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 [Kuroy Kumo] Tenshi Shikyo - Anjos da Morte

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Luffy

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MensagemAssunto: Re: [Kuroy Kumo] Tenshi Shikyo - Anjos da Morte   Seg Abr 19 2010, 20:51

Tsuchie – Vangrancy


“Metam as vossas hitayates com o símbolo na testa”, dizia Seyur virando-se para os colegas. “Isto é para serem reconhecidos e para evitar mais problemas.”
“Hai!”, responderam aqueles que tinham as fitas em outros locais que não a testa. Alguns movimentos de desatar seguidos por movimentos inversos na zona da cabeça. Agora todos os gennins usavam a hitayate na cabeça.
Correram para o portão grande de madeira incorporado nas muralhas que rodeavam a vila, felizmente ali haviam aliados.


[size=9]Para Música


Seyur que se encontrava na frente do grupo, avançou para os dois guardas sentinelas junto ao portão, os dois homens erguiam enormes lanças que para ver a lâmina o Chibi tinha de erguer o cabeça. Olhando para as hitayates os dois guardas cumprimentaram o grupo e abriram uma pequena porta que dava acesso à vila.
Vindas de trás do grupo duas kunais voaram para os pescoços dos guardas, infelizmente um teve morte no local o outro tinha sido alvejado num ponto menos crucial. Nagatsu que conhecia bem os dotes da colega ordenou-lhe:

“Miya, rápido trata dele.”, a rapariga ao ouvi-lo correu para o homem. “Não estava à espera que eles começassem tão sedo.”, disse Nagatsu virado para o restante grupo.
“Ao que parece, já chegaram.”, disse Juo.
“Vá entrem, entrem!”, ordenou Seyur. “Temos de falar com o resto dos aliados para se prepararem e espalharem-se pelo resto das muralhas.”
“Eu po…”, Nagatsu ia dizer que podia ser ele a avisar os restantes aliados mas Seyur antecipou-se.
“Mizu Bunshin no Jutsu.”, depois de alguns selos apareceram diante do grupo duas réplicas de Seyur. “Vão para o centro da vila e falem com os lideres e digam-lhes que chegaram aliados de Kumo e também que os anjos já começaram a invadir.”

Nisto começaram-se a ouvir gritos de guerra vindos dos bosques negros, eram os Anjos que acabavam de chegar. De vestes brancas alguns corpos corriam com katanas erguidas em direcção do portão, era um grupo mínimo mas mais ainda estariam a chegar. A equipa da Kuroy Kumo que agora se encontravam reunidos no topo da muralha combinavam pequenas estratégias para arrumarem com os bandidos. Acabaram-se as palavras e Nagatsu começou rapidissimo a fazer alguns selos parando no do pássaro. Olhou para um dos Anjos que ele percebeu ter caído no seu genjutsu, o bandido dava pequenos saltos para trás como se algo vindo de frente lhe estivesse a acertar.

Koero no Yamagoshi no Gen, bem sucedido.”, pensou o rapaz de cabelos brancos.

Logo a seguir a isso, Suiyan atirou uma kunai para o pescoço do Anjo que acabara de ficar preso no genjutsu. Mais uma baixa nos Anjos. Enquanto isso os outros membros da Kuroy faziam ninjutsus lá para baixo onde se encontravam ainda os Anjos a tentar abrir os portões. Por alguma razão eles não se preocupavam com a equipa de shinobis de Kumo, apenas queriam abrir o portão.
Seyur criava alguns clones assim como os restantes membros da organização, os clones atiravam-se lá para baixo para caírem sobre os anjos. Depois disseo o líder do esquadrão concentrou chakra entre o dedo indicador e o dedo do meio fazendo uma pequena esfera de raio, como se fosse uma arma futurística, as bolas de raio eram disparadas lá para baixo.
A rapariga do clã Yamanaka utilizou o Hyakkaryōran para que uma cortina de pétalas saísse das suas mangas acabando por choverem em cima dos anjos, isto para lhes tapar a visão, assim que uma cortina de pétalas se formou, Miya usou a sua marioneta Otanashii para lançar uma rajada de dez senbons sobre os anjos,
Juo usou parte da água que se encontrava num reservatório aberto para criar uma densidade de nevoeiro bem espesso para diminuir a visão dos anjos que tentavam arrombar o portão. Usou o Kirigakure no Jutsu e o nevoeiro formou-se lá em baixo, por estranho que parecêsse os Anjos continuavam a arrombar o portão sem darem a mínima importância à equipa.

Nujabes - Mystline


Que estranho”, pensava o líder do esquadrão de Kumo.
“CUIDAADOOOOOOOOOO!”, gritou Nagatsu depois de ter visto um brilho de uma kunai a atravessar a noite, corria em camera lenta para aquele que percebeu ser o alvo da Kunai. Esticou a mão para tentar apanhar o projéctil mas falhou. Nesse momento sangue espalhou-se pelo ar. A kunai que viera dos bosques penetrara o pescoço do líder e em camera lenta o jovem mas bom shinobi caía para trás.


____________________
Quem estaria no bosque??


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Kadmos

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MensagemAssunto: Re: [Kuroy Kumo] Tenshi Shikyo - Anjos da Morte   Dom Jun 06 2010, 13:32



— SEYUR!

Uns estavam ainda de boca aberta a olhar para o que acontecia, outros continuavam a tentar defender a vila. Para muitos dos que lá estavam de arma em punho, era apenas mais uma perda nas várias que já tinham acontecido desde que os Tenshi Shikyo tinham fugido da sua prisão. Mas para os quatro gennins de Kumo que lutavam ali, era o seu líder que caía inanimado no chão...
Talvez por ter sido o único a reparar no matreiro e escondido ataque, Nagatsu fora o primeiro a aproximar-se de um Seyur desmaiado e a jorrar sangue. Miya e Suiyan chegavam logo de seguida. Abandonavam os seus postos de combate para ajudar.

Nagatsu — Depressa! Faz alguma coisa! — Nagatsu estava já em pânico! Fazia força no pescoço do rapaz numa tentativa vã de parar a hemorragia. Suiyan olhava incrédulo para o estado do ferido.
Miya — Tira as mãos. — Miya tomou o controlo. As suas mãos ganhavam uma coloração verde antes de aplicar uma leve massagem na área da ferida do Chibi. — Preciso que me arranjes algo para fazer de ligaduras depressa!
Nagatsu — H-Hai! — O rapaz prontamente rasgou as calças e uma das suas mangas para ter pano suficiente e rasgou-o depois em pequenas fitas.

O sangue estancava a pouco a pouco. As ligaduras estavam prontas e à espera do seu devido uso, apenas Miya demorava a terminar o tratamento provisório. Não era nada que não se esperasse, afinal a rapariga não tinha conhecimentos médicos e era uma área delicada...

Miya — Pronto... — Declarou algo cansada. A aura verde das suas mãos desaparecia rapidamente. — Passa-me a primeira fita, temos que o manter quieto para não abrir a ferida enquanto se põe a ligadura. — Os dois colegas anuiram com a cabeça. — Nagatsu-kun, ajuda-me por favor.

Lentamente, as fitas eram postas de maneira a serem firmes o suficiente e não causar mais dor ao chibi. Este regressava a si num ritmo vagaroso. Quando abriu os olhos pela primeira vez, Suiyan saltara para a sua frente e lançara um Teppodama para dispersar alguns Anjos que se aproximavam. No final de porem a ligadura, Seyur estava já consciente na medida do possível, a sua face mostrava um leve sorriso, algo enigmático para os seus subordinados visto a situação.




Nagatsu — Depressa Suiyan, ajuda-me a levá-lo para o centro da vila. Lá poderemos arranjar-lhe ajud... — A ordem era firme e com dedicação, mas era parada pela mão do ferido que pousava sobre o ombro do agachado Nagatsu. Os três ficaram a olhar para Seyur enquanto levava a mão a um pequeno e resistente cordel que segurava o resto da sua capa da Kuroy, e após o desapertar, tirava de trás de sim o pano negro. Pousou-o sobre os joelhos do Habaki e após voltar a sorrir, tossiu mais algum sangue para o seu colete lilás. — Entendido! — Disse o Gennin, deixando o chibi desmaiar em paz. O rapaz levantou-se em seguida, criando dois clones ao seu lado. — Levem-no para a enfermaria o mais depressa possível. Tenham cuidado com a condição dele!

Os clones obedeceram e com a autorização de Miya pegaram gentilmente no rapaz e puseram-no às costas de um dos clones. Miya deu algumas instruções ao segundo e o que restou das ligaduras improvisadas, para o caso da viagem criar problemas. Só depois disso e de Miya verificar novamente como Seyur estava é que eles puderam partir.
Nesta altura, já Nagatsu tinha subido a um dos telhados mais altos da vila, usando-o como um posto estratégico para supervisionar a pequena batalha que decorria. Juo debatia-se, lado a lado com um dos outros shinobis enviados para ajudar, contra vários Anjos, usando a Shuriken Fuuma que Seyur lhe oferecera. Os populares reuniam-se em pequenos grupos de seis ou sete, sempre com um outro shinobi, evitando uma maior progressão dos Anjos com o uso de armadilhas e com as armas improvisadas que arranjavam nos seus celeiros e arrecadações. Tudo ali se transformava numa arma. Nagatsu chegou a ver algumas mulheres a lutar de pás em riste, dando pancada a todo o homem que vissem com uma cara desconhecida. Deu mais um rápido relance e só depois desceu para perto de Miya e Suiyan.

Nagatsu — Vamos organizar-nos. Teremos que nos dividir entre as outras entradas da vila, estarão quase a ser atacadas em força. — Os outros dois ficavam a ouvir para seu espanto aquele Nagatsu. Parecia-lhes diferente em algo... — O Juo ficará aqui, irei ajudá-lo após vos dar as vossas ordens.
Suiyan — Desculpa, mas quem é que disse que mandav... — A mão de Miya tapava a boca abafando o final da pergunta.
Nagatsu — Suiyan, tu irás para sul daqui. — Prosseguiu com a sua ordem, ignorando Suiyan. — Pressinto que poderá haver distúrbios para lá e não nos podemos concentrar apenas neste ponto de luta. Miya, não te queria mandar sozinha, mas terá que ser. A Este daqui será o próximo local onde os Anjos aparecerão. Foi já daquela direcção que os reforços mais recentes vieram e se ainda não chegaram é porque estão ainda no caminho para lá. Preciso que vás o mais depressa possível e prepares uma defesa sólida.
Miya — Hai Nagatsu-kun! Eu e Suiyan iremos para os nossos postos. — Miya desaparecia de seguida num rasto de pétalas arrastando consigo o seu colega de cabelos brancos. Nagatsu não demorou a imitá-los e com um shunshin atirou-se para o meio da batalha para falar com Juo e ao mesmo tempo ajudá-lo.





Pouco a pouco, Anjos começavam a mostrar-se detrás das grossas e escuras árvores do bosque. O sol estava já posto, ajudando-os a esconderem-se nas sombras de todo aquele mato. Examinaram a entrada Este para a vila, vendo apenas um portão de madeira fechado. Só depois de consentirem entre si é que decidiram avançar.
Um misto de urros e uivos foram soltos por aquelas bestas animalescas que corriam e saltavam no meio de pedras e lama. Infelizmente para eles, não sabiam no que se estavam a meter... Pouco demorou até a um dos fugitivos accionar a primeira de algumas bombas de fumo. Estas estavam espalhadas pelo chão, escondidas entre a lama provocada pelos jutsus suiton que Suiyan empregara momentos atrás.
Dois vultos apareciam, rebentando com dois barris de onde estavam escondidos e entravam pelo fumo adentro. Um mostrava uma enorme foice nas suas mãos, enquanto outro retirava de duas lâminas das suas mangas e com as armas iam ferindo, imobilizando os Anjos desnorteados. Alguns, por pura sorte ou talvez o instinto os ajudasse, desviavam-se e saíam do globo de fumo que lhes tirava a visão. Estes, que saíam do fumo, prosseguiam com mais cautela, procurando quem mais lhes poderia fazer frente. Avançaram poucos metros até verem uma pequena rapariga. Loira, de olhos azuis e pequena em qualquer uma das medidas, não despertou o interesse imediato dos matulões até eles verem a hitayate de Kumo suja num misto de lama e sangue. Instantaneamente, os homens atacaram a kunoichi de katanas em punho.

Anjo — Continuemos! — Gritou o Anjo que cortara a cabeça à rapariga. Para espanto dele, a cabeça e o corpo que deveriam estar caídos no chão a jorrar sangre, transformavam-se em fumo, envolvendo-os novamente numa nuvem e criando vários clones da rapariga!

Distraídos pelos clones e pelo fumo roxo, não viam o que acontecia fora da nuvem. Os dois vultos anteriores mostravam-se, também eles cobertos pela sua capa da Kuroy, levitavam alguns metros acima do chão. O mais alto extendeu as mãos e delas saíam pequenas quantidades de senbons de cada vez, enquanto que o mais baixo lançava um par de kunais invertidas que com umas correntes pegadas às kunais, feriam os Anjos e voltavam para o seu dono.
Minutos depois, o vulto mais baixo rodava a corrente do braço direito. Produziu uma pequena corrente de ar e afastou o fumo que ocupava o campo de batalha, apenas para mostrar vários Anjos caídos, manchados pelo seu sangue e pela lama...
Miya revelava-se do seu esconderijo, aparecia por detrás de um caixote produto do seu Sushii no Genjutsu. Examinou de leve os corpos enquanto voltava a colocar as suas marionetas no makimono onde as costumava selar e só depois se voltou para o portão. Não precisou que o abrissem, com o Kinobiri foi saltando entre vários objectos até chegar ao topo e de lá via a dezena de populares que a seguira para ajudar a proteger aquela entrada. Desceu e após entregar algumas cápsulas de luz a um rapaz, pediu-lhe que as mandasse para o céu caso mais Anjos aparecessem. Depois dele concordar, a rapariga desapareceu num shunshin...

MiyaJá te vou ajudar Suiyan!
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Hunter

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MensagemAssunto: Re: [Kuroy Kumo] Tenshi Shikyo - Anjos da Morte   Qui Jul 15 2010, 18:37

Os anjos continuavam a atacar, rodeando por completo, os três jovens de Kuroy Kumo que continuaram a lutar, com poucos reforços ao seu lado. Os três numa posição defensiva protegendo-se, contra-atacando depois os que lhe atacavam.
-Então… Qual é o plano senhor em comando? – Perguntou Juo a Nagatsu, Juo estava um impaciente e cansado.
-Estou a pensar…
Foi então que do fundo começaram-se a ouvir rugidos animalescos e das sombras começaram a aparecer diferentes tipos de animais, ursos montados pelos inimigos, lobos e cães todos marcados com o símbolo dos anjos da morte. Juo ao ver as enormes bestas começou a tremer de medo.
-Tive uma ideia – Nagatsu foi ter com os seus companheiros, segredando o plano aos dois.
Ambos concordaram com ele e saíram de uma posição defensiva, indo para diferentes sítios, com uma distância de 7 metros cada um.
Juo tirou as shurikens que o jovem líder lhe tinha dado, com as várias bombas luz. Começou a atirar as várias shuriken agarradas às bombas de luz, para diferentes pontos a norte, a sul, a este e a oeste. Atingindo vários homens em pontos cruciais e falhando algumas, estas que se perdiam na floresta ou atingiam homem em pontos não vitais. Alguns caíram no chão rapidamente, outros ficavam cada vez mais irritados com a dor. Juo ficou rapidamente sem shurikens e bombas de luz que Chibi lhe deu.
Nagatsu rapidamente, fez um selo para efectuar Sushii no Genjustu para ocultar as bombas de luz que estavam presas às shuriken.
Suiyan começou a fazer selos era a sua vez de ataque. Com o seu chakra começou a atirar pequenas bolas de água pela boca, que ganhavam velocidade até atingir os seus adversários. Sem pausas recomeçou a fazer mais selos, a partir da água da lama, criou sete clones cobertos de lama. Os clones concentraram-se em um único objectivo, eliminar o maior número de animais presentes no campo de batalha, aliados juntaram-se a ele.
Chegara a vez de Nagatsu, este falava com o máximo número de aliados disponíveis, incluindo com a rapariga que usara os clones de fumo, que os ajudara anteriormente.
Em cima do portão estava a jovem kunoichi da equipa de Kuroy Kumo, Miya, observava, preparava-se para entrar na luta. Um ninja com quem Nagatsu tinha falado apareceu num shunshin no Justu, dando-lhe as ordens que Nagatsu lhe disse.
-Compreendi. Podes dizer a Nagatsu-kun que eu vou tentar, se conseguir com que parte deles me obedeçam, eu içarei a bandeira com os cantos brancos, para que ele possa distinguir.
-Sim senhora.
Rapidamente Miya correu para dentro da vila, até a um homem que estava no controlo das tropas aliadas, um Jounin que estava ao pé da rádio. Falava com os seus superiores, pedindo por mais reforços, tanto ao Pais do trovão liderado pelo lorde feudal, como à vila de Kumogakure no Sato. Miya falou com ele, este que escutava-a, mas respondeu de volta.
-Então estás a dizer para evacuar a vila?
-Só aqueles que não estão aptos para o combate
-Estamos a perder, não me resta outra hipótese se não confiar no vosso plano… - Disse o Jounin nervoso.

***

Raikon e o Chibi estavam deitados em camas particulares na enfermaria, com muitos aliados que foram resgatados. Ambos estavam seguros naquele lugar, protegido por três aliados a Kuroy fora da sala à porta. A única pessoa dentro da sala para além dos jovens de Kuroy Kumo, era um médico que se aproximava ao pé dos doentes, observava o seu estado e passava os olhos pela ficha de cada homem, vacinando alguns. Aproximava-se dos dois de Kuroy Kumo, primeiro viu a ficha de Raiken, mas ignorou-o, seguiu então para Seyur, ao observar a ficha riu-se.
-Líder da Kuroy Kumo, deves ser um dos melhores em campo, bem então, vamos ver o teu estado. – o médico observava o a parte que ligava o pescoço ao ombro, onde o Seyur fora atingido, felizmente para a equipa, a ferida não era muito profunda – Bem, uma vacina deve acabar com tudo.
O médico retirou a sua vacina com um líquido transparente, estava prestes a injecta-la no pescoço de Seyur, mas algo prendeu-lhe o braço, impediu que avançasse com a execução.
-Mas que?! – Disse o médico a olhar para trás surpreendido.
Raiken agarrava o pulso, começando a torce-lo infringindo a dor no homem.
-Eu sou um médico, o que é que pensas que estás a fazer? – Perguntou e depois seguiu-se gritos de dor.
-Bem senhor médico – Ouviu-se a voz do líder do Kuroy Kumo, este que se levantou rapidamente e apontou uma kunai ao coração do médico - Porque é que utiliza sempre a mesma vacina em todos os doentes? Sempre o mesmo líquido? Bem o senhor “suposto” médico ignora as feridas dos doentes e dá vacinas naqueles que parecem comprometer a missão… Você não deram ao Raiken, mas ia dar a mim…
-Raios… - Raiken continuava a fazer pressão no pulso, infringindo mais dor ainda, impossibilitando que o homem se movesse.
Os guardas entraram dentro da sala após estes serem chamados, Seyur contou o que se passou e estes prenderam o médico levando-o para outra sala, para obter informações.

***

No campo de batalha, lá estavam os três de Kuroy, Suiyan tratava do seu trabalho facilmente oferecia dor aos ursos até estes não se conseguirem mexer mais, outros ninjas tratavam dos animais de uma maneira mais eficaz, o uso do fogo. O trabalho atribuído a Suiyan fora rapidamente terminado, estes animais podiam ser resistentes mas eram muito poucos. Suiyan pediu uma Kibaku Fuuda a um dos aliados, prendeu a uma shuriken e atirou-a para o céu, esta que pouco depois explodiu, era o sinal para avançarem com a segunda parte do plano. Suiyan retirou-se para a floresta escondendo-se, os seus aliados seguira-o.
Era a vez do Juo, este que gritou Kai, fez as várias bombas de luz explodirem, este que também ficou cego com o efeito delas, provocou uma forte dor nos seus olhos, parte da equipa. Ignorou a luz e usou o Henge para poder-se transformar numa pessoa com algumas semelhanças aos anjos, aspecto ruim, pele clara com a tatuagem no corpo de duas asas vermelhas. Alguns dos aliados não seguiram o plano e esses quando passou o efeito da luz foram massacrados rapidamente. Os anjos estavam confusos por haver poucos inimigos, mas esqueceram-se assim que viram a bandeira das duas asas a ser içada, estranhamente com um canto pintado de branco, enquanto as portas começaram a abrir.
Deu-se a loucura total, eles começaram a correr para dentro das muralhas, só uns e esses que eram nem mais nem menos os aliados, que abrandavam o paço ficando para trás até pararem. Os anjos estavam cada vez mais perto da muralha, até que algo começou a explodir no chão lesionando gravemente vários anjos. Várias Kibaku Fuuda apareceram no chão, cobrindo a lama pareciam ter sido camufladas por um genjustu.
-Se isto é a força de um anjo, então eu sou um deus – Disse Nagatsu, enquanto fazia o ultimo selo, gritando – KAI!
Deu-se várias explosões, os que não foram apanhados, ou ficaram ligeiramente feridos tentavam escapar para dentro da vila e outros para a floresta. Os que estavam em direcção à floresta ficaram subitamente cegados pelo fumo, Juo, Suiyan e aliados, mataram e feriram gravemente os anjos, que saiam do fumo, com dificuldades em respirar, cansados e com uma vista turva. Os que entravam na vila, eram mortos imediatamente pelos aliados sobreviventes.

Acabara a guerra
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