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E o ciclo da vida repete-se! As pacíficas vilas voltam a unir-se para combater um mal em comum. Vem conhecer o melhor e mais antigo role play de Naruto, totalmente em português.
 
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 Missão Rank B - Problema no Templo do Raio

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killer999

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MensagemAssunto: Missão Rank B - Problema no Templo do Raio   Dom 4 Ago 2013 - 13:21

Rank da missão: B
Titulo da missão: Problema no Templo do Raio
Descrição: Um dos monges que treina no Templo do Raio ficou possuído por um misterioso e demoníaco espírito. Tem o potencial para ultrapassar a sua mente e corpo, transformando-o em num macaco de dois andares. É longe de ser tão poderoso quanto um bijuu, mas representa uma ameaça séria. É por isso que o rapaz vai ser transferido para uma cidade. Os monges estão a trabalhar incansavelmente para criar um encantamento que irá expulsar o demónio ou um selo que irá manter o demónio preso. Fumio é o nome do rapaz e deve ser assistido por Kumogakure. Se o menino se transforma, muitas pequenas vilas podem vir a ser destruídas.
Recompensa: 1200 Ryos, 1 scroll, 1 cumprimento
Número de Ninjas: 2/3 (para um genin poder participar terá de haver pelo menos um Jounin na missão)
Pessoas Inscritas: Hiroshi Katsuo (Haetae), Brian Borges (Brian$)
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Haetae

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MensagemAssunto: Re: Missão Rank B - Problema no Templo do Raio   Sex 9 Maio 2014 - 1:06

Eu me inscrevo!
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Brian$

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MensagemAssunto: Re: Missão Rank B - Problema no Templo do Raio   Sex 9 Maio 2014 - 1:09

Me inscrevo também! Agora podemos começar, pode dar inicio Haetae, visto que essa é sua região.
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Tio Tsu

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MensagemAssunto: Re: Missão Rank B - Problema no Templo do Raio   Sex 9 Maio 2014 - 6:27

Também me inscrevo!
Estão ambos inscritos, esperem para ver se mais alguém se mostra interessado em participar!
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Haetae

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MensagemAssunto: Re: Missão Rank B - Problema no Templo do Raio   Dom 11 Maio 2014 - 20:40

Problema no Templo do Raio

Post #1

O dia já amanhecia em Kumo, as nuvens penetravam a vila levemente e o sol era obstruído pelas mesmas dando lugar a ele poucas vezes, proporcionando um clima levemente ameno.

Katsuo já estava de pé preparando-se para um treino. Caminhando até a sala de armas do dojo colocou sua armadura de couro, pegou suas lâminas e os outros itens que carregava, pretendia ter um treino realmente pesado nas montanhas.

— Yosh! — exclamou enquanto se retirava de seu dojo e indo até o jardim principal, então começou a caminhada até o  portão mais próxima da aldeia para iniciar seu treinamento.

— Espere...Kastuo-kun, o kage lhe chama, urgente. — disse um ninja mensageiro, que conhecia o kumonin que já começava a ter uma pequena reputação pela aldeia.

— De que se trata? — perguntou, alongando os pés, o torso e pescoço o máximo que podia, então parou e olhou para o homem, esperando a sua resposta.

— Diz ele que é uma missão importante e também tem um ninja de Suna lhe esperando no gabinete. — o loiro entrou em estado pensativo ao ouvir as palavras, só recebera uma missão "importante" uma vez na vida e fora realmente difícil concluí-la, e além disso o tal ninja da areia o intrigava. Quem seria esse?

— Como é o tal ninja da areia? — perguntou, agora bocejando levemente e alongando os braços.

— Não observei direito, ele se veste com um sobretudo e é bem calado. — a descrição fora horrível para um ninja mensageiro. O gennin franziu o cenho em insatisfação, todavia, já suspeitava de um ninja que encontrara a algum tempo atrás no exame chuunin.

— Certo, obrigado. — agradeceu respeitosamente, o mensageiro sumiu com um pulo e o gennin repetiu o mesmo, concentrando seu chakra nas pernas e também nos pés alimentando-os com o jutsu de velocidade, sumiu rapidamente, executando diversos do mesmo até o gabinete de seu raikage (Shunshin no Jutsu).

" Se for quem eu estou a pensar... " — pensou enquanto corria pelas edificações.

♦ ♦ ♦

O ninja todo de preto permanecia encostado na parede do gabinete, logo ao lado da porta. Era paciente, porém já começava a criar insatisfações em sua mente. O raikage o observava com olhadelas, seu semblante calmo de sempre, como se dissesse: ele já está chegando, não te preocupes.

" Katsuo...faz tempo que não encontro com ele. " — pensou o sunanin. Ajeitou os óculos verdes característico e olhou para a janela que dava uma vista panorâmica da aldeia.

Então, a porta irrompeu levemente o silêncio torturante da sala, o retardatário tinha chegado no local. Sem ver o sunanin encostado ao lado da porta foi até o raikage, reverenciando-o respeitosamente.

— Desculpe o atraso Raikage-sama. — iniciou engolindo um seco devido ao atraso que cometeu.

— (Huurduur.) — gemeu o sunanin querendo chamar a atenção do loiro. Este logo se virou e deu de cara com o velho conhecido.

— Katsuo, quanto tempo? — começou ao se aproximar e estender a mão cumprimentando-o, este agarrou a mão e o cumprimentou.

— De fato...Como andas? — perguntou Hiroshi, até o kage interromper uma conversa que poderia ser longa entre os dois e que poderia prejudicar a missão que era de vital importância quanto era urgente.

— Senhores, temos um problema no templo do raio.  Um jovem monge do nosso templo tem estado com uma entidade no corpo, este vem lhe influenciando e demonstrou até a capacidade de controlá-lo e se transformar num macaco de dois andares. — começava seu discurso enquanto entregava duas folhas contendo os dados da missão.

— Uma missão de extermínio? — perguntou o sunanin mexendo nos óculos, seus olhos brilharam ao saber que tal criatura poderia lhe render uma grande luta.

— Não seria melhor convocar a Kuroy ou a ANBU para lhe dar fim? — questionou o loiro, pensativo.

— Como eu dizer agora... Ele não é tão forte quanto um bijuu porém representa considerável ameaça! O ideal é monitorar, contê-lo até os monges descobrirem um jutsu ou selo para expulsar ou selar o ser. — terminou o raikage. — Para isso, preciso de dois ninjas disciplinados e suna se dispôs a mandar o jounnin Brian. Preciso que partam agora! — terminou seu discurso.

" Jounnin? Ele subiu de cargo tão rápido assim? " — pensou Katsuo, com uma pontada de inveja nos pensamentos.

— Hai! — disseram em uníssono.

♦ ♦ ♦

Os dois ninjas estavam no portão, esperando-o se abrir para dar início verdadeira a missão. O sol já começava a ficar mais intenso naquela região montanhosa, um ótimo sinal para os dois já que assim a viagem seria mais rápida e sem grandes dificuldades.

Katsuo puxou seu capaz de sua vestimenta vermelha (a capa igual do Edward Elric)  e Brian ajeitou seus marcantes óculos esverdeados. O portão então se abriu, dando passagem. Os shinobi concentraram uma dose de chakra, suficiente para realizar alguns shunshins por entre a cadeia montanhosa e adiantar a viagem.

— Vá na frente, conheces o terreno melhor que eu. — indicou o ceifeiro.

— Hai! — exclamou e logo após, saltou em diversos shunshins, o mais rápido que podia, afinal, um jounnin certamente teria uma velocidade muito superior a um high gennin que embora high, ainda era um gennin (Shunshin's no Jutsu).




Considerações: Uma apresentação básica depois de tanto tempo, dados da missão e o começo da tarefa. Caso queira que eu acelere nos próximos posts ou adicione/corrija algo basta me dar um toque Brian Wink
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MensagemAssunto: Re: Missão Rank B - Problema no Templo do Raio   Ter 13 Maio 2014 - 23:54

Após aproximadamente uma hora, dividida entre caminhadas e corridas, os dois jovens finalmente conseguem avistar o templo do raio no horizonte, uma magnífica estrutura feita de mármore e até mesmo alguns metais preciosos que parecer remeter a um tempo o qual as vilas ainda não existiam e em que a busca pela paz interior era mais importante que a busca incessante pelo poder e as inevitáveis guerras entre as nações shinobis.

-Agora podemos avistar o templo! Creio que em mais alguns minutos nós conseguiremos chegar nele. _ diz o samurai, enquanto ainda mantém os olhos no templo do raio, em especial para uma pequena área dele onde parece ter existido uma torre, que agora já não está mais presente.

-Nós perdemos um tempo considerável ao termos vindo andando. Então melhor nós não perdermos mais nenhum minuto! _ declara o susanin, para depois executar uma leve sequência de selos de mão enquanto concentra seu chakra numa pequena porção da areia de sua cabaça, fazendo com que uma nuvem de areia se forme tanto na sua frente como na de Katsuo (Kõdona sasupenshon sabaku). Logo o rapaz de vestes negras da um salto e sobe em seu novo meio de transporte, no entanto ele nota um certo receio no seu aliado que parece não querer subir na nuvem.-Suba, esta é a maneira mais rápida de chegarmos logo ao templo!

-Um samurai normalmente nunca procura o jeito mais fácil. Mas, neste caso eu acho que indo por este meio nós iremos completar a missão mais rápida! _ profere o orgulhoso samurai que, devido as circunstâncias, se vê coagido a subir na nuvem de areia.

Então, os dois shinobis saem voando até o templo e em apenas alguns poucos segundo eles já estão acima deste, sobrevoando a uma altura de aproximadamente trinta metros do solo. Antes que Brian pudesse fazer as nuvens pousarem, Hiroshi flexiona os músculos das pernas uma pirueta no ar para fora da nuvem, fazendo parecer um aparente ato de suicídio pois a altura que eles estão é bem elevada, mesmo para um shinobi.

Contudo, antes de chegar ao solo o jovem samurai faz seu chakra fluir por todo seu corpo, fazendo ele literalmente mergulhar dentro da terra e depois submergir sem nem mesmo fazer alterações no terreno, como se nada tivesse acontecido (Doton: Dochū Eigyo no Jutsu). O ato é tão interessante que alguns monges que estavam no local parecem ter ficado bastante surpresos com a coragem do rapaz.

Não vendo necessidade em tal ato, Brian vai calmamente descendo com as duas nuvens e ao chegar ao solo ele as desfaz e usa seu chakra para fazer com que a areia que foi usada para faze-las retorne para sua cabaça. Por fim, o jounin se aproxima da Katsuo e, sem demonstrar muita emoção ele diz:

-Tal atitude era realmente necessária?

-Perdão, as vezes eu tenho uma recaída. _ diz o samurai, enquanto se lembra do tempo em que ele era bastante narcisista.

Assim, quando ambos já estão no solo um dos monges do local, um que parece ter uma idade mais avançada que os demais se aproxima deles e os cumprimenta fazendo uma simples reverência com as mãos juntas e rentes ao corpo.

-Bem vindos, meus caros shinobis! Meu nome é Shaka e eu sou o líder espiritual deste humilde templo. Eu creio que vocês devam estar cansados de sua longa jornada então se preferirem eu posso lhes levar até o nosso irmão Whah numa hora mais propícia. _ fala o monge com uma grande calma e paciência, como se o recente ataque do monge possuído pelo espírito maligno não tivesse sido de grande alarde.

-Antes de qualquer coisa, me permita nos apresentar, meu nome é Hiroshi Katsuo e este é Brian Borges! _ declara o samurai. -Nós agradecemos sua preocupação, mas como shinobis é nosso dever realizar nossa missão e apenas depois nos preocuparmos com nosso descanso. Então, por favor, nos guie até o monge que foi dominado pela entidade maligna. _ responde Hiroshi, demonstrando bastante cordialidade.

-Há... Como é revigorante ver o fulgor da juventude! Me acompanhem, jovens shinobis! _ termina o monge, para em seguida ir guiando os dois rapazes até o local onde o monge “endiabrado” se encontra.

Durante o trajeto, tanto Brian quanto Katsuo notam que eles estão se afastando do templo, indo em direção a uma casa de grande porte feita de madeira  e cercada de uma não muito densa floresta de bambus. Ao adentrarem na residência, ele presenciam uma visão peculiar de um suposto monge, trajando apenas uma calça e com os pulsos acorrentados as paredes da casa, ele parece estar bem desnutrido, fato que faz parecer que essas correntes são desnecessárias.

-Este é o irmão Whah! A alguns dias atrás ele estava fazendo sua oração diária para Buda quando um espírito maligno andarilho se apoderou do corpo dele e o transformou numa besta sanguinária... Nós conseguimos captura-lo porque quando o dia raiou ele havia voltado ao seu estado normal. Desde então, a pedido dele nós o mantivemos preso neste local e não importa se nós trazemos comida pois ele a recusa terminantemente, aceitando apenas água. _ explica o monge, mostrando um pouco de tristeza em sua voz.

-Um espírito andarilho? Eu já ouvi falar um pouco sobre eles quando estive no país do demônios mas admito que não pensei que eles tivessem tanto poder! _ ressalta o Borges, enquanto fica a observar para o pobre monge que jaz acorrentado na sua frente.

-Isto é realmente algo que eu nunca enfrentei ou mesmo presenciei! Mas me diga, senhor Shaka, como que ele se transforma nesta besta? _ pergunta Hiroshi.

-Nós acreditamos que a transformação só ocorre na lua cheia, pois foi neste dia que a catástrofe aconteceu pela primeira vez e desde então nós temos tido alguns momentos de paz! _ responde o monge.

-Pela descrição dada pelo Raikage, eu creio que essas correntes não serão o suficiente para prende-lo caso ele se transforme de novo. Porém, eu gostaria de saber, como nós podemos ajuda-lo sem ter que mata-lo? _ pergunta o sunanin, mostrando um pouco da sua frieza.

-Nós somos monges meu jovem amigo, nós não temos muitos meios de contenção pois não não gostamos de maltratar uma vida e mesmo essas correntes não eram para aprisionar e sim para puxar blocos de mármore para uma possível restauração no templo! Já em relação a sua pergunta, os espíritos andarilhos costumam ficar sete dias no corpo de um hospedeiro e depois eles vão embora, no caso o irmão Whah já está com o espírito a seis dias e amanhã ele deve ficar melhor. _ responde o monge, ainda mantendo sua calma característica.

-Então, se amanhã ele vai estar melhor, qual foi a razão de vocês terem pedido auxílio? _ pergunta Brian, mesmo já desconfiando qual seria a sua resposta.

-Porque hoje a noite teremos lua cheia, meus jovens amigos! Agora eu preciso me ausentar por alguns momentos, tenho outros deveres com o nosso templo. Eu rezo para que consigam segurar nosso irmão Whah até que este momento de agonia passe, que Buda ilumine o caminho de vocês. _ termina o líder dos monges, para depois se ausentar do local deixando Brian e Katsuo sozinhos com o famigerado e possuído monge.

-Acho que devemos deixar este local um pouco mais protegido, realmente essas correntes não serão de grande ajuda! _ fala Hiroshi, para depois ficar a uns dois metros a frente do monge e tocar com a mão direita no solo, fazendo seu chakra fluir por seu braço e criar um selo (Hitoshirenu Wana). Feito isto, o rapaz depois concentra seu chakra no braço para criar mais dois selos, agora na parede direita e outro na parede esquerda. -Caso ele venha a se transformar em macaco gigante sua massa corporal vai fazer ele crescer para frente e para as laterais, então ele vai involuntariamente acionar os três selos e liberar três grandes pilares de terra que, embora não letais, serão o suficiente para retarda-lo por um tempo! _ diz o jovem do braço de ferro, fazendo uso de um plano rápido e eficaz.

-Um bom plano, acho vou apenas deixar alguns clones meus vigiando o monge. Eles terão apenas uma parcela do meu poder, mas ao menos quando ele começar a se transformar eu saberei através deles. _ diz o Borges, para em seguida concentrar seu chakra na sua areia e fazer dois pequenos montinhos surgirem na sua frente, depois ele divide seu chakra homogeneamente para criar duas cópias exatas suas feitas de areia(Suna Kage Bunshin no Jutsu).

Depois, o dois jovens resolvem ir para o lado de fora da casa, enquanto aguardam a noite chegar.


Continua...


Citação :
Você não precisa acelerar muito Haetae, pode fazer no seu tempo. Eu dei uma boa adiantada no foco da história para que assim a gente não demore para chegar na parte que realmente importa Razz


Última edição por Brian$ em Sab 24 Maio 2014 - 3:36, editado 1 vez(es)
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Haetae

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MensagemAssunto: Re: Missão Rank B - Problema no Templo do Raio   Qui 15 Maio 2014 - 21:48

Problema no Templo do Raio

Post #3

Os shinobis caminhavam entre os corredores de pedras maciças do templo que parecia ter mais de cem anos, bem mais de cem anos. Katsuo interrompeu o passo repentinamente, olhando para seu companheiro concentradamente.

— O que estás pensando? — perguntou o sunanin, interrompendo a linha de pensamento que o loiro desenvolvera no silêncio total.

— Será que aqui tem alguma biblioteca...algo do tipo, ou talvez se nós conversarmos com os monges podemos pegar informações que não foram incluídas no relatório oficial? Que acha? — disse com certa sagacidade, retomando o passo logo em seguida e sendo acompanhado pelo ceifero.

— Hmm, tens razão. Vamos nos separar e perguntar ao velhos monges sobre as características da criatura que eles perceberam. — declara Brian, assim, depois de terem marcado aquele corredor como ponto de encontro os dois saíram de perto um do outro, à procura de mais informações.

Vertente do Brian

Cada passo do jounnin era um completo tédio e também misterioso. As jóias cravadas nas paredes reluziam com o fogo das tochas e os passos do jovem ecoavam até descobrirem uma saída para o "mundo lá fora". De repente um monge parou a sua frente, encarando-o por alguns segundos o que ocasionou uma tensão por parte dos dois seres.

— Pois não? — perguntou a santidade puxando as mangas de sua batina que insistiam em escorregar de suas posições, cobrindo suas velhas e finas mãos.

— Sou o ninja que veio ajudar quanto ao "monstro". — respondeu sem jeito, coisa difícil de acontecer. O monge lhe encarou; O sunanin cerrou os olhos por detrás das lentes verdes analisando o velho e sua expressão corporal. Parecia que os ombros estavam tensos, assim como o rosto que era acompanhado de algumas rugas.

" O que ele quer comigo? Por que não andar? " — perguntou-se internamente enquanto reunia coragem para fazer a simples pergunta que pretendia.

— ... Você já viu a criatura que mora no corpo do monge? — indagou, enquanto analisava a santidade dos pés a cabeça, procurando qualquer coisa estranha que pudesse gerar desconfiança e posteriormente uma investigação.

— Por Buda! Aquela criatura é horrenda. Tem pelagem marrom e olhos vermelhos luminosos, seus dentes e mãos são poderosas armas de destruição capazes de destruir uma montanha em pouco tempo se quisesse. — discursou o senhor enquanto gesticulava avidamente, o anbu afinou a visão e apurando a mente, desconfiou do senhor.

— Mais nenhum detalhe? — perguntou educadamente.

— Não, sinto muito meu jovem. — retrucou secamente, como estivesse se satisfazendo em não prover informações extras ao Borges.

— Obrigado, tenha um ótimo fim de dia, monge. — devolveu, ignorando o tom do velho homem que após se despedir caminhou lentamente, balbuciando palavras irreconhecíveis enquanto seus olhos ganhavam uma coloração vermelha e logo sumiam, sem rastros.

" O monge preso está pedindo para ser solto, alega que o ser possessivo lhe abandonou. " — disse um clone de sombras, na mente do jovem Brian. O sunanin realizou alguns selos e sumiu da cena facilmente, reaparecendo diante do acorrentando enquanto o encarava com um olhar inquisitivo.

— Á-Água... (Gulp, Gulp).. Arigatö. Aquele s-ser... — iniciou o monge, completamente abatido, com fome e decrépito. Será que aquelas correntes eram realmente precisas? Não bastava jogá-lo no calabouço ou algo do tipo? Quais eram as alegações que o monge faria ao Borges?

Vertente de Katsuo

" Quantos corredores neste maldito templo! Até os deuses se perderiam nesse caos! " — pensou consigo mesmo, enfurecido. Cada corredor que o garoto pegava achando que seria o caminho certo era mais um obstáculo colocado por ele mesmo. Em toda a imensidão daquele templo a única coisa que o kumonin sentia era nojo daquilo tudo. Nojo em ter templos tão bem decorados e com tanto dinheiro gasto com pomposidades que de nada valiam para Buda ou para os "deuses".

Em meio aos passos pesados de impaciência o loiro escutou algo, agindo imediatamente cessou o caminhar e fechou os olhos como num ritual para aguçar sua audição ao extremo. Palavras irreconhecíveis, passos coordenados e segundos depois um ranger de dobradiças de metal que são pouco usadas.

" Suspeito... " — pensou o gennin, embora receoso – já que aquele clima de tensão fortalecido pelo seu stress com o labirinto de corredores –, diziam para não seguir aquele caminho, dar meia volta e esquecê-lo por completo.

— Esta noite...eu...esse templo...sobrará. — um cheiro contaminoso invadiu-lhe as narinas, parecia um insenso vagabundo que são vendidos em festividades que ocorrem nas vilas em prol de algum herói ou data histórica. Hiroshi ficou tonto e caiu para o lado, recostado na parede, bateu sua kusanagi na parede de mármore fazendo um estrondo que naquele corredor pareceu ser quase uma explosão.

— Quem está ai? — soou uma voz dualística que insistia em se controlar para não revelar sua real natureza, como os demônios das histórias de teatro que são contadas as crianças para não se rebelarem.

" Kisama, fui descoberto. " — ao ouvir o som daquela voz seu coração interrompeu a batida por um segundo, sua respiração travou e um calafrio subiu a espinha percorrendo todo seu corpo acima até atingir a cabeça, causando-lhe arrepios.

" Tenho que voltar para lá. " — pensou, não ousava cochichar, todavia, tinha que ver quem era o ser que proferira tais palavras. Esgueirando-se pelas paredes esticou o pescoço, estreitando a visão e observando um monge velho que caminhava na direção do kumonin, de maneira assustadora, como se estivesse prestes a pegar um invasor em sua casa. Era o mesmo monge que o jovem do clã Borges tinha avistado.

Realizando alguns selos de mão e concentrando chakra o suficiente no solo ao seu redor o garoto conseguiu fazer com que o jutsu permitisse a penetração no solo, sem a mínima alteração do terreno, como se este fosse um peixe e o chão um imenso oceano (Doton: Dochu Eigyo no Jutsu).

" Tenho que voltar e relatar ao Brian isso! " — disse em sua mente. Parado, observava o solo acima, espionando o monge suspeito. De repente, uma sensação percorreu sua espinha, a mesma causada pela voz dualística e então os olhos do monge pararam de brilhar e este caiu sobre os joelhos, com dores de cabeça e uma expressão lesada na face, como se não soubesse o que tinha acontecido nos últimos anos.

Normal

— Brian! Preciso lhe contar algo! — murmurou o kumonin puxando o ceifeiro pela cabaça, até um local reservado e afastado dos outros clones e do monge acorrentado que estava desmaiado.

— Eu também! — disse, apreensivo.

Continua...




Citação :
Considerações: Antes do quebra quebra tentei adicionar mais suspense e conteúdo da missão, espero não ter atrasado-a. Qualquer coisa, basta um toque via MP, Brian Wink
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MensagemAssunto: Re: Missão Rank B - Problema no Templo do Raio   Qua 21 Maio 2014 - 3:51

-Você deu início a conversa primeiro, pode falar! _ diz o sunanin

-Brian, eu estava vagando pelo templo e achei um monge que estava a dizer coisas estranhas e perturbadoras, falando que esta noite o templo sobrará! _ diz o samurai, ainda se mostrando um pouco aflito.

-Curioso... Eu ia falar justamente de um monge que parecia me encarar de uma maneira bastante suspeita. Então, eu recebi uma mensagem de um dos meus clones, ele disse que o monge acorrentado está a pedir água, então, quando cheguei ao local o senhor Whah disse que o espírito maligno havia deixado ele! _ completa o ceifero, enquanto fica a pensar em várias hipóteses sobre esta estranha coincidência, cada uma pior do que a outra.

-Isto é preocupante, acho que nós devemos voltar para falar com Whah e ver se realmente o espírito o abandonou! _ termina Katsuo, para depois ambos desaparecerem rodeados por um nuvem ocasionada pelos shunshins.

Então, ao surgirem de frente para a cabana onde o monge jaz acorrentado, os jovens tem uma terrível surpresa, pois ao adentrarem dentro da residências eles veem que o monge está se debatendo de forma involuntária enquanto sai uma espuma branca da boca dele, como se estivesse a ter um ataque de nervos.

-Mas que... Por que vocês não me avisaram sobre isto antes? _ diz Brian perplexo, para depois correr na direção do pobre homem.

-Ele começou a agir assim do nada e não faz nem um minuto! Estamos tão surpresos quanto você. _ diz um dos clones.

Logo, Brian chega a fica na frente do monge e depois concentra um pouco de chakra na sua mão, de forma a fazer as partículas de areia contidas no ar formarem um pequeno bastão com não mais que 10cm de largura, porém mais resistente que aço (Suna no Buki). Assim, o jovem abre a boca do monge Whah e coloca ele entre os dentes do homem, para que ele não pudesse morder a própria língua.

-Eu já vi algumas pessoas demonstrarem tais ataques de convulsão ao serem submetidas a venenos. Porém, neste caso, deve ser algo que está a afetar o cérebro dele, pois ninguém poderia passar pelas nossas defesas sem nós sabermos! _ proclama o Borges, enquanto fica a observar o monge, na espera que ele melhore.

-Isto não pode ser coincidência... Um monge agindo estranhamente e agora isto! Tem algo errado com este templo, Brian. Algo muito errado... _ diz o Hiroshi de maneira pensativa. -Espera! Brian, e se este monge que você encontrou e a pessoa que disse as palavras que eu ouvi forem a mesma pessoa? _ pergunta o jovem, criando um grande momento de tensão no local.

Ao ver um considerável melhora por parte do monge, que ao menos parou de babar, Brian se encaminha até Hiroshi com uma face séria e diz:

-Temos que tirar isto a limpo, vamos Hiroshi, eu acho que sei onde este monge pode estar! _ termina Brian, para depois sair da cabana e guiar Hiroshi até o local onde ele julga que o monge possa estar.


Alguns minutos depois


Então, Brian e Katsuou chegam a entrada do que parecia ser uma enorme torre, cujo topo parece ter sido destruído por algo grande e de frente a torre está uma enorme porta que parece estar parcialmente aberta.

-Quando chegamos aqui eu reparei que esta torre havia sido destruída, no começo eu não tinha certeza mas quando um dos monges me disse que o monstro podia derrubar montanhas em pouquíssimo tempo eu conclui que só pode ter sido a criatura a destruir este local. Contudo, por que apenas esta torre, dentro todo o templo, foi atacada? _ pergunta Brian enquanto fica a olhar a enorme estrutura. -Por isto, deve ter algo ai dentro que deve ser o núcleo de tudo isto e nós devemos descobrir o que é! Eu irei por dentro da torre e você pode subir usando as paredes externas.

-Tudo bem, mas devemos ir rápido pois se seu palpite estiver certo nós estamos correndo contra o tempo, pois agora só falta duas horas para anoitecer! _ termina Hiroshi, para depois concentra chakra nas suas pernas e pés e executar o kinobiri enquanto sobe a enorme torre que possui uma angulação de quase 90 graus, sendo necessário bastante força física por parte do samurai para não ser vencido pela força da gravidade que constantemente o empurra para baixo.

Enquanto isto, o jovem ceifero adentra pela torre usando a entrada principal e vai subindo uma enorme escada em espiral em grande velocidade, mesmo que isto fosse lhe causando um certo cansaço pois a subida até o topo acabou lhe sendo mais cansativa do que ele imaginava. Assim, após uns poucos minutos de subida, Brian e Hiroshi chegam praticamente ao mesmo tempo no topo, tendo o primeiro chegado pela escada e o outro pela sacada superior (que havia sido destruída).

No topo, os dois shinobis ficam perplexos com a cena que estão a contemplar, pois lá dentro um monge, com terríveis olhos vermelhos está ajoelhado no centro de um pentagrama, entoando cânticos numa língua que nem o Borges ou Katsuo sabem identificar. Ao sentir a presença dele, o monge solta uma gargalhada maligna enquanto olha fixamente para Katsuo e depois para Brian.

-Hahahahahahaha! Parece que vocês descobriram o meu, segredinho! _ diz o monge com uma voz que oscila entre o grave e o muito grave. -Uma pena, acho que vocês poderiam se tornar bons devotos do mestre Sepolcher. Mas, agora preciso acabar com vocês e depois com este templo patético! _ termina a entidade, para depois liberar pelo seu corpo dezenas de “espetos” de cor negra que se projetam em todas as direções em grande velocidade.

Vendo isto, Katsuo, que está na sacada, concentra chakra nas mãos e depois as bate na parede que, por ser feita parcialmente de terra, se eleva a sua frente e cria uma escudo (Doton: Doroku Gaeshi), que o defende das estranhas agulhas negras.

Em contrapartida, Brian saca sua foice das costas com as duas mãos e depois começa a gira-la em grande velocidade a sua frente, fazendo todas as agulhas ricochetearem para direções aleatórias. Depois de se defenderem, Katsuou aponta seu protetor de braço (o esquerdo) e depois dispara algumas senbous na direção do peculiar oponente enquanto que Brian coloca sua foice de volta nas costas e depois saca suas pistolas gêmeas, Ebone e Ivory para dar 8 tiros mirando em pontos distintos do monge, entre eles a cabeça, o tórax e os membros inferiores e superiores.

Perante o ataque em conjunto, o monge demoníaco bate as duas mãos, fazendo com que uma cúpula de cor negra se forme ao redor dele, o defendendo de todos os ataques.

-Vocês são habilidosos, mas o verdadeiro perigo será liberado em breve! _ termina o ser, para depois desaparecer numa nuvem vermelha enquanto sua gargalha sombria ainda pode ser ouvida.


Continua...


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Postado, desculpa a demora Haetae e eu também gostaria de pedir para terminarmos logo, pois tenho provas semana que vem e precisarei estudar.
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Haetae

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MensagemAssunto: Re: Missão Rank B - Problema no Templo do Raio   Qui 22 Maio 2014 - 21:07

Problema no Templo do Raio

Post #5

O monge se desfez  em uma névoa completamente vermelha, abandonando um cheiro de queimado no local e um pentagrama invertido com diferentes hieróglifos desconhecidos para os jovens, não tardou até se manifestarem.

Subitamente, uma explosão onde estava o monge acorrentado soou por todo o templo, chamando a atenção dos ninjas e dos monges que rapidamente foram até o local... A cena era aterradora, os mesmos hieróglifos nos aposentos do velho homem se encontravam em volta do monge acorrentado que agora, se metamorfoseava, tendo alterações drásticas de aparência e voz.

— Saiam todos! Vão para um local seguro! — esbravejou o samurai, desocupando a área. Imediatamente as armadilhas foram acionadas, entretanto, não adiantaram grande coisa e apenas serviram para machucar de leve aquele monstro e deixá-lo mais irritado do que já estava.

— Vocês já desenvolveram o selo? — perguntou Brian, olhando por cima do ombro enquanto encarava o ser gigante.

— Estamos terminando de fazê-lo! Precisamos que retarde a besta. — respondeu o monge mais velho, enquanto corria em meio a tropeços para dentro do templo, selando a porta de ferro e desejando sorte aos dois.

— Brian?... — proferiu o kumonin, receoso. Levando a mão até a kusanagi e retirou lentamente, encarando a criatura enorme a sua frente que parecia entender toda a situação. Concentrando seu chakra em kusanagi de modo a fazê-lo fluir pela mesma, moldou uma espécie de machado que se estendia da parte original (Técnica da Espada Samurai).

— Vamos evitar gastos desnecessários e tentar atrasá-lo. — respondeu Brian enquanto concentrava chakra na areia de sua cabaça, fazendo uma certa quantidade de areia levitar para uma certa altura e cair no solo do templo, criando gradativamente um mini deserto (Suna Shigure). Depois disso, o jovem concentra seu chakra na areia que agora está sobre os pés da criatura e, após um movimento de fechar com a mão direita, a areia se enrosca nas pernas do monstro (Sabaku Rõ).

Ao ver o movimento do sunanin a criatura rugiu, e fazendo esforço monumental ela retirou-se das contenções arenosas e depois vai em direção aos dois para dar com um soco no solo, que após se partir em alguns pedaços, ousou atirar uma rocha de três metros de diâmetros contra Katsuo. O kumonin oscilou sua katana executando um corte vertical de cima para baixo, mandando assim uma onda de chakra que atingiu a rocha e as partiu em duas voando em direções contrárias da outra.

— Katsuo! Cuidado! — gritou o ceifero ao ver uma segunda rocha vir em sua direção. Rapidamente, os dois clones criados por Brian anteriormente surgem, resgatando o high gennin da trajetória do projétil com um empurrão e ficando em seu lugar. Então, os dois clones concentram seu chakra na areia ao redor e depois fazem um movimento de "pegar" com as mãos, movimento que a areia reproduz criando quatros mãos de areia de mais de 3m de diâmetro (Suna no Menbã), duas mãos por clone, que agarrarem a rocha e a lança contra o atirador inicial, porém o terrível monstro se mostrou ser bem ágil e facilmente se esquivou da pedra lançada de volta.

" Essa foi por pouco. " — pensou o loiro ao guardar sua kusanagi e surgir ao lado do ceifero, enquanto rapidamente, sacava um pergaminho de dentro das vestes e o retirava, abrindo-o em seguida e invocando sua besta com um estojo de virotes.

— O que pretende? Simples virotes não farão efeito naquela coisa. — tentou argumentar enquanto a criatura se aproximava.

— Retarde-a, tenho uma coisa em mente. — insistiu, enquanto retirava os selos explosivos que tinha juntamente de uma pequena algibeira (como as de moedas de ouro) com vários makibishis dentro, entregando-a ao seu parceiro disse-lhe. — Espalhe-os pela areia para machucar seus pés e retardar o movimento. —  finalizou.

Brian agarrou a algibeira abrindo-a e após visualizar seu conteúdo a abriu despejando sobre a areia no solo do templo, e com um aceno de mão a mesma começou a se mover até os pés da criatura, se camuflando na fina camada de areia.

Utilizando os fios de aço que tinha consigo, o kumonin conseguiu atar selos explosivos a alguns virotes, totalizando ao todo oito. Carregando a besta, posicionou a primeira leva de quatro tiros apontando para o enorme inimigo que estava a talvez cinco metros. Acionando o gatilho de disparo os projéteis voaram rapidamente, explodindo facilmente ao contato com o inimigo.

— Que tal uma ajuda? — proferiu o ceifero, realizando uma sequência moderada de selos enquanto concentra chakra na areia para faze-la atirar dezenas de balas de areia visando os olhos do monstro (Rendan: Suna Shigure). O ataque combinado dos dois ninjas obrigou o inimigo a proteger-se das explosões e seus olhos das fortes balas de areia, atrasando seu movimento, todavia, não tardou e uma mão enorme voou na direção dos dois quebrando o solo ao redor e lançando os dois a metros de sua localização original.

— Cof...cof... Brian, se continuar nesse ritmo essa "coisa" vai destruir o templo. — declarou o high gennin se levantando em meio a poeira enquanto tentava enxergar algo no meio daquele caos total.

— Katsuo... Eu tenho um plano para atrasar esta "coisa" um pouco mais, escute-me... — proferiu o ceifero em meio a grande fumaça de areia e terra.

— HAHAHAHAHAHAHAHA... Vocês ninjas não são páreos para mim...sua escória humana! Serão todos mandados para o reino dos mortos! — disse a criatura, num tom dualístico, típico de demônios.

Continua...




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Desculpe pelo post curto, é que tenho tido alguns afazeres na escola e apressei o post devido a seu pedido. Já pode finalizar a missão mesmo. Qualquer coisa que tenha para me falar me mande uma MP Wink
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MensagemAssunto: Re: Missão Rank B - Problema no Templo do Raio   Sab 24 Maio 2014 - 7:02

-Você entendeu o plano, Katsuo? _ pergunta Brian, enquanto vê a enorme criatura se aproximando deles.

-Sim, já estou a caminho! _ diz o samurai, para depois um selo de mão único, de forma a dividir seu chakra homogeneamente e criar uma cópia exata sua usando o Kage Bunshin. Então, o samurai corre para ficar a alguns metros a frente do monstro e depois retira do seu bolso uma grande linha de aço (harigane) e a joga na direção do seu clone, que ao agarra-la corre na direção oposta, deixando a linha bem esticada.

Assim, Brian retira sua foice da costas e corre em disparado na direção do monstro. Logo, o jovem sunanin flexiona os músculos das pernas para pegar impulso e dar um salto, de forma a dar força a um corte descendente com sua foice que tem como intuito cortar o tórax da criatura. Contudo, a criatura foi mais ágil e agarrou Brian com sua enorme mão direita, segurando o jovem na palma enquanto usa seus dedos para aperta-lo, de forma a esmigalhar os ossos do jovem, lhe causando dores terríveis por todo o corpo.

Então, o ceifero faz um esforço e saca do bolso do seu sobretudo sua ninja-ken, para depois usa-la para furar a mão do colosso, que num gesto de fúria das as costas a Hiroshi e em seguida arremessa Brian longe, fazendo o jovem bater com as costas em uma grande árvore, causando ainda mais flagelo ao jounin.

“Perfeito... O plano está quase completo.” _ pensa o ceifero enquanto se levanta com certa dificuldade. Logo, o Borges executa uma moderada sequência de selos enquanto começa a concentrar seu chakra nos pulmões, para depois expelir pela boca uma enorme e destrutiva esfera de vácuo (Fuuton: Shinkū Taigyoku) que dispara em direção ao gigante.

-Hahahahaha! Acha que isto é capaz de me deter? _ fala de maneira doentia o terrível gigante, que se prostra no seu lugar e literalmente segura a esfera com as mãos nuas. Porém, mesmo sendo capaz de aguentar o grande poder destrutivo, a esfera vai empurrando o monstro para trás, devido ao grande poder do jutsu.

-Agora, Katsuo! _ grita o jounin, como se estivesse a da um comando para o high gennin.

Ao ouvir tais palavras, Hiroshi e seu clone seguram a corda de aço com força enquanto o monstro vai passando de costas até que ele começa a perder o equilíbrio, fazendo com que tanto Katsuo como seu clone tenham que segurar o cabo de aço com ainda mais força, podendo ser vistos os músculos saltarem sobre os braços deles enquanto o monstro vai puxando a corda até que finalmente cai no chão, gerando um grande estrondo que pode ser ouvido a centenas de metros de distância. Assim, aproveitando a oportunidade, o jovem Hirsohi executa uma sequência de selos enquanto concentra chakra nas mãos para depois as coloca sobre o solo, fazendo com que duas grandes estacas de terra (Doton: Doryūsō) surjam e perfurem as duas pernas do gigante, lhe causando dor e impedindo que ele se levante.

Vendo que o monstro está caído, Brian executa um complexa sequência de selos enquanto concentra seu chakra na areia que fica existe no interior do terreno abaixo de monstro, criando um areia movediça (Gokusa Maisō) que vai puxando pouco a pouco o monstro para o subterrâneo. Contudo, antes de traga-lo por inteiro, Brian interrompe o jutsu, deixando apenas a cabeça da criatura do lado de fora.

-Ufa... Acho que nós conseguimos, Brian! _ fala Hiroshi enquanto retira o suor de sua testa, para depois cancelar seu kage bunshin, de forma a poupar chakra.

-Eu espero que sim! Creio que a areia que usei será o suficiente para... _ antes que pudesse terminar a frase, o jovem sente uma lâmina (de uma katana) atravessar através do sem ombro direito, fazendo um grande ferimento e, antes que pudesse se virar, o rapaz sente um grande chute na costas e cai de frente ao chão, seriamente ferido e machucado.

-Seus vermes! Como ousaram interferir nos planos do mestre Sepolcher? Bem, se eu não posso destruir este local, pelo menos irei destruir vocês! _ esbraveja o monge demoníaco que havia desaparecido a alguns minutos atrás.

Vendo Brian ferido, o furioso samurai saca sua kusanagi com a mão direita e parte na direção do monge e desfere um corte horizontal da esquerda para a direita, ao qual o adversário se esquiva dando uma pirueta para trás. Não satisfeito com o fracasso no ataque, o jovem saca sua katana, agora com a mão esquerda, e investe mais uma vez na direção do monge para executar dois cortes (um com cada arma) em simultâneo de cima para baixo, golpes que o monge defende criando um escudo de uma estranha matéria negra a sua frente.

-Hahahahahahah! O pode do meu mestre me fortalece, suas mentes fracas não podem se opor ao grandeza do enviado de Sepolcher! _ grita o monge, com um grande sorriso doentio de satisfação no rosto, para depois soltar um segundo grito, agora de dor, pois ao olhar para sua perna ele vê tem uma grande shuriken, aparentemente feita de areia, cravada nela. Devido a dor, o terrível humanoide perde o controle sobre o escudo, que acaba por se desfazer.

Vendo a oportunidade na sua frente, o samurai levanta sua katana o máximo que pode e depois executa um rápido e poderoso golpe para baixo (Iaigiri), cortando fora a cabeça do monge, que tomba ao chão.

Depois de ter acabado com o oponente, Hiroshi percebe que fora Brian que arremessou a shuriken de areia, mesmo estando bastante ferido. Assim, o samurai corre até o sunanin e o ajuda a se levantar. Neste momento, convenientemente, os monges aparecem dizendo que conseguiram criar o selo para selar definitivamente os espírito que estava a corromper o monge Whah.

-Por que a solução definitiva dos problemas sempre aparece no fim de toda a confusão? _ pergunta hiroshi a Brian.

-Acho que nunca saberemos... _ diz Brian com dificuldade, para depois tirar do seu bolso um pílula de zoketsugan e em seguida a engolir, de forma a parar a hemorragia do seu ombro.

Então, após a o problema do monge ser resolvido, o jovens passam ainda mais um dia no templo, para que Brian pudesse se recuperar e depois voltam a Kumogakure, para informar que a missão havia sido concluída com êxito.


Fim...
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Ryo (dinheiro) Ryo (dinheiro): 0
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MensagemAssunto: Re: Missão Rank B - Problema no Templo do Raio   Dom 25 Maio 2014 - 16:40

Avaliação de Motoqueiro do Deserto:

HN:
Ninjutsu: 93+1,5=94,5
Taijutsu: 21
Kenjutsu: 51,25+0,5=51,75
Genjutsu: 9
Selos: 27,75+1=28,75
Trabalho de Equipe: 12,5+1=13,5

HC:
Força: 19,5
Agilidade: 39+0,5=39,5
Controle de Chakra: 96+1,75=97,75
Raciocínio: 17,75+0,75=18,5
Constituição: 35,5+1=36,5

Total avaliado: 7/7 + 1 T.E.
Total de Habs.: 422+8=430

Avaliação de Hiroshi Daisuke Katsu Imagawa:

HN:
Ninjutsu: 29,75+1,5=31,25
Taijutsu: 15
Kenjutsu: 32,5+1,5=34
Genjutsu: 0
Selos: 18,5+0,25=18,75
Trabalho de Equipe: 2,25+1=3,25

HC:
Força: 13,25+0,75=14
Agilidade: 24,75+0,75=25,5
Controle de Chakra: 33,75+1,5=35,25
Raciocínio: 12,5+0,5=13
Constituição: 22,25+0,25=22,5

Total avaliado: 7/7 + 1 T.E.
Total de Habs.: 204,5+8=212,5
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Ryo (dinheiro) Ryo (dinheiro): 5470
Total de Habilitações: 228,5

MensagemAssunto: Re: Missão Rank B - Problema no Templo do Raio   Dom 25 Maio 2014 - 19:43

Tsu, adicionei 100 ryos à ficha do Brian por causa do sistema de pontos de cumprimento. Ele chamou-me a atenção para isso e é verdade, esquecemo-nos de olhar isso xd
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