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E o ciclo da vida repete-se! As pacíficas vilas voltam a unir-se para combater um mal em comum. Vem conhecer o melhor e mais antigo role play de Naruto, totalmente em português.
 
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 Missão Rank C - Tudo por Uma Orquídea

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Kylo Soldier

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MensagemAssunto: Missão Rank C - Tudo por Uma Orquídea   Sex 27 Fev 2015 - 0:37

Inscrevo-me!
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Dorou

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MensagemAssunto: Re: Missão Rank C - Tudo por Uma Orquídea   Sex 27 Fev 2015 - 1:10

im in
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Dark_Akira

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MensagemAssunto: Re: Missão Rank C - Tudo por Uma Orquídea   Sex 27 Fev 2015 - 11:26

Inscritos, querem companhia?? Ahahaha
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Tio Tsu

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MensagemAssunto: Re: Missão Rank C - Tudo por Uma Orquídea   Sab 28 Fev 2015 - 20:16

Rape time? I`m in!
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Dorou

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MensagemAssunto: Re: Missão Rank C - Tudo por Uma Orquídea   Sab 28 Fev 2015 - 21:35

Bem. Fecho as inscrições devido ao tempo, e lanço a ordem;
1 - Dorou
2 - Lisandra
3 - Sokei
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Dorou

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MensagemAssunto: Re: Missão Rank C - Tudo por Uma Orquídea   Dom 1 Mar 2015 - 0:10

O país da água amanhecera excepcionalmente frio naquele dia de sábado. Lisandra guiava a jovem Sokei através de uma estrada de pedras molhadas, vestígio da chuva torrencial que banhou o país noite passada. Haviam saído de kiri há duas horas e seguiam caminho para norte, na porção mais quente do país, em busca do raro local onde a tal plantas nascia.
As duas gennins tinham a missão de encontrar uma rara planta que nasce no país da água, porém em uma região específica onde a umidade do ar era baixíssima! Okashii foi bem enfático quando elucidou duas coisas da missão; Primeiro, a planta tinha de voltar intacta para a vila, ela seria usada em pesquisas importantes. Segundo, aquela equipe não era a única a correr atrás da missão, outros shinobis de outras vilas poderiam esta ali procurando também, eram muitos os países que estavam atrás daquela planta.
Enquanto revisava o plano na cabeça, Sokei olhava a paisagem em sua volta buscando aprender o máximo possível do país da água. Era verdade que aquele lugar era bem diferente de iwa e certamente seria um grande aprendizado estar ali… Mais que isso, ela queria saber TUDO sobre Kiri e o Pais da Água! Mas sentia-se extremamente impelida em perguntar pelo semblante sério e inalterado da companheira de viajem, Lisandra.
Lisandra era sua anfitriã em kiri. Era ela quem guiava Sokei e a ajudaria durante aquela missão importante. O problema era… Ela não falava nada!! Esteve calada 99% do tempo e falou apenas quando era estritamente necessário. Aquele silêncio todo estava enlouquecendo a iwanin de tal forma, que ela andava atrás de Lisandra, com os olhos vidrados na kunoichi e esperando ansiosamente por qualquer palavra… qualquer som…
Quando Lisandra parou de falar. Sokei parou também, fazendo uma expressão de confusão. Lisandra virou-se, encarando Sokei… Abriu a boca, tomou ar…
“ELA VAI FALAR!” a Iwanin sentiu as nuvens abrindo-se para iluminar aquele momento. Quase pôde sentir as lágrimas vindo a tona.
Então Lisandra soltou o ar num suspiro profundo e virou-se novamente, voltando a andar deixando para trás uma Sokei desolada e desiludida. Ela não falou, e ainda por cima soltou aquele suspiro, como se a presença da companheira fosse um grande incômodo.
Andaram durante algumas horas, até chegarem a pântano mais ao norte, o qual já estava previsto no planejamento de viajem. Aquela floresta era densa, tão densa que a luz do sol não passava pela sua armadura de folhas e fazia que o fosse constantemente noite no chão. Uma imensa estrada de terra cortava a florestaem braços e ramificações, enquanto alagados e rios corriam onde a terra firme não existia. As raízes altas das árvores gigantes exibiam sua adaptação ao ambiente e, apesar de estarem no país da água, o calor começava a se tornar um incômodo… As duas sentiam-se em uma sauna.
- Lisandra-san… - Sokei foi quem falou, analisando os raros resquícios de luz do sol que transpassava pelas folhas do alto das árvores. - Acho que é hora de acamparmos. Precisamos rever o mapa e traçar o próximo passo da viajem. - Completou ela, já desanimada por culpa daquele silêncio eterno.
A kirinin acenou com a cabeça, mantendo-se sem falar nada. Sentaram-se em uma clareira, nos pés de uma árvore gigante, cujas raízes criavam uma parede e debruçaram o mapa no chão, enquanto tiravam da mochila as rações de viajem para almoçar.
Lisandra só começou a falar realmente quando teve de explicar a próxima etapa da viajem, e isso aliviou a iwanin de seu nervosismo.
- Vamos segui esta trilha a noroeste para sairmos da floresta. - E ela correu o dedo pelo mapa, seguindo o caminho com os olhos verdes. - Então começamos a subir esta montanha, e…
Ela parou. Um barulho chamou a atenção das duas shinobis e fez eriçar os pelos da nuca de Lisandra. Não e medo ou nervosismo, não. Aquilo era o perigo…
- Você ouviu isso? - Sokei perguntou, levantando-se lentamente e largando perto da fogueira sua comida. - Não estamos sós… - E comentou.
- Sim… - A kirinin foi a próxima a se levantar, e imediatamente sacou uma kunai. - Andaram as duas alguns passos para o centro da clareira, separadas por um meio e meio, mais ou menos, e aguçaram os sentidos… Algo estava vindo…
Ouviram um farfalhar vindo de alguma árvore, um assovio agudo, um som surdo, e de repente uma mão agarrava os pescoços das duas por trás e abaixava as suas cabeças apenas para batê-las no chão. No instante que isto aconteceu, uma dai shuriken passou voando por onde segundos antes estava a cabeça das duas, e cravou-se na árvore gigante que estava atrás delas. Um homem surgira entre as duas, e havia sido ele quem as abaixou momentos antes de serem atacadas. Este mesmo homem sussurrou logo em seguida, soltando as duas do seu aperto.
- Um em cima da árvore às 4 horas, outro usando um jutsu de invisibilidade e sobre o lago às 10 horas.
Sokei e Lisandra certamente se sentiram impelidas a atacar o estranho, mas sentiram que os inimigos que jogaram o projétil tinham prioridade na hiearquia. Depois cuidariam do estranho. As duas sequer olharam no rosto do homem, apenas saltaram de onde estavam em uma corrida, seguindo as coordenadas. Lisandra fez um rápido selo para ajudar a acumula chakra nos pés e o fez brilhar com a energia que ali acumulou. Ela saltou e correu ao longo da árvore gigante até perceber que um shinobi vestindo verde estava sobre um dos galhos altos e preparava outra shuriken gigante para jogar, e assim o fez. Lisandra desviou-se movendo o corpo para o lado no momento exato que a arma passou por si e agarrou-se no anel interno no momento certo, fazendo sua mão queimar. Ela girou o corpo movido pela inércia da shuriken nas mãos e a direcionou contra quem a jogou antes, seu inimigo. A imensa serra de metal cortou o galho que o adversário estava e o fez cair com abruptidão no chão, desmaiado.p
Sokei não demorou a encontrar o seu alvo, ele estava usando um jutsu de invisibilidade e, imóvel, tinha a esperança de não ser visto. Quando percebeu que seu plano tinha ido por água abaixo, desfez sua técnica imediatamente. E ele foi rápido, abaixou-se a tempo de evitar um chute giratório de Sokei, que saltara segundos antes, na beira do lago, e pousava agora bem na frente do adversário com os pés banhados em chakra para se equilibrar na água.
Em resposta a isto, o inimigo puxou de trás do ombro uma tanto e a girou entre os dedos apenas para atacar a kunoichi adversária com uma estocada. A loira girou nos próprios calcanhares para o lado.
- ARMAS! - E deu um soco que fez o inimigo cambalear para trás.
- É! - Em seguida usou o cotovelo para atingir o diafragma dele, fazendo-o curvar-se sobre si
- PARA FRACOS! - E finalizou com um chute a lá tsunade, usando o tornozelo para atingi a nuca do inimigo, fazendo-o desmaiar e afundar na água, apenas para boiar segundos depois, inconsciente.
As duas arrastaram os corpos dos adversários novamente para a clareira, ambas suadas e cheias de perguntas a fazer. Encontraram o homem misterioso na clareira, esperando-as com dois outros inimigos desmaiados aos seus pés.
- Quem é você? - Lisandra foi quem falou, inesperadamente, apontando sua adaga ao ruivo que surgira. Ele estava mascarado e usava roupa de shinobi. Isso aguçou a curiosidade de Sokei.
- Me chamo Azura Inugami. Sou um shinobi de kiri viajante. - Estava passando por aqui e senti a hostilidade da situação.
- Então você só “estava” por aqui e quis ajudar? Suspeito… - A ninja médica falou, com os braços cruzados. - E porque o Sr não está em kiri, prestando serviço como um shinobi regular?
- E existe algum padrão de ética que me impeça? - O ruivo respondeu. - E eu estou em uma jornada. Me afastei temporariamente da vida de shinobi regular. Isso é pessoal. - E retirou a Máscara, certo de que não haveria problemas.
- Sugoooooi! - A Fukeru esqueceu a situação tensa que estava e seus olhinhos brilharam quando viu a aparência edo de Azura. - Azura-saaaan! Porque seus olhos são assim? E sua pele é rachada! E você é pálido! Eu já devo ter lido sobre isso em algum lug-
- Isso não é importante no momento. - O ruivo falou, olhando a iwanin nos olhos. - Talvez seja melhor não procurar saber o que não se pode entender.
E se fez um silêncio desafiador durante alguns segundos enquanto os dois, a iwanin e o kirinin se encaravam, sérios.
- Então… É aqui que nos separamos. - Lisandra pegou sua mochila e o mapa, e pegou a de Sokei, jogando para ela logo em seguida. Ela não confiava nada naquele viajante suspeito, principalmente porque nem ela nem a iwanin idiota sentiram a presença dele se aproximando.
- Tem razão. Preciso seguir meu caminho, estou indo para o norte… - O ruivo comentou.
- Ah! Vamos na mesma direção então! Podemos ir todos juntos! Seria útil ter a sua ajuda, Azura-san!
- Parece lógico. Aceito. - E Azura falou.
Lisandra fez um facepalm. Tudo que ela não queria estava acontecendo.
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Kylo Soldier

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MensagemAssunto: Re: Missão Rank C - Tudo por Uma Orquídea   Ter 3 Mar 2015 - 1:36

Lisandra não estava nada contente com a tomada de decisão feita por Sokei em carregar um desconhecido consigo. Durante a caminhada deles a Kirinin passou o tempo todo o observando, posicionada atrás dele a pouco mais de um metro de distância, enquanto a loira caminhava lado a lado com o mesmo. Ela havia achado alguém com quem trocar algumas palavras, mesmo que poucas eram melhores do que permanecer no silêncio massacrante. Lis não lembrava-se de ter visto alguém como ele andando pela vila, isso não era bem uma desculpa para desconfiar do mesmo afinal é um lugar grande o suficiente para se viver uma vida e não encontrar com muitas pessoas, mas o fato de ele ter aparecido do nada sem que elas percebessem a incomodava, aquilo queria dizer que o poder daquele homem estava bem acima do delas. 
A trilha estava começando a ficar cada vez mais complicada de seguir, algo havia acontecido naquela região que diversas árvores haviam caído no caminho, também estava um imenso lamaçal e eles tinham que pisar com cuidado para não acabarem atolados. Sokei havia pensado em usar as árvores para locomover-se, mas quando olhou para as mesmas acima de sua cabeça notou que não seria possível, eram todas cheias de muitos ganhos e uma folhagem densa o que dificultaria em muito a movimentação. Sendo assim preferindo continuar por terra da forma que estavam indo.

Não podemos continuar dessa forma, vamos demorar muito passando por aqui. — Disse a loira olhando para sua companheira de equipe. — Não há nenhuma outra forma de chegarmos até lá? 

— Bem, há uma alternativa, porém ela não é muito segura e há grandes chances de haver outras pessoas por lá. — Respondeu a jovem de cabelos bicolores, olhando o mapa calmamente.

— Não há problema, eu irei com vocês. — Pronunciou-se Azura. — Sou forte o suficiente para ajudar vocês com esses problemas.

— Porque tem insistido tanto em nos acompanhar? — Questionou a Kirinin.

— Só estou tentando ajudar.

— Bem, aceitamos essa missão e nós podemos dar conta dela, não se preocupe com isto.

— Ela tem razão. — Sokei finalmente dissera algo a respeito da situação e justamente o que Lisandra queria ouvir. — Apesar de tudo isto aqui ainda é nossa missão e iremos cumpri-la por conta própria.

— Já que assim desejam tudo bem, mas de um jeito ou de outro irei com vocês, não suporto mais essa estrada. — Azura pareceu não ligar para o fato de terem dito aquilo, ele sabia que se quisesse ele iria, e isso era o que mais fazia as duas jovens desconfiarem e temerem que algo fosse ocorrer.

Utilizando o mapa os três conseguiram movimentar-se bem por entre a floresta que de tanta lama estava quase um pântano. Andaram por pouco mais que uma hora antes de encontrarem um sério problema em seu caminho, algo que não esperavam e que não seria fácil de contornar. Ao chegarem em uma ravina de pouco mais de 40 metros de largura e 50 de profundidade, na qual o fundo era um rio de águas escuras e com diversas pedras pontiagudas. Lisandra enfiou o mapa de volta na mochila e ficou a observar o local, procurando algo para que pudessem atravessar, foi quando percebeu que havia uma ponte de cordas e madeiras, mas por algum motivo havia caído.

— Devem ter cortado-a para ninguém passar, ou apenas com a chuva não aguentara mais, ela aparenta ser bem velha. — Disse Sokei analisando a situação.

Ninguém pronunciou-se por alguns instantes. Lisandra tentava buscar uma maneira de chegar até a montanha sem atrasa-las muitos, estava com o mapa em mãos e tentando achar algum lugar no qual elas pudesse seguir viagem. A questão de contornar a ravina não fora nem cogitada, pois isto levaria muito mais tempo, voltariam boa parte da caminhada que tiveram durante o dia todo, e isto só lhes atrasaria. Certo que já estava começando a entardecer e logo precisariam acampar, porém voltar todo o caminho não seria viável. Segundo o mapa não existia uma rota além da estrada, da ravina ou contornar todo o rio.
Sokei por sua vez estava abaixada próxima a beirada tentando identificar o que ocorrera, e alguma outra forma para atravessarem aquela enorme ruptura. O ruivo pigarreou logo atrás, ela ergueu o rosto e olhou para suas costas. O homem encontrava-se de pé a alguns poucos centímetros dela.

— Acho que posso ajudar vocês, obviamente se assim desejarem. — Ofereceu Azura com um tom sarcástico.

As gennins se entre olharam, Lisandra deu de ombros. Para ele pouco importava como, mas ela queria chegar ao outro lado o mais rápido possível. Então o homem aproximou-se da beirada, logo ao lado de Sokei. O mesmo realizou uma rápida sequência de selos com ambas as mãos, muito mais rápido do que as garotas podiam acompanhar, ele sentiu o chakra fluir por todo o seu corpo e com maestria o redirecionou para a palma e suas mãos e então as levou agilmente até o solo. Quando atingiu a terra úmida algo se iniciou, da beirada do precipício saiu um pedaço de terra porém algo mudou nas propriedades do mesmo, logo tornou-se um cristal roxo-claro e ligou-se até a outra ponta, formando assim uma ponte. Shouton: Chou Haki Kabe, disse o rapaz mentalmente.

— Isso sim é algo útil. — Disse Lisandra saltando de pé. — Vamos indo, logo irá anoitecer e teremos que parar para acampar e passar a noite.

Ela foi a primeira a tomar a iniciativa de atravessar a ponte, seguida dos outros dois. Sokei observou a ponte improvisada durante toda a travessia da mesma, estava indignada como aquilo poderia ser cristal. Este homem realmente é bem mais forte do que nós duas juntas, se algo ocorrer talvez não sejamos capazes de vence-lo, pensou a Fukeru durante toda a travessia. Deu algumas olhadelas para sua companheira de missão e viu que a mesma também não estava muito alegre com a situação, parecia estar questionando-se o mesmo fato.
A caminhada se estendeu até o sol se por no horizonte. Eles cessaram a marcha logo que a escuridão preponderou-se sobre a luz do dia, e a única coisa que emitia luz nos primeiros instantes era a lua e as milhares de estrelas no céu, mas que naquele local não faziam muita diferença. Logo eles pararam, tentaram inicialmente achar uma clareira em que pudessem ficar, porém fora alguns minutos gastos a esmo. Logo decidiram que iriam acampar em qualquer lugar, sentaram-se, reuniram alguns galhos e fizeram uma pequena fogueira precária apenas para aquecer-lhes um pouco e iluminar o mínimo possível. Decidiram que fariam vigias noturnas para não serem surpreendidos durante a noite. Azura candidatou-se para a primeira, entretanto Lisandra não lhe permitiu tal ação, havia decidido que seria ela a primeira a ficar acordada, o ruivo deu de ombros e escolheu um canto entre as grossas raízes de uma das árvores para deitar-se. Sokei também fez o mesmo, porém em um lugar mais próximo a Lockhart.
Irei ler o meu livro, pelo menos vou conseguir me manter acordada até trocarmos de turnos. A garota de olhos verdes enfiou a mão dentro de sua mochila e retirou um livro não muito grosso de capa dura coberta por um couro velho. Em letras douradas já um pouco desgastadas dizia o título: Estratégias em Combate. Ela abriu em uma página qualquer e deu inicio a sua leitura. Após algum tempo, este que a mesma não podia determinar ao certo, ouviu-se um barulho na floresta. Imediatamente Lisandra guardou o livro e ergueu a cabeça para olhar ao redor, olhou para os companheiros e eles aparentemente continuavam dormindo tranquilamente. Cogitou chama-los, porém não sabia do que se tratava ao certo. Um silêncio profundo permaneceu por alguns instantes, até que o barulho de algo sendo arremessado soou. Ela pode ouvir, e com isto sacou uma de suas kunais agilmente, foi então que de repente um pequena shuriken veio voando em sua direção. Lisandra saltou o mais veloz que pode para longe de sua localidade o que fez a arma bater na árvore em que encontrava-se recostada.

— Pessoal, acordem. Temos um pequeno problema! — Exclamou a jovem alto suficiente para que seus companheiros a ouvissem.

Logo Azura pois-se de pé e estava logo ao lado da garota. Ela até assustou-se com o movimento, foi então que entendera que ele não havia dormido estava acordado o tempo inteiro apenas de olhos fechados. Alguns instantes depois Sokei estava logo ao outro lado da garota. Um embate as escuras estava prestes a começar.

— Estamos em desvantagem, eles podem nos ver e sabem nossa localização. Nem sequer sabemos quantos são eles. Precisamos reverter o quadro para conseguirmos sobreviver a isto. — Comentou Lisandra cochichando para os dois companheiros.

— Precisamos abrir vantagem sobre eles. — Completou Sokei.

— Eles movimentam-se silenciosamente e pelas sombras, precisamos fazer o mesmo. — Falou Azura com um tom sereno.


Os três estavam se preparando para o embate. Sokei em posição de combate, já que odiava armas usaria seu corpo para o combate. Lisandra estava com uma de suas Kunais na mão, uma de suas habilidades era com armas de pequeno e médio porte, sem contar os Genjutsu. Azura mantinha-se calmo e com os braços cruzados, ele não aparentava estar muito amedrontado e não podia-se definir de certo qual era o seu estilo de combate já que demonstrara muito pouco até agora. A única coisa que eles precisavam era trabalhar em equipe e um pouco de confiança para que tudo fluísse de maneira tranquila e provavelmente poderia-se depositar mais uma vitoria no saldo deles.
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Tio Tsu

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MensagemAssunto: Re: Missão Rank C - Tudo por Uma Orquídea   Qui 5 Mar 2015 - 14:37

A Fukeru e a Lockhart olharam para os arredores. Ironicamente, a única coisa que podiam ver eram as sombras dos seus inimigos. Impossíveis de serem contados e completamente desconhecidos para a equipa de Kiri, as duas adolescentes não podiam sentir-se mais em desvantagem. Apenas Azura mantinha-se incrivelmente relaxado.
- Quantos inimigos sentes? – Perguntou Sokei, esgueirando um pouco a cabeça para conseguir olhar de lado para Azura sem necessitar de desviar a atenção do campo de batalha.
Aquela pergunta apanhou o ruivo desprevenido, fazendo-o hesitar na resposta a uma pergunta que para ele seria fácil de responder. Podia sentir facilmente os chakra dos inimigos, era uma habilidade que para ele era natural enquanto outros precisavam de treino afincado. Mas ele lembrava-se de não ter referido isto uma única vez numa das suas parcas conversas com as duas adolescentes, principalmente com Sokei. Então, como tinha ela conhecimento disso?
Duas shurikens foram lançadas da escuridão contra o grupo, sem um alvo definido. Foi Lisandra quem se incumbiu de as bloquear, limitando-se a dar um passo para o lado e bloqueá-los com a sua kunai. Demasiado fácil, pensou, como se o inimigo estivesse apenas a testá-los antes de iniciarem as verdadeiras hostilidades.
Atrás, Sokei ainda fitava o Inugami, pacientemente à espera da resposta e apreciando o facto da sua pergunta ter colocado o até então calmo e racional Azura naquele estado hesitante (infelizmente, ainda não se podia chamar de nervoso. Mesmo com a hesitação, o ruivo conseguia manter-se calmo e racional).
- Seis inimigos; duas equipas de ninjas tão poderosos, ou talvez um pouco mais fracos, que vocês. As equipas cercaram-nos com uma formação em losango. Agora estamos a lutar contra quatro dos seis, provavelmente os mais aptos em combate a curta distância, enquanto que os experientes em distância são as pontas do losango mais afastadas. – Explicou Azura, revelando uma inteligência que até então nem Lisandra ou Sokei haviam percebido.
- Nada de perguntas, Sokei. Não temos tempo para isso! – Bufou Lisandra, conhecendo a sua parceira o suficiente para saber que ela não se ia controlar de fazer perguntas ao tão misterioso Inugami. De facto, foi a tempo de fechar a boca à iwanin, pois esta estava a segundos de expressar a sua curiosidade.
Relutante, a Fukeru absteve-se de prosseguir com o seu inquérito. Outras poucas shuriken foram lançadas, estas especificamente atiradas a Azura, sendo novamente Lisandra quem se movimentou com agilidade para as bloquear com a sua arma. A Lockhart estava a começar a ficar um pouco frustrada com estas fracas rajadas que lhes eram atiradas. Seria o oponente minimamente habilidoso?
- Uma formação de losango… Então o inimigo aproveita-se da escuridão para que não possa ser contado ou descoberto, cercando-nos numa formação de losango em que quatro nos mantêm ocupados enquanto os outros dois, muito certamente os mais fortes, nos atacam à distância e ficam completamente invulneráveis. Se nos defendermos dos quatro, os outros dois derrotam-nos, se formos aos outros dois, os quatro aproveitam e derrotam-nos… - Racionalizava Sokei, mantendo-se ocupada a pensar nos planos do seu inimigo enquanto Lisandra era a única que se dava ao trabalho em defender o grupo dos projéteis arremessados. Atrás delas, Azura prestava mais atenção às adolescentes do que ao inimigo – É bom lutar contra um inimigo com cabeça de vez em quando, em situações normais eu e a Lisandra não teríamos qualquer hipótese. Na verdade, poucas equipas de Genin teriam hipóteses contra esta formação. Infelizmente para eles, temos alguém que não é nem de perto um Genin. – E olhou para Azura, percebendo que este tempo todo que estava a ser observada por ele – Azura, tenho uma…
- Queres que eu ataque os outros dois enquanto vocês as duas se ocupam com os quatro, correto? – Antecedeu-se o Inugami, já tendo desenvolvido esse plano muito antes que a Fukeru, preferindo apenas aguardar pacientemente que ela chegasse às mesmas conclusões que ele. – Muito bem, vou só criar um clone para distrair o inimigo e fazê-lo pensar que o seu plano está a resultar. Não se preocupem, o clone não vos vai atrapalhar. – E, com isso, uniu alguns selos e numa curta descarga de chakra criou uma cópia de si mesmo com o Kage Bunshin, desaparecendo ao mesmo tempo com um Shukuchi antes que o inimigo percebesse que haviam dois dele e que um havia desaparecido.
- Parece que têm um plano, mas o inimigo está apenas a atirar faquinhas! Parece que não sabem fazer outra coisa! – Resmungou Lisandra, visivelmente irritada. Como que para irritá-la ainda mais, outra rajada de shuriken foram lançadas e, mais uma vez, a kirinin facilmente as defendeu com a sua kunai. Aquilo pareceu ser a gota de água na paciência dela – Querem gozar comigo?! Tudo bem então! – Completamente fora de si, para surpresa de Sokei que nunca tinha visto a sua companheira assim, reuniu alguns selos e concentrou chakra - Suiton: Mizurappa! – E cuspiu um veloz fluxo de água contra o inimigo que teve a infelicidade de estar mais próximo a ela, sendo atingido no que parecia ser o seu peito (era impossível distinguir-se perfeitamente com a escuridão) e arremessado para trás. O súbito ataque pareceu colocar os outros três em alerta – Ataquem-me agora! VAMOS! Mas venham aqui à minha frente! Batam-me na cara!
Aquela atitude de Lisandra estava a divertir Sokei. Nunca havia visto a sua companheira assim! Dois dos inimigos aproximaram-se para tentarem vingar o seu companheiro atingido, mas não eram páreo para uma Lisandra irritada. Um deles aproximou-se com um Shunshin e tentou atingir os tornozelos da kirinin com uma rasteirada, mas esta saltou com agilidade e, da sua posição superior e mais vantajosa, arremessou um par de kunais em contra-ataque. O adversário mal conseguiu evitar os arremessos, afastando-se com uns arranhões na cara e no ombro direito. Ainda no ar, a Lockhart foi surpreendida com outro inimigo a aparecer à sua frente, também com recurso ao Shunshin, para tentar atingi-la enquanto ela não tinha mobilidade ou muitas opções defensivas. Ao menos assim pensava, pois a kirinin conseguiu inverter as probabilidades ao concentrar chakra e utilizar o Sushii no Genjutsu para criar uma katana ilusória, sacudindo-a à sua frente. Isso apanhou o oponente desprevenido, que simplesmente não contava com a sua adversária a sacar magicamente de uma espada quando nem bainha portava, fazendo-o colocar os braços à frente da cara em reflexo defensivo. A meio de uma gargalhada, Lisandra limitou-se a esticar a perna num potente chute que o devolveu dolorosamente ao chão. Seguidamente aterrou ela, mais calmamente por sua vez, agarrando numa kunai e caminhando rapidamente para o inimigo que acabara de atacar para lhe dar mais alguma dor. De tão cega com a sua irritação, a Lockhart nem se apercebeu que o inimigo que havia ferido anteriormente com as kunai estava em movimento para proteger o seu inimigo. Não. Para ela, apenas o coitado que estava contra o chão, severamente magoado pelo seu pontapé, é que merecia atenção. E sim. Oh sim, se ele iria sofrer!
A Fukeru percebeu que, naquele momento, a atenção de Lisandra não era a mesma. Tinha de se responsabilizar por defender todas as aberturas que a sua companheira não percebia (ou simplesmente não dava importância) que criava. Nem se preocupou minimamente com o Kage Bunshin de Azura quando saltou em auxílio à sua companheira, e este também não lhes dava atenção ou sequer se mexia. Enquanto Lisandra se ajoelhava e a ponta da kunai se aproximava da goela exposta do seu adversário indefeso, Sokei preocupou-se apenas em defender-se e a sua amiga. O inimigo que havia sido arranhado usou um Shunshin para tentar defender o seu parceiro, mas a Fukeru não lhe deu esse prazer. Intersetou-o com um Shunshin ainda mais veloz e, elevando a perna, usufruiu-se de um eficaz Konoha Daisenpū para o afastar, quase o atingindo se ele não se tivesse agachado. Esse adversário não demorou a esquecer-se do seu parceiro e preocupar-se mais com a sua própria vida, contra-atacando Sokei com um par de socos e pontapés que a loira conseguiu bloquear sem muita dificuldade, resultando apenas em algumas dores e manchas negras por ser nos locais usados para se defender.
- Consigo ver que o corpo dele é bastante forte, mas não tão rápido quanto o meu. Além disso, os seus movimentos são mais brutos do que técnico. Um usuário de Taijutsu, como eu, mas o completo contraste. Eu prefiro a técnica e ele a força. – Concluiu Sokei após finalmente conseguir observar um dos seus inimigos com o Kashikogan – Eu até lutava contra ele para ver qual é o melhor, se técnica ou força, mas… - Realizou alguns selos e numa cuidada concentração de chakra, usou o Seidenki no Gen para colocar o adversário num Genjutsu cujo único propósito seria abrandá-lo - … Genjutsu é a maneira mais interessante de se resolver as coisas…
O inimigo nem conseguiu perceber que a sua performance estava a ser afetada por uma ilusão. Consideravelmente mais lento, bastou uma boa cotovelada com um Erubo de Sokei no seu estômago para ir ao solo bastante magoado. Nesse momento, a Fukeru perguntou-se se o inimigo era mesmo assim tão fácil de ser derrotado…
Atrás de Sokei, Lisandra estava visivelmente mais calma e satisfeita. As suas roupas estavam pouco ensanguentadas em comparação com a kunai que trazia. E o adversário que havia escolhido para descarregar a sua raiva pouco mais era que uma poça de sangue.

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Dorou

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MensagemAssunto: Re: Missão Rank C - Tudo por Uma Orquídea   Sab 7 Mar 2015 - 13:26

Seguido a batalha, Lis respirara para falar qualquer coisa, quando fora interrompida por uma explosão estrondosa a mais ou menos cem metros dali, como calculou corretamente Sokei. Elas duas se olharam, surpresas, e ataram-se a correr por entre a floresta na direção do som.
Será que a Fukeu estimou errado a situação? será que os inimigos eram fortes demais para o misterioso Azura? Ela achava muito improvável que seus cálculos sobre ele estivessem errados, então se os inimigos o venceram, quem eram os verdadeiros monstros eram eles…. Foram segundos incrivelmente longos aqueles que elas levaram para chegar ao local da explosão.
Chegando lá, uma bela visão as aguardava. Uma clareira se abrira em função da explosão e ao redor do centro vários espigões cristalinos nasciam do chão. No centro  dali, dois shinobis vestidos de cinza e negro estavam empalados em meio a uma árvore formada por espinhos de cristal, e Azura os observava a alguns metros, concentrado e pensativo.
- Isso sim… É um Massacre. - Lissandra não deixou de comentar, admirada com as expressões de dor que os cadáveres ostentavam na face momentos antes de seus olhos perderem a luz.
- Eles eram chuunins de Otogakure. - O ruivo comentou, sem tirar os olhos do que fizera aos adversários.
- E você teve dificuldade com eles? - Sokei andou e ficou ao seu lado, olhando os espinhos de cristal também. Ela cruzou os braços antes de fazer a pergunta e a partir daquele momento começou a avaliar as respostas do rapaz.
- Não. Eu sabia que eles tinham este poder. - Azura respondeu com indiferença.
- Espera, espera. - Lisandra ficou do lado de Sokei, parecia confusa com algo. - Eles não estavam em uma formação losango? então os dois mais fortes estavam em pontos opostos… porque eles estão os dois aqui aqui? - Ela desenhou a formação no ar.
Sokei já sabia a resposta, mas conteve-se em apenas obsrvar a reação do nugami. Ela percebera que o rapaz era muito menos simples do que ela pensava, e descobriu nele um interessante material de análise.
- Eu tive de unir os dois no mesmo campo de batalha. Se enfrentasse cada um separadamente, considerando que com o nível de habilidade deles não seria assim tão rápido derrotá-los, o outro inimigo do campo oposto poderia atacar vocês duas. - Ele explicou.
A kirinin ficou satisfeita com a resposta. Apesar de ainda não confiar no rapaz, o que era inerente á sua personalidade, percebeu que poderia contar com ele por enquanto. Pelo menos não se arrependeu em ter concordado em levar ele na missão, imaginava o que seria delas se tivesse de encarar esse grupo sozinhas…
Sokei fez menção de fazer outra pergunta, mas seus olhos acharam no cenário da batalha o que necessitava para lhe responder.
“Então ele usou um jutsu doton para se locomover de baixo da terra e atrair os inimigos para um ponto em comum. Entendo…” Ela concluiu, sentindo-se satisfeita com a própia conclusão.
- Vamos continuar a viagem. Ainda estamos lutando contra o tempo aqui. - Ela falou, virando-se e caminhando novamente para a floresta.
O grupo a seguiu em silêncio, em um consenso de que ela estava correta.
Caminharam durante toda a noite, parando para descansar apenas pela manhã, quando armaram acampamento no fim da floresta e fizeram o desjejum sob uma das últimas árvores.
- Então estamos bem perto de achar a tal planta agora… - Lisandra voltou a examinar o mapa, pondo ele no chão e apontando para onde provavelmente estavam. - Segundo os cientistas que encomendaram essa missão, a planta que estamos procurando vive em regiões de baixíssima umidade.... - E ela olhou em volta, para aquela manhã tão úmida que núvens de névoa densa formavam-se aqui e ali. - Isso vai ser difícil…
- Tavez não chegue a ser. - Sokei se pronunciou. Ela esteve lendo qualquer coisa em um livro pequeno desde que pararam e prestara pouca ou nenhuma atenção no que a kirinin disse. Ao menos era isso que parecia. - Vamos encarar os fatos. Kiri é um país frio e úmido, isso limita nossa área de busca por locais incomuns. Temos uma área menor para procurar, não perderemos tempo olhando cara kilômetro do país…
- Ok. Talvez você tenha razão. - A gennin de kiri coçou o queixo, pensativa. - Mas isso ainda não soluciona o mistério de onde acharíamos um local pouco úmido…
- Que tal ali? - Azura acompanhava o raciocínio. Ele apontou o indicador para uma montanha ao longe, no horizonte. - Aquela é a montanha mitsugaze, ela é uma das mais altas de kiri. Tão alta que ultrapassa as núvens. Então suponhamos que…
- Que exista um terreno que consiga ser amplamente banhado pelo sol justamente por estar acima da armadura de núvens pesadas que cobre kiri. Provavelmente a umidade cairá. - Dessa vez Sokei quem o completou, olhando-o com um olhar desafiador.
- Faz sentido. - A kunoichi de kiri concordou com um suspiro. Na verdade aquele joguinho de Sokei estava irritando-a. - Então vamos procurar lá primeiro. É bom que tenhamos um plano B, porque essa teoria continua sendo absurda…
O grupo então desarmou acampamento e seguiu viajem durante algumas horas. Decidiram correr para cortar tempo de viajem, e não tardaram a chegar nos pés da dita montanha, que parecia ser muito mais colossal de perto. A montanha parecia ter sido cortada ao meio, a primeira metade subia por ela tão naturalmente que os viajantes não conseguiam sentir a mudança de altitura, porém essa metade estava virada para o norte, e o grupo de Sokei e Lisandra estavam na extremidade sul… Essa extremidade era o meio mais rápido de subir a montanha, era tão ingrime que fazia um perfeito ângulo de noventa graus com o solo. Um majestoso paredão de rocha que erguia-se até os céus.
- Ainda temos a possibilidade de darmos a volta e subir pelo outro lado. - Sokei comentou, encarando a dura subida que aquele paredão iria render.
- Não. Essa ainda é a forma mais rápida de chegar ao topo. Iremos por aqui! - Lisandra tomou a frente, se aproximando do início da montanha, quando uma saraivada de kunais e shurikens voou em sua direção, por suas costas, e foi defendida pelo braço coberto da armadura de Azura.
- Mantenham a guarda.  - Ele comentou.
No segundo depois uma equipe de quatro shinobis passou do lado do grupo, a mais ou menos cinquenta metros. Eles ignoraram a existência deles e subiram na montanha usando seus kinohbiris, avançando para o longo percurso até o topo.
- Oh merda! - Lisandra balbuciou. - Eles vão nos ignorar para não perder tempo!
- Vamos nos apressar! Isso agora é uma corrida! - E sokei Saltou para a parede e começou a correr, sendo seguida pelos outros dois.

Azura não quis se pronunciar ainda. Achava desnecessário comentar por enquanto, mas aquela não era a única equipe que ele sentia naquela corrida. Haviam outras mais a frente e algumas estavam apenas esperando para emboscá-los...
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