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E o ciclo da vida repete-se! As pacíficas vilas voltam a unir-se para combater um mal em comum. Vem conhecer o melhor e mais antigo role play de Naruto, totalmente em português.
 
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 F10 - Ritual

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Rich

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MensagemAssunto: F10 - Ritual   Seg 22 Abr 2013 - 18:08

O corpo de Naito estava ali, paralisado e com um tabuleiro com comida em frente às minhas grades. Eu estava perplexa. Fiquei encostada à parede, tentando beber lentamente toda a história que se passara. Um homem, vestindo uma armadura negra semelhante aos guardas que guardavam a vila, aproximou-se das grades e abriu-as. Quando Naito ia avançar o guarda agarra no tabuleiro e atira-o para cima de mim, atirando todo o conteúdo do prato e do copo para o chão e maior parte para cima de mim. Fechou as grades e levou Naito pelo braço, insultando-o e dando-lhe chapadas na nuca. Tentei contactá-lo mentalmente, mas não consegui-a alcança-lo e a única maneira de o contactar de longe é utilizando chakra, habilidade essa que não me era permitida realizar. A minha barriga roncou e assim acordei do meu transe. Olhei para a comida dispersa no chão e na minha roupa. Estava fora de questão comer aquela nojeira do chão, mas talvez pudesse comer a que estava na minha roupa. Olhei bem para aquela mistura de carne picada e o que parecia ser arroz. Passei o indicador pelo preparado e levei-o às narinas. Cheirava bem e ainda estava morno. De seguida levei-o à boca e saboreei-o. Selvaticamente agarrei com a mão cheia pedaços da comida e fui levando-a à boca até esta acabar e eu estar um pouco saciada. Agarrei o copo e bebi o pouco que restava da água. Subi para a cama, que felizmente estava isenta de comida ou água, e espreitei pela pequena e rudimentar janela. O sol estava no seu mais perfeito e luminoso semblante, imponente e livre no céu. Percebi que era meio-dia. A luz refletia nas belas e polidas armaduras, pois estas ainda tinham a sua beleza caracterizada pelo negro da obsidiana. O meu pensamento fora cortado por uma voz familiar:
-Nós temos uma bela vista…
Virei-me para trás de repente e ali estava o repugnante homem que me pusera esta coleira juntamente com a sua pequena comitiva:
-Karite…- murmurei
Ele baixou os negros óculos e sorriu:
-Vejo que aprendes depressa. Ótimo, ótimo.
Ele mira o meu tronco e expressa uma falsa admiração:
-Oh que horror! O que aconteceu ás tuas roupas?
Cerrei os punhos:
-O que aconteceu? Um guarda estúpido atirou a minha comida! Eu tive de comer a pouca comida que sujou a minha roupa! – gritei
Tentei exprimir toda a minha raiva que ainda estava guardada de ontem, mas ainda havia tanto para “vomitar”:
-Foi um…infeliz sucedido. Felizmente não vais ter de ficar assim durante muito mais tempo.
-Porquê? – perguntei com um pé atrás. Não sabia se queria ouvir a resposta
-Curiosa hum? Tens todo o direito a saber: hoje vais conhecer a nobre corte que me auxilia na gestão da nossa amada vila. Por outras palavras vais conhecer os teus novos donos.
“Donos”?:
-“Donos”? “DONOS”? Eu não sou nenhuma cadela ou alguma espécie de animal de estimação para ter donos ouviu? – voltei a gritar-lhe
E soltou uma gargalhada irritante. Levantou o indicador e atirava-o para a esquerda e para a direita repetidamente em sinal de negação:
-Aí é que te enganas rapriga ahou (Tola). Tu és minha escrava percebeste? Agora prepara-te para vires connosco. Vais ficar quieta e sossegada ou levas um dageki (Choque), entendidos?
Afirmei ligeiramente com a cabeça:
-Muito bem, linda menina. Prendam-lhe as mãos e pescoço.
Ele estalou os dedos e rapidamente tinha algemas presas por correntes nos pulsos e um par de correntes presas num pequeno orifício na coleira. Na minha cabeça passavam mil e uma maneiras de o matar, mas nenhuma me parecia possível com esta estúpida coleira. O meu primeiro objetivo é tirá-la e a partir daí pensar num plano de fuga. Um guarda puxou-me com força quando Karite iniciou a sua rápida marcha para o local onde se iria passar o tão importante encontro. Ao sair da prisão olhares curiosos trespassavam-me e Karite parecia divertir-se com isso. Eu não iria mostrar fraqueza e por isso mesmo levantei a cabeça e segui sempre com ela erguida, ignorando risos de guardas, olhares das crianças e sussurros das mulheres e outros homens. Faltava muito pouco para chegarmos ao que eu pensava ser o local da reunião e quando íamos a chegar à entrada um guarda cuspiu-me para os pés:
-Saseko(Prostituta)… - cuspiu
Puxei as correntes. A marca parou. Virei-me para ele e perguntei:
-O que é que me chamaste?
Ele riu-se para os colegas:
-Sa-se-ko!
Dei-lhe um pontapé no lado direito de um dos joelhos, protegidos pela completa armadura negra. Ele descai ligeiramente e aí eu aproveitei as correntes e enrolei-as o pescoço dele:
-Repete! – gritei – Repete, vá!
Ele tentava puxar as correntes para a frente, afim de puder respirar e contra-atacar:
-REPETE! – gritei ainda mais alto
Os olhares curiosos multiplicaram-se, ou seja, pior fama naquela misteriosa vila:
-Chega! – disse Karite segurando as correntes – Larga-o imediatamente.
De repente ele eleva um interruptor. Percebi que a ameaça era um choque-elétrico. Larguei as correntes e a marcha voltou à sua velocidade normal. Karite passa a mão na armadura do homem para conferir algum dano e de seguida retoma à sua posição na marcha. O homem começava a retirar a sua katana, pronto a me decapitar por tal desaforo que lhe causei. O homem iniciou a sua corrida. Deu um salto para trás e, enquanto rodopiava no ar, imediatamente fluía os seus dedos. Ao alcançar o chão, e as suas mãos tocarem na terra, quatro placas ergueram-se do chão no ponto em que o homem se encontrava. Rapidamente este estava preso num “caixão” de terra. Karite faz um único selo e diz:
-Katsu…
Antes que pudesse haver a explosão já uma enorme parede de terra erguia-se atrás da marcha com o verdadeiro intuito de proteger as imaculadas paredes do palácio dos pedaços do caixão de terra. Não restara nada do homem. Dentro do caixão as temperaturas alcançaram níveis intensos, e quando a explosão fora efetuada, o homem derretera antes de explodir. A frieza e a calma com que Karite tirava uma vida arrepiava-me, mas agora sabia mais algumas coisas sobre ele: tem, pelo menos, Doton; é ágil; não tem problemas em matar um amigo ou aliado para conseguir os seus objetivos, ou seja, uma pessoa sem escrúpulos. Ainda não tinha conseguido perceber como é que ele explodira o homem e então fez-se um clique. Ele devia saber que o homem não iria ficar por ali e quando lhe passou as mãos pelas costas colocou um papel explosivo na armadura. Calculista. Este misterioso homem não era para brincadeiras e isso tornava a minha fuga ainda mais árdua e praticamente impossível.
Um silêncio assombrava aquela vila e ninguém ousou pronunciar uma única palavra ou fazer algum barulho. Uma brisa ecoou pelo espaço, levantando alguma poeira. Olhei para o horizonte e uma nova pergunta impôs-se: Em que país estava? Tinha de averiguar bem aquela situação e ver pontos únicos que cada país tinha. O solo era um pouco árido, mas estas pessoas não podiam sobreviver sem alimentos e por isso tinha de haver um solo bom para cultivo ali ao lado. A minha única hipótese era a fauna ou a flora. Visto o meu clã ser especialista na flora era aí que me ia concentrar. Puxaram as correntes e eu avancei relutantemente. As enormes portas vermelhas, adornadas de tons dourados e pretos formando desenhos magníficos, abriram-se e foi por aí que avançámos. O corredor era frio, mas eu já não notava, pois estava mais entretida haver as magníficas obras penduradas exclusivamente naquelas paredes que pareciam não ter fim. O chão era mármore negro e extremamente polido. De repente parámos. Não fui a tempo de perceber e então choquei com o guarda que me puxava as correntes. Ele olhou-me de lado e rugiu. Engoli a seco aquela ameaça nua de palavras, mas plena de ódio e sede de matar:
-Levem a nossa convidada ao yutori kikan (sala dos espelhos) para mudar de roupa e depois tragam-na de imediato ao herutsu (coração) do palácio. – disse Karite a duas aias.
Tiram-me as correntes e, por isso mesmo, percebi que não poderia fugir daquele sítio:
-Venha neesan (menina). – disse uma aia
Segui-as durante algum tempo até finalmente chegarmos a uma porta igual à da entrada, mas mais pequena. Uma delas abriu e fiquei perplexa com o que via. Todas as paredes estavam obstruídas por diversos espelhos de diferentes tamanho e formatos, mas não se via uma única brecha da parede. Não havia janelas e a única luz era proveniente de uma enorme abóboda cristalina que iluminava todo o espaço. Subi para um pequeno pedestal negro e uma aia puxou uma manivela. Algo se mexeu na abóboda e, subitamente, esta começou a tornar-se mais fina e a luz no quarto era ainda mais incandescente. Como esperado das aias a luz refletiu num espelho e noutro e outro, e de repente todos os espelhos estavam com luz refletida. A luz apontava para o pedestal. Despi as minhas roupas sujas e vesti um vestido negro com lantejoulas de apenas uma alça que ia até aos joelhos. Ataram-me o cabelo e colocaram-me uns brincos iguais ao vestido. Maquilharam-me, colocando algumas lantejoulas a percorrer as pálpebras e um pouco do canto do olho. Ornamentaram o meu pescoço com um grosso fio de prata com um enorme e pesado cristal com desenhos negros e algumas lantejoulas. Por fim calcei umas sandálias estilo romanas, da mesma cor aos outros adereços, que não iam muito acima do tornozelo. Voltei-me para o espelho que me fora fornecido e então reparei para que servia toda aquela luz. Tudo em mim reluzia e era este o efeito final daquele quarto. A aia voltou a mexer na manivela e tudo voltou ao normal. Infelizmente a coleira ainda lá estava, mas não podia esquecer a beleza que aquela roupa de dava. A aia fez sinal e fui sendo empurrada gentilmente até onde a marcha tinha parado.
Esta porta era diferente. Do mesmo tamanho que a da entrada, mas era dourada e com um coração que ia de uma porta à outra feito de cristais. As portas abriram-se e eu entrei sozinha. Senti a trespassar uma espécie de barreira invisível e estranhei tudo aquilo. No meu lado direito estava Karite sentado num enorme trono e ao seu lado espalhavam-se mais quatro tronos um pouco mais pequenos. Nesses tronos estavam sentados dois pares de homem e mulher de cada lado. Karite fez sinal e subi para outro pedestal. Assim que subi foram-me presas correntes nos pulsos e tornozelos e então comecei a ser içada. Olhava para todos os lados extremamente nervosa:
- O que se passa? Porque estou aqui? Soltei-me isto magoa! – gritava
A minha voz ecoava pela sala, mas Karite e a sua corte permaneciam calados. Este levantou-se e disse:
-Comecemos as apresentações. Do meu lado esquerdo está Kayan e Kayen, respetivamente. Do meu lado direito está Kayon e Kayun, também respetivamente.
Kyan e Kayun eram duas mulheres muito parecidas: cabelo negro longo, roupas negras, tez esbranquiçada e olhos avermelhados. Kayen e Kayon eram dois homens iguais às mulheres, mas o seu cabelo era curto e tinham uma constituição muscular larga:
-Vamos começar os festejos? – perguntou retoricamente Karite.
Bateu as palmas e a sua corte sorriu maliciosamente. A portas abriram-se e uma enorme multidão vestida de negro e usando uma máscara entrou pela sala a dentro. Um guarda girou uma manivela e o teto foi-se abrindo, revelando uma abóboda enorme, a maior que alguma vez tinha visto, decorada com cristais de várias cores que formavam diferentes cores pela sala. Uma banda começou a tocar uma música arrepiante, mas que divertia toda aquela gente.



Mesas de comida e bebida apareceram sem eu dar conta. Eu estava completamente á nora com aquilo. De repente começo a girar para ficar de frente para todo aquele público. Karite salta para minha frente:
-Importas-te que faças as honras?
Toda a gente riu-se às gargalhadas. Ele levantou a mão revelando o comando que accionava a minha coleira. Já sabia que o iria acontecer. Ele pressionou o botão e a sala fora iluminada pelos choques que a coleira emanava. O comando foi passando de mão e cada um teve várias oportunidades de me ver e de me torturar. Eu estava extremamente exausta com aquela brincadeira toda. Tinha a certeza que o meu pescoço estava em mau estado. Mal abria os olhos e a minha respiração abrandou a um ritmo preocupante. Karite teve mais uma das suas brilhantes e macabras ideias. Vi-o a pedir algo a um guarda e de seguida pôs-se à minha frente:
-Vamos começar o… Gishiki (ritual)!
Levantou novamente a mão e revelou uma espada média, mas bem afiada. Girou os braços e fez um corte ligeiro, mas doloroso no meu abdómen. O vestido deixou cair algumas lantejoulas e um pouco da ferida ficou à vista com o pedaço de vestido cortado e descaído. Eu gritei de dor e sangue pingava pelo vestido e caía no pedestal. Aquela dor fez-me esquecer os choques, as queimaduras e a minha respiração ficou extremamente rápida. Uma enorme taça dourada foi posta de baixo de mim e assim o sangue iria cair ali. Kayan agarrou na espada e raspou o gume na minha perna direita. Voltei a gritar e assim a festa foi continuando…

Citação :
O 2º episódio da Saga: "Memórias". (Não queria perder tempo a pôr o vídeo bem so...) Espero que tenham gostado e obrigado pela leitura.
PS: Russo vou seguir os teus conselhos Very Happy
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MensagemAssunto: Re: F10 - Ritual   Seg 22 Abr 2013 - 21:06

Bom filler ^^ E mais um com rituais, já vão três, tu, o Orochi e o Tsu xd
Como te disse anteriormente, a tua escrita está a melhorar bastante e tens feito fillers interessantes, continua Smile

P.S: Acho que te enganaste na parte dos tronos. Haviam quatro tronos, e falaste em dois homens e em duas mulheres. Mas disseste que neles haviam dois pares de homens e duas mulheres do outro lado xd
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Rich

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MensagemAssunto: Re: F10 - Ritual   Seg 22 Abr 2013 - 21:14

Thanks bro. Eu vou explicar: são 4 tronos - O do Big Boss ao meio e mais 2 em cada lado (ao todo 5) e em cada lado há 1 par: homem + mulher Very Happy
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Virtus

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MensagemAssunto: Re: F10 - Ritual   Seg 22 Abr 2013 - 21:52

Li a Filler número 9, apesar de não ter comentado porque no momento passou-me, derivado eu ter de abandonar o computador. Mas vamos lá comentar esta filler.

Para começar, e para não tecer críticas duras, que até poderiam ser injustas, eu abstrair-me de já ter lido outras Fillers com Rituais, pois é algo que tem acontecido regularmente. Já li, salvo erro, duas, contando com esta. E como poderia criticar fortemente, resolvi esquecer porque todos têm direito de exprimir a sua opinião e dar o futuro que desejam a personagem e a história em si. O que também pode ser injusto tecer críticas, pois vejamos, ninguém sabe quem pensou primeiro na ideia, e sim só sabemos, quem primeiro postou. anyway,

Se me permites, e é claro que permites (AHAHA), devo desde já dizer que a tua riqueza a nível de escrita tem aumentado a cada Filler, sendo que nem há comparação possível com a Filler Passada, a nove. Parece que foi outra pessoa a escrever, que foi outra pessoa que redigiu. Em suma, parabéns és a primeira pessoa que eu noto melhorias.

Sobre o conteúdo, uma personagem que está contra tudo e contra todos sem medo. Não demonstraste medo, quer dizer a tua personagem, perante dificuldades que outras poderiam desistir desde logo. Na parte que chamam de " Prostituta " Sente-se, com a passagem no texto, e com as ações seguintes que a personagem deve-se a Honra. E o que eu quero dizer é simples: A rapariga acima de tudo, e mesmo depois de uma grande tortura, nunca esquece a honra que muitos shinobis, e kunoichis, possuem. Muitos parabéns, é uma personagem de carácter forte e digno. Já no final, a festa vai continuando de uma maneira macabra e algo me faz parecer que aquele sangue é importante para o "BigBoss" porque esse mesmo sangue caí numa espécie de caneca, certo? Bem, estarei aqui a espera da continuação.

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Rich

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MensagemAssunto: Re: F10 - Ritual   Ter 23 Abr 2013 - 17:40

Obrigado Virtus Surprised as tuas críticas são muito boas.

Começando pelo nome: "Ritual". As pessoas estão a pensar que vai ser algo muito cliché e a copiar. Nada disso. Irão perceber no próximo filler e saberão para que irá servir o sangue.

Escrita: Podem ter a certeza que fui eu que escrevi e fiquei perplexo quando vi que tinha 1.000 palavras e ainda não tinha acabado Very Happy

Conteúdo: Sim a minha Hiroshi não se rebaixa em qualquer situação e a Honra e Família são o que a guiam nesta jornada.

PS: Não é uma caneca. É uma terrina de +/- 50 cm de diâmetro e depois tem um "pé" com quase 1 metro.

Obrigado pela leitura.
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MensagemAssunto: Re: F10 - Ritual   

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