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E o ciclo da vida repete-se! As pacíficas vilas voltam a unir-se para combater um mal em comum. Vem conhecer o melhor e mais antigo role play de Naruto, totalmente em português.
 
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 [Sakura Hime/Hana] Resumo - Sakura Hime Densetsu

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Hana

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MensagemAssunto: [Sakura Hime/Hana] Resumo - Sakura Hime Densetsu   Sex 13 Set 2013 - 17:42



Resumo
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Sakura Hime Densetsu

É importante a leitura de cada filler, nesse resumo não é apresentado muito da personalidade
de cada personagem, apenas com a leitura completa da saga é possível conhecer as personagens.
Repito, aqui se resume a história e com isso muita coisa é perdida, como especificidades das personagens.

Prólogo – A Lenda da Princesa Sakura
Citação :
Em uma ilha ao sul, antes de ninjas dominarem o planeta, viviam o bondoso Rei Suzaku que sempre pensava em seu povo em primeiro lugar, e seus dois filhos, Kanishi e Roto. O primeiro filho, Hozu, desde a adolescência viajava o mundo em busca de conhecimento.
Kanishi e Roto se unem à Kouto, líder do exército, e aplicam um golpe para tirar o Rei Suzaku do poder, porém Kouto aproveita a oportunidade e mata o amável líder que sempre evitara guerras. Roto a culpar Kanishi por liderar o golpe e consequente morte de seu pai duela com o irmão, porém perde e acaba morto.
Alguns anos depois, Hozu volta de sua longa jornada e descobre que seu pai estava morto e segundo relatos o seu irmão do meio era o culpado, em mais um duelo agora Kanishi é morto por seu irmão.

Vinte anos se passam, Rei Hozu e seu filho Hantaro vivem pacificamente em seu reino, a esposa havia morrido da mesma forma que a mãe de Hozu: de uma doença misteriosa que atacava os pulmões. Kouto continuava a liderar o exército e todas as pistas de seu envolvimento com o golpe contra o Rei Suzaku haviam desaparecido, ninguém saberia do ocorrido. Príncipe Hantaro era um jovem de 18 anos com personalidade parecida ao de seu avô, um homem gentil e amável, o que já despertava preocupação no velho Kouta.

Em um de seus passeios Hantaro encontra uma jovem de enorme cabelo rosa com algumas pétalas de cerejeira em sua cabeça, porém não estava na época das cerejeiras. A garota sem memória é chamada de Sakura e acolhida por Hantaro. No primeiro ano procuram informações de onde ela poderia ter vindo, mas com o tempo esquecem-se disso e ambos se casam, a ter uma feliz vida, apesar de Hantaro guardar sempre essa curiosidade consigo.

Com a morte do Rei Hozu, o Príncipe Hantaro e a Princesa Sakura seriam os novos Rei e Rainha do reino, mas não era certo uma rainha sem passado governar uma nação. Kouta espiona e busca tudo sobre Sakura e acaba por descobrir a origem da garota. Embora seja advertido pela esposa a não abrir o envelope que continha as informações, a curiosidade do Príncipe Hantaro acaba por ser maior e ao descobrir o passado da amada ela desaparece a deixar apenas pétalas de cerejeira sobre a cama.
Capítulo I – O Início
Citação :
À sudoeste do País das Flores de Cerejeira há uma região chamada Hanachiru, o clã Fujikawa domina a área a vários anos a impor altíssimas taxas sobre os produtos feitos ali, em sua maioria perfumes, essências e remédios, criando assim uma grande desigualdade social com grande exploração da mão-de-obra que vê na produção dessas mercadorias o único sustento.Manifestações acontecem por toda a província, com pessoas a exigir melhores condições de trabalho e também redução das taxas de exportação.

O líder dos Fujikawa's, Rintarō, é um homem sério e de poucas palavras, está sempre com um semblante nervoso e trata o sucesso de suas indústrias de perfumes e remédios como único objetivo de vida. Tem o cabelo jogado para cima de um verde tão claro que chega a beirar o branco. Há rumores que ele assumiu a direção ainda muito jovem, após a morte misteriosa da mulher que era a próxima na lista para gerir a companhia...

Fujikawa Keigo, 18 anos, cabelos verdes a bater no pescoço e olhos da cor avelã, o filho mais novo de Rintarō e é constantemente repreendido pelo pai, sua criação foi muito rigorosa. Ao entregar relatórios ao presidente da empresa, Rintarō, Keigo tenta defender os trabalhadores, mas o pai inflexível dá ordem de demissão à todos que se recusassem trabalhar da forma ofertada e que ainda o salário fosse reduzido em 10%, sem conseguir discutir com seu pai os olhos do jovem se enchem de lágrimas e ele corre até o elevador. Desesperado pela forma que os trabalhadores eram tratados, assim que a porta se abre Keigo com extrema velocidade entra, mas empurra uma garota que lá estava e a jovem bate a cabeça e perde a memória tamanha foi a força do impacto.

A moça é levada até o médico da família Fujikawa e lá descobre que a amnésia poderia durar horas, dias, meses ou até anos, Keigo se dispõe a cuidar da jovem até que a situação se resolva e a leva para a mansão Fujikawa. Ambos decidem que a partir daquele dia a garota sem passado seria conhecida como Hanachiru Aika, Hanachiru pela região em que estavam e pelo significado de Flores Caídas; e Aika que significa Canção de Amor.

Capítulo II – Jantar
Citação :
Os jantares na mansão Fujikawa mais se pareciam festas de gala, todos muito bem vestidos e com muitas formalidades. Keigo e Aika desciam as escadas quando o velho Rintarō conversava sobre dar um fim ao líder sindical, mas ao ver a bela garota o presidente da empresa perde as palavras e resolve dar atenção ao filho e à acompanhante.

À mesa, Keigo apresenta seu pai Rintarō e seus dois irmãos, Ichiro (o primogênito) e Hideaki (filho do meio). O jovem inventa que o Clã Hanachiru foi um dos primeiros na região, mas há duas gerações se mudaram e era a primeira vez que Aika, nascida no País do Céu, visitava a terra dos antepassados. A completar a mentira, Aika diz:

_ Bem, primeiramente podes me chamar de Aika, Fujikawa-dono. Sobre o País do Céu, meus pais na verdade moravam em Iwagakure, porém o país ao lado tinha grande potencial, mas não recebia investimentos. Nos mudamos para lá, meu pai tinha algumas fazendas, produzia soja e leite. Com o tempo expandiu e passamos a produzir frutas e alguns cereais, formou-se uma vila ao redor das nossas terras e assim meu pai acabou por instalar algumas indústrias que atraíram moradores, assim mais investimentos foram trazidos, até que o país fosse novamente reconhecido como tal. Como cresci lá considero aquela como minha terra natal. – improvisou Aika um resumo de sua vida falsa, ainda arrependida por ter que mentir, mas agora já era tarde.

Impressionado com a história da moça, o velho Rintarō demonstra interesse em talvez futuramente ter relações comerciais com os pais da garota, mas a conversa é interrompida pelo jantar que é colocado à mesa e, antes que pudessem aproveitar a refeição, uma notícia faz o líder Fujikawa se retirar da mesa e pedir que continuassem o jantar sem ele.

No quarto Aika pergunta à Keigo sobre a mãe dele, ele se limita a dizer que era fabulosa e logo diz já ser tarde, ao dar um beijo de boa noite na testa da jovem deitada, uma lágrima dele escorre até o rosto da garota. Falar da mãe era definitivamente difícil para o filho mais novo da família Fujikawa.
Duas horas após o jantar, pouco antes da hora de dormir, era noticiada a morte do líder sindical que buscava melhorias para os trabalhadores da Companhia Fujikawa.
Capítulo III – Fujikawa Hideaki
Citação :
Hideaki, 21 anos, cabelos verde escuro espetados, olhos esmeralda, muito brincalhão e um pouco atrevido, acorda Aika bem cedo a puxar a roupa de cama e mostrar o belo corpo da garota em trajes de dormir. Ela fica irritada, mas logo se dirigiam aos campos de flores para que passassem a manhã. Keigo com muito trabalho não poderia acompanhar Aika e pede à Hideaki que fique com ela pela manhã e Ichiro pela tarde.

Ao longe Aika vê vários trabalhadores curvados e com aparência não muito boa, ao tentar ajuda-los é detida por Hideaki que diz serem apenas trabalhadores e não precisava de tanta preocupação, mas a jovem irritada com tal atitude pega a cesta de piquenique e vai até às pessoas.

Uma criança de 7 anos com queimaduras de sol recebe o grande chapéu de palha da moça para que se protegesse, um garoto sujo tinha os lábios ressecados e recebe um copo de suco de morango, ao perguntar o que estava a acontecer ninguém responde, sequer olham a moça nos olhos. Irritada e já a gritar com os adultos por deixarem as crianças em tais condições, ela percebe o olhar de medo dos trabalhadores para Hideaki, que quando perguntado diz não saber da situação.

Em um depósito, as pessoas repousam e Aika diz que pareciam não descansar a meses, Hideaki tenta convence-la de continuarem o passeio, mas ela rejeita e diz que ficaria com os trabalhadores até que conseguissem ao menos caminhar. Algumas horas depois Aika e Hideaki se despedem das pessoas que agora tinham toda a comida da cesta de piquenique como almoço. Hideaki estava nervoso por passar sua manhã com pobres e sequer aproveitar um tempo à sós com a bela moça, ela por sua vez estava chateada por ver que o jovem Fujikawa não tinha se divertido.

Chegavam à mansão e Hideaki diz que iria direto à empresa, pois estava sem fome. Aika agradece a companhia pela manhã e diz que se não fosse ele, ela não teria encontrado as pessoas e se sentido útil. Com um beijo no rosto como agradecimento, a garota corre para dentro da mansão a conseguir deixar Hideaki sem conseguir piscar diante da doçura e beleza dela.

Capítulo IV – Fujikawa Ichiro
Citação :
Ichiro, o jovem de olhos cor de folha seca, assusta Aika ao entrar no banheiro enquanto ela escovava os dentes, ele na verdade queria surpreende-la a tomar banho, o que assustou ainda mais a garota. Logo o primogênito sugere que Aika passe em um salão, pois o cabelo dela estava ressecado e não parecia bom. Esse era Ichiro, um pouco arrogante e direto, não pensa muito no que fala, ofende as pessoas mesmo sem a intenção.

Aika sugere que ao invés do salão eles fossem até um parque de diversões na região pobre da cidade, escutara de uma empregada que o local era bem divertido. Contra seu gosto, mas a seguir as regras de um bom anfitrião, ele aceita e durante o percurso até o parque ele se mostra bem a vontade enquanto conta de todas suas aventuras ao redor do mundo.
Ao chegar à praia em que o parque ficava, devido ao calor Ichiro é obrigado a comprar uma camiseta barata e colorida de um vendedor, porém mesmo em tais trajes a beleza do Fujikawa era grandiosa.

Quando Aika reclama da mania de Ichiro em dar as costas às pessoas, ele diz que aquilo o lembrava da mãe e que Keigo era muito ligado à ela, ao contrário dos dois primeiros filhos que se enquadravam nos moldes do pai. A querer deixar o assunto para depois, Ichiro puxa Aika e ambos correm até o parque, mas no meio do caminho, em um momento de distração enquanto olhava a garota, ele cai em alguns pertences na areia, puxando a jovem para cima de si. Ao ver o dono dos pertences gritar do mar, Ichiro pega Aika no colo e corre pela praia enquanto ambos riam bastante.

Aika sugere que nadem e deixem o parque para outro dia, compram roupas de banho baratas com um vendedor e ao ver a garota, Ichiro diz que ela é branca como um tipo de lagartixa (osga), ela o provoca a falar que para alguém ocupado ele era bem bronzeado. O jovem brinca a falar que sempre foi sexy, Aika resolve entrar no jogo e diz que ele é muito lindo e com as unhas a passar em seu tórax começa a dar em cima dele, num golpe final ela coloca mais força nas unhas a fazer o homem gemer e cair. A garota ria muito porque conseguiu deixar o primogênito envergonhado e os dois passaram o resto da tarde a nadar no mar.

Capítulo V – Casa de Máquinas
Citação :
Em corredores úmidos e mal iluminados, Rintarō e um de seus homens caminham até o cômodo com a placa “Casa de Máquinas”. Kugo Sahuro, um homem de meia idade, estava sentado em uma cadeira a suar e a sangrar, Rintarō se aproxima e pergunta quem estava por trás de tudo isso, Sahuro incitava as massas a pedirem melhores condições de trabalho, por essa razão despertou a ira do líder Fujikawa.

Sahuro ainda se mostrava corajoso a não contar os segredos, mas quando Rintarō diz o nome da mulher de Kugo e de sua nora grávida, o homem percebe que as ameaças eram verdadeiras e que realmente sua esposa, filhos, nora e futuro neto, todos corriam risco de morrer. Sahuro ainda tenta convencer Rintarō a melhorar as condições de trabalho dos funcionários, cita alguns problemas, como os da área de colheita não terem nenhuma proteção contra o sol ou insetos, na área de fabricação de essências as pessoas lidam com produtos perigosos a correr riscos já que nem máscaras a empresa fornece, os da área de remédios sequer um ambiente limpo recebem.

Impaciente, o presidente da Companhia Fujikawa se levanta e dá ordens para que seus homens matem Kugo Sahuro e toda sua família, não só matem, mas façam todos sofrerem bastante antes da morte. O homem tenta voltar atrás e dar informações, mas já era tarde e Rintarō não voltava atrás em suas decisões.

(...)

_ Otōsan hoje está atrasado, queria me despedir dele antes de sair, mas já esperamos tempo demais. Vamos, Aika-chan? – sorriu Keigo a levantar-se do sofá e oferecer a mão para a garota.

_ Com certeza, Keigo-kun, já estou faminta haha. – riu a garota a dar a mão para o rapaz.

_ Tens um sorriso tão lindo... e com esse olhar... duvido que haja mulher mais bonita que tu. – falou Keigo a olhar nos olhos de Aika.

_ Assim me deixas sem graça... – corou a garota.

_ Já deves ter ouvido isso várias vezes. – sorriu ele, mas percebe que o sorriso da garota desvaneceu-se. Logo Keigo percebe o porquê, ela com amnésia não se lembraria se tinham dito à ela que era bela. _ Gomenasai, não me lembrei – e logo para novamente, esse “não me lembrei” não era algo bom para se dizer à alguém com amnésia. O rapaz não sabia o que dizer.

_ Haha, não se preocupe. Ao mesmo tempo que é bom não se lembrar de nada é estranho, talvez tenha alguém a me procurar, talvez eu tenha uma família, amigos, um cãozinho ou gatinho, não sei, podem ter pessoas que me amam e sentem minha falta... – pensava ela em voz alta. _ Mas né, não posso fazer nada quanto à isso. Esqueci-me de comentar, mas ficas bem bonitinho quando embaraçado haha. – riu ela a disfarçar aquele sentimento triste.

_ Eu não estava embaraçado... – contestou ele enquanto a moça passava o braço no dele.

_ Claro, aquele suor em sua testa era só pelo calor, haha. – brincava ela e ambos saem da mansão rumo ao restaurante que iriam jantar.
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Tio Tsu

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MensagemAssunto: Re: [Sakura Hime/Hana] Resumo - Sakura Hime Densetsu   Sex 13 Set 2013 - 19:09

Resumo OP, acabei por lembrar-me de toda a história e apercebi-me que mesmo passando tanto tempo AFK a história não andou nada porque lembro-me de tudo ahah.

A partir daqui vais continuá-la? Estou à espera para saber o mistério à volta de Aika.
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Hana

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MensagemAssunto: Re: [Sakura Hime/Hana] Resumo - Sakura Hime Densetsu   Sex 13 Set 2013 - 22:07

Tio Tsu escreveu:
Resumo OP, acabei por lembrar-me de toda a história e apercebi-me que mesmo passando tanto tempo AFK a história não andou nada porque lembro-me de tudo ahah.

A partir daqui vais continuá-la? Estou à espera para saber o mistério à volta de Aika.
Pois, não evolui nada depois do Capítulo V Razz 
Quero voltar a fazer isso que foge (um pouco) do universo de Naruto, há uma ou outra tecnologia, mas acho que todas são aceitáveis, não precisa ter um carro moderno, um daqueles antigos mesmo acho super coerente (já temos cinema e centrais de comunicação pelo mundo de Naruto,um motor à combustão não é lá difícil Razz ).

Enfim, quero voltar a história e trabalhar melhor em Keigo, me gusta essa relação Keigo e Aika =3

Arigatou Tsu.
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Nunoke

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MensagemAssunto: Re: [Sakura Hime/Hana] Resumo - Sakura Hime Densetsu   Sex 27 Set 2013 - 23:38

Agora que a outra saga parou, era bom continuares esta ( de acordo com o tempo livre que tiveres claro), eu vou começar a lê-la apartir de amanha, portanto força nesta saga!
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[Sakura Hime/Hana] Resumo - Sakura Hime Densetsu
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