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E o ciclo da vida repete-se! As pacíficas vilas voltam a unir-se para combater um mal em comum. Vem conhecer o melhor e mais antigo role play de Naruto, totalmente em português.
 
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 "Redemoinho" Os doze descentes do turbilhão (parte 1)

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Hyuki

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MensagemAssunto: "Redemoinho" Os doze descentes do turbilhão (parte 1)   Dom 30 Dez 2012 - 4:52

---A missão foi bem mais simples do que imaginei---

Murmurou Reiko enquanto passava as mãos sobre os lindos cabelos vermelhos e fitava o belo céu azul a sua frente, puxou a bolsa para mais perto de si e então se aproximou de Hyuki, que parecia mais pensativo do que normalmente seria, fechou o cenho, e então lhe tocou de leve para despertar seu amigo do transe que ele estava tendo, não podia mentir, estava preocupada, haviam recebido uma missão rank D para tratar de uma onda de pneumonia que havia atingido uma vila na fronteira dos pais do arroz, haviam sido vacinados com antecedência, portanto, sabia que aquele não era o problema, mas toda vez que Hyuki fechava o cenho e se mantinha calado por mais de uma hora inteira de caminhada era motivo de preocupação.

---Estou... Achando toda essa historia... --- Respondeu Hyuki enquanto colocava a mão sobre o queixo e fitava os olhos verdes de Reiko, ele então passou a mão sobre o topo de sua cabeça, e sorriu. –Deixa para lá... Deve ser apenas minha impressão.

--Me conte... O que você esta achando estranho?---

Ele afagou os cabelos dela novamente, e voltou a caminhar sem responder a sua companheira, não havia motivos de alardes, mas ao receber a missão lhe fora dito que o líder da vila havia ido diretamente a konoha fazer o pedido, porem, o líder do clã havia morrido da doença dois dias antes deles chegarem ali, em poucas palavras, não teria tempo suficiente para que o mesmo chegasse de volta à vila, e muito menos tempo para morrer da doença, ele cogitou na ideia de ser apenas alguma outra pessoa que havia feito o pagamento ao nome da vila, mas essa hipótese fora descartada, a vila era distante de praticamente tudo o solo até lá era íngreme e para pessoas normais demorava cerca de cinco dias até chegar ao vilarejo.

---Nada--- disse ele após uma longa pausa de pensamentos.

---Você é sempre assim... Quando algo te preocupa nunca me conta... Sabia que isso não é algo que deveria fazer--- protestou Reiko.

---Desculpe se sou assim---

Sorriu para ela e percebeu que ela havia o rosto de Reiko ficou completamente corado, não podia negar, era estranho, ela tinha todos os motivos do mundo para encontrar um cara bem mais legal que ele, ela era bonita, inteligente um prodígio em tudo que fazia, enquanto ele era apenas um cara mulherengo, fraco que possuía poucas habilidades, e que a única coisa que saberá fazer com perfeição era sorrir, ou como sua própria mestra disse “você é monótono de mais para se ficar ao lado sem se entediar”.

--Ei Reiko... Posso te perguntar algo?---

Ela apenas afirmou que sim, haviam já ultrapassado parte dos campos de arroz e agora adentrava em uma área repleta de arvores gigantesca, a brisa que até outrora estava passando sem qualquer intervenção cessou-se e eles puderam sentir um forte aroma proveniente das flores silvestres ao redor da estrada.

---Porque se apaixonou por mim?--- Ele pausou ---Digo... Existem caras muito mais legais que eu no mundo... Algo que combinaria mais com você--- desconversou.

Seus olhos azuis se mesclavam com os verdes que ele fitava então finalmente se virou para frente, só então percebera que aquela pergunta era realmente constrangedora, sentiu o rosto corar abaixo dos olhos, desviou o olhar para o outro lado, a fim de procurar qualquer coisa que chamasse sua atenção.

---existem realmente motivos para se amar alguém? --- ela tropeçou nas palavras, o choque de haver recebido aquela pergunta parecia ter feito Reiko ficar levemente aturdida. –Eu não sei dar uma resposta para isso... Não acho que alguém no mundo também a tenha... Na verdade... Talvez eu te ame por você ser imperfeito em tudo que faz... ---

Ele arqueou a sobrancelha, era uma resposta estranha, quer dizer que ela o amava por ele ser o oposto dela? Talvez sim, talvez não, como ela mesma dirá, não havia um verdadeiro motivo para se amar alguém.

Parou ao perceber que Reiko se aproximara dela, sentiu seu coração palpitar furiosamente dentro de seu peito, sentiu seus braços se moverem sozinho ao redor dela, enquanto a puxava para mais perto de si, seus rostos estavam tão próximos a ponto dele poder sentir a respiração da jovem sobre seus lábios, não mais hesitaria, não amava ela tanto quanto ela o amava isso era um fato, mas havia prometido há quatro anos quando sairá pela porta do orfanato, que iria encontrar uma forma dela ser feliz naquele mundo, e se aquilo a trouxesse a verdadeira felicidade, ele não se importaria de enganar a si próprio com sentimentos que não possuía.

Os lábios estavam a poucos centímetros um do outro, a respiração se tornava cada vez mais devagar, Reiko fechou os olhos esperando o momento da qual havia aguardado por tanto tempo, os seus sentimentos correspondidos por Hyuki, mas ao invés da cena ter sido uma bela cena de
amor ela sentira Hyuki joga-la com toda força para o lado esquerdo fazendo a cair.

--Mas por quê?---

Uma surpresa, do braço de Hyuki escorria sangue, uma kunai estava enfincada acima de sua clavícula.

---Droga... --- Murmurou ele enquanto puxava a kunai e a arremessava ao chão.

---Hyuki... Você... Esta... ferido---

Ela se levantou, sua primeira reação fora olhar para o local em que a kunai havia sido arremessada.

---Mas que droga... Pensei que conseguiria acertar vocês dois ao mesmo tempo---

Eram duas pessoas, usavam capuzes negros sobre a cabeça, o que impedia sua visão, estava encobertos por algum jutsu especial, deixando no local do rosto apenas uma fenda escura, de imediato podia se pensar que um era o kage bushin do outro, mas logo se via pequenas diferenças, como a veste do primeiro era levemente apertado na cintura, e no busto deixando aparente que era uma mulher, o segundo era um pouco mais baixa, carregava em seus ombros
uma criança, cabelos curtos e vermelhos, parecia inconsciente.


---Quem são vocês---

Hyuki puxou uma kunai do bolso esquerdo, sentia seu braço formigar de dor.

---Isso não importa--- respondeu ironicamente--- Aquela kunai estava repleta de veneno... Dentre uma questão de uma ou duas horas não poderá nem se mover---

Reiko estremeceu, fora em direção a Hyuki, deveria tentar achar uma forma de extrair o veneno o quanto antes, mas perder o foco e qualquer coisa daqueles dois era a mesma coisa do que pedir para ter a chance de ser envenenada, além disso, Hyuki havia erguido sua mão em direção a ela, antes que a mesma pudesse ajuda-lo.

---Droga, você não deveria contar para eles, é mais divertido quando a presa acha que tem chance--- Respondeu a encapuzada.

---Ele é realmente o numero doze?--- Perguntou o baixinho que jogara a criança para mais acima do seu ombro.

---Eu por acaso me enganei alguma vez?--- Respondeu a mulher ironicamente.

Hyuki jogara a primeira kunai concentrara chakra sobre os pés, sua companheira já percebera o que fazer, estagnou o chakra sobre seu pé se aproximou da arvore e lançou um forte golpe contra uma das arvores que se projetara velozmente em direção aos dois, que imediatamente saltaram para longe a fim do ataque de se defender da gigantesca arvore que era arremessada na direção, um movimento excelente, Hyuki surgira atrás do homem que carregava a criança, pegara a kunai que havia sido arremessada outrora e então fizera um segundo ataque, aproveitou-se para correr em sua direção e dar um forte soco com o braço no estomago do homem, a fim de que Reiko pudesse surgir com outro sushin e puxar a criança da mão do encapuzado, um movimento perfeito, os dois saltaram para longe do adversário.

---Hyuki Deixe-me tratar dessa ferida ---

O chakra que fluía de sua mão era quente e gentil, ele fechou os olhos por poucos sentindo, o alivio da dor com a ferida que estava se cicatrizando, ela puxou um vidro de sua bolsa com uma
seringa e aplicou nele.


---o que é isso?---

--é um antidoto contra venenos básicos de paralisia..., apesar de não saber sua constituição eu
mais alguns Iryo nin criamos antídotos base para esse tipo de veneno... Não sei se vai ajudar...
mas é o máximo que posso fazer--- seus olhos se encheram de lagrimas, estava ciente de suas limitações como Iryo-nin.

---Eu quero que vá à frente... E leve essa criança junto com você--- Respondeu Hyuki.

---esta ficando louco?---

---Não quero que você fique aqui... Se não surtir efeito você terá que proteger a dois... Além disso. Há quarenta minutos daqui existe um posto de konoha, a Shinobis que com certeza nos ajudaram... ---

Ela fechou o punho sobre si, Hyuki escutou o coro da luva ranger, não queria sair dali, porem, era a melhor chance que os dois tinham para sobreviver, saltou por entre as arvores desaparecendo da visão de Hyuki, ele então olhou para frente, seus adversários não haviam feito um movimento se quer estavam parados a cerca de vinte metros de distancia.

--- Então já terminou?-- Respondeu ironicamente a voz feminina.

---na verdade ainda não---Hyuki estendeu as mãos para frente em seu típico estilo de luta, teria que terminar aquilo o mais rápido possível, antes que o veneno fizesse algo ao seu corpo, e também, não poderia permitir que aqueles dois passassem por ele, não permitiria que eles tocassem a mão em Reiko.

---Sabe muito bem que nós somos cem vezes mais forte do que você--- Murmurou o encapuzado.

---Eu sei disso, pude sentir no momento em que lhe tentei dar um soco... Você deixou que Reiko
pegasse a criança... Mas por quê?---

Os dois encapuzados riram, Hyuki pode sentir a intensão assassina por trás daquelas enegrecidas formas, os pelos de sua espinha se arrepiaram, mas não podia recuar, se o fizesse, ele provavelmente morreria.

---como minha amiga disse... É muito mais divertido quando a presa acha que tem chances... E porque você não fugiu? Podia ter deixado aquela criança de lado, os dois juntos teriam mais chances de escapar---.

----Eu não sei deixar uma menina bonita de lado--- Ele sorriu e coçou a cabeça ---Além disso, aqui não é uma questão de ganhar ou perder... Mas sim de proteger aquilo que amo—

Os dois voltaram a rir.

---Sim esse parece que realmente é o numero doze... --

Hyuki deu um passo para trás, sua perna havia ficado completamente travada, um embolo de sentimentos o havia feito perder o foco por alguns instantes, não queria morrer, mas não queria que sua amiga morresse, não agora que havia compreendido parte de seus próprios sentimentos.

---Não existe maior prazer para um caçador, numero doze... Do que saber exatamente o que a presa ira fazer... ---

--Eu provavelmente morrerei aqui... mas... as vezes temos que entrar em batalha das quais ja sabemos o resultado-- hyuki riu, estralou os dedos das mãos e esperou que os adverarios viessem contra ele.



Última edição por Hyuki em Dom 30 Dez 2012 - 14:56, editado 4 vez(es)
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Bruno Moraes

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MensagemAssunto: Re: "Redemoinho" Os doze descentes do turbilhão (parte 1)   Seg 31 Dez 2012 - 11:45

Um bom filler introdutório, só que se lembre que nem todos leram seus treinos, ou seja, não entende muito bem o vinculo entre Hyuki e Reiko. Mas não é algo que atrapalhe o entendimento do filler.

Quero entender essa historia de número doze, fiquei curioso em saber o que ela significa. Além de saber como é que Hyuki irá escapar dessa situação.

Continua irmão
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Eve

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MensagemAssunto: Re: "Redemoinho" Os doze descentes do turbilhão (parte 1)   Qua 9 Jan 2013 - 16:47

Número doze? Isso me soa a uma organização querendo matar os Uzumaki's remanescentes Razz Mas a sério, estou curiosa acerca disto, e de como Hyuki vai se salvar desta situação. Tua escrita é agradável, embora eu tenha detectado umas vírgulas que poderiam ser trocadas por pontos finais, tens aí umas frases imensas, às vezes colocas os nomes próprios com as iniciais em minúsculas também, bem como o início de umas frases, toma atenção Wink Continua ^^
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