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E o ciclo da vida repete-se! As pacíficas vilas voltam a unir-se para combater um mal em comum. Vem conhecer o melhor e mais antigo role play de Naruto, totalmente em português.
 
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 [Exame Chuunin] 2ª fase - Team #4

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Shibiusa

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MensagemAssunto: [Exame Chuunin] 2ª fase - Team #4   Sex 25 Jul 2014 - 1:56

Bem-vindos à 2ª fase do Exame Chuunin!

Cada equipa começa com um scroll (pergaminho) aleatório, fornecido por um dos árbitros do exame. O objectivo é apanharem o outro scroll que necessitam (como equipa) para ficarem com dois. Precisam que eles formem um par (um scroll do céu e um scroll da terra). Não é válido um par com dois scrolls iguais.

O local escolhido para a realização do Exame foi a floresta de Cha no Kuni. Todos começarão no porto de Degarashi, entrarão na floresta e terão que a atravessar para chegar ao templo da floresta. É lá que finalizarão a prova, com a entrega dos dois scrolls a algum responsável pelo Exame.


Regras da fase:

  1. Escolhe uma personagem secundária tua que consideres adequada para o Exame Chuunin e escreve com ela como sendo parte da tua equipa.
  2. Uma equipa não pode escrever sobre a outra (a não ser comentários ou algo que não prejudique as equipas). Terás que inventar adversários como em missões.
  3. O mínimo de post aceitáveis é 2.
  4. Terás até o dia 6/08 para terminar esta fase.
  5. O Exame irá valer igual a uma Missão Rank C sem o ponto de cumprimento (600 ryos + 1 Scroll). A recompensa será dada conforme a avaliação feita pela staff. Ou seja, se o avaliador achar que alguém não merece tudo, poderá tirar.
  6. Mais informações e dúvidas neste tópico: http://www.narutoportugalrpg.com/t13949-exame-chuunin-2-fase-missao-na-floresta
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MensagemAssunto: Re: [Exame Chuunin] 2ª fase - Team #4   Seg 28 Jul 2014 - 6:06

                Era uma manhã solarenga e cheia de expectativas para os gennins que tinham sido aprovados na primeira fase do Exame Chuunin, enquanto começavam a chegar ao porto de Degarashi e a ser encaminhados para as entradas da floresta, onde ocorreria a segunda fase do mesmo exame. Eu era um deles, juntamente com o meu melhor amigo, talvez o único que tinha, o ruivo, Roatsu Senju.
                Fomos encaminhados até uma das entradas por um instrutor e depois de nos explicar as regras e objectivos da etapa que estávamos prestes a realizar, e no fim do seu discurso, prendou-nos com um scroll da terra. Entramos na floresta a dentro, posteriormente.
                 - Primeiramente, vamos definir uma estratégia. Eu fico com o scroll – disse e antes que a sua boca que já começava a mover-se no intuito de produzir som o conseguisse fazer, voltei a falar – Porque eu tenho o Sharingan e permite-me uma melhor percepção do que me rodeia, assim é mais difícil mo roubarem. Quem o quiser ter, tem que dar lenha.
                - Hmm… Por mim tudo bem. Agora, e como é que vamos arranjar o scroll que nos falta? – perguntou-me.
                - Bem, primeiramente, o objectivo é chegar ao templo com os dois pergaminhos. Portanto, se descobrirmos a localização do templo, é mais fácil delinear rotas para interceptar outras equipas – constatei – No entanto, mesmo nessas rotas temos cinquenta por cento de probabilidades de achar um scroll do céu, visto que existem, ambos os do céu e da terra, em igual número. Isto tudo sem contar que há uma grande probabilidade de equipas mais fortes levarem scrolls a mais do que os necessários, só pelo gozo.
                - Bem visto! Então posso começar por tentar ver o tal templo do cume de uma das árvores. Depois podemos seguir nesse caminho e ir procurando outros grupos para lhes sacarmos os pergaminhos.
                - Ikuzo!
                Pulando para os troncos de uma árvore, começamos a nossa missão. Como seria de esperar o templo não era visível do ponto de partida. Tomamos uma rota que consistia em ir sempre em frente, até ao coração da floresta. O ruivo ia ocasionalmente procurando pelo destino, onde deveríamos chegar, enquanto eu, reunindo a energia necessária e após os selos necessários, uni corvos para que perfizessem quatro clones da minha pessoa.
                - Encontrem alvos – ordenei. Em pares deslocaram-se em direcções opostas, começando a sua busca. Após alguns minutos de pular de árvore em árvore, Roatsu gritou.
                - Encontrei! Quase que não dá para ver, mas fica a nordeste daqui – anunciou, empolgado.
                - Yoshi! Vamos lá! – incentivei, partilhando o mesmo sentimento.
                A deslocação era rápida, através da vasta quantidade de árvores que utilizávamos como meio de propulsão dos nossos movimentos. O silêncio era ensurdecedor, quase como se a floresta estivesse a assistir, anonimamente ao que decorria, sem perturbar a acção. Era tão grande que assim que passamos perto de um grupo de gennins, os conseguimos ouvir à distância. Não eram nada cautelosos nem discretos quanto à sua existência ali. Aproximamo-nos, sorrateiramente, pulando até ramos mais próximos da posição dos alvos. Eram três gennins da Nuvem, dois rapazes e uma rapariga. Moviam-se a pé, aparentemente na mesma direcção que nós, ainda que não tão velozmente. Juntei as mãos, alterando a posição dos dedos três vezes, enquanto moldava o chakra necessário para criar um corvo. Lancei-o em direcção ao rapaz que ia na frente, com aspecto de estar a liderar o grupo, enquanto enviava ondas através das pontas dos dedos, projectando o chakra necessário para a técnica que planeava usar. O corvo aterrou no ombro do Kumonin e libertou a energia que eu lhe concedera, forçando-o a ter visões da sua morte, com corvos a devorar o seu corpo. Ficou imóvel, assustado.
                - O que se passa? – perguntou o outro rapaz.
                Nesse instante, eu e o Senju já preparávamos o ataque. Inspirando fundo, capturando algum chakra nos pulmões, formando uma sequência de selos e consequentemente expirando uma bola de fogo, depois de usar a técnica de movimento rápido para surgir no ar, por cima dos dois restantes, e voltando a usá-la, depois de expelir a esfera ardente, para dar espaço para que o ruivo actuasse.
                - Katon: Goukakyuu no Jutsu!
                - Daitoppa! – lançou uma rajada vento contra a esfera que caia sobre os dois jovens da Nuvem, aumentando-a consideravelmente.
                Não eram muito resistentes e portanto a combinação tinha sido suficiente para os deixar fora de combate, deitados no chão, chamuscados. Quanto ao que tinha paralisado anteriormente, dirigi-me a ele.
                - Por favor, dá-me o teu scroll – pedi, educadamente.
                - N-Não, p-p-posso!
                - Era a minha proposta de paz, parece que não a queres aceitar – disse, com um sorriso maldoso rasgando-me o rosto. Levantei a perna atingindo-o no queixo com a biqueira do pé, erguendo os seus pés do chão e de seguida estiquei o braço, atingindo-o com um valente soco no estômago, que o empurrou até uma árvore que estava a menos de um metro dele. Agarrei-o pela goela e voltei a erguê-lo do chão, e com a outra mão revistei rapidamente a bolsa que tinha à cintura, onde encontrei logo o scroll que lhes pertencia – Um scroll da terra. Não é o que estamos à procura, Roatsu. Mas fica com ele, não vá o diabo tecê-las – e atirei-lhe o pergaminho que chegou às mãos dele e de seguida foi guardado – E tu – disse olhando de novo para o ninja que segurava pelo pescoço – Claramente não estás preparado para este exame. Nem tu, nem eles. Vou ser misericordioso e deixar-te em condições de os levares para fora daqui. Se vos voltar a ver nesta floresta, não vou ser tão simpático.
                - Hai, hai! – concordou o rapaz, assustado.
                - Por acaso não viram mais nenhuma equipa por aí, pois não? – perguntou o ruivo, ao jovem que eu segurava.
                - Não vimos… Foram os primeiros que encontramos – informou.
                - Muito bem, vá, podes ir – disse, libertando-o. Nesse exacto momento, senti algo a regressar-me ao corpo, trazendo informação nova. Um dos clones tinha sido destruído – Roatsu, Ikuzo! Encontrei outra equipa a este!
                Deixamos os três ninjas para trás a uma velocidade estonteante e fomos pulando, de tronco em tronco, através do arvoredo.
                - E então achas que é desta? – questionou.
                - Talvez, mas não me parece que estes próximos vão ser tão fáceis como os primeiros. O clone não se autodestruiu… E eles são nukenins - respondi.
                Depois de vários minutos de deslocação veloz, avistei a tal equipa. Com o meu doujutsu consegui ver os seus fluxos de chakra. Fiz sinal ao meu parceiro e aproximamo-nos deles, através de ramos mais altos. Preparávamo-nos para atacar a qualquer instante, mas eles não eram nabos.
                - Cuidado! – avisei, prevendo o movimento adversário.
                Rapidamente, os três voltaram-se para trás e arremessaram kunais na nossa direcção. Assentando os pés no tronco, para o qual pulara, com chakra, deixei-me cair enquanto rodopiei sobre mim mesmo, ficando de cabeça para baixo, de frente para os outros ninjas. O Senju por sua vez afastou-as com uma rajada de vento, impedindo que fosse danificado pela tentativa de ataque surpresa. Enviei chakra para os selos nos pulsos e libertei várias shurikens e kunais, enquanto movia ligeiramente as mãos e braços de modo a dar diferentes efeitos curvilíneos à trajectória das mesmas. Os ninjas desviavam-se, ficando apenas com alguns arranhões, muito ligeiros. Roatsu criou uma enorme pressão de ar e disparou-a de modo a intensificar a velocidade das armas, forçando a equipa oposta a ter saltar para outro ramo da árvore, mais abaixo. Deixei-me cair da árvore, rodopiando no ar, enquanto unia as mãos formando selos e libertava energia na forma de corvos que se juntaram, criando dois Kage Bushin de corvos. Assim que o meu pé tocou no chão, usei o Shunshin no Jutsu para me deslocar rapidamente entre as árvores, em conjunto com os clones que o faziam em direcções diferentes. Nessa correria toda, enriçamos a área com várias cordas shinobi, prendendo-as com shurikens, e deixando algumas com papéis explosivos, enquanto o “ventoinha” os distraía, andado à volta da árvore onde se encontravam os ninjas, forçando-os a moverem-se e a cansarem-se, sem deixar aquela árvore em específico. Ainda agarrando a ponta de uma única corda, formei uma sequência de selos, e foquei chakra no braço direito e libertei um raio, dirigindo-o ao ramo onde se encontravam os inimigos. Este foi atingido, quebrando-se e caindo. Ainda que dois deles tivessem saltado fora a tempo, um deles caiu também e deu por si num emaranhado de linhas shinobi. Meti então a ponta da corda na boca, segurando-a com os dentes, enquanto enchia o pulmão de chakra e transformava a sua natureza para criar fogo, juntei as mãos e fiz vários selos e depois cuspi um dragão de chamas, através da corda, que se dividiu através das várias que faziam aquela teia, que prendia o nukenin adversário, e por fim, o fogo ignizou os vários Kibaku Fuda espalhados, que explodiram prontamente, criando uma maior. Duas árvores, afectadas e portanto queimadas, colapsaram sobre o centro da explosão, arrumando o nuke mais fraco.
                - Seus merdas! – gritaram os dois restantes – Vão pagar por isto!
                - Hai, hai! – disse, entusiasmado – Yo, Roatsu, agora já podemos fazer uns mano-a-mano!
                - Ah, pois é! – concordou, aparecendo do meu lado – Vamos a isto!
                Esticamos os braços, de punhos cerrados, que chocaram um com o outro e assim a batalha começou!
 
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MensagemAssunto: Re: [Exame Chuunin] 2ª fase - Team #4   Qua 30 Jul 2014 - 5:52

                O meu adversário era loiro, com um lenço na cabeça, que continha uma chapa com a insígnia de Iwa riscada, marcando-o como um nukenin, enquanto o outro, adversário do Roatsu era moreno, ligeiramente mais alto que o seu colega e tinha uma chapa arranhada pertencente a Kiri. Dirigimo-nos na direcção deles e eles vieram na nossa. Saltei, esticando a perna para disferir um chute cujo ninja de Iwa bloqueou com o braço. Usei esse mesmo bloqueio para impulsionar um mortal à retaguarda, enquanto enviava chakra aos selos dos pulsos para libertar várias shurikens e algumas kunais, fazendo um ataque surpresa. Algumas das armas lançadas atingiram-no, mas isso não o impediu de contra-atacar, quase no exacto momento em que era atingido, fazendo-me voar para trás, com um tremendo soco nas fuças antes de sequer ter posto o pés no chão. Durante o voo, troquei de lugar com um clone de sombras, feito de corvos, e desloquei-me rapidamente para o tronco de uma árvore ali perto, mantendo a minha verdadeira localização escondida. O eu clonado avançou e atirou várias shurikens. O adversário cuspiu várias bolas de lama, parando-as, e de seguida lançou um monte de espinhos de terra em direcção ao Karasu Kage Bushin. Este tentou desviar-se, e até conseguiu evitar uns quantos, mas no fim foi atingido, desfazendo-se num monte de corvos. Tal acontecimento, lembrou-me que os podia usar como distracção com ajuda de outro jutsu. Enviei chakra para as extremidades dos dedos e criei uma tonelada de corvos que se juntaram à confusão, executando a técnica de dispersão de corvos avançada. Continuando a concentração de chakra fiz vários deles lançarem pequenos endans ao inimigo, que se encontrava no meio do bando de aves negras. Observando-o através do doujutsu, percebi que após sentir os primeiros ataques, se tinha refugiado debaixo de uma cúpula de terra. Formei um selo e depois outro, enviando chakra para o braço esquerdo e lançando um raio até essa mesma cúpula. Após atingi-la, destruiu-a, mas nesse mesmo momento apercebi-me que ele já não lá estava. De repente, pressenti algo à minha esquerda e tive apenas tempo de olhar.
                - Já te apanhei, cabrão! – informou.
                Cuspiu um fluxo de água que me empurrou do ramo, atirando-me da árvore. De seguida saltou, seguindo a trajectória do meu voo, enquanto formava alguns selos. Observei-os, atentamente, enquanto descendia. Uma camada de chakra formou-se à volta do seu corpo e posteriormente, esticou-se, ainda no ar e mandou-me com força contra o chão, por meio de um murro. Antes que me conseguisse reerguer completamente, já tinha levado um pontapé, que me enviou contra o tronco de uma das constituintes da vasta floresta. Estes últimos dois ataques sofridos tinham sido reforçados por uma armadura de terra, Iwa no Yoroi. Rapidamente se aproximou de mim e começou a atacar-me. Um soco na barriga, outro, mais um na cara, uma joelhada na barriga, um gancho de esquerda na cara e depois uma direita também dirigida à minha face. Meio atarantado, deixei-me cair no chão, aproveitando-me da situação para criar uma ilusão de me desfazer numa gigantesca quantidade de corvos, permitindo que escapasse, concluindo assim a minha Karasu Nuko na perfeição. Fiquei então atrás do tal nuke de Iwa.
                - Vamos equilibrar as coisas – sugeri.
                Juntei as mãos e formei exactamente a mesma sequência de selos que tinha visto anteriormente, enviando chakra através do meu corpo, e perfazendo uma armadura de terra idêntica à do meu adversário. Corri na sua direcção, enquanto este se virava, em direcção ao som das minhas palavras e enfiei-lhe a mão na cara, com bastante força, enviando-o contra o mesmo tronco contra o qual ele me encostara. Disferi vários socos e pontapés, mas ele demonstrava ser mais resistente que eu, visto que, até estava protegido pela armadura e não recebia tanto dano. A certo momento, bloqueou um dos ataques e ripostou com um valente soco no estômago. Embora a armadura reduzisse o impacto, era ainda capaz de sentir a dor proveniente do mesmo. Trocámos vários golpes, mas os dele, devido à sua maior força física revelavam-se mais eficazes, mesmo tendo ambos a armadura. Acertou-me com um combo de pontapés rápidos, um na barriga e outro na cabeça, fazendo-me perder o equilíbrio e cambalear para trás. Voltei a ser atingido mais uma vez na cabeça e outra no estômago e ficava mais desamparado. A raiva apoderou-se de mim, e enviei uma carga de chakra para o membro superior direito enviando um raio que se dividiu em vários e atingiu o nuke de cabelos loiros em vários pontos, criando falhas na sua armadura e provocando dano interno. Com um rápido Shunshin, apareci perto dele e disferi-lhe um golpe num dos buracos da sua armadura, utilizando a minha força e a extra, que era providenciada pela Iwa no Yoroi. Ele foi arrastado para trás com o impacto.
                - E o feitiço vira-se contra o feiticeiro! – provoquei.
                - Não penses que me vences com isso! Aliás, vou acabar contigo e é já! – ameaçou.
                - Tens assim tanta certeza disso? – perguntei-lhe, sorrindo enquanto o olhava nos olhos, enviando chakra através do meu doujutsu e introduzindo-o ao genjutsu do sharingan.
                - Prepara-te! Com esta não aguentas – avisou.
                O rapaz começou a fazer diferentes selos, e eu utilizando novamente as minhas capacidades oculares, comecei a memorizar as posições formadas pelas mãos, enquanto as reproduzia praticamente ao mesmo tempo que ele. O seu ar de confuso, ao perceber-se que estava a agir exactamente como ele, era divertido de ver. Dava gozo e mal sabia ele o que lhe esperava. Concentrei chakra da mesma forma que o via a fazer e, na altura em que executou o ultimo selo e se preparava para lançar o ataque, usufrui do genjutsu em que o tinha prendido anteriormente e paralisei-o, ainda que apenas por uma pequena fracção de tempo e libertei o chakra que tinha ido armazenando de forma a perfazer o jutsu que estava a copiar. Uma massa de terra começava-se a formar do lado dele, mas antes que pudesse tomar a forma necessária, uma enorme agulha de terra, talvez demasiado grande para assim ser chamada, mas com o mesmo potencial perfurador surgiu e atingiu o rapaz.
                - Retsudo Tenshin! – tinha sido uma técnica clonada com sucesso. Aproximei-me do corpo dele deitado no chão, agora com a armadura completamente desfeita e com algum sangue, escorrendo-lhe pela boca, devido ao impacto. Por sorte não tinha sido empalado pela técnica, pois isso poder-me-ia trazer vários problemas, e ser desclassificado do exame não fazia bem parte dos meus planos – Eu bem te disse que o feitiço se virava contra o feiticeiro, conselho do inimigo, é sempre bem ouvido. Obrigado pelos teus. Anunciar que ias utilizar o teu golpe mais precioso foi uma excelente ajuda.
                - Ainda bem que te diverti tanto… que nem te apercebeste que o Shin bazou! – disse com um sorriso estampado no rosto – E sim ele tinha o scroll.
                - Merda! – proferi.
                Olhei-o nos olhos e enviei novamente chakra através do Sharingan, usando a força do meu genjutsu para verificar se ele dizia a verdade. Infelizmente, era mesmo.
                - O vosso é o scroll do céu? – Inquiri.
                - S-sim – respondeu, não conseguindo resistir ao poder do doujutsu Uchiha.
                - Harigato, agora não tenho mais tempo a perder contigo – informei, agarrando-o com os dois braços e levantando-o com toda a minha força, fazendo-o levantar voo e depois, fazendo uma série de selos, e reunindo chakra Katon nos pulmões, lancei um bola de fogo contra ele – Katon! Goukakyuu no Jutsu! – Foi o seu fim.
                Sem olhar para trás, desloquei-me velozmente até onde tinha atacado o primeiro nukenin. Procurei vestígios que me indicassem para que direcção tinha fugido. Umas cordas rasgadas e uns galhos espetados apontavam mais ou menos na direcção do templo.
                - Kride! Já foi c’os porcos! E então? O scroll era o do céu? – questionou, aparecendo perto de mim, com algumas evidências físicas da sua batalha.
                - Era o primeiro nabo que o tinha e fugiu enquanto lutávamos! E sim era o do céu!

                Ele observou rapidamente a cena e conclui o mesmo que eu sobre a direcção de fuga. Começámos então a nossa perseguição.
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MensagemAssunto: Re: [Exame Chuunin] 2ª fase - Team #4   Qua 30 Jul 2014 - 18:03

                Seguimos a direcção do templo em busca do maldito nuke que tinha fugido. Realmente, era uma merda depois de tanto trabalho. Embora fossemos a uma velocidade furiosa, saltando de galho em galho, a viagem era bastante aborrecida. Ao longo do caminho começamos a reparar numas marcações estranhas ao longo dos troncos. Não podia ser verdade, será que ele seria estúpido ao ponto de deixar marcas para que o seguissem? Era possível que estivesse à espera que os companheiros vencessem e se reunissem depois, no templo, passando assim naquela etapa. Fomos seguindo as marcações e observando a paisagem. De vez em quando víamos um animal gigantesco aqui e ali, outros mais pequenos e outros, possivelmente camuflados, deviam nos passar despercebidos. A certa altura deixamos de encontrar as tais marcas gravadas na madeira e paramos para procurar ali perto. Revistamos tudo de um lado ao outro e nada de o encontrar. A certa altura consideramos desistir.
                - Ele deve ter fugido para outra direcção, ou então deixou de marcar por segurança – sugeriu Roatsu – Vamos continuar em frente.
                De repente uma cobra gigante surgiu na floresta e mostrou-nos as suas presas.
                - Tás a ver? É um sinal para irmos embora – disse o ruivo.
                Eu apenas olhava embasbacado para o ser rastejante de proporções massivas. Não acreditava no que via.
                - Então, Kride? V-A-M-O-S, VAMOS! Está difícil de perceber? – berrou.
                - Espera! – fiz uma pausa, ainda olhando para a desgraçada da cobra – Eu não estava a acreditar, mas consegui ver o chakra dele ali. O atrasado foi engolido pelo bicho. Que grandessíssima bosta!
                - Não pode… - retorquiu, quase como se achasse que tivesse a gozar com ele – Mas quem é que escolhe estes gajos para virem ao exame?
                - Não sei e tenho raiva de quem sabe. Agora tratemos da cobra que o scroll do céu está lá dentro!
                - Hai! IKUZO!
                Saltamos na sua direcção atirando algumas kunais e shurikens de forma a provoca-la. Esta avançou para contra-atacar. O Senju colocando as mãos no chão ergueu várias paredes de terra que iam-se erguendo, num tempo irregular entre cada parede, quase que como murros no seu corpo enorme e assim o bicho ficou sobre várias dessas mesmas paredes que fazia uma grelha de suporte para deixar a cobra acima do chão. Nesse momento, entrei em acção, reunindo chakra e libertando-o na forma de clones da sombra de corvos, que juntamente comigo, começaram a andar a volta do corpo da serpente, enrolando-a e prendendo-a em correntes. Usando as árvores que pareciam mais resistentes para atarmos as pontas soltas, deixamos a besta presa por fim.
                - Vou começando a tratar da brasa! – informou Roatsu, começando a colar papéis explosivos por debaixo da cobra presa. Depois disso, afastou-se da área e deixou-me entrar em acção. Deixei o chakra fluir-me pelos pulmões, enchendo-os, enquanto realizava vários selos e  posteriormente libertei uma  camada de gás inflamável e ainda fazendo selos e reunindo chakra, saltei no ar e por cima dessa camada de gás, libertei uma nuvem de cinzas aquecidas ainda, deixando as duas prontas a explodir. Saltei entre dois troncos de um lado para o outro, de maneira a ficar mais alto, chegando até ao cume, onde Roatsu Senju já me esperava.
                - Vamos a isso? – perguntei, sorrindo.
                - Hai!
                Ele preparou-se. Olhou bem e atentamente para o alvo e depois de reunir o chakra suficiente, lançou uma enorme rajada de vento. No instante em que a libertou, choquei os dentes superiores com os inferiores, fazendo as cinzas entrarem em ignição explosiva, aumentada pela nuvem de gás inflamável e pelos papéis explosivos, criando uma enorme massa de fogo que era ainda aumentada pelo vento, e soprava directamente contra o corpo do animal rastejante, sendo a técnica de Fuuton praticamente um leque para a enorme chama.
                - HEBI GURIRU! (Cobra grelhada!) – gritámos, eufóricos.
                No fim, a maior parte da cobra era preta como breu, completamente carbonizada, sendo que as extremidades, sendo menos afectadas, apenas tinham ficado bem grelhadas. Observei com o Sharingan e o rapaz ainda lá estava dentro, vivo. Quase nos tínhamos esquecido que tínhamos de preservar a vida dele senão estávamos tramados. Aproximei-me e tentei cortar a pele da cobra, mas esta partiu de tão queimada, como se fossem bocadinhos de carvão. A falha criada permitia ouvir no seu interior a voz do nuke que nos escapara.
                - Quente, quente! Isto queima! – queixava-se.
                Fui quebrando a cobra esturricada até o encontrar e depois apontei-lhe a Kusanagi ao pescoço. Olhei-o e tinha uma fita à cabeça, com o hitaite de Konoha, riscado.
                - Dá-me o scroll, traidor – ordenei.
                - Não! – recusou-se vivamente.
                Levantei a espada e espetei-a no seu ombro, rapidamente e depois puxei-a novamente e comecei a crava-la devagarinho apenas uns centímetros abaixo da perfuração anterior.
                - Eu não me importo de ser desclassificado para matar um traidor da vila. Nadinha mesmo! – disse fixando-o nos olhos, enviando chakra através do doujutsu, com os seus tomoes a girar velozmente em torno das pupilas, e fazendo-o novamente ver a sua própria morte, mas deste vez às minhas mãos. Ele não se moveu mais, continuei a enviar chakra através do Sharingan que ainda rodopiava, subjugando-o ao seu poder e forcei-o a entregar-me o scroll. Após ter o scroll comigo e guardado, atirei o desgraçado ao ar, para que o Roatsu o enviasse, através de mais uma das suas técnicas de libertação de vento, para bem longe.
                Seguimos então para o templo, atravessando a restante floresta sem grandes problemas. Chegando lá, entramos templo a dentro e uns instrutores esperavam a entrega de ambos os pergaminhos. Registaram-nos como passados naquela etapa e orientaram-nos para fora da floresta.
                - Foram os primeiros a chegar, incrível! – dizia um deles para o outro. Não o ouvia mas percebia pelo movimento dos seus lábios ao olhar para trás.
                - Yo Roatsu, fomos os primeiros! – informei.
                - Sugoi! Temos de festejar – sugeriu, com um sorriso no rosto.
                - Concordo plenamente! – respondi – E com bastante álcool!

                Saímos então, às gargalhadas do templo, em direcção ao bar mais próximo de Cha no Kuni, onde fizemos a festa.



FIM!

P.S: Como estava sozinho não senti uma necessidade tão grande de explorar o personagem secundário, sendo que me aproveitei das suas capacidades para trabalho de equipa e no decorrer da missão, mas sendo sempre mais egocêntrico e focando mais a missão no Kride, pois também era o único a ser avaliado ^^
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Tio Tsu

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MensagemAssunto: Re: [Exame Chuunin] 2ª fase - Team #4   Sab 2 Ago 2014 - 1:28

Avaliação de TARZAN:

HN:
Ninjutsu: 29,5+1=30,5
Taijutsu: 10,25+0,75=11
Kenjutsu: 14,5+0,75=15,25
Genjutsu: 14+0,5=14,5
Selos: 19,5+0,75=20,25
Trabalho em Equipa: 2,5

HC:
Força: 5,5+0,25=5,75
Agilidade: 15,25+0,75=16
Controlo de Chakra: 38,5+1=39,5
Raciocínio: 4,25+0,5=4,75
Constituição: 15,25+0,75=16

Total avaliado: 7/7
Total de Habs.: 169,25+7=176,25

Comentários: A primeira coisa errada é que tenho de apontar é que o chakra do Kride não é infinito Xd. É um pouco irónico teres cometido este erro, para a próxima têm mais cuidado.
De resto não tenho mais nada a dizer. Cumpriste com tudo, portanto mereces passar para a próxima fase!
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MensagemAssunto: Re: [Exame Chuunin] 2ª fase - Team #4   Sab 2 Ago 2014 - 3:42

Eu tinha nas minhas anotações, mostrar mais cansaço físico e nas reservas de chakra, mas depois veio-me uma inspiração repentina de escrever e meti só o que me veio à cabeça xd Vou ter atenção a isso na próxima vez que escrever

Arigato ^^
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MensagemAssunto: Re: [Exame Chuunin] 2ª fase - Team #4   

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[Exame Chuunin] 2ª fase - Team #4
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