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E o ciclo da vida repete-se! As pacíficas vilas voltam a unir-se para combater um mal em comum. Vem conhecer o melhor e mais antigo role play de Naruto, totalmente em português.
 
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 Missão de Rank A - Guarda-costas do Mizukage

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Sennin

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MensagemAssunto: Missão de Rank A - Guarda-costas do Mizukage   Qua 30 Dez 2009 - 2:08

Descrição: O Mizukage irá dirigir-se a um País Vizinho para tratar de assuntos economicos com os restantes Kages. O problema é que para lá chegar irá passar por um país que está em guerra civil. Apesar de não parecer nada de alarmante poderão haver ataques de Ninjas ao Mizukage pelo caminho. A vossa missão é acompanhar o Mizukage Okashii a esse País, e traze-lo de volta a Kiri

Recompensa: 2400 ryo + 2 scrolls + 1 ponto de cumprimento
Número de Ninjas: 2/4 Jounnins ou Chunnins acompanhados com um Jounnin

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Tio Tsu

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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank A - Guarda-costas do Mizukage   Dom 16 Set 2012 - 17:19

Inscrevo-me, venham comigo Chunnin`s, AGORA!
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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank A - Guarda-costas do Mizukage   Dom 16 Set 2012 - 22:32

Inscrevo-me, só preciso da avaliação do Suaz para estar totalmente livre xd
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Tio Tsu

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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank A - Guarda-costas do Mizukage   Seg 17 Set 2012 - 18:04

Pelo que vejo ninguém está interessado

Ordem de Postagem:

1º- Éve
2º- Tsutao

Let`s go Éve ^^
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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank A - Guarda-costas do Mizukage   Seg 17 Set 2012 - 23:09

Okashii estava sentado serenamente em sua sala, a olhar uma fina garoa que caía sobre a vila. Sua observação era interrompida por um bater à porta, de um jounin subordinado a anunciar-lhe uma visita feminina. Dispensou o shinobi que veio avisar-lhe, dando ordem de entrada à kunoichi que aguardava pacientemente ali perto. Tora entrava, saudando respeitosamente o Kage à sua frente:
- Então cá estás novamente, pequena... Oh, agora és chuunin, meus parabéns.
- Hai. – respondia objetivamente, um pouco chateada pelo “pequena”.
- Bem, estou contente de vires cá mais uma vez. Sempre é bom contar com um membro do clã Nara – prosseguia Okashii. – Por favor, sente-se. O teu acompanhante já deve de estar chegando, espe...
A fala do mizukage era cortada pelo abrir repentino da porta de seu gabinete, revelando Katsu. O Imagawa entrava na sala, enquanto Okashii sorria. O recém-chegado perguntava-lhe em tom informal o que ele desejava, enquanto o homem apoiava seus cotovelos em cima da mesinha, pousando a cabeça nas mãos unidas:
- Muito bem, eu preciso ir a uma reunião num país aqui perto, mas antes tenho de atravessar outro, que está sofrendo uma guerra civil. É provável que soframos algum ataque, visto que espalharam rumores locais, de que Kiri seria responsável por isto. Portanto, conto com vocês para auxiliar a minha segurança. – completava calmamente o Kage.
- Tsc, quem será maluco o bastante para encarar meu poderoso futton? – Katsu dizia, sarcástico. – E ei, garotinha, lembro-me de ti, estavas a paquerar-me naquela missão em Suna, certo? Espero que fiques mais atenta desta vez. – troçava o jounin, ao reconhecer Tora.
- Tsc, não estava a paquerar-te, apenas queria lembrar-me de onde conheço-te. Mas bem, não adianta, realmente não consigo lembrar. E não me chame de garotinha! – dizia, adquirindo um leve tom avermelhado.
- Iremos partir em breve, portanto arrumem-se. Katsu e Tora, encontrem-me em meia hora nos portões, preciso finalizar uma coisas por aqui. Aproveitem para irem falando de suas habilidades um ao outro. Dispensados!
A Nara saía do gabinete, sendo acompanhada pouco depois pelo Imagawa. Andavam silenciosamente, Katsu com as mãos no bolso, Tora roendo a unha de um polegar. Ambos saíam do edifício, e o jounin tomou a direção dos portões, sendo seguido pela konohanin. Um misto de medo e adrenalina dominava o coração da garota de cabelos azuis, era sua primeira missão rank A. Proteger um Kage, seria mesmo capaz disto? Lembrava-se subitamente do Raikage Denkou, trazendo à tona as memórias dolorosas que há muito descansavam. Katsu olhava de soslaio para a kunoichi, notando-lhe a tensão. Pôs uma mão em seu ombro, assustando-lhe ligeiramente:
- Não se preocupe, faremos um bom trabalho em equipa, certo?
- Ha... Hai.
- Como é mesmo seu nome?
- Tora. Nara Tora, chuunin de Konoha.
- Chuunin? Ora que surpresa, lembro de seres uma gennin. Cresceste rápido...
Ela olhava furiosa para o jounin, que sinceramente não entendia o que falara que pudesse irritar-lhe. Chegaram em pouco tempo aos portões, onde esperavam pelo mizukage. Tora perguntava-lhe sobre suas habilidades, depois de falar as suas. O Imagawa não acreditava muito sobre ela conseguir enxergar no escuro, e parecia não ouvir quando este falou-lhe sua opinião sobre o Yoru no eria:
- Estás bem aérea hoje, hein? Logo nossa missão começa, melhor focar-te – o moreno dizia-lhe.
- Ah, gomen. Não irá mais acontecer.
Conversaram mais um pouco, sobre os mais variados assuntos. Dali a mais uns minutos, Okashii aparecia, indicando o início daquela missão. Tora suspirava fundo, arrumando e conferindo todo seu equipamento. Tudo encontrava-se em seu devido sítio, mas ainda assim não conseguia ficar tranqüila. Em seu íntimo, o jounin perguntava-se por que Okashii colocava uma chuunin inexperiente numa missão rank A, esperando que não transcorressem quaisquer problemas. Perguntou diretamente ao mizukage o porquê daquilo, enquanto este limitava-se a sorrir e chamava a atenção da Nara, para finalmente partirem.


Spoiler:
 
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Tio Tsu

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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank A - Guarda-costas do Mizukage   Ter 18 Set 2012 - 19:07

A névoa alastrava-se a uma velocidade frenética, o que só dava o ar de que os três ninjas não se afastavam de Kirigakure mas, com um pouco de azar à mistura, andavam perdidos, em infinitos círculos devido á nula visibilidade que não os permitia ver por onde andavam. Movida pela curiosidade, a Konohanin trocava, ocasionalmente, questões com o Mizukage, preocupada pela orientação da sua equipa. Este, contudo, assegurava sempre que sabia o caminho, que esta névoa lhe dizia os passos que devia de dar e direções a seguir. Tora, estupefacta pela resposta, olhava para o lado mas Katsu nada lhe dizia, limitando-se a rir-se do seu amigo de curta data, soltando umas palavras de troça para ele, que lhe respondia no mesmo tom de diversão. A Nara já havia visto antes esta informalidade partilhada pelos dois, mas nunca pensara que chegara a este nível, a esta… amizade tão estranha. Preferia não pensar nisso, Kirigakure era diferente de Konoha, então os costumes tinham as suas diferenças também, era esta a teoria que preferiu inventar para justificar aqueles atos.
-Okashii…sama… - Gaguejou a pequena Chunnin, não habituada a tratar outro Kage por “-sama” a não ser o seu próprio. O líder da névoa não respondeu ao chamado, optando olhar de soslaio para a sua acompanhante, esperando pacientemente pelas próximas palavras – Porque o senhor preferiu ser escoltado por nós em vez de um grupo de ANBU?
-Minha pequena… - Começou o homem escolhendo moderadamente as seguintes palavras apesar de já a ter deixado tenuemente nervosa – É a própria ANBU que está a tratar deste problema da guerra civil, e preferi deixar a restante na vila de Kiri como defesa, caso algo não corra como o planeado. Para além disso trago um dos melhores Jounin`s que podias arranjar em Kiri! – Gargalhou o líder virando o seu tom de voz, claramente, para o Imagawa que não ligava nenhuma para o que os outros dois vinham a conversar.
Tora calou-se olhando para o seu parceiro curiosa. À primeira vista não via nada que o diferenciasse dos outros Jounin`s de Kiri, uma boa aparência, a bandana da névoa e provavelmente também partilhava a mesma atitude sanguinária dos seus companheiros de vila, tais atitudes que escreveram a história da vila ao longo dos séculos. Preferia a paz logo nunca se sentia muito confortável a visitar vilas como a da névoa, devido, sobretudo, ao seu passado tão famoso e negro…
-Parem! – Vociferou o Mizukage, parando subitamente sobre uma pequena porção de relva, estendendo então o braço e obrigando aos seus parceiros a também cessarem a veloz corrida – Vocês estão bem, bons cidadãos?
A Nara sentia agora algumas pessoas, plebeias pelo que se podia ver com as roupas e manchas negras ao longo do corpo, a saírem do meio de algumas árvores a cambalear e com alguns ferimentos ao longo do corpo. Umas nem estavam assim tão feridas, com ocasionais cortes superficiais na cara, outras, principalmente as crianças, estavam em perfeita condição, sendo protegidas pelos adultos.
-É-é o Mizukage-sama! – Gaguejou um velhote que cambaleou até perto do grupo, atirando-se para o solo e beijando os pés do líder da névoa, este que se afastava com algumas gargalhadas nervosas, não gostando daquele ato de submissão extrema misturada com desespero – Por favor Kage-sama, ajude-nos, por favor!
Okashii, antes de falar, desviava um olhar nervoso para Katsu, este que coçava no seu cabelo e olhava despreocupado para o horizonte, nada em especial obviamente. Desviou então o olhar para Tora e esta devolvia-lho preocupado pelas pessoas e pelas suas más condições.
-O que se passou minha boa gente? – Perguntou o poderoso homem mostrando o melhor do seu charme e boa eloquência encantando de imediato os olhares desgraçados daquelas pessoas – Estamos aqui para ajudar.
-E a missão Okashii? – Perguntou Katsu de rompante mostrando um certo desagrado por não se tentarem esforçar ao máximo para acabar aquela missão, como tanto ele gostava de fazer.
-Katsu tenho que me preocupar com o meu bom povo, não achas? – Questionou-se o grande homem olhando mais uma vez para as suas pessoas, ainda mais encantadas pelo grande líder que possuíam – O vosso problema?
-São eles meu bom senhor! – Exclamou o velho apresentando uma fraca voz esganiçada abraçando uma idosa ao seu lado, obviamente sua mulher, tremendo de medo com ela – Eles atacaram as nossas terras e mataram a nossa gente, dizem que foi uma ordem sua mas muito de nós não acreditaram. Pensaram então que eramos traidores, que nos aliamos ao senhor e tentávamos mata-los e então fomos atacados. Fugimos e fugimos até construirmos um pequeno acampamento perto daquelas árvores! – Explicava o homem silenciando os murmúrios de ajuda da sua mulher, acolhendo-a mais apertadamente contra os seus braços.
-Voltem para onde estavam, eu pessoalmente irei cuidar deste problema! – Exclamou Okashii empurrando os idosos, e o resto dos adultos e crianças, para trás obrigando-os a voltarem para o seu acampamento. Mostrava-lhes um sorriso confiante que depressa desmoronava para um semblante mais triste e abatido, virado mais uma vez para Katsu – Um novo objetivo inesperado não é?
-Fizeste bem – Elogiou o Imagawa pousando pesadamente a sua mão sobre o ombro do seu amigo, olhando de soslaio para trás vendo, no horizonte, uma coluna de fumo a erguer-se anunciando à distância do incêndio que a originava – Vamos para ali então?
O Mizukage acenou positivamente com a cabeça iniciando de imediato a sua corrida na direção da coluna sendo logo seguido por Katsu e Tora, que até então se mantivera na observação, partindo de imediato para a coluna. O Sol, lá no fundo, aproximava-se das costas de uma coluna e as cores azuis do céu começavam a dispersar para tonalidades mais escuras. A noite aproximava-se e entrar no meio de uma guerra civil às escuras não era o desejo deles, até para Tora que se sentia mais confortável na escuridão.
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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank A - Guarda-costas do Mizukage   Qui 20 Set 2012 - 1:52

Após alguns minutos de corrida, os três chegavam ao local. O cheiro de fumaça era bastante forte, e o incêndio em si já começava a perder força. Tora via corpos espalhados pelo chão, Katsu e Okashii desviavam-se deles com a maior facilidade. Respirando fundo, a chuunin tentava também ignorá-los, enquanto vasculhavam o tal acampamento. Um quarto de hora havia decorrido, e nada mais que morte e destruição eles conseguiam encontrar:
- Quem quer que seja responsável por isto, já foi-se – Katsu dizia, olhando ao redor.
- Certamente irão atrás daquele povo que encontramos. Não seria melhor voltarmos para onde eles estão? Gomen, sei que a nossa missão não é esta, mas...
- Exato, vossa missão não é proteger aquelas pessoas, mas é claro que diante disto não ficarei de braços cruzados. Além do mais, envolveram meu nome neste ataque e já está noite a bem dizer.
A kunoichi e o shinobi que acompanhavam o kage concordavam com um balançar de cabeça. Já fazia-se noite, o que não era problema algum para a Nara. Esta parava subitamente, ao notar a luz da lua refletir em algo mais ao longe. O jounin e o mizukage dali não podiam discernir o que era, mas utilizando o shunshin, a garota aproximava-se e voltava para junto deles rapidamente, com uma bandana em mãos. A noite não era totalmente escura, graças ao brilho da lua cheia. Okashii rapidamente notava o símbolo de Kiri nela, com dois riscos que pareciam ter sido feitos com muito ódio:
- Entendo. Algum nukenin oriundo de Kiri está envolvido com esta guerra civil, e aproveitando-se de tal situação, quer que as pessoas acreditem que eu seja responsável por isto. Um possível ataque à vila daqui a um tempo? – perguntava-se o líder da Névoa.
- Precisamente. É claro que há grandes chances disso ser apenas a ponta de um iceberg. – a chuunin completava.
- Espero que cheguemos a tempo – Katsu finalmente pronunciava-se, olhando para o céu.
Reiniciaram a corrida, encontrando um acampamento improvisado após alguns minutos. O local parecia calmo, uma fogueira iluminava parcamente o que parecia ser o centro. Haviam quatro pessoas sentadas e levemente curvadas para a frente em volta dela, e todo o resto estava na mais profunda quietude. Katsu estranhava o ambiente, e invocava sua Giri. Okashii e Tora notavam a postura ofensiva, mas decidiam seguir caminho até aquelas pessoas. Chegando mais próximos, podiam ver sangue escorrendo, e pousando sua mão direita sobre um ombro, o mizukage notava que ele estava morto, quando o corpo desabava.
Um homem saía de uma das barracas, batendo palmas lentamente. O Imagawa já posicionava-se à frente do kage com seu imponente tridente, enquanto a pequena Nara sacava seu tessen e posicionava-se ofensivamente na retaguarda. O homem aproximava-se lentamente, embora mantivesse ainda uma distância razoável. Encarava o líder da Névoa com um sorriso maníaco:
- Okashii-sama, há quanto tempo! Perdoe-me pela sangrenta recepção, mas não tive alternativas, estes inúteis são bastante irritantes. Okashii-sama irá nos proteger, Okashii-sama não deixar-te-á impune, Okashii-sama virá salvar-nos... Ops, não tiveste tempo hábil? Que pena... Mas quem sabe podes salvar umas criancinhas. – dizia.
O estranho dava um longo assobio,e pouco depois saía de uma barraca um homem com uma garotinha com não mais que cinco anos, apontando uma kunai ao seu pescoço. A criança chorava desesperadamente, agarrada a um pequeno ursinho de pelúcia. O homem ria-se como um verdadeiro louco, enquanto Okashii e seus acompanhantes pensavam em algo para salvar a garota. O mizukage pedia calma, e num impulso, a Nara aproveitava-se de uma distração e utilizava seu shunshin, aparecendo perto da garota. Colocava seu tessen ainda fechado entre a menina e o homem que segurava-a, que com o susto, acabou por largá-la.
Irritado, o oponente tentava cortá-la com a kunai, mas o enorme leque defendia-a. Acabaram travando uma pequena guerra de forças, e percebendo que perderia, a kunoichi de olhos verdes largava seu tessen, fazendo o adversário cair e enterrando uma kunai.
O nukenin, estupefato, chamava mais homens. Okashii e Katsu olhavam-na surpresos, e ao mesmo tempo, preocupados. Comunicando-se apenas com o olhar, partiam também para o ataque. O Imagawa aproximava-se da kunoichi e da criança com um shunshin, e concentrava seu chakra suiton no tridente, atirando jatos de água nos inimigos que estavam mais próximos, enquanto a konohanin recuperava seu leque. Já o mizukage atacava aquele que parecia ser o líder, que inexplicavelmente não oferecia resistência. Com um sorriso no rosto, perguntava se o Kage lembrava-se dele, desaparecendo numa cortina de fumo:
- Kage Bunshin?! Mas que... – Okashii visivelmente não entendia o que se passava.
Gritos eram ouvidos de dentro de duas barracas, mulheres e crianças ao que podiam perceber. Ao sinal do Imagawa, a garotinha escondia-se enquanto Tora invadia uma e Katsu outra, surpreendendo os ninjas que ali estavam. A Nara surpreendia um rapaz que puxava os cabelos de uma adolescente, arremessando duas shurikens para assustá-lo. Este acabava por soltar a garota, mas vendo que tinha uma kunoichi ali, decidiu tentar atacá-la com uma kunai.
Tora gostaria muito de utilizar seu Daikamaitachi, mas acabaria por ferir os inocentes. Esperou pelo taijutsu inimigo para conduzi-lo para longe dos sobreviventes, mas ela não esperava que a força de seu oponente fosse tão brutal, sendo projetada por alguns metros depois de cruzar seus braços para absorver o impacto de um chute. Levantou-se com um sorriso, notando que o terreno onde encontrava-se estava repleto de pedras: concentrando seu chakra doton, ela envolvia-o nelas, levitando-as a altura do pescoço. O rapaz que havia atacado-lhe encontrava-se perto, já que desejava matá-la. Ao perceber o que ela tinha em mente, tentou recuar, mas era tarde; Tora lançava as pedras de variados tamanhos sem piedade no adversário, deixando-o com vários hematomas. Antes que tivesse alguma reação, a kunoichi espetou-lhe uma kunai num calcanhar, retirando-a em seguida e espetando-a no outro. Retirava uma segunda vez, com o sangue ainda a pingar, e apontava para o pescoço do rapaz:
- Gomen, não sou tão sutil e complacente quanto uma amiga minha. Dize quem está por detrás desta guerra civil! – ordenava, assustando-se com sua própria ação.
Na outra barraca, Katsu surpreendia dois rapazes com aparentes quatorze anos. Concentrava chakra na sua Giri, ordenando que os garotos libertassem as pessoas que ali estavam, mas eles negavam, rindo sarcasticamente. Ao notar que algo poderia sair daquele tridente, um dos garotos atacava com algumas rajadas de vento, enquanto o outro fazia alguns selos já conhecidos do jounin:
- Tsc, ataques em combo? – perguntava-se, enquanto desviava-se do ataque.
O abrigo começava a pegar fogo, e antes que as chamas alastrassem-se, o kirinin usava o chakra suiton que havia concentrado no enorme tridente, saindo de seus chifres alguns jatos de água, fortes o suficiente para eliminar o pequeno incêndio. Os reféns (que não eram muitos) aproveitaram a distração da dupla de nukenins para saírem dali. Os garotos iam atrás deles, porém foram impedidos pelo jounin. Como estavam em campo aberto, eles aproveitavam-se para lançar jutsus mais ofensivos; porém, Katsu criava um nevoeiro pouco denso que precipitava um pouco de chuva, e os rapazes não conseguiam realizar quaisquer jutsus que conseguissem pensar. Enquanto estavam nessa pequena confusão, o Imagawa concentrava seu chakra e lançava-o no fluxo de cada oponente, prendendo-os no Genjutsu Shibari.
Okashii derrotava facilmente alguns dos homens que tinham sido atingidos pelos primeiros jatos de água provenientes da Giri. Finalmente, o acampamento parecia livre de inimigos, embora o cenário estivesse um caos total. Todos os homens adultos haviam sido mortos, escapando apenas algumas mulheres e crianças. Todos choravam muito pelos ataques que haviam sido vitimados, a Nara fazia um esforço sobre-humano para não chorar. O mizukage finalmente juntava-se aos seus guardas-costa, sensibilizado pelo que acontecia:
- É realmente uma pena que isto tenha acontecido. O tal líder era um Kage Bunshin... – Okashii dizia casualmente.
- Nani?! – a Nara assustava-se. – Então... Temos grandes chances de o verdadeiro estar vindo até aqui?
- É provável, afinal deve ter instalado zilhões de armadilhas neste perímetro. Tsc, vou matar o ANBU traidor! – o mizukage finalmente demosntrava alguma emoção, ao deixar transparecer sua fúria num galho ali perto.
- Se ficarmos, ele ataca-nos com um provável exército, afinal o senhor é o mizukage; se corrermos, temos armadilhas pelos caminhos, provavelmente invisíveis à noite. Mas... E para quem enxerga perfeitamente na escuridão?
- Estás a falar sério, garota? – Katsu pronunciava-se, lembrando de sua conversa mais cedo com a konohanin.
- Mas é claro. – respondia ela, sorrindo.
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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank A - Guarda-costas do Mizukage   Dom 23 Set 2012 - 4:09

O Imagawa, antes de qualquer ação por parte da equipa, abaixa-se e fita os seus companheiros até estes se aperceberem que também se deviam abaixar. No calor do momento, o Jounnin agarrou um pau, encontrado perdido no meio da confusão, e arrastou pela terra, ligeiramente húmida, apercebendo-se que era perfeita para o desenho.
-Aqui é onde nós estamos! – Anunciou fazendo um quadrado na suposta “área” onde eles se situavam, desenhando três cruzes dentro dessa forma, simbolizando a equipa – O objetivo será revistar toda a aldeia até encontrarmos o líder e aí derrotamo-lo… - Agora o Kirinin desenhava traços a partir das cruzes que, supostamente, se ligavam aos diferentes locais da aldeia – Não acho seguro nos separarmos. É de noite e, por muito que eu e tu tenhamos os sentidos apurados, precisamos dos olhos da Tora…
-Sempre os podíamos retirar e colocar em nós, tu sabes, tu com um e eu com outro – Gargalhava o Mizukage soltando um sorriso, de alívio, por parte de Katsu que estranhava o facto do seu amigo ainda não se ter rido. Tora, ao lado, olhava-os assustada e sem saber o que dizer – Tem calma Tora-san, ahaha.
A rapariga não se acalmava dando a entender pelo seu semblante que não gostara daquela piada levando ao Mizukage a parar-se de rir e, numa atitude inédita por parte de um líder, se sentir desconfortável que a situação que ele próprio havia criado.
-A aldeia está a arder portanto vou usar um Jutsu Suiton que tenho, ótimo para apagar todo este incêndio e ainda desarmar grande parte das armadilhas detetadas aqui pela nossa amiga Nara! – Delineava Katsu vendo a sua companheira de Konoha a abrir a boca, preparada para também argumentar – Mas…. – Interrompia o Jounnin já sabendo o que ela iria dizer - …a aldeia ainda pode ter habitantes e a minha técnica não vai perdoar ninguém. Na realidade, prevejo que esta destrua, praticamente, todas as casas…
-Não te preocupes! – Interrompeu agora o Kage coçando no seu queixo enquanto analisava a situação proposta pelo seu Shinobi – Ou é o teu tsunami ou as armadilhas ou a nossa luta que irão destruir a aldeia. Fico mais feliz que o que a vai destruir pelo menos seja algo para a salvar!
-Está decidido então! – Vociferou o Jounnin levantando-se, seguido pelos seus companheiros, e olhando em frente com o peito cheio de convicção e o olhar recheado de ansiedade – Eu fico aqui, para atrasar aqueles lá atrás – Indicou o portador da Giri, invocando a mesma e apontando com o polegar para trás, olhando depois para Tora – Também os sentistes? – A Chunnin acenou afirmativamente com a cabeça soltando um sorriso do Imagawa e outro mais confiante de Okashii – Vocês vão, salvem-se das armadilhas e resgatem os habitantes. Quando estiverem prontos deem o sinal que eu inundo isto!
Tora e Okashii não se despediram, preferiram não fazê-lo após o plano rápido que Katsu havia feito e como este estava cheio de convicção para realizar o que havia delineado. Na verdade, era tão simples que realmente poderia funcionar! Assim sendo, sem troca de palavras, Tora e Okashii viravam costas e partiam para o centro da aldeia. A Nara adiantava-se, ativando a sua KG para assim poder ver as armadilhas colocadas no solo deixando o Mizukage a seguir sempre os seus passos, totalmente dependente dela.
Por seu lado, Katsu também não olhava para eles a partirem-se, focando-se para o meio do bosque onde uma pequena multidão de guerreiros se aproximavam, nem todos eles ninjas devido à ausência de chakra.
-Venham! – Gritou o Jounnin rodopiando o seu tridente à volta do corpo de forma muito hábil, tornando aqueles movimentos naturais ao olhar dos espetadores – Enfrentem a “mini-besta” de Kiri e vão entender porque é que EU sou o dono do caos da névoa!
Os guerreiros cessavam o avanço e olhavam para Katsu sem entender o que este havia dito. O homem entendia mas também não iria explicar, limitando-se a concentrar chakra e a prende-los a todos no seu Genjutsu Shibari. A fila dianteira da multidão encontrava-se totalmente presa na ilusão e notava-se pelos seus grunhidos de esforço e tentativas desesperadas de mexer os membros, que se tentavam soltar e não saberem que estavam num Genjutsu. O Imagawa, uma sombra ao luar, surgia num Sunshin no centro destes, aniquilando-os facilmente com movimentos rápidos e ágeis com o seu tridente deixando poças de sangue abaterem-se sobre a terra húmida e levando o seu tridente em frente, observando já a segunda fileira de homens a avançar sem medo.
-Kirigakure é mesmo feita de coragem e de sangue… - Murmurava para si o Jounnin dando um passo atrás e recuando os três chifres da sua arma ao observar como dois homens saltavam e disparavam dois fluxos de água na direção dele.
O primeiro fluxo era esquivado com um salto para o lado enquanto o segundo era facilmente nulificado ao ser “cortado” ao meio com os chifres da Giri. Os homens, que seguiriam o ataque com Raiton, nada fizeram ao ver a rápida estratégia que eles fizeram a ser arruinada. Katsu, só impressionado com a coragem e não com a força, avançou aglomerando chakra na sua mão até formar uma pequena esfera de fogo, esta que emitia uma aura avermelhada em seu torno e, por breves momentos, proporcionava calor ao corpo do seu dono.
-Katon: Hinotama! – Vociferou o Shinobi arremessando a recém-criada esfera para a frente da segunda fileira.
O resultado era o esperado, a esfera explodia incinerando todos os homens daquela fila até eles caírem sobre o chão molhado com os corpos estorricados, outros com graves queimaduras e inconscientes. O Imagawa não se lamentava daquela perda para Kiri, a partir do momento que se rebelaram contra o seu Kage que o destino lhes havia traçado isto. Não poderia vacilar, pensava nisso enquanto apontava os três chifres da Giri em frente ao ver mais homens a surgir. Precisava de aguentar as forças inimigas, Tora e Okashii precisavam de tempo e ele dar-lhos-ia!
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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank A - Guarda-costas do Mizukage   Qui 27 Set 2012 - 1:29

A Giri cortou o ar, levando consigo algum sangue e obrigando o corpo cortado a dar um passo à retaguarda. O homem, de dentes cerrados para melhor aguentar a dor, não recuava perante o semblante decidido de Katsu, avançando na tentativa desesperada de magoa-lo com o seu machado rústico. O Imagawa sorria, rodopiando para o lado, esquivando assim o fútil ataque, ao mesmo tempo que batia com força nas costas dele com a ponta do bastão do seu tridente, arremessando o homem contra o solo de imediato. Preparou-se para induzi-lo num Genjutsu, mas distraíra-se ao ponto de permitir um segundo inimigo a perfurar-lhe superficialmente o flanco direito. A ponta da sua lança a perfurar a carne do Jounnin levara-o a soltar um grunhido de dor, sacudindo o seu tridente, atingindo com os chifres em plena barriga do oponente e arremessando-lhe o corpo, já morto pelo impacto, para longe de si. Virou-se então para a frente, dando de caras com homem que arremessara ao chão, que agora sorria para si e tentava atingir com o seu machado na perna de Katsu, este que evitava a colisão ao intersetar velozmente com os chifres da sua arma, bloqueando o ataque.
O homem fazia força com o machado e o Imagawa já podia ver de soslaio que mais inimigos se aproximavam à retaguarda. Num rápido movimento, este focou chakra ao longo do seu tridente e, num movimento bruto e cheio de aberturas, desenhou um corte vertical em pleno ar que apenas varrera o ar. O truque, contudo escondia-se no rasto de chamas que seguiam os três chifres e que soltavam queimaduras para o corpo do usuário do machado, que deixava cair a sua arma e agora se lamentava pelas indescritíveis dores na face. O Jounnin virou-se então para trás, dando de cara com mais quatro que o viriam enfrentar vendo, à sua direita, mais três a tentarem passar por ele e correrem para a pequena batalha mais à frente onde Tora e Okashii se situavam.
-Intimido os da frente… - Delineava Katsu com um pequeno e espontâneo plano na sua mente.
Reconcentrou mais do seu chakra Katon no Giri, varrendo o ar à sua frente à medida que soltava algumas labaredas pelas pontas dos chifres. Os seus oponentes simplesmente afastaram-se de medo, dando-lhe a liberdade de virar-se para a direita e arremessar o seu tridente. A arma esvoaçou pelo ar, espetando-se com sucesso no solo à frente dos três homens que tentavam passar, apanhando-os despercebidos e pondo-os a olhar para Katsu estupefactos, este que lhes devolvia os olhares com um Shikumi no Jutsu bom o suficiente para os paralisar.
-M…m… MONSTRO! – Gritou um no meio do grupo que tentava distrair o Kirinin, avançando em sua direção na vã tentativa de atingi-lo com a sua katana, obrigando a todos os seus outros companheiros, após alguma hesitação, a segui-lo.
O primeiro, o que chamara de “monstro” a Katsu, era facilmente levado ao solo com um potente gancho no seu pescoço. O seu corpo tombava em conjunto com a espada, desmoralizando logo os homens que o seguiam, mas não os impedindo de atacar o Imagawa. Uma seta varre o ar e este limitou-se a dar um pulo para a esquerda, acompanhando o movimento com um pontapé nas virilhas e outro no queixo arremessando o segundo oponente para longe. Um machado voou mas o ninja agachou-se a tempo e com o caminho suficiente para aplicar uma rasteira seguida por uma pisadela na cara, forte para que o alvo desmaiasse. Outra espada apareceu no horizonte e o Imagawa viu-se obrigado a esticar o seu corpo ao máximo para um dos lados, tendo alguns dos seus longos cabelos cortados, numa manobra de esquiva muito apertada devido à quantidade de ataques seguidos. Desta vez não conseguiu contra-atacar o que por si só já era preocupante, levando-o a dar alguns saltos à retaguarda para analisar a situação à sua frente.
-Vou agarrar na Giri e recuar um pouco, é impossível lutar com tantos… - Raciocinou o Jounnin vendo a fileira de guerreiros, agora mais confiantes por conseguirem pressionar o seu adversário, a avançarem a passo cuidado – Katon: Dai Endan! – Vociferou o Kirinin após um breve foco de chakra para assim cuspir um fluxo de chamas que obrigava os homens atrás da fileira a surgirem à frente com os seus pesados escudos a repelir as chamas. Katsu nunca pensara que eles fariam isto mas o Ninjutsu era o suficiente para recolher o seu tridente, agarrar no colarinho de um dos homens ainda afetados pelo Genjutsu de à pouco, e recuar no terreno deixando assim o inimigo persegui-lo…

-Kuchyose no Jutsu – Fukuro! – Gritou Tora depois de morder o seu polegar até que vertesse algum sangue, passasse pela palma da mão e concentrasse a dose de chakra certa para bater com essa mesma palma sobre o solo e esperar pelos caracteres certos. Após estes, surgia uma nuvem de fumo promissora que, para quem conhecesse a técnica, se esperava alguma invocação.
-Fukuro… Corujas, interessante – Murmurava Okashii coçando o queixou com uma das mãos ao visualizar duas corujas num voo raso à frente da Nara esperando por algum tipo de ordens, ignorando por completo o olhar avaliador do Mizukage.
-Tsumetai, Netsu, preciso que me oiçam com atenção! – Exclamava a Chunnin cheia de convicção conseguindo prender a atenção das suas invocações – Preciso que vigiem o céu à nossa volta para que assim nos avisem da aproximação de algum inimigo, como estarei ocupada à procura de alguma armadilha no solo não consigo estar também atenta ao meu arredor, por favor, ajudem-me!
As corujas entreolharam-se, concordando de seguida com um acenar afirmativo com a cabeça. Sem perderem tempo, levantaram voo a grande velocidade começando a desenhar círculos no céu, vigilantes a tudo o que se passaria à volta deles. Tora, por seu lado, ativava a sua KG mantendo o Kage atrás de si, avançando então no terreno.
-Vejo uma pequena mina a três passos do seu pé direito Okashii-sama! – Avisou a Kunoichi prontamente, mesmo a tempo para que Okashii cessasse o seu passo e apertasse os olhos numa estúpida tentativa de visualizar a mina. Com todos em segurança a Konohanin prosseguiu caminho.
A estrada minada estava bem carregada destas pequenas armadilhas obrigando aos dois a saltos calculados ao milímetro com algumas trocas de passo, por vezes, com mudanças de sentido devido à aglomeração de minas em certas zonas. Toda a aldeia devia de estar armadilhada e, caso os oponentes precisem de uma distração para a fuga, estas podiam ser facilmente detonadas. Para isso é que serviria o Suiton de Katsu, para desarma-las a todas de uma vez ou então para simplesmente explodi-las, perdendo efeito devido a estarem submersas na invasão de água.
-Espero que Konoha não tenha estes problemas… - Comentou o Mizukage tentando uma outra vez cortar o silêncio no ambiente, apesar deste já estar cortado com o som de algumas chamas e de lutas entre homens e mulheres em todo o local.
-INIMIGO! INIMIGO! – Tora preparava-se para falar, mas interrompiam-se quando as corujas lá no alto gritavam devido à aproximação de uma companhia indesejada.
No calor do momento, os gritos dos pássaros levavam a Nara a dar um passo em falso para trás atrapalhando assim o movimento de Okashii e levando-o a desequilibrar-se para trás. Num rápido olhar, Tora podia ver que, caso este caísse, bateria com as costas em cima de uma mina, significando a imediata morte entre eles.
-MIZUKAGE-SAMA! – Gritou esta atrapalhada levando de imediato as mãos a desenharem um selo e ativando uma rápida aglomeração de chakra – Kage Mane no Jutsu!
A sombra estendia-se a partir do corpo da pequena Kunoichi, agarrando-se na do Mizukage e impedindo-o de cair, mas isso só colocara ambos indefesos para o inimigo, ainda por descobrir, que se aproximava. As corujas continuavam às voltas no ar, preocupadas pelo não movimento deles mantendo-se sempre alertas…
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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank A - Guarda-costas do Mizukage   Sab 29 Set 2012 - 18:14

Tora respirava um pouco aliviada por conta do kage estar são e salvo, embora este não estivesse numa posição muito confortável. Netsu e Tsumetai voavam preocupadas, quando a pequena Nara ouviu um som a cortar o ar. Não podia abaixar-se, então fez o movimento mais seguro que conseguira calcular naqueles segundos: um salto para a frente, obrigando Okashii a fazer o mesmo. Desfez sua técnica, deixando livres os movimentos do mizukage, enquanto Netsu descia e pousava num dos ombros da kunoichi, olhando seriamente para um ponto fixo.
Um imenso dragão de terra surgia à frente deles. Não era difícil desviar-se, mas acabava por destruir boa parte da vegetação dali, inclusive detonando alguma das armadilhas. Tora, por enxergar muito bem no escuro, conseguia desviar com facilidade usando shunshins para os lugares corretos; mas logo começava a preocupar-se com Okashii, por não conseguir vê-lo. A poeira assentava-se, o mizukage havia conseguido escapar com apenas uns arranhões, e Tora não tardava em achá-lo. Com um selo e concentrando algum chakra, criava dois clones de si, distribuindo igualmente seu chakra entre as cópias.
Netsu também estava bem, com alguns ferimentos externos sem importância. Um dos kage bunshins fora ajudar o mizukage, Tsumetai tornava a avisar que os inimigos por ali estavam, fazendo-os redobrar a atenção. O kage bunshin perto de Okashii empunhava uma kunai, enquanto o outro permanecia entre a Tora verdadeira – localizada mais à frente – e a imagem com Okashii. Com a destruição parcial do local onde encontravam-se, a luz da lua iluminava melhor, beneficiando o jovem líder da Névoa. O som de uma pessoa a bater palmas fazia-se ouvir um pouco distante, aproximando-se gradualmente. Não tardava a um homem aparecer:
- Ora pois, seus reflexos estão ótimos como sempre, mesmo no escuro, Okashii! – dizia, sarcástico.
- Sakaki-kun, afinal estás vivo! – Okashii respondia com o mesmo tom. – Então és tu quem anda a espalhar boatos sobre a minha pessoa? Tsc, não tenho culpa se sou mais bonito... – completava.
- É pena que estas tuas gracinhas ficarão por aqui, Okashii... Sama!
O homem começava a aglomerar chakra na sua mão, que começava a tomar a forma de um cão que ia em direção ao kage, este que desviava-se enquanto concentrava chakra suiton, jogando uma porção de água no seu inimigo. O homem conhecia bem aquela técnica, e imediatamente cancelava a sua, para não ser atingido pela eletricidade de seu próprio jutsu. Tora, aproveitando-se da distração do inimigo, sacava seu tessen, abrindo-o, concentrando seu chakra fuuton e sacudindo o ar à sua volta, criando bolsas de vento extremamente cortantes. Ao perceber o ataque, o homem procurava um lugar seguro e uma maneira de livrar-se das investidas da pequena konohanin, cuja presença apercebia-se naquele momento:
- Ora, então estás em companhia de uma garotinha? Tsc, realmente não esperava pedofilia da tua parte, Okashii! – dizia ele.
- Não me chame de garotinha! – a Nara enfurecia-se.

Enquanto isso, Katsu começava a perder a paciência com os insistentes ataques que sofria. Alguns homens pareciam possuir-se de ódio ao ver a hitaiate kirinin à testa do Imagawa, e avançavam loucamente visando matá-lo, obrigando o moreno a afastá-los dolorosamente com sua Giri – fosse concentrando chakra, fosse perfurando a carne alheia com seus chifres.
Estava a perder muito tempo ali, o que não era bom. Numa distração de milésimos de segundo, um homem armado com katana tentava atingi-lo na cabeça. Katsu abaixava-se agilmente, mas um segundo adversário desferia-lhe um chute ascendente, que acabou colidindo nas suas costelas. O kirinin foi alguns centímetros para o lado, quando percebeu que outros empunhavam katanas também. Deu um salto para trás, concentrando chakra nos pés para colar-se ao tronco de uma árvore; aproveitando-se da situação, escalava a mesma, pulando rapidamente para outra árvore através de galhos mais altos.
Concentrava chakra, e depois de uns rápidos selos, expelia um nevoeiro negro que tomava a forma de uma nuvem, controlando-a para que ficasse sobre os incontáveis adversários. A nuvem logo dispersava-se, precipitando-se numa chuva negra. Uns notavam o que aconteceria de seguida e fugiam, porém muitos continuavam a avançar, alguns usando também o kinobiri. Sem mais perda de tempo, Katsu concentrava uma dose de seu chakra nos pulmões, realizava selos e expelia o ar, que entrava em combustão com o ambiente tomando a forma de uma bola de fogo e incendiando muitos daqueles guerreiros.
Contudo, mais daqueles homens apareciam, simplesmente não desistiam. O moreno amaldiçoava todos eles, já não agüentava ser perseguido por aquelas pessoas. Preparava-se para mais um ataque com sua Giri, quando algo acertava o galho em que encontrava-se, partindo-o. O impacto com o solo fora pequeno – e dolorido. Katsu levantava-se com dores nas costas, local mais atingido na queda, mas mantinha-se alerta ao seu redor. Uns poucos homens cercavam-no temerosos, e apesar do cansaço, não foi difícil para o Imagawa livrar-se deles, já que muitos haviam fugido. Restavam apenas dois de pé, completamente atônitos contra aquele jovem, que sozinho, ceifara tantas vidas. O jounin restringia seus movimentos com o Genjutsu Shibari, perguntando de seguida o que planejavam.
Um dos homens, apavorado, começou a falar. Ele dizia que havia um homem, cuja identidade verdadeira desconheciam, que anos atrás refugiou-se no país deles. Havia sumido por uns tempos, mas fora ele quem descobrira que o mizukage dera ordens para criar-se um conflito interno, para poder explorar sem maiores problemas o ouro ali existente. O Imagawa então dava dois Erubo (um na nuca de cada um), pondo-os inconscientes enquanto partia a toda velocidade para a aldeia, pelo caminho que Tora e Okashii haviam tomado.

(***)

Tora ficara furiosa com o seu adversário, e este apenas sorria. Tsumetai descia e cochichava algo no ouvido da Nara, algo que a preocupava bastante. Segundos depois, mais dois oponentes apareciam; um devia ser pouco mais novo que a kunoichi, possuía uma imensa cicatriz que ocupava quase que totalmente o seu lado direito da face, era pálido e magro, tinha altura mediana e olhos azuis, desprovidos de quaisquer emoções. A outra figura era um homem alto e musculoso, moreno de olhos negros e ameaçadores, possuindo uma cicatriz semelhante ao primeiro e portando uns brincos às orelhas e uma katana às costas.
Tora engolia tudo aquilo em seco, de certeza que eram mais fortes que ela. Mordendo o seu lábio inferior, lembrava-se do plano de Katsu, ordenando às suas cópias que fossem à aldeia e evacuassem quantas pessoas conseguissem. Os kage bunshins protestavam, mas sabiam que tinham de salvar aquele povo, e acabaram por obedecer. O homem musculoso fez menção em impedir, mas Netsu soltava uma pequena bola de fogo em sua direção, indicando que tinha outros oponentes. O homem que atendia pelo nome de Sakaki apenas sorria:
- Uma criança que invoca corujas? Tsc, quero ver o quão interessante és, pequena!
- Não sou criança, seu imbecil! – dizia, com o tessen em mãos, pronta para lançar mais um Daikamaitachi.
Porém, não notara a rápida aproximação do pálido rapaz, que desferia-lhe vários socos e pontapés. Tora tentava defender-se e contra-atacar ao mesmo tempo, mas era impossível, ele era extraordinariamente rápido. Acabou caindo ao chão, após uma rasteira, tendo o seu tessen tomado:
- És extremamente fraca... – dizia, sem emoção na voz.
Irritada com o comentário, tentou escapar do rapaz, mas este desferiu-lhe um tapa em seu rosto. Furiosa, sacava suas soqueiras (que estavam ao alcance de suas mãos) e concentrou seu chakra fuuton na mesma. Com o susto, seu adversário acabou distraindo-se o suficiente para ela escapar e tentar um golpe provavelmente bastante doloroso em seu rosto. Porém, foi salvo pelo grandalhão, que com um murro, projetava a Nara por alguns metros, até embater violentamente num tronco caído ali perto:
- A... Ai! – reclamava a chuunin, com dores no tronco.
Os dois agora cercavam-na, e tudo parecia perdido até pios de corujas ecoarem no local. Tsumetai concentrava seu chakra fuuton, expelido-o visando aumentar o Gōkakyū no jutsu de Netsu, obrigando-os a desviar da imensa bola de fogo. Aproveitando-se da situação, a Nara recuperava seu tessen, agrupando-se de seguida com Okashii, que apenas encarava o homem com quem havia conversado, este que apenas sorria:
- Foi bom encontrar-te uma vez mais, Okashii, é pena que esta seja a última vez. Certamente sozinho não conseguiria, mas tenho aliados. Não serás páreo para eles. – declarava, confiante.
- Também tenho aliados, não se preocupe quanto a isso. Conversaremos melhor na penitenciária de Kiri. Claro, se sobreviveres... – o líder da Névoa respondia com o mesmo tom.
Sakaki concentrava algum chakra nas mãos, mas Okashii aproximava-se num shunshin, iniciando uma luta de taijutsu. O grandalhão atacava a konohanin com a katana, que defendia-se com seu tessen fechado. A força do homem era descomunal, o que obrigava a kunoichi a recuar. Na sua retaguarda, o pálido rapaz aguardava-a com uma pequena foice, porém teve de desfazer a formação para proteger-se dos perigosos combos de Netsu e Tsumetai, que protegiam Tora. Irritado com aquelas corujas, o rapaz concentrava chakra e criava um chicote de trovão, acertando a asa esquerda de Netsu. A coruja caía e o rapaz preparava-se para matá-la, quando fora surpreendido por um gigante leque, que por muito pouco não acertara-lhe a cabeça.
Num shunshin, Tora aproximava-se de Netsu, tomando-o em seus braços e em outro shunshin, afastava-se do inimigo. A ave não podia voar, o chicote acertara um nervo importante para o vôo, e ele não era ágil o bastante numa luta. Tora ordenava-lhe que cancelasse a invocação, e embora não quisesse, ele sabia que tinha de fazer, pedindo à sua irmã Tsumetai para continuar lutando para proteger Tora. Esta não agradou-se da idéia, embora tenha concordado. A coruja marrom voltava para sua casa numa cortina de fumo, enquanto a konohanin e a coruja amarelada tentavam conter aqueles dois oponentes:
- Não é hora de perder a calma, Tora! Você é uma Nara, ache uma saída inteligente, não seja levada pela situação! – pensava, fechando os olhos para acalmar-se.
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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank A - Guarda-costas do Mizukage   Dom 30 Set 2012 - 9:47

O “exército” do inimigo não passava agora de algumas escassas pessoas, fracas por lutarem contra o Jounnin e desmotivadas pela força do inimigo. Começavam agora a questionarem-se se realmente era verdade o motivo pelo qual elas lutavam. Aquele Jounnin era de Kiri mas até agora a única coisa que fizera fora recuar e defender a aldeia atrás de si, apesar de ter morto algumas vidas “inocentes” para isso. Tal Jounnin que, agora, se encontrava à frente delas e estendia a sua Giri, encostando os chifres ao chão, para mostrar que pararia de atacar mas que também não os deixaria passar.
-Não vou abusar do meu chakra, preciso de muito dele se quero inundar esta aldeia… - Pensava Katsu olhando para as pessoas desesperadas à sua frente que também elas começavam a parar de lutar. O rapaz via-lhes nos olhos a fraca vida que elas começavam a tomar, só dando-se conta agora que, graças a esta rebelião contra o Kage, começavam a perder as suas casas e terras, resumindo, toda a riqueza que lhes pertencia – Eles… desistiram?
O inimigo começava, um por um, a ajoelhar-se e a soltar as suas armas para o chão. Alguns choravam, outros pediam desculpa a identidades superiores, os mais fortes limitavam-se a bater com os punhos cerrados contra o solo enquanto outros davam as costas, procurando de imediato os seus ente-queridos. O Imagawa, por seu lado, também ele abaixava a sua arma vendo que era fútil continuar aquela luta e começando também a sentir um ligeiro arrependimento por ter morto tantas pessoas inocentes. A morte deles era justificada mas Okashii iria ficar abatido por aquela notícia.
-Por favor, Shinobi-sama, perdoe-nos! – Gritou, sem mais nem menos, um homem que se ajoelhava à frente do Kirinin e lhe agarrava pelo tecido das calças – Só estávamos a proteger o que era nosso, nunca pensávamos que… as nossas terras! – Notava-se agora a melancolia e desespero na voz do homem tal como em todas as outras pessoas ao seu redor que choravam pelas brutas perdas.
Katsu ficou comovido mas não tinha tempo para falar com as pessoas, virando-se para trás para ver a aldeia ainda a arder e ainda armadilhada. Dava um passo em frente, soltando-se do civil que lhe agarrava as calças, vendo que ainda nenhum aviso havia sido feito em relação ao seu plano. Não podia sair dali, era a posição perfeita para tomar a aldeia toda na sua água e também teria de ficar de vigia naquelas pessoas. Também não se sabia se ainda havia guerreiros inimigos, subordinados do autor desta conspiração e não civis, que ainda quisessem passar pelo “cerco” do Jounnin.

Tora deu um passo em frente falso, levando ao gigante musculado a tentar socar nessa direção, mas rapidamente esta impulsionava-se para trás esquivando-se do seu ataque. Tsumetai, seguindo o plano da Nara, batia velozmente com as suas asas provocando uma forte ventania que incomodava o grandalhão e o levava a intersetar os braços à sua frente, impedindo assim que aquela pequena tempestade o arrastasse consigo.
-Soaku Kage Mane no Jutsu, sucesso! – Gritou Tora seguindo o último passo do seu rápido plano ao fazer os selos combinados com a dose de chakra necessários para que assim estendesse a sua sombra até capturar a do grandalhão – Ataca, agora!
Um Tsuchi Bunshin surgiu do solo que, graças à sua KG ativa, fortalecia o seu braço até virar pedra saltando então para cima do dorso do grandalhão. Tsutemai, la via que o clone já estava em cima do inimigo como planeado, parava de bater as suas asas e continuava na sua tarefa de vigia deixando então o Tsuchi bater na cabeça do grandalhão, levando-o logo ao chão, inconsciente pela pancada na cabeça. A sombra retornava até a sua proprietária, permitindo-a mover-se de novo, deixando-a olhar para o inimigo pálido que a fitava surpreendido por ela ter derrotado o seu companheiro.
-Estou triste, precisaste da ajuda de uma coruja e de um clone para derrotares o meu amigo… - Suspirava o homem afastando as mangas para poder assim deixar os seus braços nus, ao mesmo tempo que descia o zíper do seu casaco, arejando também o seu peito – Mas ele era um pouco mais fraco que eu…
-Ele está a mostrar o seu corpo para que? – Pensava Tora colocando o seu leque em riste e olhando de soslaio para o seu clone de terra que também estava pronto para enfrentar o seu oponente.
-Teshi Sendan! – Gritou o homem varrendo o ar com a sua mão disparando projéteis das suas mãos a uma velocidade assustadora e que Tora quase não conseguia ler.
A Chunnin reagiu com instinto, devido ao incrível impulso que os ossos haviam ganho, criando uma bolsa de ar que afastava os pequenos projéteis pelo ar, perdendo-se de vista. Posteriormente olhava para o homem pálido que agora deixava mais alguns ossos saírem-se do seu corpo revelando-se como “espinhos” distribuídos ao longo da pele. Este sorriu para a Nara estupefacta, partindo de imediato para o ataque. O Bunshin colocou-se em frente, numa desesperada tentativa de bloquear o avanço, mas era facilmente desfeito em terra pelo poderoso Taijutsu adversário, só restando Tora como último inimigo…
-Como é que um Kaguya te está a ajudar? – Perguntou-se Okashii disparando um curto fluxo de água que cessava o punho do seu oponente e lhe abria caminho para aplicar um chute na barriga do mesmo, obrigando-o a recuar devido às dores.
-Okashii, estive por uns tempos fora, a treinar e a fazer novos amigos até que este momento chegasse. Não vamos estar a conversar, não quero que sejas derrotado dessa maneira! – Gargalhava o homem surpreendendo com uma katana a descer os céus e a quase trespassar cabeça do Mizukage, se este não se apercebesse dela e tivesse atirado para o lado.
Okashii não percebia como é que a espada viera de nenhures mas também não se podia dar ao luxo de pensar muito sobre o assunto. Outra espada surgia, agora do subsolo, tentando atingir o seu inimigo, mas este livrava-se dela com um simples jato de água afastando-a. Olhou então para o seu oponente que fazia gestos com as mãos, estas cobertas de chakra avermelhado, sem mover-se do sítio…

Off: Já podes acabar Éve ^^
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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank A - Guarda-costas do Mizukage   Qui 4 Out 2012 - 19:49

Os kage bunshins de Tora evacuavam as pessoas o mais rapidamente que podiam. Um deles havia descoberto uma grande gruta ali perto, certamente seria suficiente para abrigar ao menos os feridos. As chamas lambiam tudo ali em volta, pessoas choravam por perderem bens, crianças gritavam, era um verdadeiro cenário de horror. O incêndio encaminhava-se para a floresta, por conta da direção do vento que soprava àquela hora da noite. Certamente, causaria uma enorme destruição, mas naquele momento, nada podiam fazer.

(***)

A Nara nunca havia visto aquela KG pessoalmente, apenas lembrava-se vagamente das aulas da Academia e conversas esporádicas com Jun e Lee. Recuava antes que pudesse ser acertada por um daqueles ossos, enquanto tentava raciocinar como deveria vencer tal oponente. O Kaguya retirava de si uma espada de ossos, partindo em direção à chuunin, visando acertá-la. A kunoichi concentrava seu chakra em algumas kunais, levitando-as e lançando-as em alta velocidade em direção ao adversário, que defendia-se sem dificuldades com sua espada singular. O adversário avançava sem maiores dificuldades, obrigando a garota a usar diversos shunshins, que revelavam-se inúteis dada a tamanha agilidade de seu oponente. Este tentava um corte diagonal com sua arma, sendo defendido pelo imenso leque.
A Nara tinha uma força semelhante ao Kaguya, travando uma pequena guerra de forças por alguns segundos. Num momento de distração, o rapaz percebia uma brecha na guarda dela, atacando-a com um osso que saía da palma de sua mão esquerda. Tora não conseguiu escapar ilesa do ataque, mas ao menos havia desviado o dano do pescoço para seu ombro direito. Apesar da dor lancinante, a kunoichi ainda tinha forças para recuar e pensar em algo para acabar com aquilo.
Tsumetai concentrava chakra em suas asas e batia-as incansavelmente, tentando formar alguma ventania de distração. O Kaguya distraiu-se um pouco, principalmente ao notar que Tora aparentemente planejava fazer o mesmo que fizera a seu companheiro, pois invocava um clone de terra. Assim, o rapaz decidiu eliminar o bunshin elemental, que estava a uma boa distância da Nara verdadeira, sem questionar o porquê dela ter feito aquilo. A kunoichi sorria aliviada por ver que ele não atentara a este detalhe, e enquanto ele transformava a imagem da chuunin em um monte de lama, a verdadeira sacava uma de suas aian nakkuru, lançando-a na sombra que o luar fazia do rapaz, imobilizando-o com o Kagemane Shuriken no Jutsu:
- Isto foi tão fácil... – pensava ela, um pouco desconfiada.
- Cuidado Tora-chan! – o grito de Tsumetai ecoava pelo local.
(...)
Ali perto, Okashii estava ligeiramente assustado com a aura estranha daquele chakra, embora não deixasse transparecer. Sakaki ria-se como um maníaco, afirmando que conseguiria matar o mizukage com aquilo. Várias bolas eram criadas com aquele chakra esquisito, sendo lançadas rapidamente na direção do kage. A velocidade delas era impressionante, exigindo o máximo de agilidade do jovem líder da Névoa, que a custo conseguia desviar-se. Uma das bolas acertava uma árvore ali perto, derretendo-a ao simples toque, e ele tentava achar uma saída para aquilo.
Num breve segundo de distração por estes pensamentos, uma bola vinha em sua direção. Conseguiu usar um shunshin a tempo, mas a bola havia tocado uma ponta de sua veste de kage, e rapidamente começava a corroê-la. Okashii agilmente abandonava a vestimenta, surpreso com aquele poder – que assemelhava-se ao futton, porém não o era. O inimigo parecia adivinhar seus pensamentos:
- Ah, então gostaste disto, Okashii-sama? Parece que ter saído da vila fez-me bastante forte! – dizia o homem.
- Tsc, não sei que diabos é isto, também não apetece-me saber o que aconteceu-te esses anos longe de Kiri. Mas lá, não tornarás a pôr os pés. Não vivo, pelo menos – o kage respondia com seu costumeiro bom humor.
Ambos encaravam-se sorrindo, cada um confiante em sua própria vitória. O desconhecido (a quem o kage tratava por Sakaki) agora aproximava-se deste com as mãos cobertas por aquele chakra avermelhado. Percebendo sua intenção, Okashii fugia para o meio da floresta:
- Então és mesmo covarde! Hahahaha, não pense que escapará de minha ira, Okashii! – o homem gritava, correndo atrás de seu oponente.
- Ótimo, ele me seguiu. Espero que dê certo... – pensava o mizukage, enquanto concentrava uma quantidade de chakra e realizava alguns selos.
(...)
Katsu ainda tinha dificuldades em lidar com aquela situação inusitada, quando percebia que as chamas estavam tomando a direção da floresta. O jounin começava a preocupar-se com seus companheiros, será que haviam encontrado o inimigo pelo caminho? Estava confuso sobre se devia ou não usar seu suiton, quando um garoto com cerca de dez anos de idade chegava correndo, com roupas levemente queimadas:
- Papai, a maior parte da aldeia foi salva! – gritava ele a um dos homens perto do Imagawa.
- Psiu meu filho, quieto! Este kirinin irá cumprir os desejos do demônio do mizukage e matar-nos! – o homem repreendia baixinho, porém não impedindo que Katsu ouvisse.
- Quem salvou a aldeia? – ele perguntava ao garoto, ignorando completamente seu pai.
- Du... duas kunoichis gêmeas de Ko... Ko... Kono... – o menino hesitava.
- Konoha? Elas tinham cabelo azul? – o jounin tentava encorajá-lo.
- Ha... Hai. – respondia timidamente, pensando ter feito algo errado, ao notar as feições de seu pai.
- Ótimo, então eles realmente encontraram o inimigo no caminho. Neste caso, posso fazer isto sem remorsos – dizia, enquanto concentrava seu chakra suiton e realizava alguns selos.
Imensas ondas de água eram criadas, assustando as pessoas ali próximas, que temiam por suas vidas. Porém, o medo dava lugar a um pouco de alívio quando elas notavam que toda aquela água dirigia-se à pequena aldeia tomada pelas chamas, apagando-as facilmente. Ainda tinham algum receio perante o jounin ali – que também partilhava do sentimento de desconfiança que pairava no ar. Um pesado silêncio arrastou-se por alguns minutos – que mais pareceram horas – até o jounin decidir que seguiria em frente, afinal não tinha tempo de explicar tudo.
(...)
Havia uma pequena clareira à beira de um rio de margens arenosas. Okashii sorria, era simplesmente perfeito para o que tinha em mente. Sakaki vinha em seu encalço, sedento de sangue, e não prestava atenção ao terreno, desviando-se das águas que o mizukage lançava em sua direção. Alguns segundos depois é que apercebia-se do que ele pretendia, quando começava a afundar. Irritado pela estratégia, conseguia livrar-se daquela armadilha com alguma dificuldade, vendo um Okashii exausto a descansar encostado a uma árvore:
- Maldito, parece que está com pouco chakra, hein? Agora vou matar-te, Okashii! – gritava ele.
Investiu novamente em taijutsu, que o mizukage inesperadamente retribuía. Sorria vitorioso depois de concentrar chakra na mão, envolvendo-a com uma camada daquilo que sequer sabia o que era – muito provavelmente fruto de alguma experiência – e acertava um murro no coração de seu oponente. Porém o verdadeiro Okashii assistia a esta breve luta sentado no galho de uma árvore ali perto: por ter conhecido seu inimigo alguns anos antes, sabia o suficiente para derrotá-lo. O bunshin sorria, bem como o verdadeiro mizukage, enquanto transformava-se numa substância que Sakaki conhecia apenas de ouvir falar. Assustava-se ao perceber que aquilo colava-se ao seu corpo, começando a desidratar-lhe. O kage finalmente descia de seu esconderijo:
- Gomen, Sakaki, não és digno de permanecer vivo. Vemo-nos numa próxima vida... – dizia, dando as costas ao seu oponente, que gritava num misto de dor e ódio, amaldiçoando o quanto podia o homem que afastava-se a passos lentos de si.
Katsu ouvia os gritos aterradores, ocasionalmente com o nome “Okashii”. Decidiu seguir o som, encontrando o homem já morto, completamente desidratado. Correndo por alguns metros, não tardava a encontrar o mizukage, que contou-lhe brevemente sobre os outros adversários, apressando a corrida para protegerem a Nara.
(...)
- Cuidado, Tora-chan! – Tsumetai repetia.
Algo cortava o ar, e por puro reflexo, Tora sacou uma kunai e defendeu-se do que quer que fosse. O choque entre kunai e katana fora tão grande que liberava algumas faíscas, e a Nara ficava um tanto surpresa por ver o Kaguya novamente, desta vez com a arma do outro, que para piorar a situação, dava sinais de recobrar a consciência. Logo percebeu que estava a lutar anteriormente com um kage bunshin, e que na verdade ele havia planeado aquele movimento dela:
- Nada mal para uma garota – dizia o Kaguya.
- Tsc, a situação não é nada boa. Se o grandalhão acordar, aí sim tudo piora, e o meu chakra também não é muito, se eu conseguir usar mais uns dois ou três jutsus ficarei bastante fraca. – pensava rapidamente, tentando achar uma saída.
Tsumetai voava em volta desesperadamente, criando uma abertura para a kunoichi pegar seu tessen. Sem demora, abria-o, e concentrava seu chakra fuuton, criando bolsas de vento extremamente cortantes. O Kaguya era atingido por algumas destas, e utilizava sucessivos shunshins para afastar-se. Tora não agüentaria muito tempo mais, sua cabeça doía e seus reflexos começavam a ficar lentos, e ordenou à coruja que cancelasse sua invocação. Esta protestava veementemente, mas Tora gritava de uma forma como nunca vira, fazendo com que esta rapidamente a obedecesse. Apoiou-se no tessen um pouco cansada, quando viu que o grandalhão acabava de levantar-se. Ele ainda coçava a cabeça, como a perguntar o que acontecera, notando pouco depois o seu parceiro mais ao longe e sua inimiga exausta, apoiada no grande leque. Notava que o Kaguya voltava da floresta, não sabia diferenciar quem era o bunshin e quem era o verdadeiro, então ficou apenas observando:
- Então acordaste, Grandão! Bem, garota, é uma pena que Konoha perca uma kunoichi. – dizia ele, a concentrar chakra em sua mão. – Morra!
A konohanin concentrou chakra doton, afundando rapidamente na terra. Não conseguiria manter-se por muito tempo, e reunindo mais um tanto de seu chakra, movia-se por debaixo do solo, emergindo alguns metros adiante. Restava pouquíssima energia, a kunoichi imaginava como morreria, não tinha forças sequer para apoiar-se no tessen, pois desabava sobre o mesmo. Via o Kaguya concentrando chakra em sua mão, aproximando-se lentamente e sendo de repente lançado alguns metros, juntamente com um fluxo de água – que reconheceu como sendo da famosa Giri.
Tora sorria ao perceber que seus reforços haviam chegado: Okashii aproximava-se para ver como ela estava, enquanto Katsu tomava a dianteira e enfrentava o Kaguya. A Nara avisou que eram dois oponentes, já que o outro havia recobrado a consciência – e provavelmente seriam mais, pois não sabia por quanto tempo seu jutsu das sombras surtiria efeito.
O kirinin eliminou primeiro o Kaguya que encontrava-se preso, que revelava-se ser realmente um Kage Bunshin. Concentrava chakra Katon na sua Giri, tentando lançar uma pequena onda de chamas em direção ao seu oponente, que esquivava-se sem maiores dificuldades. O grandalhão aproveitava-se da distração do Imagawa com o Kaguya para abraçá-lo por trás, porém Tora percebia a tempo, concentrando o seu último chakra na aian nakkuru de seu bolso e manipulando-a livre e silenciosamente. O homem conseguia alcançar Katsu, prendendo-o e restringindo seus movimentos, começando mesmo a sufocá-lo. Vagarosamente, a soqueira de Tora aproximava-se do pescoço do homem, encravando-se em sua jugular.
O companheiro do Kaguya gritava em desespero, seu sangue jorrava, e ele nem mais pensava no kirinin, que ajudava a acabar com seu sofrimento enterrando os chifres de seu tridente nele. O mizukage ficara surpreso por a chuunin ter reunido suas últimas forças para proteger um companheiro que sequer era de sua vila, tendo vindo a desfalecer por não restar-lhe mais energia. O inimigo restante via-se em desvantagem, afinal seu companheiro havia morrido, seu líder também – afinal, Okashii havia fugido e voltado com aquele jounin – e apesar da Nara estar desmaiada, ainda eram dois contra um. Sabia que provavelmente morreria tentando fugir, então fez a escolha mais sensata naquele momento: entregou-se.
Okashii e Katsu aproveitavam o harigane dos equipamentos de Tora para prendê-lo, depois de o Imagawa pô-lo inconsciente com um Heddo Batto. Alguns minutos, um time da ANBU de Kiri chegava ao local, tendo aprisionado o Kaguya para interrogatório. Okashii explicava rapidamente o que acontecera, lembrando-se de seguida que ainda tinha uma reunião para ir. Continuaram a jornada, desta vez com um ANBU acompanhando-os, tendo Tora recuperado a consciência já quando haviam chegado.
A volta ocorreu tranquilamente e sem quaisquer problemas, o mal entendido criado por Sakaki com a população local havia sido desfeito, tendo as pessoas inclusive organizado um pequeno festival para pedir desculpas oficialmente pelo ataque. Okashii, Katsu e Tora chegaram em Kiri depois de cerca de quatro dias, contados a partir da saída. O mizukage agradecia-os, cada um recebendo a devida recompensa, e ofereceu um atendimento médico à chuunin, que havia recebido apenas primeiros socorros por conta de seu ombro, perfurado pelo osso do Kaguya. Esta agradecia a gentileza, mas sua família esperava-a em Konoha. Despediu-se do Kage e do jounin, tomando o caminho de volta à Folha.


Spoiler:
 
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Tio Tsu

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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank A - Guarda-costas do Mizukage   Sab 6 Out 2012 - 20:28

Já sabíamos que isto ia acontecer xd

BUMP!
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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank A - Guarda-costas do Mizukage   Ter 9 Out 2012 - 5:19

Bump Razz
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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank A - Guarda-costas do Mizukage   Qua 10 Out 2012 - 21:34

Na boa eu não sou ADM, mas se quiser (se puder também) eu avalio. Nem quero os ryos só gostaria de avaliar logo essa missão para não prender Tsu e Eve (que ultimamente são os únicos que estão a avaliar). Pois já tem quase uma semana que acabou a missão e ninguém pegou para reservar, já acho isso sacanagem com eles que estão sempre ativos aqui no fórum.

Desculpe a revolta e desculpe por qualquer coisa, mas é minha opinião sobre isso.
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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank A - Guarda-costas do Mizukage   Qua 10 Out 2012 - 21:38

Bem, sacanagem não da minha parte Bruno, o único tempo para avaliar essas coisas é quando o meu estágio está tranquilo, mas essas últimas semanas virou loucura aquilo, estou a fazer várias pranchas para o projeto de uma reforma. Fora que viajei sexta passada e voltei segunda à noite.

Pode não parecer, mas também leio livros quando não estou no fórum, comprei uma penca de livros didáticos e estou penando para ler porque são muito difíceis de entender.

Se até Sexta às 18h ninguém reservar eu reservo, pois será o único dia que poderei (mesmo assim devo terminar no domingo à noite, já que no sábado irei 'aprontar' ho ho ho).

É isso, sexta 18h, se ninguém reservar eu pego (espero que até lá alguém reserve isso, também não acho nada legal os dois maiores avaliadores esperarem), não faço isso por querer Bruno. Falei com a Éve semana passada que se ficasse pronta na quinta-feira eu avaliava, mas agora já estou enrolado, acima de tudo ela é uma das best friends minha, não quero isso pra ela...
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Tio Tsu

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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank A - Guarda-costas do Mizukage   Qui 11 Out 2012 - 0:06

Poupo-te já metade do trabalho Iryo ^^. Agora vamos lá ver se é a Éve que me avalia ou tu x)

Avaliação de Nara Tora:

HN:
Ninjutsu: 25,25+1,5=26,75
Taijutsu: 15
Kenjutsu: 14,75+0,75=15,5
Genjutsu: 4
Selos: 6,75+0,5=7,25
Trabalho de Equipa: 8,5

HC:
Força: 6,5+0,25=6,75
Agilidade: 14,5+1=15,5
Controlo de Chakra: 24,25+1,5=25,75
Raciocínio: 9,75+0,75=10,5
Constituição: 21+0,75=21,75

Total avaliado: 7/7
Total de Habs.: 150,25+7=157,25

Comentários: Acho estranho comentar a minha própria missão, mas ok. Numa missão grande assim até acho estranho um de nós não termos pontuação toda, para além demais a Tora foi muto focada, justifica-se logo ^^. Recompensa total.
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Total de Habilitações: 106,25

MensagemAssunto: Re: Missão de Rank A - Guarda-costas do Mizukage   Qui 11 Out 2012 - 3:03

Eu avalio, no problems *yaoming*


Ninjutsu: 47,75 + 1,5 = 49,25
Taijutsu: 15,25 + 0,5 = 15,75
Kenjutsu: 31,75 + 0,5 = 32,25
Genjutsu: 27,5 + 0,5 = 28
Selos: 29,5 + 0,75 = 30,25
Trabalho de Equipa: 8,75 + 0,75 = 9,5

Força: 15,5
Agilidade: 24,75 + 0,5 = 25,25
Controlo de Chakra: 49,75 + 1,5 = 51,25
Raciocínio: 13,25 + 0,5 = 13,75
Constituição: 24,5 + 0,75 = 25,25

Total avaliado: 7/7 + 0,75 T.E
Total das habilitações: 289 + 7,75 = 296*

Comentários: Bem, já sabem o que significa o bendito * no total de habilitações, né? xd Concordo que é um tanto estranho avaliar sua própria missão, e não tenho muito que comentar, foi impossível não ter de cortar pontos... Recompensa completa, é claro Cool Aproveitando o post, Tsu, não avaliaste-me o trabalho em equipa; esqueceste ou realmente não teve pontuação?

Tudo actualizado Wink
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Tio Tsu

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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank A - Guarda-costas do Mizukage   Qui 11 Out 2012 - 8:22

Hoje de amanhã apercebi-me que realmente me esqueci xd

Mais à tarde eu dou-te pontuação em TE, worry not ^^
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