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E o ciclo da vida repete-se! As pacíficas vilas voltam a unir-se para combater um mal em comum. Vem conhecer o melhor e mais antigo role play de Naruto, totalmente em português.
 
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 [Kou] Treino VIII - Lince

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Rods

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MensagemAssunto: [Kou] Treino VIII - Lince   Dom 7 Abr 2013 - 20:52


[...]


Este treino aconteceu três dias de Lince fugir de Kumogakure.

– Um arco? – perguntei, estranhando ela ter escolhido tal arma para treinar.

– É silencioso e preciso, como um ninja deve ser – a morena respondeu, encostando a extremidade da flecha em sua mão nos lábios, mirando um esquilo que passava à distância. Quando soltou os dedos, o arco se contorceu à forma original e atirou o projétil. Acertou-o em cheio.

– Desculpe-me, mas não seria um atraso num combate corpo-a-corpo?

– Fique comigo hoje e te mostrarei o que é este arco em batalha. Posicione-se, Kou.

– Hai!

Distanciei-me por alguns metros sacou minha fiel Tanto. Quando pensei em passar para frente, uma flecha raspou-me a lateral da cabeça. Num misto de susto e dor, cambaleei para o lado e devei às aos ao corte, que sangrava de leve. Eu nem sequer tinha visto a flecha chegando. Recompus-me e corri em direção à Lince, mais atento. Olhei seu dedo mover-se e fui ágil o suficiente para me atirar fora da direção da arma. Ela atirou mais uma, a qual com sucesso consegui rebater no ar. Curvei-me em alerta e, num movimento rápido, arremessei duas shurikens que passaram zunindo pelo espaço entre nós. Ela esquivou.

Utilizando alguns shunshins, consegui aproximar-me sem ser atingido. Assim, pensei que, desarmando-a, ela estaria aberta para um contra-ataque. Mas me enganei. Quando girei meu corpo para acertar um chute no arco de madeira, ela tirou uma flecha de aljava em suas costas e cravou em minha panturrilha. A dor foi tão lancinante que minha visão chega se turvou por poucos segundos.

Eu tropecei para frente e ela, aproveitando que não conseguiria desviar, mergulhou um soco à altura do meu estômago. Apenas lembro-me de ter perdido o ar. Caí de joelhos na grama verde daquele campo aberto e apoiei-me em minhas mãos. Percebendo a guarda baixa, girei meu corpo para ver sua localização e, por extinto, mesmo caído no chão, canalizei parte do meu chakra num fluxo pela boa que resultou numa potente rajada de água, a afastando. Eu precisava retirar aquela flecha, então mordi meu próprio braço para suportar a dor enquanto a outra mão trabalhava. Uma pontada se sucedeu antes da remoção. Utilizei o Chiyute no Jutsu, concentrando chakra nos dedos, mas estancar e fechar aquele ferimento.

Lince não esperou. Mal havia me posto de pé, já tinha que evitar seus ataques mortais. O primeiro soco dela quase me atingiu nas têmporas, mas rapidamente me esquivei. Saltei para trás para evitar um corte com outra ponta de flecha e, quando a menina projetou chute descendente, bloqueei-o com meus antebraços antes que seu calcanhar se fincasse em minha testa. Vendo que eu estava com a parte inferior vulnerável, Lince atirou uma flecha, desta vez perfurando meu sapato e acertando minha carne. Desviando sua perta, num movimento de reflexo, eu concentrei algum chakra em ambas as mãos e a golpeei à altura do tórax, libertando a energia de vez, distanciando-a em dois metros. O ferimento fora superficial, por sorte, já que a bota havia absorvido o maior impacto, mas foi suficiente para me fazer mancar. Precisava me aproximar sem ser notado e destruir de vez aquele arco.

Depois de fazer alguns selos e afrouxando as ataduras em meu braço, comecei a correr em círculos liberando pétalas que se espalhavam ao redor da minha oponente com suavidade. Em pouco tempo, o ambiente já possuía o cheio característico do Hyakkaryōran. Combinado agilidade e ninjutsu, me camuflei entre as flores e continuei em movimento constante para não ser percebido. Aproximei-me de vez acertando um chute com um pouco de chakra canalizado para maior potência em seu ombro, depois me lancei novamente na cortina. Voltei com um soco no antebraço e me camuflei. Ela já estava a ficar irritada.

Quando ia chegar perto para golpeá-la uma terceira vez, Lince girou o corpo desviando e, segurando o arco como se fosse um taco de beisebol, acertou minha barriga com uma força absurda. Fui lançado no ar e quiquei como uma pedra assim que toquei o terreno. Não me conseguia por de pé. A sensação era horrível.

Concentrei mais uma vez chakra em mão esquerda e a pus sobre o abdômen. O jutsu médico aliviou a dor, mas não por completo. Ela havia mostrado o quão útil aquela arma podia ser e me feito engolir minhas próprias palavras. Mas agora, precisava contra-atacar.

Eu analisei seu estilo por alguns instantes. Embora fosse bastante forte, Lince parecia ter um raio de ação que não passava de sete metros. Uma flecha poderia a defendê-la além disso, e é por isso que se tratava de sua arma favorita. Raciocinei. Para vencê-la, primeiro teria que desarmá-la. Depois, combatê-la à distância. Ainda estava um pouco zonzo depois do último golpe, mas me posicionei com intenção ofensiva. Teria que ser rápido.

Iniciei uma corrida na qual eu mantinha o equilibro utilizando chakra na ponta dos pés mesmo no chão. Desviei-me de uma flecha bem posicionada curvando-me. Depois, girei para a direita para evitar outra e, prendendo meu pé na grama apenas utilizando o chakra do Kinobiri no Jutsu, não fui atingido pela armadilha: uma segunda flecha que vinha à sombra da primeira. Coloquei toda a minha velocidade sobre os tornozelos, e, passando de certa área, agora tinha que evitar os ataques diretos da oponente, como imaginado. Bloqueei um gancho de direita surpreendentemente forte, e logo em seguida me abaixei para não sofrer um chute no rosto feito pela kunoichi. Golpeei-a na barriga com minha palma, liberando uma dose excessiva de chakra, o que a fez ser impulsionada de leve para trás. E foi nesse momento que agi: apoiei minhas mãos no chão, e, rapidamente, utilizando o Kinobiri nos pés novamente, agarrei o arco e o lancei para longe com um chute.

Ela pareceu um tanto quanto surpresa, mas sorriu.

– Excelente. Porém, perto demais.

E dito isso, ela cerrou os punhos e o direcionou ao chão coberto pela grama, parecendo canalizar ali toda sua fúria insana. Por um triz, consegui desviar daquela força, mas assim que sua mão tocou solo, uma cratera enorme se formou, e eu fui engolido por alguns destroços. Uma rocha me atingiu na cabeça e outra irregularidade de terreno me atirou para trás. Minha testa sangrava. Acho que aquilo havia finalizado o treino. Arrastei-me até longe do buraco e, com um fluxo constante de chakra curativo, tentei estancar a ferida. Lince se aproximou e sentou ao meu lado. Puxou uma atadura de sua bolsa e enfaixou minha testa.

– Este justu eu aprendi com uma ninja médica. A melhor de todas, na verdade. Infelizmente, ele não foi feito para mim – confessou a morena, passando a mão no rosto do pequeno – Tenho pouco chakra, então ele todo se esvai num só golpe. Mas, creio que, para ti, seria algo útil. É uma técnica onde sua força se dá pelo chakra. E isso você parece ter de sobra.

– Eu não tenho muita força de combate. Muito menos sei muitos jutsus.

– E é por isso que vou lhe ensinar. Aí então você vai prestar para algo, e não ser um peso para a equipe – atacou a kunoichi. Mesmo que um pouco grosseira, Lince falava aquilo com certa afabilidade. Kou sorriu para a menina.

– Você quer me ensinar essa técnica? Quanta atenção.

– Só não quero que você morra agora – murmurou Lince.


[...]
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Bruno Moraes

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MensagemAssunto: Re: [Kou] Treino VIII - Lince   Ter 9 Abr 2013 - 1:28

Avaliação de Kou Mitsukubane:

Habilitações Ninjas:

Ninjutsu: 11,75 + 1 = 12,75
Taijutsu: 5,75 + 0,75 = 6,5
Kenjutsu: 7,25 + 0,25 = 7,5
Genjutsu: 1,5
Selos: 5,5 + 0,25 = 5,75
Trabalho de Equipa: 5,75

Habilitações Corporais:

Força: 4,25 + 0,25 = 4,5
Agilidade: 12,25 + 1 = 13,25
Controlo de Chakra: 16,25 + 1,25 = 17,5
Raciocínio: 5,5 + 0,25 = 5,75
Constituição: 10,5 + 1,25 = 11,75

Avaliação: 6,25/7

Total de Habilitações: 86,25 + 6,25 = 92,5


Comentários:

Um bom treino e bem movimentado, gostei bastante dele. Não sei se é impressão minha ou Kou sempre apanha dessa Lince.
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[Kou] Treino VIII - Lince
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