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E o ciclo da vida repete-se! As pacíficas vilas voltam a unir-se para combater um mal em comum. Vem conhecer o melhor e mais antigo role play de Naruto, totalmente em português.
 
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 Missão rank D - Graffiti

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Anotherx

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MensagemAssunto: Missão rank D - Graffiti   Dom 18 Out 2015 - 15:15

Rank da missão: D
Titulo da missão: Graffiti
Descrição: Dois gémeos mal comportados, estudantes da academia, andam a fazer graffitis um pouco por toda a vila. Encontra-os e, sempre que vires um graffiti, apaga-o com o spray de diluente fornecido gratuitamente pelo Kage para esta missão.
Atenção, os gémeos são repetentes e podem tentar usar alguns jutsus iniciais em seu benefício.
Recompensa: 300 Ryos + 1 Scroll de Novo Jutsu + 1 Ponto de Cumprimento
Número de Ninjas: 2 - 4
Pessoas Inscritas: Kazuki Watake (Jart)


Última edição por Anotherx em Qui 18 Fev 2016 - 21:13, editado 1 vez(es)
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TaronKali

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MensagemAssunto: Re: Missão rank D - Graffiti   Qui 18 Fev 2016 - 19:22

Tou nessa Wink
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Anotherx

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MensagemAssunto: Re: Missão rank D - Graffiti   Qui 18 Fev 2016 - 21:13

Inscrito, aguarda 24 horas para ver se há mais alguém interessado :p
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TaronKali

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MensagemAssunto: Re: Missão rank D - Graffiti   Sab 20 Fev 2016 - 19:48

Posso começar então?

Convém levar uma personagem secundária certo?
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Ozzymandias

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MensagemAssunto: Re: Missão rank D - Graffiti   Sab 20 Fev 2016 - 20:58

Jart escreveu:
Posso começar então?

Convém levar uma personagem secundária certo?

Sim, e sim.
Boa sorte na missão.
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TaronKali

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MensagemAssunto: Re: Missão rank D - Graffiti   Dom 28 Fev 2016 - 17:10

O sol da tarde estava escondido por entre as nuvens escurecendo Kumogakure. Kazuki passeava pela rua principal, quando fora informado por um chunnin que devia comparecer no escritório do Raikage imediatamente. Mal ouviu aquelas palavras, partiu em direção ao grande edifício na montanha mais alta da vila. Utilizou os telhados, para se deslocar mais rapidamente, saltando de uns para os outros. Em poucos minutos estava de frente para o escritório de Darui-sama. À sua direita estava Abunai, seu colega de equipa. Tinham-se encontrado à entrada do edifício.

- Também tu? – Inquiriu Kazuki fazendo-se de desconfiado, mas estava contente por ter o amigo consigo.
- Logo vi que eles não me podiam deixar sozinho numa missão. Seria demasiado rápido e em breve não teriam missões suficientes para mim. – Riram-se enquanto subiam as escadas até ao andar indicado.
- Ou talvez porque tu queres fazer tudo tão rápido que nem reparas que deixaste a missão a meio. – Atirou o moreno, enquanto se dirigiam à porta do escritório do Rokudaime. Acabaram a sua discussão e bateram à porta. Do outro lado ouviu-se a voz descontraída de Darui-sama indicando-lhes que podiam entrar. Ainda apreensivos visto que era a primeira missão de cada um, rodaram a maçaneta e entraram.

*  *  *

Kazuki e Abunai saíram do escritório do Raikage e fecharam a porta atrás deles. A missão era simples. Pelos vistos, dois gémeos, “que se deviam achar mais importantes que os outros”, andavam a grafitar as paredes da vila. Cabia-lhes limpar os obscenos desenhos, para os quais lhes tinham dado um detergente, e confrontar os irmãos. Ambos andavam ainda na Academia. “Não deve ser muito difícil dar uma lição àqueles dois.”.

- Que achas Abunai? Não deve ser muito difícil… – Constatou o moreno imaginando-se a derrotar facilmente dois pirralhos.
- Se é para fazer missões destas fico em casa. Não me tornei ninja para ser babysitter. – Desabafou Abunai. Estava claramente desagradado com a missão.
- Eh… Pode ser que se os apanharmos rapidamente, ele nos dê missões melhores a seguir. – Disse Kazuki esperando que as suas palavras correspondessem à verdade.

Quando chegaram à rua pensou. “Se eu fosse um rapaz indisciplinado, onde é que eu faria as minhas maldades?”. O local mais lógico seria aquele que ele mais odiava. Informou Abunai das suas suspeitas e este concordou com ele. Traçando mentalmente o percurso partiram em direção à academia ninja.

Nas costas do edifício encontraram um grafiti do tamanho deles. Olharam ainda mais aborrecidos, não tinham imaginado que os desenhos seriam tão grandes. Pondo mãos à obra pegaram na esponja com uma mão e no detergente com outra, apontando este à parede. Borrifou o desenho e começou a esfregar. Não é que fosse um exercício difícil, por acaso em certos momentos tinha de fazer mais força, mas era essencialmente um trabalho repetitivo e, por isso, chato. Estavam ainda a meio, quando irritado Abunai largou os objetos e afastou-se da parede. Kazuki virou-se e olhou desconfiadamente para o loiro. Este começara a executar uma série de selos. Apercebendo-se das suas intenções o moreno largou os utensílios e saltou para o lado. Usando as mãos rebolou de frente no chão, levantando-se no final. Ao mesmo tempo o outro rapaz expeliu um grande fluxo de água da boca que embateu no desenho. Era possível ver a tinta a sair, parecia estar a resultar. Passados alguns segundos terminou o jutsu. Olharam esperançados, mas o que viram ainda os deixou mais irritados. O desenho estava mais claro e desfocados, mas a água tinha espalhado a tinta por toda a parede. Contrariados pegaram de novo nas esponjas e continuaram a esfregar.

Quando acabaram, passados demasiados minutos, a parede estava imaculada. Por outro lado, estavam os dois a suar na testa e debaixo dos braços. Kazuki que esfregara sempre com a mesma mão, tinha o braço contraído e a tremer devido ao longo e constante uso. Deixou-o cair na esperança que este descansasse um pouco. Guardaram os utensílios e dirigiram-se à entrada do edifício. Tinham intenção de falar com o professor dos gémeos, talvez ele os pudesse informar sobre onde se encontravam as pestes. Por sorte, o professor estava a meio de um intervalo e aceitou falar com os gennins. A conversa tinha sido breve, pelos vistos nenhum dos colegas gostava do Shiki e do Kishi e eles nutriam o mesmo sentimento pelo resto da turma. Costumavam bater nas outras crianças e roubar-lhes os brinquedos, “Coisas típicas…”. No final, o professor indicou-lhes uma ponte onde os rapazes costumavam ir depois das aulas. Anotadas as direções os rapazes despediram-se e foram embora.

Mal saíram do edifício começaram a correr. Subiram aos telhados para assim poderem correr mais livre e velozmente. Iam saltando de telhado em telhado como se fossem atletas de corrida com barreiras. A meio caminho, numa rua menos frequentada depararam-se com mais um grafiti, felizmente era mais pequeno. Saltaram para baixo e correram até ao desenho. Kazuki tocou levemente na tinta:
- Ainda está fresca, deve ter sido pintada há pouco! - Concluiu.
- Vamos limpar isto rapidamente antes que eles façam mais, porque eu já estou farto disto. – Disse o loiro ameaçadoramente enquanto pegava nos objetos de limpeza. O moreno fez o mesmo e começaram a trabalhar, desta vez lembrou-se de trocar de braços.

Quando acabaram, arrumaram as coisas e olharam em redor. Do outro lado da rua havia um café sombrio com um alpendre de madeira à entrada, “Talvez alguém tenha visto para onde eles foram.”. Informou o loiro das suas intenções e este disse algo parecido com – Tanto faz, não quero saber. – Kazuki entrou no estabelecimento e deparou-se com um balcão sujo, que combinava perfeitamente com o homem gordo de bigode por trás deste. Entre o balcão e o moreno à porta havia umas quantas mesas circulares ocupadas por homens de aspeto rude. Muitos eram carecas e viam-se tatuagens ao longo dos braços e peitos nodosos, visto que estavam sem camisola. Abunai entrou e olhou com desinteresse para o cenário. Apesar do aspeto sombrio os rapazes atravessaram o bar, sendo seguidos ferozmente pelos olhares dos ocupantes do estabelecimento. Com certeza eles não eram do típico cliente habitual.

Chegaram ao balcão gordurento e perguntaram ao barman:
- Por acaso viu os dois gémeos que fizeram um grafiti do outro lado? Será que nos pode dizer para onde foram? – Kazuki falou honestamente, mas o homem gordo estava a rir-se.
- Não e não. Não sei de nada que não seja relacionado com o meu café. – Disse o outro com uma voz rouca e com um certo tom de aviso.
- E isto não é relacionado com o seu café, ó senhor? Para a próxima pode ser que façam o desenho na sua porta! – Rugiu Abunai. O moreno olhou-o incrédulo, não era nada dele insultar as outras pessoas, especialmente numa situação daquelas.

- Ora ora. Parece que temos aqui um amigo que quer brincar. – Disse um cliente de voz grave e sombria, levantando-se atrás deles. – Cavalheiros, que me dizem de ensinar estes pirralhos a terem maneiras? – Os gennins viraram-se e descobriram um homem alto encorpado de aspeto aterrorizante. A combinar com o seu físico tinha uma pala no olho direito onde se via uma cicatriz esbranquiçada. Os instintos de Kazuki diziam-lhe que era o momento ideal para se desculpar e sair dali, mas Abunai parecia estar finalmente a divertir-se.
- Eu é que te ensino boas maneiras ó ciclope! – Atirou o loiro assumindo uma posição defensiva. Todos os outros ocupantes, se levantaram e arrastaram as mesas para o lado. – Só uma pergunta. Não têm dinheiro para comprar uma camisa, quando entrei tive de tapar o nariz porque cheirava demasiado mal! – Tinha ido longe demais.

Um dos homens atirara-se a ele e outros seguiram-no. O espaço era apertado e escuro, mas Kazuki colocou-se rapidamente à frente do colega atirando-o para trás. O moreno era melhor em luta corpo-a-corpo e por isso lutava sempre na frente, enquanto Abunai atuava atrás dele usando ninjutsus. Era esse o estilo deles de luta, quando lutavam juntos. O primeiro homem estava mesmo em cima dele com o braço pronto a socá-lo. Graciosamente, Kazuki rodou o corpo vendo o soco passar paralelo à sua cara. No mesmo instante, moveu o braço mais próximo do adversário, o direito, no sentido ascendente. Socou fortemente o homem no queixo, deixando-o desprotegido. Outro homem atacou-o com um soco circular ao nível do peito. O gennin esquivou-se baixando-se, apoio uma mão no chão e desferiu um pontapé rasteiro fazendo o adversário cair. Kazuki saltou para o peito do homem no chão e impulsionou-se contra o primeiro, que havia socado no queixo. Fora tão rápido que o outro não se conseguiu defender do pontapé certeiro no peito. Este cambaleou dois passos para trás e foi suficiente para tropeçar na perna do colega no chão e cair em cima de todos os outros atrás.

- Abunai! – Gritou o moreno puxando pelo colega. Concentraram a quantidade exata de chakra nos pés e saltaram para o teto colando-se neste. Sem mais demoras atravessaram o café correndo velozmente por cima das cabeças dos homens que tentavam levantar-se. Mal saíram do café sombrio, Kazuki saltou para o chão e atirou uma shuriken presa com harigane, o fio ninja invisível, ao lado de uma estaca de madeira do alpendre. Quando a estrela mortal passou o seu alvo, o moreno usou habilmente a mão para puxá-la de volta. Esta enrolou-se à volta da madeira acabando por ficar presa. O gennin agarrando a outra ponta do fio passou pelo lado de fora do outro suporte do alpendre, criando assim um obstáculo invisível ao nível dos pés. Juntou-se a Abunai, que enquanto isso já havia executado alguns selos, e ficou a puxar a linha invisível. Os brutamontes saíram a correr pela porta e vinham selvaticamente na sua direção. O mais adiantado tropeçou no fio ninja e caiu no chão levando com ele alguns dos colegas. Logo de seguida, o loiro expeliu o mesmo fluxo de água na direção dos restantes homens que não caíram. Estes, apanhados de surpresa, foram empurrados violentamente para dentro do café, batendo contra cadeiras e mesas.

Os gennins esperaram um segundo enquanto observavam os estragos que haviam causado e, de seguida, bateram em retirada o mais rapidamente que conseguiram. Ao fundo da rua ainda ouviram as vozes dos homens a gritarem por eles, mas os shinobis já estavam fora de alcance. Subiram a um telhado e pararam para descansar. Estavam os dois a arfar e precisaram de alguns segundos até conseguirem falar percetivelmente.

- Para a próxima é melhor não chamares ciclope a alguém que tem o dobro da tua altura. – Disse Kazuki rindo-se da sorte deles. Percebia agora como estavam a ficar fortes. Talvez se a luta tivesse continuado eles acabariam por perder, mas a verdade é que conseguiram derrotar alguns deles, sem que estes lhes tocassem. O moreno estava contente com o seu desempenho, mas sabia que a missão ainda estava longe de terminada. – Mas olha, vê se te controlas meu. Senão nunca mais acabamos isto! – Não gostava de o fazer, mas tinha de repreender Abunai. As coisas podiam ter dado para o torto e aquele comportamento não era aceitável.

- Ok. Vamos lá terminar isto. – Resmungou o loiro levantando-se. Kazuki fez o mesmo e inquiriu o outro sobre o destino deles. Daqui a uma hora começaria a anoitecer, tinham de ser rápidos. Concordaram que o melhor a fazer seria irem até à ponte. O moreno respirou profundamente e, de seguida, fazendo força no chão saltou para o telhado seguinte. Percorrem rapidamente o caminho, sem encontrarem mais nenhum grafiti pelo meio. Chegaram à ponte passados alguns minutos, esta ligava duas montanhas. Não estava ali ninguém expecto eles, “Talvez estejam por debaixo da ponte”. Correram rapidamente até uma das margens e saltaram silenciosamente para o nível de madeira inferior.

Era um local escuro, cheio de humidade e de grafitis. Era também bastante perigoso, porque apenas havia uns metros de madeira entre a parede e uma queda até ao vale centenas de metros abaixo. Aquele local também estava desabitado, mas algo chamou a atenção do moreno e do colega. Havia latas de sprays no chão e algumas guloseimas também. Ajoelhou-se para observar melhor os objetos, pareciam ter sido abandonados apressadamente. Kazuki sentiu movimentação ao seu lado e, por pouco, quase lhe acertavam com um bastão na cabeça, mas este desviou-se rebolando para trás. Os gémeos saíram da parede, tinham-se escondido com o Kakuremino, e estava agora a fugir para o andar de cima. Os gennins saíram de debaixo da ponte e saltaram para o nível superior, de onde viram os miúdos a correr já perto da outra margem. Mas estes, em poucos segundos, foram bloqueados, porque os mais velhos tinham-lhes ultrapassado rapidamente.

- Onde pensam que vão amigos? – Disse Abunai exibindo um sorriso. – Então preferem entregarem-se já ou ainda vão tentar lutar? – Perguntou ele falando com os braços. Um dos rapazinhos fez um selo com as mãos e gritou:
- Bunshin no Jutsu! – Ao lado deste surgiram dois clones sem sombra, mas estes estavam muito débeis e pareciam doentes. Kazuki retirou quatro shurikens e arremessou-as todas de uma só vez na direção dos clones. As estrelas ninjas passaram, duas a duas, através das aparições e estas desapareceram.

- Assim nem mete piada… - Murmurou Abunai enquanto começava a preparar um novo jutsu. Por outro lado, Kazuki começou a correr velozmente na direção dos gémeos. Para seu espanto eles não recuaram ao verem o moreno correr com o punho carregado dirigido a eles. Este, quando estava mesmo em cima do gémeo que segurava o bastão, fingiu desferir um soco circular. O outro tentou acertar-lhe com um movimento vertical da arma, mas o gennin fez força na perna esquerda cortando rapidamente para o lado contrário. Agora posicionado lateralmente, o moreno socou o rapaz, não muito fortemente. Este desequilibrou-se e deu uns passos para o lado contrário. Kazuki colocou-se nas costas do rapaz e ia a prender-lhe os braços, quando o outro gémeo apareceu de lado e tentou pontapear o gennin nas costelas. Este só foi a tempo de se proteger com as duas mãos, bloqueando o ataque. A força do ataque impressionou-o, pois empurrou-o para trás uns passos e deixou-lhe a mão a doer. Ao parar saltou para o lado juntando-se ao companheiro.

- E quê? Vais só ficar a olhar? – Gritou ao loiro que simplesmente ficara a assistir. – Anda lá, trabalho de equipa meu. - Abunai roncou, mas percebeu a ideia. Iriam separá-los e cada um tentaria capturar um dos gémeos. Com isto, começou a executar selos ninja. O moreno iniciou uma corrida ameaçadora na direção dos irmãos, ao mesmo tempo que retirava uma kunai presa na ponta pelas linhas shinobi. A um metro dos oponentes impulsionou os pés contra o chão saltando por cima deles. Aterrou nas costas destes. De repente, uma névoa densa abateu-se sobre a ponte, o outro Gennin concluíra o jutsu e agora deveria estar a preparar-se para atacar o gémeo com o bastão.

Kazuki virou-se, a tempo de se esquivar de um soco, rodando o corpo e vendo o braço do oponente a passar à frente do seu peito. Agilmente atirou a kunai para cima do outro lado do braço do gémeo, enquanto dava um passo atrás. Com uma mão, em baixo, sentiu o fio ninja a passar pelos dedos e com a outra, por cima, agarrou a arma. Num instante puxou as duas, trazendo o braço do rapaz na sua direção. De seguida, deu um passo para o lado e rodando, colocou-se de frente para o adversário, enquanto muito habilmente usava a mão de baixo para enrolar o harigane à volta da manga deste. Pararam por um instante. O moreno com uma mão de cada lado do braço da criança apertava com cada vez mais força, este tentava resistir contraindo o músculo. A uns metros ouvia-se a luta dos outros dois, apesar de não os conseguirem ver.

O gémeo, vendo que não conseguiria resistir, usou a outra mão para socar o gennin em frente. Este saltou para trás, unindo e puxando as linhas ninjas com ele e, consequentemente atirou o rapaz na sua direção. Juntou as linhas na mesma mão, a esquerda, que segurava a kunai, e aproveitando o desequilíbrio do adversário, Kazuki moveu-se lateralmente para a direita. Agora de lado para o oponente, usou a mão livre para socá-lo num movimento ascendente rápido e preciso. Acertou-lhe exatamente no queixo, enviando-lhe a cabeça para trás. De seguida, puxou o braço deste, ainda preso, trazendo-o na sua direção. Controlando os seus movimentos, o gennin colocou-se de lado e deixou o rapaz passar à sua frente, para no instante a seguir se colocar nas costas deste. Não lhe dando tempo para reagir, largou o harigane e enrolou os braços à volta do pescoço deste apertando-o. O rapaz tentava resistir, mas o ninja obrigou-o a colocar-se de joelhos e depois a deitar-se de barriga no chão, enquanto fazia peso em cima dele com o joelho.

Por entre a neblina ouviu um rapaz a gritar, seguido pelo som de uma explosão de água. Segundos depois a névoa dissipou-se e do seu raio de visão Kazuki viu o seu companheiro. Este estava a arfar e as suas roupas estavam salpicadas por água, contudo exibiu um sorriso radiante. “Finalmente te divertiste, foi?” pensou o moreno, mas perguntou:
- Dás-me uma ajudinha aqui? – Enquanto piscava o olho em direção ao rapaz que tinha debaixo de si, que ainda se debatia.

Rapidamente Abunai induziu o gémeo num Genjutsu e este parou de lutar. Kazuki levantou-se, puxou os braços do rapaz para trás, e tirando mais alguma linha shinobi atou as mãos deste nas costas. Olhou em redor e viu que o outro irmão estava inconsciente contra a proteção lateral da ponte. Apressou-se a prendê-lo também.
- Finalmente! Vamos embora daqui? – Perguntou o moreno estafado. A missão deixara-o, mais cansado do que aquilo que ele pensava ser possível.
- Bora levar estes dois ao Raikage! – Exclamou Abunai, parecia ter recuperado o seu humor no decorrer da batalha.

Cada um pegou num dos gémeos e partiram em direção ao grande edifício espelhado. O cansaço e o peso extra atrasaram-nos, mas não cederam perante as dificuldades. Desta forma, ao fim de alguns minutos, a arfar e com as pernas a tremer, estavam em frente ao gabinete do Kage. Este mandou-os entrar. Abriram a porta e empurraram os gémeos lá para dentro que entretanto haviam acordado.

*  *  *

- Tens de admitir que não foi assim tão mau. – Afirmou Kazuki quando saíram do edifício do Raikage, já noite. Este congratulou-os pelo sucesso da missão, mas avisou-os para não criarem problemas com os habitantes da vila. De seguida, entregou-lhes as respetivas recompensas.
- Tens razão. Eu também não devia ter reagido daquela maneira. – Desculpou-se Abunai. Mas mudando de assunto, perguntou com um largo sorriso, apontando para o bolso. – E então, onde vais gastar isso?
- Talvez compre um companheiro mais amigável para missões…

----

FIM...
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TaronKali

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MensagemAssunto: Re: Missão rank D - Graffiti   Ter 1 Mar 2016 - 18:11

Bump
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Kylo Soldier

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MensagemAssunto: Re: Missão rank D - Graffiti   Ter 1 Mar 2016 - 20:08

Reservo!
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MensagemAssunto: Re: Missão rank D - Graffiti   Sex 4 Mar 2016 - 18:39

Avaliação de Kazuki Watake

Ninjutsu: 3 + 0,25 = 3,25
Taijutsu: 3,25 + 1 = 4,25
Kenjutsu: 6,5 + 0,75 = 7,25
Genjutsu: 1,25
Selos: 1,75
Trabalho de Equipa: 1

Força: 5,25
Agilidade: 7,75 + 1,25 = 9
Controlo de Chakra: 3,25 + 0,25 = 3,5
Raciocínio: 1,75 + 0,75 = 2,5
Constituição: 4 + 0,5 = 4,5

Total da Avaliação: 4,75/7

Total de Habilitações: 38,75 + 4,75 = 43,5

Comentários: Bem a missão foi um pouco confusa, achei desnecessário a parte do Café com um bando de "Motoqueiros/Piratas". Não creio que uma cena dessa tenha contribuido com algo a não ser para que alongasse a missão para pegar Habs. Da próxima tente contextualizar melhor a missão.
Sua escrita também estava um pouco bagunçada, foi difícil entender certas partes, tente deixar claro quem está fazendo o que e preste atenção na organização do treino isso pode ajudar bastante ao avaliador e ainda evitar que acabe perdendo pontos pelo fato de narrador não entender a cena.

Recompensa Completa.

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