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E o ciclo da vida repete-se! As pacíficas vilas voltam a unir-se para combater um mal em comum. Vem conhecer o melhor e mais antigo role play de Naruto, totalmente em português.
 
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 Filler 16 - Soushi-souai

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BigBoss

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MensagemAssunto: Filler 16 - Soushi-souai   Sex 29 Ago 2014 - 22:55



Nota: Este filler contém conteúdo erótico explícito podendo chocar as pessoas mais susceptíveis a isso.

Anteriormente escreveu:
Do nada, surgiram umas raízes que evoluíram para uma árvore, prendendo-me. A ruiva saiu da árvore, atrás de mim, colocando-me duas hariganes encostadas ao pescoço.
- Agora vamos voltar para casa, e eu vou tratar-te dessas feridas todas – disse Hikari – São ordens da médica.
- Hai, hai – disse, tentando dar um toque de sensualidade ao som das minhas palavras – Sumimasen, Hikari-chan.
Olhei para cima, fixando-me nos olhos dela, e estiquei o pescoço o máximo, aproximando-me de modo a dar-lhe um beijo. Ainda que fosse uma ilusão, a ilusão dela, esta deixou cair as senbous, respondendo ao beijo. Inverti a sua ilusão com o poder do genjutsu do meu Sharingan. Agora era eu que estava sobre ela, e ela presa no tronco da árvore, enquanto ainda os nossos lábios se tocavam, e as nossas línguas se acariciavam, suavemente, na ilusão. Afastei os meus lábios dos seus, abrindo os olhos e vendo o seu rosto corado, que agora também abria os olhos e se apercebia da sua situação.
- Como? – questionou.
- Eu não caio em ilusões assim tão facilmente – informei, sorrindo-lhe, inocentemente, como se não tivesse acabado de a enganar daquela maneira.






 Entrando na casa depois do breve encontro com o Mizukage, encontrei a Hikari. Já há uns dias andava estranha, depois de me lembrar de a beijar enquanto revertia a sua própria ilusão. Tinha sido tudo uma ilusão, mas era algo que a afectara de algum modo. Encostei a bengala na parede. Já não precisava assim tanto dela para andar e andei até à cozinha. A ruiva seguiu-me até lá.
 - O Mizukage estava a tua procura. O que é que ele queria? – perguntou, com um ar preocupado.
- Arranjar problemas – respondi, rispidamente.
- Como assim?
- O vosso Kage devia saber gerir melhor as suas acções, e talvez ter mais ouvidos em vez de saltar para conclusões precipitadas – respondi novamente – Felizmente o Itachi apareceu a tempo.
- Itachi Uchiha? Ele está em Kiri? – indagou uma vez mais.
- Sim, e evitou que o Okashii fosse começar uma batalha comigo – informei – De qualquer das formas, estarei de partida em breve. Obrigado por tudo, Hikari-chan.
Estas minhas últimas palavras calaram-na e à sua incrível tendência a fazer demasiadas perguntas, deixando-a com um ar algo preocupado e talvez até triste.
- Já? – deixou sair – Quero dizer… Ainda nem estás completamente recuperado.
O meu Sharingan ainda se encontrava activo do pequeno encontro com o Okashii e o com ele, conseguia observar atentamente e reparar nas súbitas e pequenas alterações da sua postura, interceptado a sua linguagem corporal em relação a mim. Sentia que devia fazer ou dizer algo. Fitei-a, focando-me nos seus lábios tão perfeitamente desenhados no seu rosto e a expressão insatisfeita em que se inseria.
- Hikari, tens andado estranha – afirmei, cruzando o meu olhar com o seu – desde aquele dia, na floresta. – vi o seu rosto corar, enquanto os seus olhos esmeralda se direccionaram para o chão. Rapidamente, cerrou os punhos e levantou a cabeça.
- Ai estou? Ai estou? A sério!? – disse, num tom alto, que não chegava a ser bem gritar – Tu beijaste-me e não me disseste mais nada depois disso! Como é que queres que eu esteja?
 - Tecnicamen, eu não te beijei – deixei sair. Quase instantaneamente o seu braço se alongou em direcção na minha direcção, mas eu segurei a sua mão.
- Tu tens muita lata! Aquilo não é coisa que se faça! As tuas ilusões pareciam reais… - as esmeraldas que residiam na cor dos seus olhos evitaram os que rubis que habitavam os meus, uma vez mais.
- Hikari, as minhas ilusões não são assim tão boas… Será que? - interrompi-me, submetendo a ideia que me surgira sob reflexão. Passando-lhe a mão sobre o rosto, fi-la voltar a olhar-me directamente – Será que apenas querias que fosse verdade?
O tom rubro que possui as faces do seu rosto foi uma resposta que ultrapassava o óbvio, e de súbito, senti algo. Preenchia-se me a mente da sua face tão esbelta e de seguida das curvas e saliências do seu corpo. Voltava a perder o pensamento nas dos seus cabelos ruivos e acaba sempre perdido nos seus olhos. Puxei-a para perto de mim, encostando os meus lábios nos seus.  Senti as suas mãos passarem-me pelas costas puxando-me para si, enquanto correspondia ao meu beijo. Desci uma mão até à sua cintura enquanto descansava a outra junto ao seu pescoço. Percebi então uma pequena hesitação da sua parte.
- Prometo que desta vez é real – assegurei-a.
As minhas palavras derreteram-na por dentro e logo já me beijava de novo com toda a vivacidade anterior. Pouco depois já nos encostávamos à parede. As nossas línguas acariciavam-se suavemente, entres beijos lentos e rápidos, uns mais suaves e outros até brutos. A mão que tinha estado na cintura já descera, tocando, conhecendo os seus glúteos, enquanto que a outra já tinha descido do pescoço, lentamente até barriga, esgueirando-se para debaixo da camisa e subindo uma vez mais, deslizando sobre a sua barriga lisa, desviando-se até às costas e subindo até à sua roupa interior superior. Com a hábil utilização dos dedos desapertei a peça de roupa que sustentava os seus seios, libertando-os.  Enquanto isso, já a sua perna direita se erguia junto ao meu corpo, prendo a minha esquerda e juntando-nos mais. Desapertado então o sutiã, desloquei a mão suavemente sobre o seu corpo enfiando-a entre a peça de roupa e os seus seios. Senti-os grandes e voluptuosos, macios e suaves e afaguei-os. Dirigi então a minha cabeça ao seu pescoço, quebrando o beijo e começando outro na mesma zona. Rapidamente a sua perna esquerda também subira a minha oposta e já a deslumbrante Hikari se encontra ao meu colo, prendendo-me com as suas pernas cruzadas em volta do meu corpo. Desencostei-nos então da parede, virando à esquerda para as escadas, começando a subi-las, carregando a rapariga ao colo. Já no topo, virei à direita e depois na porta à esquerda, entrando no que um dia fora o meu quarto e agora era o dela. Fechei a porta e deitei-a sobre a cama, depois de a privar da sua camisa e do seu sutiã. Fiquei sobre ela, beijando-a e acarinhando com as mãos os seus seios e o seu torso. Voltei a desviar as minhas atenções para o seu pescoço e depois para os seus seios, começando a beijá-los enquanto as acariciava e apalpava. Continuei num percurso descendente beijando-a na barriga e depois as suas coxas perlongando-me aí antes de me dirigir ao vale da felicidade. Aí partilhei do calor e humidade da minha língua, explorando-a com a mesma. A rapariga começava então a aumentar o ritmo da sua respiração. E assim o que restava da tarde se passou, entre suspiros e gemidos, beijos e apalpões, impetuosas penetrações e as caretas da chegada ao ponto de quem cede e se deixa tomar completamente pelo prazer.
Quando dei por mim, estávamos deitados, eu fitando o tecto e ela descansando, sobre mim, agarrada ao meu torso, com os nossos corpos nus. Tentava perceber como um impulso, um instinto, me tinha levado até ali. O jantar já tinha sido servido, mas apenas dois clones tinham comparecido ao mesmo, dada a falta de vontade para sair da cama. Permanecíamos em silêncio na cama, sem que fosse estranho ou incomodativo. De vez em quando olhava-a, e fitava os seus olhos verdes como esmeraldas, e neles encontrava algo reconfortante, como nunca encontrara em coisa alguma.
- Porquê, Kride? Porquê agora que vais embora? – perguntou-me, quebrando o silêncio.
 - Deu me vontade de… Portanto, nesse momento era o momento certo – respondi-lhe – E eu ainda tenho uns dias cá, tenho assuntos pendentes em Kiri. Depois disso terei que ir necessariamente a Konoha. Tenho de reunir-me com o Hokage e pessoas a reencontrar. Os meus pais viveram três anos a pensar que tinham perdido mais um filho. A boa notícia é que eu estarei de volta ao País da Água, em breve, pois vou investigar o que se passou nos últimos três anos. As más notícias é que quando voltar, provavelmente serei procurado em Kirigakure – No seu rosto expressaram-se a sua preocupação e espanto ao ouvir tais palavras.
- O que é que tu vais fazer? – inquiriu.
- Não te posso dizer, isso faria de ti cúmplice – respondi.
- Eu não te vou deixar fazer o que quer que estejas a planear. Só para voltares e ser capturado pelos caçadores de Kiri – vociferou – Eu não deixo!
- Não é uma questão de deixares ou não deixares. Eu vou fazer o que tenho a fazer – bradei de volta – E não vai haver mais conversas sobre isto.
- Vais voltar e esperar que ninguém dê pela tua presença, é?
- Eu logo arranjo uma maneira, está descansada. Eu sei o que estou a fazer! Daqui a dois dias vou sair desta casa e depois não vou poder a cá por os pés. Tens esses dois dias para decidir se me vais querer ver quando eu voltar.
- Estúpido… a resposta é óbvia – afirmou, desviando o olhar e mostrando o seu descontentamento com a situação.

Dias mais tarde

 - Kride-kun, tens a certeza que queres fazer isto? – perguntou Itachi, ao meu lado – Eles já deixaram passar a morte do outro rapaz que morreu à onze anos, pelas tuas mãos. Esta, eles não vão deixar.
- E eu já os tenho pela garganta, há muita coisa que eles deixaram passar. Eu não vou! – disse com a determinação nos meus olhos escarlate cintilantes, enquanto os tomoes do Sharingan rodopiavam em volta das pupilas – Itachi-sensei, eu tenho a certeza que é isto que quero fazer.
- Muito bem. Sabes as consequências dos teus actos. Eu ficarei por perto, mas não poderei intervir de forma visível. Testemunhos da minha presença poderiam criar uma crise entre as duas vilas.

- Percebo e dispenso a interferência. Harigato, sensei!



Última edição por BigBoss em Sab 20 Set 2014 - 4:48, editado 1 vez(es)
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Tio Tsu

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MensagemAssunto: Re: Filler 16 - Soushi-souai   Seg 1 Set 2014 - 12:26

Afinal nem foi assim tão explícito quanto eu estava à espera xd. Quando chegou a parte do "vale da felicidade" pensei que as coisas iam finalmente ficar obscenas, mas tal linha nunca foi ultrapassada. Alguns suspiram de alívio quando esta linha não é ultrapassada, eu fico reticente x). (Les fap fap must continue!)

É sempre bom hibernar e depois aquecer o corpo com uma bela queca. Dá ânimo a qualquer homem! Só faltava mesmo aquela cervejinha, os tremoços e qualquer coisa para entreter. Parece que o Kride têm a vidinha toda feita, mas mesmo assim vai para o festival da salsicha em Kiri...  Oh bem, o homem têm de fazer o que um homem têm de fazer.

Continua ^^
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Bruno Moraes

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MensagemAssunto: Re: Filler 16 - Soushi-souai   Ter 2 Set 2014 - 23:11

Depois é o Kyo que é levado pelo impulso do libido xd . Pelo jeito o jovem Uchiha quis mostrar que cresceu de alguma forma e quis mostrar que não é um Sasuke da vida. Não consigo me lembrar dessa pessoa de 7 anos atrás o qual o Kride é culpado por sua morte, mas pelo jeito está para vir mais uma em breve. Quero vê o que de tão grande esse Uchiha vai fazer que vai trazer a fúria do Mizukage e o tornar um procurado em Kiri.
 

Força na Historia!!! 
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BigBoss

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MensagemAssunto: Re: Filler 16 - Soushi-souai   Sex 5 Set 2014 - 4:13

@Tsu: Eu tentei evitar ser demasiado explicito porque não havia a necessidade de o ser, mas ideia ficou lá x) As coisas a correr mesmo bem depois de sair da pokébola e ele vai começar guerras, é assim, coisas da vida, mas tem que se as fazer x) Obrigado por leres ^.^

@Bruno: Impulso do libido é tramado e tinha de ser! Ser o sasuke da vida é que não xd
A pessoa que morreu quando o Kride tinha 7 anos, é dos primeiros fillers mesmo, é um pupilo do homem que matou a irmã dele e que provocou o Kride no funeral. Não recebeu misericórdia e foi queimado vivo xd  Obrigado por leres ^.^
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MensagemAssunto: Re: Filler 16 - Soushi-souai   

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Filler 16 - Soushi-souai
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