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E o ciclo da vida repete-se! As pacíficas vilas voltam a unir-se para combater um mal em comum. Vem conhecer o melhor e mais antigo role play de Naruto, totalmente em português.
 
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 Missão de Rank D – Planta Rara

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L Mars

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MensagemAssunto: Missão de Rank D – Planta Rara   Seg 5 Abr 2010 - 20:49

Descrição: Os ninjas médicos estão a precisar de uma planta muito rara para fazerem mais remédios. Essa planta encontra-se na montanha a norte do deserto. A vossa missão é trazer algumas quantidades. Cuidado, há muitos bandidos que se escondem naquela zona.

Recompensa:: 300 ryo + 1 Scroll de Novo Jutsu + 1 Ponto de Cumprimento
Número de Ninjas: 2 a 4 Gennins

Ninjas Inscritos:
Hiro Tegiraku
Selim Purido
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Tav

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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank D – Planta Rara   Dom 2 Maio 2010 - 22:26

I'm in.
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Sennin

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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank D – Planta Rara   Dom 2 Maio 2010 - 22:45

Pois estás ^^
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Tav

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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank D – Planta Rara   Seg 3 Maio 2010 - 18:00

E o apressado mais uma vez chega xd

Nenhum gajo se inscreveu =/(die! missão sozinho )
Vou poder começar? xd
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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank D – Planta Rara   Seg 3 Maio 2010 - 18:41

Espera mais um pouco rapaz... Um dia não é nada xd
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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank D – Planta Rara   Seg 3 Maio 2010 - 23:36

I'm in Very Happy
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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank D – Planta Rara   Seg 3 Maio 2010 - 23:40

Inscrito

Esperem até amanhã às 19h, caso ninguem mais se inscreva poderão começar. ^^
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Kiba

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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank D – Planta Rara   Ter 4 Maio 2010 - 22:24

Muito bem, ja passam 3 horas da hora marcada pelo Kad, portanto, cá vai:

Ordem de postagem:

Zumaker
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Tav

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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank D – Planta Rara   Qua 5 Maio 2010 - 20:51

Dia comum, nada ademais por fazer, um clima monótono em Suna e, aparentemente, nada demais a acontecer pelos cantos shinobi. Todo este clima de tranquilidade e monotonia é quebrado quando às portas de Hiro um mensageiro do Kazekage bate a dar um recado: um chamado para uma missão.
Empolgação acompanhada de um pouco de preguiça começa a ser o centro dos sentimento de Hiro, que se sentia satisfeito por sair da monotonia, porém se sentia um pouco desanimado para fazer missões shinobi, no momento. Mas ele se vai ao escritório de Arashi para receber melhores informações sobre a missão que faria. Ao chegar, tudo exatamente comum como sempre: a sala pequena, papéis espalhados e dois chunnins sentados ao lado do Kazekage a cuidar da contabilidade e dos documentos.
- Vejo que chegou rápido, Hiro. Boa tarde! – Dizia o Kazekage num tom de simpatia, o perfeito indicador de que não seria algo complicado.
- Ohayo, Senhor Kazekage! O que temos para hoje? – Disse o garoto, que neste momento já havia abandonado a leve preguiça que tinha. Antes que Arashi respondesse, adentra a sala outro garoto, desconhecido, acompanhado de um dos mensageiros do Kazekage... Hiro tinha companhia! Ela um garoto baixo e magro de tez pálida. Uma expressão neutra, olhos extremamente verdes e cabelos castanhos claros medianamente compridos. Não expressava... Nada. Sua expressão se mantinha uniforme, a tal forma que acompanhava o ambiente de monotonia do dia e chegava até mesmo a desanimar Hiro um pouco. Logo ao chegar, foi recebido com simpatia pelos outros:
- Olá, Selim, sente-se logo aqui. Preparado para realizar sua primeira missão? – Dizia o Kazekage, com a mesma expressão simpática com a qual tivera ao receber o outro gennin.
- Olá, garoto. Prazer, sou Hiro Tegiraku. – Dizia Hiro, que estendia a mão a cumprimentar o garoto.
- Senhor Kazekage, Hiro... Olá... – A tranquila expressão se mantivera por todo o tempo, o que era um pouco estranho. Todos sentiram falta de simpatia, mas ao mesmo tempo não perceberam má educação.
- Bom... Podemos começar. A missão de hoje é bem simples, porém importante: os ninjas médicos estão a precisar de mais remédios e, para que seja feito, é necessária uma espécie de erva rara, erva da qual eles não tem tempo de buscar, pelo fato de ser longe e terem outros assunto a tratar. O local mais próximo de que se tem registro da existência desta planta é a montanha que fica ao norte do deserto que cerca Sunagakure. Vossa missão é pegar umas quantas forem possíveis ao menos, para que possam dar continuidade à preparação dos remédios. Como já devem saber, atentai-vos a ladrões naquela região. E observem esta foto: é desta erva que devem trazer! – Dizia o Kazekage, que no momento mostra uma figura aos garotos, e logo depois a entrega a Selim. – Boa sorte e tentem fazê-la o mais rápido possível, precisamos disto. Até mais, estão dispensados... – Dizia a se despedir, despachando os garotos, que saem e vão logo ao destino dos portões de Sunagakure.

[Saída de Sunagakure no Sato].

- Pois... Como faremos para saber aonde é exatamente o norte? Dentro de Suna é outra coisa, pois temos referências, agora neste deserto sem fim estamos perdidos... – Dizia Hiro, que neste momento apoiava uma mão à testa a olhar pro alto, para se proteger do sol. Ao olhar para seu companheiro, o vê a olhar para o alto, e depois para baixo, com uma expressão normal. A sua tranquilidade perante a dúvida do companheiro era desconcertante. Após terminar suas olhadas, olha para determinado ponto e aponta para este, logo depois a dizer:
- Um ninja com teu tempo de experiência em missões e não sabe como se orientar durante o dia? Por acaso esquece-se de que temos um sol, não é mesmo? – Dizia, não olhando fixamente pro garoto. Falava tão lenta e tranquilamente que chegava a beirar a lerdeza. Também falava a mostrar vagamente certa hipocrisia, deixando o outro shinobi completamente desestruturado, até mesmo envergonhado.
- Err... Eu não sabia ao certo a hora, hehe... Portanto não pude utilizar-me destes recursos. – Dizia o ninja, a tropeçar nas palavras, sem saber ao certo o que dizer. – Mas vamos parar de perder tempo, o calor aqui é terrível. Vamos andar...
- Quem está a dizer coisas sem sentido é você... Estou disposto há montes de tempo... – Dizia novamente o garoto, que deixava Hiro num perfeito embaraço. Os dois começam a seguir na direção indicada pelo garoto pálido, num silêncio completo. Hiro tenta uma ou outra vez quebrar o silêncio, mas o garoto mostra uma concentração ímpar no seu dever, com certa indiferença.
- “Ele não deve ser do tipo de gente que gosta lá muito de conversar... Bom, pelo menos ele irá mãe ajudar bem nesta missão, tenho de agradecer.” – Pensava Hiro, que continua sua cansativa e desanimada caminhada pelo deserto escaldante, a fim de ao menos visualizar uma montanha, que nem ao longe era vista... Isto acabava com ele. Selim, por sua vez, estava tranqüilo e não se cansava, o mal de Hiro era mesmo desanimação. Após alguns minutos, uma proposta e feita a quebrar o clima parado em que se encontravam:
- Ei, garoto. Não vamos chegar a lugar nenhum se ficarmos nesta moleza. Vamos correr, venha! – Dizia Hiro, a demonstrar empolgação, começando a correr. – “Tenho de acompanhar a velocidade dele, ele ainda está só começando... Mais calma, Tegiraku...” – Pensava o garoto, que começava a diminuir o passo, esperando reação do companheiro.
Os dois começam a correr, porém Hiro não utilizava muito de sua velocidade, pois tentava acompanhar o garoto, que já estava mesmo a se forçar muito. Porém, aquele clima de monotonia era quebrado e, até mesmo o grande calor era abrandado pela velocidade dos dois, quebrando o ar, criando uma espécie de leve vento. Alguns minutos neste ritmo e já avistavam o vulto da montanha ao longe e logo se animaram, correndo em maior velocidade.
A corrida estava à toda e tudo que eles visualizaram era a montanha, quando, sem perceber, batem num homem corpudo e parrudo, caindo ao chão.
- Hahahaah! Que sorte, dois pirralhinhos. – Dizia o rapaz, que agarrava Selim pelo braço. – Passa-me tudo o que tens, magrelo! – O garoto expressava calma, isto não era perigo para ele.
- Me solte... – Dizia o garoto, que olhava com uma expressão furiosa, e ao mesmo tempo fria para o homem. Este olhar conseguia assustar.
- E o que vai fazer? Chamar a mamãe? Hahaha! – O parvo ainda não percebia que se tratava de shinobi da areia, muito menos que eles não estavam com o melhor humor pra aquele dia. – E você, vara-pau? Não vai tirar suas coisas para mim, não?
Toda a graça do homem é tirada quando aquele garoto que ele via na sua frente simplesmente se dissipa em vento e este se sente ser fortemente penetrado pela retaguarda. Sangue escorria no momento e este solta um enorme grito de dor.
- Sennen goroshi! Selim, saia daí! – Dizia Hiro, que utilizava de sua kunai, sem se esquecer de pendurar uma kibaku fuda nesta, se afastando no momento.
Selim para de se fazer indefeso e, com uma cotovelada na barriga, se liberta dos braços do bandido, se afastando até o ponto onde Hiro estava. Em poucos segundos, uma explosão é feita, e o corpo moribundo é lançado por si próprio ao chão.
- Bem... Uma morte. – Dizia Hiro, que ainda não se acostumara a matar pessoas, com certo peso na consciência. – Mas teve de ser feita... Continuemos.
- ... – O garoto olhava para Hiro, a estranhar aquela expressão de culpa. – Ta, né... – Sua indiferença era ímpar, ele não sentia absolutamente nada perante aquilo.

Neste momento, se encontravam a poucos minutos da montanha e continuavam correndo no mesmo ritmo. A missão tomava molde e os primeiros perigos já começavam a aparecer...
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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank D – Planta Rara   Qua 5 Maio 2010 - 23:13

Embora tentasse manter a expressão neutra e incólume, Selim sentia-se atordoado, não pela morte em si, ou pelo assassínio, mas pela facilidade com que dois rapazes ceifaram a vida de um homem. Mas ele tinha uma missão a cumprir, estava com um companheiro mas experiente que ele próprio e notavelmente mais forte e desenvolvido.
Continuaram a caminhar, agora impossibilitados de correr, não só pela irregularidade do terreno, mas porque sabiam agora que aquela montanha inóspita no meio do deserto não era habitada só por pássaros e ervas medicinais.
Hiro fazia um esforço para acompanhar o seu jovem companheiro, que apesar de o saber, não comentava, em parte por vergonha de se sentir totalmente inútil em relação ao seu colega.
De repente Selim parou.
- Selim, que se passou? - questionou o shinobi preocupado pois pensou que o rapaz havia visto algo.
- Hiro, eu não te agradeci decentemente à pouco. Obrigado por me teres safado. - Embora o tom com que o disse fosse sem emoção, notou-se pelo menos a sinceridade na sua voz.
- Ah deixa para lá, afinal é trabalho de equipa, não?
Mas Selim apenas lhe disse:
- Vamos.
Hiro começava a pensar se este rapaz frívolo não teria sérios problemas do foro mental.
Avançaram uma vez mais pela encosta agora ensombrada da montanha, pois o Sol já descia no horizonte. Paravam frequentemente por pensarem ver uma planta semelhante à da fotografia. De facto encontraram mesmo um rebento da planta, mas era pouco, demasiado pouco.
Passadas algumas horas Hiro parou. Olhou para o seu companheiro que apesar de tentar manter a calma característica estava agora notavelmente estafado por todo o dia de caminhada.
- Não adianta continuarmos - disse com um suspiro - vamos parar aqui, mas fazermos turnos de vigia por causa dos bandidos.
O garoto apenas acenou, embora nada do que o seu companheiro tivesse dito o poderia animar mais do que aquela paragem. Arrumou-se para um canto e depois de acenderem uma pequena fogueira com lenha solta que os grupos de viajantes deixavam por vezes espalhada por já não precisarem da mesma.
Demorou menos de minutos para o rapaz adormecer. A sua expressão durante o sono deixava transparecer uma felicidade muito diferente da frieza que sempre ostentava acordado. Hiro deixou-o repousar durante várias horas, e embora se sentisse cansado tinha noção do quão duro um percurso tão pequeno poderia parecer a um jovem inexperiente.
- Selim.. acorda, por favor é a tua vez - solicitou.
O rapaz abriu lentamente os olhos, e para espanto de Hiro demorou menos de um segundo a reassumir aquela expressão fria, característica.
- Obrigado Hiro, sei que me deixaste dormir mais do que me competia e por isso agradeço-te, descansa - pediu o rapaz, que nutrira uma grande admiração pelo rapaz que o acompanhava.
Não fazia ideia de como o rapaz sabia aquilo pois podia jurar que este sempre dormira profundamente, mas sorriu para ele calorosamente em sinal de apreciação.
As primeiras horas do turno foram calmas como até aí. Contudo, quando o sol começava a banhar as planícies na alvorada, Selim ouviu um barulho.
Parecia uma mistura de sussurrar e arrastar de pés.
- Hiro, não estamos sós.
O rapaz loiro levantou-se sobressaltado, e agarrou na katana que ajustou prontamente às costas. Selim por sua vez já empunhava uma kunai e estava a postos.
Eis que de ambos os lados da estrada surgiram não um mas seis indivíduos, que não aparentavam, no entanto, serem shinobis, excepto dois deles.
- Ora ora se não são dois rapazolas num passeio. Obedeçam e talvez vos deixemos ir com vida - disse um deles, que aparentava ser o líder.
Selim olhou para ele como a analisá-lo, e com uma expressão de superioridade. Isto divertiu profundamente Hiro, que se esforçava por não rir.
- São muitos eh? - constatou Hiro apercebendo-se da situação em que estavam.
- E nós não? - perguntou Selim divertido.
- Ora somos só dois, contra seis! - exclamou temendo que o rapaz levasse a situação com demasiada leviandade, pela vitória do dia anterior.
- Deveras?! - ironizou o rapaz, enquanto as suas mão faziam velozmente movimentos complexos - Kasumi Jūsha no Jutsu! - bradou.
Inúmeros clones de Selim brotaram do chão e lançavam facas a um ritmo elevado aos adversários, que não se intimidaram e avançaram com as suas armas em punho, sendo que a maior parte deles possuía katanas. O verdadeiro Selim lançou uma kunai certeira e acertou no peito de um dos homens, cravando-se nele.
Hiro por sua vez não ficara parado, desembainhara rapidamente a katana e trocava golpes velozes com dois dos indivíduos que os atacaram. De repente recuou, e rapidamente efectuou os selos necessários, gritou com fúria:
- Shotto no Chakra no jutsu!
Um pequeno tiro de chakra foi disparado do indicador de Hiro ferindo um dos bandidos na perna direita. Este contorceu-se no chão montanhoso, gemendo e praguejando contras os shinobis.
Entretanto, Selim com os seus clones levava, divertido, os adversários ao desespero. Misturado com os clones conseguira imobilizar dois dos seus adversários.
Por seu lado, lutando em pé de igualdade, Hiro despachara rapidamente o seu oponente com um Shunshin e um golpe certeiro da katana matara o seu oponente. Os dois que restavam eram nem mais nem menos que os Shinobis, Nukenins pois não apresentavam identificação de qualquer aldeia. E enquanto que Hiro já lutava com um, com movimentos velocíssimos utilizando agora as suas adagas, Selim dirigiu-se ao outro.
E tudo aconteceu numa fracção de segundo.Hiro cortou a jugular e um, que jorrando sangue, manchou uma grande área do solo de escarlate, uma kunai foi arremessada das árvores enquanto Selim se dirigia ao outro Shinobi.
- Não! HIRO! - gritou o rapaz desesperadamente, e com um salto interpôs o seu corpo entre Hiro e a kunai, que se cravou no seu ombro direito
Hiro voltou-se surpreendido, mas o rapaz ao ver que aquilo a que se digirigra inicialmente não era mais que um clone, arrancou a faca e arremessou-a com toda a força às árvores donde viera inicialmente.
Correu para lá e viu o Shinobi que arremessara a faca surpreendido por esta ter sido devolvida com tal prontidão.
- Como te atreves?! Como te atreves a magoar um camarada meu?! - berrou Selim furioso enquanto executava os selos - Magen: Narakumi no Jutsu!
Sorriu de puro prazer enquanto via o inimigo contorcer-se enquanto era atormentado pela sua ilusão, até que lhe aplicou uma potente pancada na nuca, fazendo-o cair sem sentidos.
Mas toda a execução de selos e a excitação que acelerara o seu coração, combinados com a ferida sem qualquer tentativa para a estancar fizeram Selim perder demasiado sangue.
Hiro.. Consegui. - disse enquanto a sua face retomava a sua expressão calma, há momentos distorcida pela fúria, e caía inconsciente no doce esquecimento da mente.
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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank D – Planta Rara   Qui 6 Maio 2010 - 3:55

Hiro o observa a cair inconsciente ao chão. Neste momento, tropeça em seus próprios pensamentos sobre seu companheiro que, por mais que tentasse, não conseguia compreender. Lembra-se de seu colega de equipe.
- “Este garoto... Ele pode até tentar e armar nesta expressão fria e indiferente, porém ele tem bons sentimentos. Lembra-me Hamakitsu, quando o conheci, também se mostrava muito distante, mas no final os dois são bem legais.” – No momento em que olha para a face do garoto, pensava nisto, começando a desfazer a antipatia que tinha criado por si próprio, frente às atitudes do garoto.
Ele pega um ramalho da erva medicinal que eles haviam pegado até então e inala, sente seu odor...
- Hmmm... Isto é bem forte. Vai ajudar a reanimar Selim. – Dizia o garoto a si mesmo, colocando a erva em frente às narinas do companheiro que, involuntariamente, inalava aquela estranha erva. Como num espasmo, fez um leve movimento involuntário com a face e com as mãos, mas permanecia inconsciente. O sol começara a surgir e o clima agradável de manhã tomara o local, que era maio fresco graças às árvores. O ar era bem puro e tudo era bem diferente do deserto escaldante e da tórrida areia. Em dado momento, Hiro observa que alguns pássaros voavam pelo local.
- “Matar umas quantas aves para termos o que comer não me soa mal...” – Pensava o garoto loiro, que neste momento apanha o garoto nos braços e o deixa num sítio mais tranquilo. Fita avidamente as aves que rondavam o local e se foca em uma. Saca duas kunai e pensa:
- “Concentrar chakra nos pés... Agilidade e um bom bote, devo fazer isto...” – Neste momento, se foca novamente na ave e começa a concentrar um pouco de seu chakra nos pés, a fim de realizar um bom salto. Mantendo o suficiente, o impulsiona como um jato dum foguete, fazendo um salto rápido e bem forte. Este consegue se aproximar do passo, mas esquece-se da sutileza ao apontar as afiadas armas para o pássaro que sai literalmente voando desesperado. – “Duh!... Tenho de ser mais rápido e apanhar quantas aves forem possíveis...”

Neste momento, concentrando novamente seu chakra nos pés, se preparando para utilizar sua técnica kinobiri, salta a uma das árvores, e dela avança na direção de uma ave, apanhando-a fortemente com as mãos. Durante sua queda branda ao chão, a ave o atinge com uma bicada que o faz ver estrelas, infelizmente no pior e mais doloroso dos sentidos. No impacto da dor, este larga a ave, lançando-a num sitio em que nem ele próprio observa, num tino repentino de dor e raiva. Os estranhos sons produzidos pelos pássaros são feitos pela ave, porém numa altura incomparavelmente grande, como se estivesse a agonizar desesperada. Este se segue em seus rápidos movimentos, conciliado entre saltos de árvore em árvore, com botes rápidos e kunais atiradas. Numa hora ou outra tentava abater uma ave com um golpe... Sem sucesso! As aves começam a fugir aos poucos, e o alvoroço era formado!
Monte de pássaro a fazer barulhos de desespero, que eram tão irritantes quanto monte de bebês a berrarem e chorarem. E Hiro ali, naquele barulho, naquele alvoroço, naquela completa zona!
- É... Não conseguirei desta forma... – Dizia Hiro a si próprio, quando, num curto intervalo de tempo e em maestria ímpar, concentra chakra e faz três rápidos selos, logo dissipando-o pelos ares a formar imensa pressão do vento, a desconcertar várias das aves. – Daitoppa! É... Estou mais habituado a este jutsu. – Dizia Hiro, a gozar consigo próprio. Alguns pássaros começavam a cair ao chão, quando este dissipa seu jutsu.
- Ótimo, cinco aves... Vamos tratar jeito nisto.
Pegando uma kunai, se coloca a cortar partes boas para se comer das aves, principalmente a cortar barriga e peito destas. Depois disto feito, pegando sua katana, finca os pedaços de carne na arma, e então o estende à fogueira, deixando-o assar. Quando isto é feito, já havia sido tempo de o garoto ter acordado, e este já esperava faminto para comer carne.
- Prontinho, é só esfriar um pouco. Sem tempero, né? – Dizia Hiro, a soltar um riso abafado, numa brincadeira. Selim parecia faminto. Hiro apóia sua espada numa árvore, e ambos comem a carne, satisfeitos.
- Bom... Hiro, sei que já ficou por minha conta por tempo... Descansa. – Dizia o garoto, olhando-o com sua expressão de sempre. O companheiro concorda e encontra uma sombra. Agradece e se deita.
- Não irei acordá-lo... Tenho de encarar isto sozinho. Se depender dele, sempre vou ser protegido, quero levar isto com meu esforço. Ele já se cansou demais... – Um pensamento que beirava o heroísmo tomava a mente do garoto, que se mostrava disposto a encarar perigos nesta missão.
O tempo passa, um tédio enorme toma o ambiente, tudo estava aparentemente calmo. Selim se distrai completamente, quando percebe um movimento por entre as folhas que cercavam o local. Com isto, novamente se atenta, e saca suas fiéis kunais. Percebe dois homens surgindo de cantos antagônicos e, com um simples movimento das mãos, projeta suas kunais a estes, que se desviam por pouco.
- Agora a diversão começa. Arte ninja: jutsu de se ocultar na névoa! – Dizia o garoto, quando concentra chakra, controlando o nevoeiro à sua volta, se mantendo oculto. – “Mato agora ou não mato? Eis a questão!” – Pensava o shinobi, que começava a estalar uma kunai na outra, gozando consigo mesmo. A densidade do nevoeiro na altura em que eles estavam era grande, o que fazia com que ele fosse completamente oculto. O garoto permanecia no mesmo lugar e lançava kunais com maestria, mirando em lugares não letais aos oponentes, mandando-as com cada braço a cantos opostos.
Selim se aproveitava de seu jutsu e atingia os inimigos com golpes com o máximo de força que podia, a fim de torturá-los ironicamente. Por vezes, nos rápidos movimentos que os rapazes faziam para se livrar, ele quase que é apanhado, mas atento, consegue se livrar.
- “Nível dois...” – Pensava o garoto consigo próprio, que neste momento estava a concentrar chakra e a fazer selos para si mesmo. – “Pegar duas pessoas num mesmo genjutsu... Tenho de me concentrar...” – Este fechava os olhos e concentrava uma maior quantidade de chakra. Procurava manter atenção ao seu jutsu e controle ao seu chakra. Tranquilamente e vagarosamente, ele executava sua técnica Narakumi no jutsu.

Os bandidos se percebem envoltos de folhas, que circulavam sobre si e logo caíam ao chão. Neste momento, sua estrutura psicológica já estava bastante perturbada devido aos primeiros atos do garoto. Eles se sentiam assustados. Após certo tempo, alucinações e pensamentos ruins tomavam suas mentes: visões de morte, sofrimento, tortura sádica e impiedosa tomavam a mente dos dois, que viam um ao outro a morrer. Estes se sentem muito transtornados e, ao fim do genjutsu, o garoto grita para que os dois ouçam:
- Suas vidas chegaram ao fim! Preparem-se para morrer! Hahaha! – Dizia o garoto, que empunhara duas kunai enfiando uma delas ao oponente que se encontrava mais próximo, no centro do peito, logo retirando-a. Este agoniza por segundos, e logo cai. Ao se aproximar do outro, que já s encontrava desesperado e com medo, encerra finalmente seu Kirigakure no jutsu. – Já sentiu o gosto do sangue do teu amigo? – Dizia ironicamente o garoto, quando penetra a kunai na boca do outro, levando-a até a garganta. Sacando novas duas kunais, no momento em que estes caem, termina de finalizar as mortes com vários golpes de kunai, num movimento que parecia girar os dos braços como hélice, a furar as barrigas dos dois.
- Isto é tão estranho... – O garoto ficava transtornado por si só. – Mas.. É a vida shinobi, vou matar muito mais gente ainda. – Dizia o garoto, num misto de ironia e tino de dever, quando vai voltar a observar Hiro e... Vê que o shinobi não se encontra naquele sítio! A única coisa que faz é sair a gritar pelo nome do companheiro, tomando consciência de que havia caído numa boa cilada, e que havia um terceiro bandido para capturar o garoto adormecido. Por minutos fica a correr, berrando:
- Hiro, Hiro, HIROOOOO! Aaaaaaah! Onde está você?! – No momento para e toma consciência do que é estar numa missão. Raptos, torturas, mortes e coisas muito piores o esperariam dali para frente. – Droga... Fiquei desatento... Deveria prestar atenção em quem eu deveria proteger e me lembrei apenas de lutar. Agora é tarde, tenho que pegá-lo de volta... – Dizia o garoto a si mesmo, voltando a correr pela floresta, desembocando os galhos das árvores a exclamar pelo nome do companheiro. Isto perdura minutos, mas todo este desespero é cortado e vira uma misto de raiva com alegria, quando...

- Bu! – Exclamava o shinobi Hiro, que saía de determinado canto, com uma expressão alegre e nada cansada. Percebia-se um hálito ruim pelo sono e a comida, mas são coisas da vida...
- O quê?! Mas... Como? – Dizia o garoto embaraçado e confuso, quando cai em si e o fita com uma expressão brava. – Estava a fazer uma brincadeira comigo, Hiro Tegiraku?
- Não, duh... Quem é que não acorda no colo dum tiozão fedorento, gordo e peludo que fica contigo a correr pela floresta? Depois de uns minutos debaixo daquele braço fedorento, acordei e percebi a situação... E daí ouvindo seus berros foi fácil de achar. Mas isto só aconteceu porque ALGUÉM não me deu a devida atenção, não é? – Dizia o garoto, num tom de sarcasmo e reprovação, mas logo tenta ser mais gentil, lembrando-se que se tratava de alguém em sua primeira missão e este estava sendo ótimo até então. – Mas... Não ligue, com o tempo você percebe, além do que, aqui não há mais que bandidos barbudos e um ou outro nukekin de passagem. Estamos bem. – Dizia agora a sorrir com os olhos, esperando alguma simpatia da parte do garoto. Pura indiferença... Hiro já até se acostumara.
- Bom, já que não temos o que temer, vamos logo pegar as tais das ervas, pá!
- Vamos... Humpf!

Os dois se viram para trás para caminhar, quando percebem um ruído estranho vindo de pouco atrás... Ao se virarem, viram um enorme urso indo à sua direção, que provavelmente havia sido atraído com os gritos de Selim. Os perigos não se cessavam nunca! Tentar fugir ou lutar? Esta questão abalava os dois shinobi que se viam em frente ao próximo perigo.
- Hiro, somos shinobi, vamos dar jeito neste urso! – Dizia Selim, esperançoso e confiante.
- És um shinobi, e não um deus! Apesar de sermos disciplinados, continuamos sendo humanos, pá! Estamos lixados agora! – Hiro rebatia indignado, e Selim tentava se manter esperançoso.
- Vou usar meu genjutsu! – Dizia o garoto, que começava a fazer selos, quando é severamente rebatido.
- E o urso faminto vai ter visões dos outros grandões peludos a morrer e vai se esquecer da própria comida? Estes animais não pensam, pá! Mexer em sua mente não adianta nada, o instinto será o mesmo! Não temos a menor pica pra fugir deste bicho, vamos lutar com toda a força!
- E a gente vai conseguir nocautear um bicho gigante duns duzentos quilos? Humpf... – Dizia Selim, respondendo à altura do garoto, que ironizava tudo. Este o sacode pelos braços e, em berros, diz:
- Cala-te, pá! Vê se faz algo de útil! – Os dois garotos começavam a infantil discussão, quando que menos percebem e o urso já estava em sua frente, numa enorme patada a derrubar ambos...
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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank D – Planta Rara   Sex 7 Maio 2010 - 0:04

Na sua patética discussão, haviam sido apanhados pela enorme besta de pêlo negro e mandíbulas afiadas e reluzentes.
Enquanto o enorme animal levantava a pata e os tentava varrer com ela. E ficou bastante surpreso quando nos seus lugares viu apenas troncos. Hiro e Selim repousavam agora num ramo de cabeça para baixo. O facto de terem sido atacados terminara imediatamente a sua discussão. Selim observava atentamente o animal, e a sua posição era semelhante à de um felino antes de atacar. Hiro por outro lado procurava um ponto vulnerável na imponente criatura.
- Pronto? - inquiriu o jovem.
- Nã.. ainda não - balbuciou.
Mas era tarde demais. Selim, que tinha de facto estado a concentrar chakra, saltara efectuando os selos durante o salto, e lançou uma kunai ao urso bradando:
- Mizu Kunai Bunshin no Jutsu!
Aproveitando o facto de estarem numa zona de mato mais cerrado e haver bastante humidade no ar, o rapaz conseguira fazer algumas kunais materializarem-se e lançarem-se contra o urso.
As lâminas enterraram-se na carne do animal que rugiu de dor e fúria, virando-se imediatamente para Selim, e correndo para ele, qual touro enfurecido.
Mas Hiro não ficara ocioso, e aparecendo com um Shunshin perto do enorme animal que corria para o seu companheiro.
- Konoha Reppū! - exclamou enquanto pontapeava o urso nas patas.
E no entanto a técnica fora concebida para bípedes e não quadrúpedes e, embora magoasse o urso e o atrapalhasse momentaneamente, não o impediu de continuar avançar para Selim, cujos olhos fixavam o urso, sem sombra de medo.
A pancada foi forte e o ruído de despedaçar audível. Hiro cerrou os olhos e sentiu a fúria a preenchê-lo, e o seu chakra fluía e libertava-se sem o concentrar, devido à sua fúria.
- Shotto no Chakra no Jutsu! - bradou.
O tiro por si lançado atingiu o urso no peito, que arfou horrivelmente em desespero. Eis que, para espanto da besta, o corpo de Selim se reuniu do líquido que tinha derramado, dando à sua pele uma vez mais aquele tom pálido tão característico. Enquanto isto, mais clones feitos daquele óleo pegajoso surgiam do chão a toda a volta do animal, que os tentava destruir a todos um por um, mas estes regeneravam-se sem cessar, o que o irritou ainda mais.
- Kasumi Jūsha eh? - disse Hiro agora percebendo a estratégia do companheiro.
Neste mesmo ponto uma sombra desceu das árvores, Selim, sobre o urso. E no seu crânio enterrou a faca até aos copos, sem emoção aparente no acto. Saltou rapidamente de cima do cadáver do animal e dirigiu-se a Hiro.
- Obviamente - disse triunfante - eu referia-me a este Genjutsu, e não Narakumi.
- Uh, pois - respondeu Hiro sem saber ao certo como argumentar.
Mas Selim não insistiu no assunto, o que Hiro agradeceu, embora não soubesse se este não o fizera simplesmente porque lhe era indiferente ou porque percebera a situação em que o companheiro se encontrava e tivera um acesso de simpatia.
Decidiram então continuar o seu percurso, em busca das plantas medicinais. Embora procurassem com afinco e determinação, as pequenas plantas pareciam esconder-se à sua passagem, e não havia sinal de nenhuma delas.
Hiro parou. Baixou-se e de cócoras analisou atentamente o solo. Selim parou a seu lado, deixando-o fazer, o que quer que estivesse a fazer, sem falar.
Na verdade, estava a analisar um local onde algumas plantas haviam sido arrancadas, não pela raiz mais apenas rasgadas. Não era nem mais nem menos que a erva que precisavam. Alguém ou algo a arrancara. Não sabia quando ou porquê. Rapidamente Selim a seu lado compreendeu e bateu o terreno circundante num raio de algumas dezenas de metros.
- Encontrei um rasto. - informou o garoto - Não percebo ao certo se foi feito por pés, mas dá a impressão de ser algo que se arrasta.
Continuaram o trilho que seguiam.
- Aqui não há plantas, a nossa melhor hipótese é seguir o rasto.. de o que quer que tenha ali passado.
- Concordo - disse Selim inexpressivamente.
Correram pela montanha coberta de arvoredo, em busca da origem daqueles rastos.
A certa altura, encontraram caminhando só na estrada um shinobi, só, dirigindo-se ao coração da montanha.
Simultaneamente encostaram as suas facas ao pescoço do ninja, que se desvaneceu em fumo ao sentir o aço.
- Kage Bunshin?! - gritou Selim frustrado.
- Assim parece. - resignou-se o outro rapaz - o pior de tudo é que agora onde quer que esteja o original, pelo menos já sabe onde estamos. Embora seja possível que esteja sozinho, o que duvido, no entanto.
O rapaz dos olhos frios não lhe respondeu, e avançaram uma vez mais sem falar, agora pela estrada.
E eis que foram surpreendidos. Das árvores em volta saíram três ninjas, sem marca alguma que os identificasse, nukenins, certamente.
Não dando tempo sequer a Hiro de desembainhar a katana, o que aparentava ser o seu líder colocou a mão, da qual escorriam pingos escarlates, no chão.
- Kuchyose no Jutsu!
Algo enorme e escamoso surgiu perante os Genins, e Selim sentiu-se deveras intimidado, afinal de contas, nunca tinha visto nada assim, mas não se atormentou durante muito tempo. Certamente não morreria, não já pelo menos.
Desembainhou a sua fiel kunai e aguardou.
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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank D – Planta Rara   Sex 7 Maio 2010 - 2:22

- Mas... O que... É isto?! Além de nukkin brotar disto como baratas, agora me vem um bicho gigante duma Kuchiyose?! – Dizia Hiro, que mesmo no seeu tom irônico, se encontrava terrivelmente assustado. A expressão causou certa insegurança ao seu companheiro.
- “Hiro está desta forma... Ele, no seu nível de experiência se estremeceu ao ver esta kuchiyose... Acho que as coisas não são tão simples quanto imagino.” – Neste momento Selim começava a ficar desanimado, desestruturado...
- Hiro... Estou com pouquíssimo chakra... Este animal gigante... Estes ninjas... Não vou conseguir! – Dizia o garoto, simulando um semi desmaio falso, caindo perto do colega e permitindo piscar a este, indicando a tramóia. O recado é entendido. Hiro o pega, fingindo desespero e foge, dando a oportunidade de, entre sussurros, falarem entre si.
- Ei, psiu. Você acha que consegue prender estes shinobi num genjutsu assim como fez com os ladrões pro cinco minutos? – Indagava Hiro ao garoto, parecendo pensar.
- Acho que sim... Em cinco minutos consigo me virar sozinho. Mas por quê?
- Bom, então “acorde” quando eu avisar, ok? – Disse Hiro ao garoto, seguro. Em poucos minutos Hiro encontra o sítio adequado e solta o garoto no chão, que finge acordar de um desmaio. Hiro avança contra o animal invocado pelo nukekin e, com golpes físicos, seqüência de chutes e socos, analisava a resistência do animal, que não parecia ser magnífica, mas também não era fraca. Tudo certo... Ele se deixa abocanhar pelo animal e simula uma falsa derrota.
- Socorro! Selim! Ajudaaaa-a...A! – Gritava em falso desespero. Selim havia entendido tudo. Neste momento corre uns quantos metros para atraia a atenção dos outros. Aos poucos, concentrando seu chakra e “moldando” a umidade do lugar em seu contorno a seu favor, se torna completamente oculto. Agora corria à toda velocidade que podia, tentava levar uma luta física contra os ninjas, mesmo não sendo sua maior especialidade. Porém, oculto, tinha um maior vantagem. Pulando por entre as árvores, atacando e se desviando, abaixava-s e rolava pelo chão, pegando os oponentes pelas pernas e os lançando ao chão, estava a fazer os possíveis para dar tempo ao companheiro. Ele, por sua vez...

[Dentro do corpo do estranho animal...]

- “Bom, estou aqui, arriscando minha vida... Tenho de ser rápido antes de começar a ser digerido por este bicho...” – Dizia o garoto, que concentrava o máximo de chakra possível, para criar clones de vento. Devido ao pouco ar que havia naquele lugar fechado, apenas quatro clones puderam ser criados, com um grande desperdício de chakra.

Cada um sacou uma kunai, e começaram todos a ferir o animal por dentro, enquanto Hiro atingia as feridas e cortes com seus habilidosos socos e chutes, que tinham um dano muito maior com o dispêndio da energia do garoto. Com os golpes do garoto, as feridas se abriam cada vez mais, e o estranho animal se contorcia por fora e fazia barulhos horripilantemente estranhos.
Após várias feridas serem feitas, os clones fincaram uma a uma de suas kunais pela goela do bicho, e logo após iniciariam a verdadeira batalha para poderem matar o animal.
- “Se não podes com ele por fora... Infiltra-te nele!” – Dizia Hiro, maliciosamente, quando colocava todos os clones a postos. Todos começavam a concentrar todo o chakra nos braços e pés e, em movimentos hábeis e rápidos, em quase perfeita sincronia, iam de lugar a lugar pelo interior do animal, a executar fortes e violentos golpes em várias regiões, as quais já haviam sido feridas. O animal se encontrava indefeso, e seus colegas estavam presos no genjutsu que Selim havia criado.
Giros, idas de canto a canto à toda velocidade, poderosos impulsos e avanços, golpes rápidos e violentos, potencializados convenientemente com o chakra do furioso garoto causavam um enorme dano no interior do animal, que pouco a pouco sucumbia, em berros ensurdecedores. Selim mantinha um esforço inenarrável para manter sua técnica com maestria, e os prometidos cinco minuto já se haviam findado, mas Hiro continuava naquele corpo nojento, naquela escuridão, naquele abafamento!

Selim, por sua vez, mantinha-se oculto e levando um combate injusto com os oponentes, que se viam naquela névoa, naquela tortura, naquele inferno... Mas isto se acaba em poucos minutos, quando, naquela contínua seqüência de golpes, Hiro rompe toda a estrutura do estranho ser, numa aparição heroicamente magistral, com um poderoso golpe combinado dentre todos os clones e o próprio Hiro, que, num violento e maçador soco, obstruíam a via respiratória do animal, que caía desfalecido aos poucos, num chão inóspito e frio.

Selim rapidamente dissipa seu jutsu, a exclamar: “Ataque, Hiro!” O outro, por sua vez, obedece prontamente às ordens e, em extrema velocidade, tal qual que não permitiu nenhuma reação dos inimigos, quase tão rápido quanto o próprio olhar turvo e confuso, enviava seus clones, que se dividiam entre dois inimigos, e em fortes golpes, os lançavam ao alto, finalizando com um incrível pontapé nos crânios dos inimigos, pontapés estes que haviam sido fortificados, tornando-se brutalmente violentos e destruidores com o restante chakra do garoto e dos clones, que se dissipavam numa enorme onda de vento, enquanto o original caía ao chão, em cima do corpo moribundo de um dos alvos de seu impiedoso ataque. Selim, num chute giratório na face do restante, não permitiu defesa, seguindo seu pontapé de um rápido e forte golpe, em que fincara a sua kunai na lateral da cabeça de seu último oponente que, ainda mal entrando no mundo real após sofrer do genjutsu, perecia perante os bravos shinobi, que se mantinham em pé, embora estivessem extremamente exaustos. O limite havia sido alcançado e a luta vencida!

Em passos vagarosos e desconfortáveis, Selim avista a mochila de um dos shinobi e a apanha, para ver o que já esperava encontrar: uma quantidade razoável das cheirosas ervas! Lá não havia o suficiente, mas eles eram tomados pela certeza que poderiam procurar o resto sem grandes problemas, já que as outras pessoas que estavam a procurar haviam sido tiradas daquela missão... E também daquele mundo. Esperança se tornara visível nos olhos dos dois gennins, que após tantas afrontas se encontravam tão perto de concluir o suado serviço. Selim coloca aquela mochila nas costas, e os dois, após alguns minutos de retomada do fôlego e descanso, se colocavam em sua procura. Em poucas horas, mais precisamente de três para quatro, já tinham uma boa quantidade do tão almejado trunfo: as ervas medicinais! Após certa vistoria na mochila dos inimigos, separando o que era e o que não era necessário, colocaram todas as ervas dentro daquela mochila e se prontificaram a voltar à sua aldeia, que esperava pelo fruto do trabalho dos gennins, e os aguardava com a recompensa de todo aquele esforço. No meio do caminho, ainda foram infortunados por um parvo com uma navalha a se chamar de homem, que tentara roubar o dois garotos e, como esperado, não teve um bom futuro. Para falar a verdade, nem teve futuro. Em poucos golpes e numa simplicidade ímpar, os rapazes deram cabo ali mesmo do ladrão.

Estafados, feridos, suados e quase que lixados, chegavam à sua aldeia, extremamente orgulhosos de si e do seu trabalho de equipa. O Kazekage os recebe em sua sala, e até mesmo estranha a situação dos garotos, mas só eles sabiam o tanto que suaram para entregar aquilo ao Kazekage. Após isto, Selim e Hiro se despediram do Kazekage, e depois se cumprimentam pelo excelente trabalho que haviam feito juntos e se despedem um do outro, retornando satisfeitos ao lar, com sua recompensa e orgulho. Selim estava extremamente satisfeito pela primeira missão, e sua visão do mundo shinobi já começava a tomar um molde próprio, pelas vivências e não mais pelos dogmas que lhes eram ensinados antes de realmente conhecer e se tornar shinobi. Hiro, por sua vez, estava satisfeito por ter tido a experiência de lutar contra o fruto duma kuchiyose, e de conhecer um garoto que fizera tão bom trabalho mesmo em sua primeira missão. Também se via curioso com um fato: aquele menino, mesmo com quase seis meses de treino e experiência a menos, dominava o genjutsu tão bem ou até mesmo melhor que o próprio Hiro!
- “Tenho de melhorar... Até garotos com fraudas já me põem nos bolsos com genjutsu hahahaha!” – Pensava Hiro, divertido, em memória à missão e ao que observara. – “Aquele moleque, mesmo sendo tão distante às vezes, tem futuro! Poucas vezes vi alguém com todo aquele tino e pica para lutar!”

_________________________
Missão terminada. xd

Anatar quase que mata o Hiro oO'
Me veio até kuchiyoses desta vez ahasuhasuha
Boa, Annatar! xd
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Drialmeida

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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank D – Planta Rara   Sex 7 Maio 2010 - 12:36

Hiro

Força: 6,5
Agilidade: 11,25 + 0,5 = 11,75
Controlo de Chakra: 13 + 1 = 14
Raciocínio: 6 + 0,5 = 6,5
Constituição: 8,25 + 0,25 = 8,5

Ninjutsu: 6,5 + 0,75 = 7,25
Taijutsu: 6,75 + 0,5 = 7,25
Kenjutsu: 8,75 + 0,5 = 9,25
Genjutsu: 4,25
Selos: 4,25 + 0,25 = 4,5
Trabalho de Equipa: 3,25 + 0,5 = 3,75

Total: 4.75/7

Para quem actualizar:

Força: 6,5
Agilidade: 11,75
Controlo de Chakra: 14
Raciocínio: 6,5
Constituição: 8,5

Ninjutsu: 7,25
Taijutsu: 7,25
Kenjutsu: 9,25
Genjutsu: 4,25
Selos: 4,5
Trabalho de Equipa: 3,75

Selim

Força: 1 + 0,25 = 1,25
Agilidade: 2,25 + 0,25 = 2,5
Controlo de Chakra: 4,25 + 0,5 = 4,75
Raciocínio: 3,25 + 0,5 = 3,75
Constituição: 2 + 0,5 = 2,5

Ninjutsu: 2,25 + 0,5 = 2,75
Taijutsu: 1 + 0,25 = 1,25
Kenjutsu: 2,75 + 0,5 = 3,25
Genjutsu: 4,25 + 1 = 5,25
Selos: 2,5 + 0,5 = 3
Trabalho de Equipa: 1 + 0,5 = 1,5

Total: 5.25/7

Para quem actualizar:

Força: 1,25
Agilidade: 2,5
Controlo de Chakra: 4,75
Raciocínio: 3,75
Constituição: 2,5

Ninjutsu: 2,75
Taijutsu: 1,25
Kenjutsu: 3,25
Genjutsu: 5,25
Selos: 3
Trabalho de Equipa: 1,5

Comentarios: LOOOOL! :B Encontrar perigos e com voces, acho que nunca li nenhuma missao com tanto numero de batalhas, apenas acho que se as tivessem explorado mais, descrito mais e tal, conseguiriam chegar aos 7 pontos ^^ Nada de especial a apontar, boa missao, recompensa na totalidade. Alguma coisa mal avisem ^^
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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank D – Planta Rara   Sex 7 Maio 2010 - 14:41

Concordo Dri, se deixo o Hiro solto com o Annatar mais dos dias ele me volta pra casa em coma xd O coitado entrou até em boca de um bicho gigante e escamoso que nem ele próprio fazia ideia do que fosse xd
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Sennin

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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank D – Planta Rara   Sex 7 Maio 2010 - 22:16

Presumo que a recompensa seja completa xd
Actualizado!
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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank D – Planta Rara   Sab 8 Maio 2010 - 10:05

Ora a ideia era deixar-te decidir se seria uma cobra, uma salamandra ou algo do género, não sabia qual dos conceitos te seria mais apelativo durante a luta, por isso é que não descrevi mais a criatura.
Embora sim eu seja bastante problemático xd
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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank D – Planta Rara   

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Missão de Rank D – Planta Rara
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