes havia recebido, e outro quase que desfalecido, inconsciente e fraco... Ambos estavam ao fio da morte, se não fossem cuidados...

Selim enfrentava com toda a fúria seu oponente, já numa distância em que não se davam conta das desgraças que aconteciam com seus companheiros...
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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank C – Prisioneiro Fugitivo   Qua 16 Jun 2010 - 0:34

Selim livrou-se apressadamente da areia que lhe cobria o corpo, colocando uma vez mais a arma às costas. Depois dirigiu-se a Shizoku, inconsciente à sua frente. Que idiota lhe saíra. Ligou-lhe as feridas pacientemente, e depois transportou-o, com a ajuda do clone, até onde Hiro lutava.
Quando lá chegou, viu Taiso impotente, tentando arrastar-se inutilmente no chão. Os seus membros estavam cortados, e perdia sangue abundantemente. Olhou para Selim com pânico e súplica no olhar. Este, sentiu pena do enorme ninja. Os seus cabelos loiros, manchados agora de escarlate e chamuscados pendiam inertes sobre a fronte, dando-lhe um ar patético e deplorável.
- Com todo o sangue que já perdeste, nenhum ninja te poderia ajudar já – constatou o Genin em voz alta – E pela tua cara, parece-me que o teu maior medo é o do cativeiro. Mas para ti não haverá jaula Taiso, morrerás lentamente, e cada segundo que passe será para ti como uma era do mundo. Mas a mim, o mundo lembrar-me-á apenas como um shinobi que terminou a decadência de um moribundo. Adeus Taiso, descansa em paz.
E com um golpe certeiro da foice degolou o enorme ninja, terminando a sua ruína sobre a areia do deserto.
Quando se levantava, foi pontapeado violentamente nas costas, e voou alguns metros, enterrando o cabelo na areia. Levantou-se subitamente em busca do agressor. Shizoku estava uma vez mais de pé, segurando a sua ninjaken.
- Ah… Já acordaste foi?
- Não te armes em engraçado. Vais-me deixar ir, e rapidinho.
- Já te disse que não posso, ordens de cima.
- Deveras? – e com isto aproximou-se de Hiro e juntou a ponta da espada ao seu pescoço – E assim?
- Sabes, eu a ti não faria isso. Embora me seja bastante indiferente, Arashi poderia ficar chateado. De facto é capaz de já estar por eu não te levar em “uma peça” – gozou.
O shinobi então levantou a espada e deixou-a cair sobre o pescoço de Hiro, mas o Mizu Bunshin ainda activo do Genin impediu a queda, mandando a espada para longe. Rapidamente, Shizoku socou o clone, desfazendo-o em água. Com um shunshin, Selim aproximou-se do criminoso e pontapeou-o com força, afastando-o de Hiro. Este acordou sobressaltado com a queda de água proveniente do clone, e ergueu-se, embora sem muita firmeza.
- Ainda não acabaste com este?
- A nossa missão é levá-lo, não matá-lo. Mas agora que falas nisso, o kazekage nunca disse que o queria vivo – constatou o rapaz de olhos verdes.
As suas pupilas tornaram-se fendas, e a crueldade pareceu-lhe um caminho aliciante. Projectou a sua vontade de assassinar para o oponente, que viu apenas a morte nas fendas dos seus olhos. O seu mundo perdeu cor, e via as mais atrozes formas de morte reflectidas na sua mente. Depois, uma visão muito real sobrepôs-se ao Genjutsu, e Selim avançou para ele com a foice erguida, em sinal de condenação.
- Não … Pára… Imploro-te – balbuciava o homem desesperado.
A foice avançou, e o pescoço do homem ficou entre duas das lâminas da foice. A precisão era milimétrica. Um instante de distracção, um movimento em falso e cortaria a traqueia do criminoso, que o olhava como que implorando misericórdia.
- Que criaturas desprezíveis são os humanos – comentou Selim para Hiro.
- Deixa-o em paz, vamos despachar isto.
A sua cabeça doía horrivelmente, e a visão turvava ligeiramente com movimentos bruscos. O seu companheiro, embora mostrasse mais serenidade, estava também esgotado e magoado, e acedeu ao seu pedido.
Afinal de contas, Arashi não os castigou por entregarem o bandido “incompleto”.
Depois disso, os seus caminhos separaram-se.

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Ryo (dinheiro) Ryo (dinheiro): 2303
Total de Habilitações: 37,5

MensagemAssunto: Re: Missão de Rank C – Prisioneiro Fugitivo   Qui 17 Jun 2010 - 14:18

Hiro:

Força: 6.75 + 0,5 = 7,25
Agilidade: 12.25 + 0,75 = 13
Controlo de Chakra: 15.25 + 1,25 = 16,5
Raciocínio: 7 + 0,75 = 7,75
Constituição: 9.5 + 0,75 = 10,25

Ninjutsu: 8.25 + 1,25 = 9,5
Taijutsu: 8 + 0,5 = 8,5
Kenjutsu: 10 + 0,5 = 10,5
Genjutsu: 4.75
Selos: 5 + 0,5 = 5,5
Trabalho de Equipa: 4.5 + 0,25 = 4,75

Total: 7/7

Selim:

Força: 1,25 + 0,5 = 1,75
Agilidade: 3 + 0,5 = 3,5
Controlo de Chakra: 6 + 0,5 = 6,5
Raciocínio: 4.5 + 0,75 = 5,25
Constituição: 3.25 + 0,5 = 3,75

Ninjutsu: 3.5 + 0,5 = 4
Taijutsu: 1.5 + 0,25 = 1,75
Kenjutsu: 4 + 1 = 5
Genjutsu: 6.5 + 0,75 = 7,25
Selos: 3.75 + 0,5 = 4,25
Trabalho de Equipa: 2.25 + 0,25 = 2,5

Total: 6/7

Comentario: Nao me vou prolongar porque neste momento estou cego por avaliar algo tao grande xd Boa missao no geral, voces mais uma vez foram uns sadicos do caracas xd Alguma coisa mal na avaliacao digam.

Citação :
Fraco, lento, queimado, cego de um olho, quebrado e dolorido, mas continuava...
LOOOOOOOOOOOOOO(...)OOOOOOOOOOOOOOL o tipo era bem resistente xd, tinha que fazer este quote x)

Recompensa na totalidade, vou actualizar...

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