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E o ciclo da vida repete-se! As pacíficas vilas voltam a unir-se para combater um mal em comum. Vem conhecer o melhor e mais antigo role play de Naruto, totalmente em português.
 
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 Filler 11

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AutorMensagem
SP-KK

Conselheiro | Konoha
Conselheiro | Konoha
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Sexo : Feminino
Idade : 26
Número de Mensagens : 967

Registo Ninja
Nome: Naho Kita
Ryo (dinheiro) Ryo (dinheiro): 5095
Total de Habilitações: 119,75

MensagemAssunto: Filler 11   Ter 6 Dez 2016 - 1:19

Filler 11
Pessoa simples procura solução simples para problema complexo

-Tu fizeste o quê?

-Fala baixo. - Repreendeu Naho, dando um soco ao de leve no braço de Kiaro. O rosto do rapaz encontrava-se congelado pelo choque, enchendo a ruiva com uma vontade nada simpática de lhe limpar a expressão com um punho fechado. Em vez disso olhou em volta para se certificar que ninguém naquele estabelecimento estava a prestar atenção à conversa entre os dois. - Eu não tinha outra opção. Fazer olhinhos ao encarregado não deu em nada, e submeter um pedido formal ia demorar demasiado tempo.

-Perdeste a cabeça? - Continuou o ferreiro num tom de voz quase sussurrado. - Fazes alguma ideia do que te podem fazer caso descubram que foste roubar documentos aos arquivos de Konoha?

-Não dramatizes, eu não roubei nada. - Contrapôs a rapariga, erguendo o dedo indicador no ar como que a repreender o amigo. - É um mero empréstimo.

-Um… Urg. - Kiaro afundou o rosto nas suas mãos, não conseguindo acreditar no que estava a ouvir. Sabia que a ruiva tinha uma certa… Propensão a meter-se em problemas. Mas daí a roubar documentos ainda ia uma distância grande. Engoliu em seco, esticando o braço para conseguir alcançar o fino dossier que a rapariga havia pousado na mesa entre eles, acolhendo-o nas mãos e olhando para ele em silêncio durante vários segundos. Parecia debater-se entre satisfazer a sua curiosidade e manter-se na ignorância. - Como é que conseguiste entrar e sair dos arquivos sem ser apanhada?

Para surpresa do loiro, Naho embrenhou-se imediatamente numa tirada interminável que descrevia a "aventura" em que se envolvera na noite anterior. Não compreendeu metade do que a ruiva lhe contou: apesar da relutância da rapariga em levar a "vida de ninja" com seriedade o seu discurso parecia já ecoar o que geralmente se ouvia da boca dos integrantes dessa milícia, com expressões e termos desconhecidos para o "mero civil" que Kiaro era (mesmo ele tendo frequentado a academia brevemente, dessa experiência a única coisa que recordava era como segurar um lápis de forma apropriada). A certa altura quase jurou ter ouvido a amiga a falar sobre ter virado almofada de cadeira, ter sido esmigalhada pelo rabo do guarda nocturno que rondava os arquivos, e ter de fugir à pressa após ser desmascarada enquanto atirava confetis na cara do homem para que este não percebesse para onde ela se havia esgueirado. A dificuldade em acompanhar o discurso de Naho levou-o a começar a ler os documentos que tinha em mãos por alto, fazendo os possíveis por parecer interessado.

-Resumidamente, meteste-te numa carga de trabalhos. - Cortou o rapaz a certo ponto, recebendo um aceno relutante mas afirmativo por parte da genin. - Para deitares a mão a este dossier que diz que o senhor… Erm… Itari Gasaka… Embebedou um cão durante um exame.

-Continua. - Incentivou Naho, de olhos exageradamente arregalados. Kiaro acedeu, acabando no final por apontar que, tirando a vila de origem, não havia nada naquele documento que apontasse para algo de errado. - É exactamente aí que quero chegar.

-Não percebo. - Admitiu o ferreiro, fechando o dossier e fazendo-o deslizar sobre a mesa na direcção de Naho. - Para te dares ao trabalho de roubares documentos aos quais supostamente não deverias ter acesso, seria de esperar que quisesses encontrar algo forte. Uma incriminação de um crime maior ou algo do género.

-Certo. Mas… O gajo é chunin. Trocando por miúdos, na escada hierárquica está acima de mim. Consequentemente será de esperar que tenha não só muito mais experiência que eu, mas também muito mais serviço feito em prol da vila. Correcto? - Insistiu Naho. O seu interlocutor limitou-se ao silêncio, incentivando-a com um aceno de cabeça a chegar de uma vez ao ponto que estava a tentar salientar. - No entanto, aquilo que realmente está documentado mostra que, comparativamente a mim, a diferença não é assim tão grande.

-E qual é a conclusão? - Entreteu Kiaro, suspirando a questão e tentando ver onde a ruiva queria chegar com tudo aquilo.

-Ou ele realmente não possui o calibre necessário para ter o rank dele e conseguiu-o através de meios questionáveis e ilegais, ou há muito mais que ele fez e não está documentado. De qualquer das formas, indica que algo de muito de grave se passa.

-Eu… Não percebo nada do que me estás a dizer. E honestamente estou bastante inclinado a assumir que simplesmente perdes-te a cabeça e estás completamente descompensada. - "Se houvessem registos maus, ele era o diabo. Se o registo é diminuto, ele é o diabo. Já tinhas decidido que ele era culpado, independentemente do que encontrasses no dossier". Não era complicado de ver que, mesmo que o registo deste Itari fosse pristino e irrepreensível, Naho encontraria motivo para desconfiança. Ainda assim, a sua cabeça queria acreditar em algo diferente daquilo que o seu instinto lhe apontava. - Mas a Naho que eu conheço não é rapariga de passar por tantos trabalhos a não ser que algo de realmente grave se passe. E neste momento, acho que prefiro acreditar nessa Naho. Ainda assim, mesmo assumindo que estás correcta e que realmente há algo para descobrir aqui… Tens sequer capacidade de perseguir essas pistas sozinha?

-Espero que sim. - Suspirou Naho em jeito de desabafo. Ainda que o rapaz pouco ou nada pudesse fazer em concreto para a ajudar, só o facto de ter alguém a validar aquilo que estava a sentir naquele momento (por muito desequilibrado e lunático que soasse) era já um grande alívio, e um certo incentivo para prosseguir com os seus planos. - Mas não vou conseguir descobrir nada aqui. Não em Konoha.

Kiaro semicerrou os olhos, acompanhando o carregar do seu sobrolho numa expressão preocupada.

-----

Naho isolou-se no seu quarto assim que retornou do seu encontro com Kiaro, depositando sobre a mesa de forma cuidadosa o embrulho de pano que lhe tinha sido entregue pelo amigo antes de se despedirem. Dirigiu-se para perto da janela enquanto despia o casaco, observando distraidamente o exterior enquanto remoía a conversa que tivera com o ferreiro e as coisas que descobrira (ou não descobrira) naquele dossier. Sentia que a sua única hipótese era clara: viajar até Kumogakure, e a partir de lá dar inicio à sua investigação. Tinha a certeza que lá descobriria algo incriminador contra Itari, e nada a convenceria a mudar de ideias. Agora apenas lhe faltava arranjar uma oportunidade de sair e se ausentar por um longo período de tempo sem que a família desconfiasse do que quer que fosse. Há dias que esperava que essa oportunidade se apresentasse, e talvez esse dia fosse hoje. Todos os irmãos se encontravam fora de casa. E o pai iria acompanhar a mãe a uma consulta de rotina para acompanhamento da gravidez (que, a julgar pelo tamanho da barriga da mãe, estaria para breve). Esperaria pela saída dos pais, e depois disso decerto teria vários minutos para se despachar. Fechou os olhos, soltando um suspiro e inclinando a cabeça para trás. "Não me posso dar ao luxo de cometer erros."

Aproximou-se da mesa, olhando para o embrulho de tecido atentamente durante alguns segundos, quase como que ponderando sobre o que fazer. Desembaraçou o tecido e revelou duas lâminas longas e encurvadas, sobrepostas uma sobre a outra. Tomou uma delas nas mãos, erguendo-a cuidadosamente para a analisar ao pormenor. Era surpreendentemente leve, e flexível o suficiente para cumprir o propósito a que se destinaria. Revolveu o cabo na sua mão, observando o movimento da cimitarra com atenção. Suprimiu um sorriso de satisfação, sentindo-se aliviada por ter confiado no trabalho de Kiaro. Era exactamente o que esperara que as cimitarras fossem quando as idealizou. Tanto que, por momentos, quase se esqueceu de que estas eram armas pouco práticas e apenas temporárias. Até conseguir uma melhor solução. Devolveu a cimitarra ao tecido, não se preocupando em cobrir o par novamente com o tecido.

Depois de mais algum tempo a "namorar" aqueles dois pedaços de metal afastou-se da mesa, aproximando-se da cama e ajoelhando-se ao lado da mesma, pescando uma mochila que tinha lá escondido há vários dias atrás. Sentou-se no chão, aconchegado a mochila no colo e revirando o interior para verificar se todas as providências de que necessitava se encontravam ainda lá guardadas.

-Huh. Falta-me o... Porra. - Levantou-se com um salto, deixando que a mochila lhe caísse do colo e aterrasse com um ruído entristecido contra o chão. Começou de imediato a procurar por entre algumas prateleiras, até as suas mãos entrarem em contacto com o objecto metálico, côncavo e circular que procurara. Soltou um suspiro de alívio. - Ah malandro, pensavas que escapavas.

Voltou a tomar posse da mochila, tentando enfiar o prato no interior da mesma sem perturbar a "organização" que já havia feito. Deteve-se quando ouvir o característico som da porta de entrada de casa a bater. Apressou-se até à janela, praticamente atirando o saco massivo contra a parede. No exterior pôde ver o pai e a mãe a começarem a percorrer a rua que dava para o centro da vila. Não conseguia perceber o que diziam, mas a mãe falava alto e com um tom revoltado, enquanto o seu pai caminhava ao lado dela silenciosamente e de cabeça baixa. Mas Naho não se preocupou em perceber o que se passava entre os pais. "Tenho de me despachar." Cobriu-se com um casaco grosso de capuz - não que o tempo no exterior estivesse frio a ponto de requerir um abrigo tão extremo, mas para esta viagem precisaria do melhor agasalho que possuía. Atou as amarras da aljava em torno do seu tronco, certificando-se que os scrolls de flechas se encontravam na mesma. Repetiu o mesmo processo para as cimitarras, amarrando-as crudemente às costas. Pendurou a mochila num dos ombros, retirando-se do quarto em passo apressado.

Naho deteve-se ao passar pela cozinha, ficando com a mão presa ao ombral da porta e torcendo a boca de forma pensativa. Apesar de ter total confiança nas suas capacidades de sobrevivência, parte de si achava que seria imprudente demais embrenhar-se numa jornada até uma vila distante e desconhecida sem qualquer tipo de mantimentos. "Que se lixe, mais ou menos um minuto não vai fazer diferença". Percorreu os armários da cozinha com a agilidade de um guaxinim faminto, atirando ao calhas latas de conservas e barras de cereais para o interior da mochila. Apenas se deu por satisfeita quando já não conseguia encaixar nada mais na mochila, fechando-a e acomodando-a nas suas costas. Arrependeu-se quase de imediato, ao sentir vários altos incómodos causados pelas latas que acabara de guardar. Mas não se podia dar ao luxo de as acomodar mais confortavelmente neste preciso momento. "Tenho de me despachar antes que alguém chegue a casa."

Apressou-se para a porta de entrada e agarrou a maçaneta com firmeza. Mas, ao girá-la, esta virou mais facilmente do que era habitual. Seguindo-se pela abertura da porta propriamente dita, acção na qual Naho não teve qualquer intervenção. Deparou-se frente a frente com Mane, e ambos os seus pais a alguns passos de distância deste.

"Porra."

-Oh, boa tarde Naho! - Saudou Mane, parecendo surpreendido mas ainda assim feliz por ver a irmã. O sorriso rapidamente se desvaneceu do seu rosto à medida que foi observando a indumentária de Naho, dando lugar a confusão. E quase de imediato a confusão foi substituída por uma espécie de reconhecimento desagradado. Ainda assim o rapaz não deu voz ao que lhe passava pela cabeça.

-Pode-se saber onde é que vais? - Inquiriu de imediato Miya, afastando o filho mais velho da sua linha de visão com um gesto brusco. A matriarca estava a uma distância curtíssima de explodir, e Naho reconheceu isso de imediato. - E não me venhas com a historinha de que vais caçar ou de que vais passar a noite fora, que para isso não precisavas desses apetrechos todos.

-Eu vou… huh… buscar o coiso. - O pai de Naho ergueu os braços no ar, como que a indicar que estava completamente fora da situação. Passou directamente pela filha, lançando-se numa corrida apressada assim que se apanhou dentro de casa.

Naho desviou o olhar para o chão, engolindo em seco. Mane ser dispensado mais cedo e os pais voltarem para trás haviam sido coisas que simplesmente não haviam passado pela cabeça da ruiva. E agora, à conta disso, encontrava-se num beco sem saída. Não podia propriamente admitir à mãe que pretendia partir numa caça ao gambozino, em busca de provas incriminatórias contra o seu tutor. Provas essas que, apesar do que ela pensava, poderiam nem existir. Enquanto procurava por uma saída desta confusão em que se havia metido inadvertidamente, quase não notou quer o irmão falava em surdina para a mãe. As feições do rosto da mulher acalmaram-se gradualmente, acabando por estagnar numa expressão mais calma e satisfeita.

-Pronto, sendo assim… - Indagou a mulher em tom quase inaudível, um sorriso a brincar-lhe nos lábios. Deteve-se ao ver o marido retornar do interior da casa. - Bem, não empato mais. E Mane… Vai com ela por favor.

Mane anuiu com um largo sorriso, enquanto Naho olhava para o trio à sua frente embasbacada. Antes de ir embora Miya envolveu a filha num abraço apertado (ou, pelo menos, tão apertado quanto a sua barriga lhe permitia), sussurrou-lhe ao ouvido o quão orgulhosa dela se sentia, e depositou-lhe um beijo na bochecha. Naho apenas conseguia ficar petrificada enquanto tudo isto acontecia. Dirigiu um olhar inquisidor a Mane enquanto os pais saíam da linha de visão de ambos.

-O que é que lhe disseste? - Questionou Naho, tentando manter o seu tom de voz calmo e certeiro.

-Lá para dentro. - Instruiu Mane, ambas as suas mãos a descansar na cintura. Guiou a irmã até à cozinha, onde praticamente a forçou a sentar-se. - Eu esclareço-te. Quando me disseres o que ias fazer.

-Eu não…

-Não me enroles. - Avisou Mane, apontando directa e ameaçadoramente na direcção da irmã. A sua mão livre encontrava-se apoiada sobre a mesa, apoiando o peso do seu corpo curvado. Nesta altura, encontrava-se mais intimidador do que pretendia parecer realmente. - Posso ter sido rápido a arranjar uma justificação para acalmar a mãe, mas garanto-te que posso ser mais rápido ainda a desmenti-la.

Naho não respondeu de imediato, trocando o foco do seu olhar entre o irmão e a mesa de madeira. Numa situação normal cingiria-se a negar, negar, negar. Mas Mane tinha acabado de a safar da fúria da mãe, algo que ela certamente não deveria ignorar. Não porque estivesse profundamente agradecida ou sentisse, subitamente, um maior sentimento de lealdade para com o irmão. Mas sim porque sabia que o irmão era doido o suficiente para se enterrar junto com ela, se isso significasse ensinar-lhe uma lição.

-Eu vou a Kumo. - Acabou a rapariga por admitir, sentindo a voz seca arranhar-lhe a garganta a cada sílaba que pronunciava. Mane mantinha-se em silêncio, a observar Naho atentamente. - Tenho algumas suspeitas quanto ao meu tutor, quero ver o que consigo descobrir.

-Tens autorização para sair da vila? - Questionou Mane prontamente, num tom de voz seco que transparecia o quão perto ele estava de prever o que a irmã ia responder.

-Não. -Admitiu Naho sem hesitar, parecendo confusa. - Há um tratado de paz entre as vilas, certo? Podemos perfeitamente viajar e visitar as outras vilas sem problemas.

-Podes. Mas não sem autorização. - Insistiu Mane, sempre no mesmo tom de voz monocórdico e factual. - Com ou sem tratado de paz, desde a graduação tu és propriedade da vila. E a vila protege o que lhe pertence. Sais daqueles portões sem autorização, és automaticamente considerada como estando em fuga da vila. Podem não te considerar de imediato uma criminosa traidora, mas não te livras da carga de trabalhos. Consideraste isso sequer?

-Porra, tiras a piada toda às coisas. - Reclamou Naho por entre dentes, mal se fazendo ouvir. Ficou alguns segundos a amuar, esperando que fosse o irmão a quebrar primeiro. Tal não aconteceu. - Podes revelar agora que palavras mágicas é que disseste à mãe para a conseguires acalmar tão depressa? Dava jeito para usar no futuro.

-Vai haver um exame chunin daqui a pouco tempo, ainda estão a aceitar inscrições de última hora. Disse-lhe que já tinhas falado comigo e que era  para aí que ias. Não me agradeças… -Avisou Mane, detendo a irmã antes que esta pudesse proferir uma palavra que fosse. - … Porque vai mesmo ter de acontecer.

-Desculpa?!?

-Tu viste a felicidade da mãe. Não lhe vais querer quebrar o coração, pois não? - Apontou Mane, tentando manter-se sério. Tarefa difícil, já que a indignação da irmã era algo que geralmente o levava ao cúmulo do riso. - Falando a sério. Tu sabes que é fácil para a mãe saber se realmente te inscreveste ou não, e se realmente foste ou não. Isso, e…

-E? - Insistiu Naho, de olhos esbugalhados. Sentia o coração a tremer de receio pelo que pudesse vir aí.

-Eu ajudo-te. A obter autorização para viajar até Kumo. - Rematou Mane. Sabia que a ideia de Naho era horrível, e que ninguém a conseguiria dissuadir de seguir em frente com ela. No fundo, assumia que tudo isto era produto da rebeldia de Naho, e da sua tendência para fugir às responsabilidades: e como desta vez não haviam aulas a que pudesse faltar, tentava pregar a culpa no tutor. Com esta "troca", Mane procurava convencer a irmã de que esta era a melhor escolha que ela podia fazer. E estava disposto a encarregar-se com esta responsabilidade porque, pesando as possibilidades, sabia que teria menos trabalho a ajudar a irmã a fazer as coisas de forma correcta do que a tentar livrá-la de uma detenção por crime. Outra vez. - Mas tens de participar no exame. E fazer um esforço honesto para seres promovida. Temos acordo?

Naho fez uma careta desagradada. "Como se eu tivesse escolha."


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