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E o ciclo da vida repete-se! As pacíficas vilas voltam a unir-se para combater um mal em comum. Vem conhecer o melhor e mais antigo role play de Naruto, totalmente em português.
 
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 [Ayame Midori] Filler 11 - Riqueza

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Shibiusa

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MensagemAssunto: [Ayame Midori] Filler 11 - Riqueza   Sab 17 Maio 2014 - 0:49

Riqueza
~ O deslocamento de um pobre ~
Ainda antes de descer da carruagem, Ayame distraiu-se a apreciar a beleza do local. Um jardim verdejante, repleto das mais belas flores, um sumptuoso lago com água cristalina e dois imponentes edifícios cor de marfim e telhados negros, que brilhavam subtilmente sob a luz do sol. O brilho intrigou-a acima de tudo, pois não acreditava que aquilo fosse tinta. Será que teriam sido utilizadas folhas de ouro na finalização? Seria o mais provável, pensou ela; tanta ostentação inútil.
Uma senhora, cujo rosto simples e dignificado mostrava confiança, aproximou-se dos dois irmãos, oferecendo os seus serviços para os acompanhar aos seus quartos. Um dos mordomos rapidamente pegou nas malas dos dois e manteve-se atrás deles como forma de educação.
Ayame olhou para Kazuma, visivelmente embaraçada. Não estava habituada a ter tanta atenção. Um pequeno gesto com a cabeça foi o suficiente para a acalmar. Se ele pudesse, tê-la-ia abraçado naquele mesmo instante.
- A menina deseja que leve a sua caixa? – perguntou a empregada, acordando a jovem distraída, que se tinha inclusive esquecido do obento que levava nas mãos.
- Não é preciso, obrigada. Eu levo – disse ela rapidamente, corando um pouco.
- Certamente – anuiu a empregada com uma vénia, recompondo-se em segundos. - Façam o favor de me seguir. Já foram preparados os quartos para vos receber.
As duas grandes portas de madeira talhada abriram-se quando se aproximaram e o interior da casa não poderia deslumbrar mais a jovem kunoichi. Um palácio em tons de branco e bege, em harmonia com a arquitetura Edo dos edifícios, com móveis de madeira escura, divinamente decorada como se tivessem esculpido cada uma daquelas peças decorativas unicamente para aquele local. Poderia perder horas a tentar ver todos os detalhes, pelo que simplesmente seguiu a empregada até ao segundo andar do edifício e entrou pela porta branca que lhe abriram.
A grande cama no centro do quarto roubava todas as atenções do resto do mobiliário. Uma secretária branca encontrava-se num dos cantos, com as respectivas prateleiras cheias de livros. Depois de absorver toda a informação, Ayame reparou na chaise-longue ao fundo da cama e duas grandes janelas, uma com acesso à varanda comum e outra com um sofá. Dois pequenos detalhes que ela apreciou para passar tempo no quarto.
Quando olhou para trás, os empregados já a tinham deixado sozinha e a mala estava pousada junto da porta. Aproximou-se da janela com sofá e sentou-se enquanto observava o exterior. O jardim era realmente magnífico. Mas, só de imaginar quanto dinheiro deveria ter sido gasto a fazer e a manter aquilo, o seu coração apertava. Tanto dinheiro ali concentrado e tantas pessoas a precisarem de algum para poderem sobreviver. Foi novamente interrompida por um bater na porta.
- Peço desculpa por a incomodar, menina, mas os senhores Sakuragi pediram para a chamar – disse a senhora, um pouco embaraçada por sentir que tinha interrompido algo.
- Hum… Certo. Obrigada. Pode-me guiar até lá, por favor? – pediu a kunoichi, levantando-se. Perante o olhar surpreendido da senhora, acrescentou com um tom divertido: - Não conheço nada da casa. É a minha primeira vez cá e tenho receio de me perder.
A empregada esboçou um sorriso de compreensão:
- Siga-me então, por favor.
Atravessaram todo o corredor e desceram a grande escadaria até ao rés-do-chão. Havia uma divisão directamente à esquerda da porta de entrada, semelhante a uma sala de espera, onde a empregada a deixou para anunciar a sua presença. Quando obteve autorização, afastou-se e fez um sinal educado à jovem Midori para que entrasse. Uma vez mais, a sumptuosidade do espaço deixou-a surpreendida. Embora parecesse uma decoração minimalista, tudo tinha sido pensado ao mínimo detalhe. Só depois de absorver aquela informação é que efectivamente reparou nas pessoas que a observavam.
Kazuma estava já sentado em frente de um casal e olhava para a irmã em expectativa, quase como que pedindo para que ela se sentasse ao seu lado. À frente dele estava um casal já idoso, apesar do seu aspecto conservado. A senhora, de cabelos castanhos-escuros num tom ligeiramente acerejado, apanhado num grande puxo, vestia um kimono diário vermelho-vinho com detalhes dourados, um contraste com a sua pele clara. O senhor vestia um roupão verde extremamente trabalhado em dourado (o que fez Ayame perguntar-se se não seria fio de ouro) por cima de um kimono masculino simples. O seu cabelo preto brilhava por entre os já muitos cabelos cinza, conferindo-lhe um aspecto autoritário. Imediatamente a kunoichi entendeu as histórias da sua mãe. Ela nunca vivera verdadeiramente. Teria vivido como os pais queriam e não de acordo com os seus próprios desejos. Cumprimentou-os e sentou-se.
Ainda antes de proferirem alguma palavra, Ayame sentiu o intenso olhar da senhora a analisá-la, o que fez o seu coração acelerar. Por fim, a senhora sorriu ligeiramente.
- Tens a beleza da tua mãe em cada um dos teus traços – disse ela num tom maternal. Não se referiu a Nadeshiko como sendo sua filha, um pormenor que os dois Midori não deixaram de reparar.
- Obrigada… - agradeceu a jovem, um pouco assoberbada com a postura e a linguagem que a situação exigia.
O homem continuou calado, pelo que a senhora continuou.
- O meu nome é Setsuna e este é o meu marido, Kazuhiro – fez uma pequena pausa e reiniciou, desta vez falando para os dois irmãos. – Espero que a viagem tenha sido tranquila e que vos tenham recebido bem. Sei que tu, Kazuma, já conheces os cantos à casa, mas a Ayame nunca cá esteve. Qualquer coisa que precises, fala com algum dos empregados.
Os dois irmãos acenaram educadamente com a cabeça.
- Obrigada. Já o fiz algumas vezes hoje para me orientarem pela casa – disse a kunoichi dos cabelos cor de mel, ainda sem saber o que mais dizer. Esperaria pela iniciativa do irmão ou que a abordassem para garantir que não fazia má figura. Havia algo na presença dos avós que a perturbava, mas não conseguia discernir o quê.
A senhora Setsuna anuiu:
- Fizeste bem – e voltou-se para o marido, que ainda não pronunciara uma palavra: - Podias dizer alguma coisa.
O homem suspirou.
- Estava a admirá-la. Só isso.
Setsuna conteve um pequeno riso a ver que o marido tinha estado a analisar os traços de Nadeshiko na neta.
Pouco depois, os irmãos retiraram-se para os quartos. Ainda era de manhã e aproveitaram para caminhar pela mansão para conhecerem todos os pormenores. Percorreram todo o interior, todos os corredores e as principais divisões, saindo depois para o exterior e para os belos jardins da mansão. Passavam perto da janela do escritório quando ouviram duas vozes exaltadas e esconderam-se de imediato.
- …aquilo não é maneira de uma Sakuragi se vestir. A culpa é daquele miserável e da sua influência. Ele nunca devia ter ido a Cha no Kuni. Assim eles não se teriam conhecido. Conspurcou sangue do nosso sangue!
- Hiro! Ela pode ter sangue misto, mas não deixa de ser nossa neta!
- Ela precisa é de ser educada. Aprender a vestir-se como uma nobre em vez de uma vadia. Talvez assim não nos envergonhe em frente das outras famílias.
- Não nego que ela pode ter mais sofisticação, mas deixa-a ser como ela é! Não podes impor o que tu queres!
- Não posso deixar que aconteça novamente o que aconteceu. Os Sakuragi casam com boas famílias, não com uns miseráveis quaisquer. O rapaz tem juízo e escolheu uma Nara. Podia ser melhor, mas não é mau. Ela não pode cometer o mesmo erro da mãe. Nós iremos escolher o parceiro dela antes que ela manche a nossa reputação.
- Hiro…
Ayame estava demasiado perturbada para continuar a ouvir. Afastou-se rapidamente, sendo seguida pelo irmão, que a abraçou com carinho e compreensão. Queria soltar-se dos braços dele e debateu-se, embora em vão. Acabou por desistir e deixar-se levar pelo momento.
- Aya, eu entendo o que estás a sentir. Eles fizeram uma cena semelhante à minha frente quando cá estive… - confessou ele, afagando-lhe o cabelo basto e sedoso. - Queriam impor-me uma rapariga de uma família com quem eles fazem negócios ou algo semelhante. Comecei a namorar com a Mirai um ou dois anos mais tarde, senão eles tinham ido avante com um casamento arranjado.
- Nii-chan… Eles não podem…
- Não, querida, eles não vão fazer-te nada – disse ele, beijando-lhe a cabeça como fez em todas as vezes que as suas irmãs precisaram de si. - Nós não deixamos. Prometo.
Ela agarrou-se mais a ele, aos braços que conhecera toda a sua vida. Se Kazuma o dizia, ela acreditava. Ele nunca quebrava uma promessa. E os avós estavam errados. Eles eram fruto do amor verdadeiro e nenhuma riqueza do mundo valia mais do que isso. Seishirou e Nadeshiko ainda se amavam como no primeiro dia em que se conheceram. Eles eram o exemplo que os três Midori mais novos seguiam e foram educados pelo amor para acreditar no amor. Nada mais importava.
Kazuma e Ayame voltaram para o quarto dela, onde fizeram companhia um ao outro e conversaram, enquanto esperavam pelo almoço e pela chegada de Hikaru, que prometera ir ter com eles assim que pudesse. Se era “guerra” que os Sakuragi queriam, tê-la-iam e mais valia terem mais um apoio.
Quando foi anunciado o almoço, os irmãos desceram e dirigiram-se à sala de jantar. Possivelmente por já estar à espera, Ayame não ficou surpreendida com a grande mesa em madeira escura, esculpida com detalhes antigos e rebordos em dourado, e com as cadeiras acolchoadas e debruadas com floreados. Não era o estilo Edo que caracterizava o exterior da casa, mas sim algo mais modernizado e que, apesar das suas diferenças, complementava o ambiente.
Sentaram-se um ao lado do outro, com Kazuhiro na cabeceira da mesa e Setsuna do outro lado, e pouco falaram enquanto o almoço foi servido. Durante a sobremesa, a senhora Sakuragi dirigiu-se a Kazuma.
- Como vai o teu relacionamento com a jovem Nara?
- Vai bem, obrigado. Não só é uma grande parceira para missões e treinos, como se tem dado muito bem com todos lá em casa. Todos gostam dela – respondeu ele.
- Hum-hum. É uma jovem bastante talentosa e de boas origens. Já tive a oportunidade de trabalhar com o pai e um dos tios dela inúmeras vezes. Então e tu, Ayame?
A rapariga ficou confusa e as suas faces coraram de embaraço por não ter entendido.
- Eu?
- Ela quer saber dos teus relacionamentos – murmurou Kazuma, sentado ao seu lado. Por o conhecer, notou um certo escárnio na sua voz, o que lhe deu vontade de sorrir. Teve que se controlar para não o denunciar.
- Ah… Não, não tenho. Tenho estado ocupada com os treinos e, para ser sincera, não é algo que me ocupe a mente. Não é uma preocupação.
- A sério? Uma rapariga tão bonita quanto tu? – espantou-se ela. Pousou a colher de sobremesa no prato e olhou para o marido, expectante. Era o que ele queria ouvir, apesar de ela não concordar.
Kazuhiro pigarreou para chamar a atenção para si.
- Acredito que possa ajudar nisso – disse ele, fitando Ayame. - O filho mais novo de um dos conselheiros de Konoha está ainda solteiro e podemos combinar um encontro cá. É um rapaz de boas famílias e assim podemos fortalecer a nossa posição no conselho…
A rapariga deixou de ouvir, apesar do avô continuar a falar. Fortalecer a posição no conselho? Conselheiros de Konoha? Os seus avós eram conselheiros na vila? De repente, tudo fez sentido. O porquê da sua mãe ter fugido, o quererem arranjar-lhe um noivado… Era tudo jogo político. E ela não estava disposta a ser um peão em jogadas políticas.
- Com licença – disse ela, pousando o guardanapo de tecido com alguma violência e saindo pela porta da sala de jantar.

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Brian$

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MensagemAssunto: Re: [Ayame Midori] Filler 11 - Riqueza   Dom 18 Maio 2014 - 1:26

Tirando o fato de eu não ler um filler seu a muitos meses, devo dizer que este não ficou nenhum pouco atrás dos anteriores. Você fez uma ótima descrição do ambiente, explicitou bem os sentimentos das personagens e revelou alguns pequenos mistérios que envolviam a família da Ayame, como a ocupação dos seus "rústicos" avós.

Continua ^^ (só não demore mais 5 meses Razz)
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Tio Tsu

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MensagemAssunto: Re: [Ayame Midori] Filler 11 - Riqueza   Dom 18 Maio 2014 - 16:23

Anh, jogos políticos. Não esperava esse lado mais "negro" das gerações antigas da família Midori, considerando o quanto nos demonstraste do amor que há entre a família da Ayame. É interessante saber como as coisas se vão desenrolar.

Acho que o Brian vai vir propositadamente de Suna só para parar os planos dos av
os da sua amada. Ainda me lembro das perversões malucas dele xd.

Continua!
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Shibiusa

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MensagemAssunto: Re: [Ayame Midori] Filler 11 - Riqueza   Ter 20 Maio 2014 - 22:22

@Brian$ escreveu:
Tirando o fato de eu não ler um filler seu a muitos meses, devo dizer que este não ficou nenhum pouco atrás dos anteriores. Você fez uma ótima descrição do ambiente, explicitou bem os sentimentos das personagens e revelou alguns pequenos mistérios que envolviam a família da Ayame, como a ocupação dos seus "rústicos" avós.

Continua ^^ (só não demore mais 5 meses Razz)
Muito obrigada Very Happy
Não conto demorar tanto tempo agora, visto que (finalmente) comecei a reorganizar tudo do nada depois de ter perdido os meus dados Razz
A ver se começo a escrever o próximo!
@Tio Tsu escreveu:
Anh, jogos políticos. Não esperava esse lado mais "negro" das gerações antigas da família Midori, considerando o quanto nos demonstraste do amor que há entre a família da Ayame. É interessante saber como as coisas se vão desenrolar.

Acho que o Brian vai vir propositadamente de Suna só para parar os planos dos av
os da sua amada. Ainda me lembro das perversões malucas dele xd.

Continua!
Ahahah, ainda bem que consegui surpreender xd
Espero é não aborrecer com esta conversa de jogos políticos e tal, visto que esta não é a única família dentro do círculo político xd

Perversões malucas do Brian? O quê? D:
E obrigada o/
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Bruno Moraes

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MensagemAssunto: Re: [Ayame Midori] Filler 11 - Riqueza   Qua 21 Maio 2014 - 0:36

Se a Ayame quiser tem o Kyo para ter seu relacionamento xd , ele é de uma casa (clã) nobre e muito bem conceituada em Iwa. Sem contar que a família praticamente controla todo transporte de comércio local e tem grande influência com o Senhor Feudal do País da Terra. Apesar de que ele não se dá muito bem com seus primos e não têm a etiqueta como os Nobres normalmente tem, ele é bem mais povão mesmo. Se não soubesse que o Kazuma era irmão da Ayame ficaria com ciúmes dele xd
Não sei se ainda vai colocar o char do InKatd na sua saga, pois se não me engano o corvo que apareceu em fillers anteriores era dele. Mas o que mais espero é que não demore tanto para dar continuidade a sua historia.
 
Força na Historia Linda!!!   
 

P.S: Já estou acostumado ler fillers grandes por causa do Tsu
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Shibiusa

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MensagemAssunto: Re: [Ayame Midori] Filler 11 - Riqueza   Qua 21 Maio 2014 - 2:20

@Bruno Moraes escreveu:
Se a Ayame quiser tem o Kyo para ter seu relacionamento xd, ele é de uma casa (clã) nobre e muito bem conceituada em Iwa. Sem contar que a família praticamente controla todo transporte de comércio local e tem grande influência com o Senhor Feudal do País da Terra. Apesar de que ele não se dá muito bem com seus primos e não têm a etiqueta como os Nobres normalmente tem, ele é bem mais povão mesmo. Se não soubesse que o Kazuma era irmão da Ayame ficaria com ciúmes dele xd
Não sei se ainda vai colocar o char do InKatd na sua saga, pois se não me engano o corvo que apareceu em fillers anteriores era dele. Mas o que mais espero é que não demore tanto para dar continuidade a sua historia.
 
Força na Historia Linda!!!   
 

P.S: Já estou acostumado ler fillers grandes por causa do Tsu
Vou ter isso em conta se for necessário um casamento (ou noivado) de conveniência só para calar os avós dela xd (é permitido ter várias esposas em Iwa? xd)
O Kazuma é o único que pode abraçar e beijar a Ayame livremente! E o pai dela xd (e o padrinho ahahahah) Todos os outros levam! xd
Em princípio, não devo fazer a tal mini-saga com o Jacob. Mudaram-se os planos e eu resolvi então mudar um bocado os meus também. Vou ver se encurto no filler dentro dos fillers para escrever o que importa Razz
E obrigada por ler e pelo comentário o/
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MensagemAssunto: Re: [Ayame Midori] Filler 11 - Riqueza   Ter 15 Jul 2014 - 22:57

Avós, Casamentos Arranjados, Mãe que Fugiu, isto só me diz uma coisa... Ayame irá correr atras de Bryan xd

Então a Familia Midori pensa somente em paz e jogos de manipulaçoes politicas, mesmo que isto vá contra toda a vontade de quem eles impõe(Neste caso Ayame). Tive a sensação que sua mãe ainda terá um papel muito importante na historia por isto irei continuar a Seguir sua Historia.(Desculpa por comentar somente agora mas você já sabe o motivo).

Por fim continua sua historia.
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MensagemAssunto: Re: [Ayame Midori] Filler 11 - Riqueza   

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[Ayame Midori] Filler 11 - Riqueza
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