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E o ciclo da vida repete-se! As pacíficas vilas voltam a unir-se para combater um mal em comum. Vem conhecer o melhor e mais antigo role play de Naruto, totalmente em português.
 
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 Missão Rank C - Caça ao "Tesouro"

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Eve

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MensagemAssunto: Missão Rank C - Caça ao "Tesouro"   Seg 19 Nov 2012 - 12:13

Titulo da missão: Caça ao “Tesouro”.

Descrição: Arqueólogos pediram ajuda ao Raikage para colherem amostras de minerais. O problema que é em um local onde foram vistos alguns Nukenins. Como são ninjas de Rank D, se achou por mais lógico e barato usar apenas gennins. Sua missão é ajudar no que for preciso na escavação e protegerem os arqueólogos de qualquer ataque ninja.

Recompensa: 600 Ryos + 1 Scroll + 1 ponto de cumprimento

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Ritta

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MensagemAssunto: Re: Missão Rank C - Caça ao "Tesouro"   Seg 4 Fev 2013 - 18:47

Inscrevo-me
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Bruno Moraes

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MensagemAssunto: Re: Missão Rank C - Caça ao "Tesouro"   Seg 4 Fev 2013 - 20:45

Está inscrita, espere um tempo para ver se mais alguém vai querer ir contigo.
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Ritta

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MensagemAssunto: Re: Missão Rank C - Caça ao "Tesouro"   Qui 7 Fev 2013 - 17:52

Well, como é então? ^^
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Tio Tsu

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MensagemAssunto: Re: Missão Rank C - Caça ao "Tesouro"   Qui 7 Fev 2013 - 18:01

Vais sozinha! *gargalhada maquiavélica*

Leva personagens secundárias se quiseres e podes postar quando te der na real gana Wink

Começa!
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Ritta

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MensagemAssunto: Re: Missão Rank C - Caça ao "Tesouro"   Sab 9 Fev 2013 - 19:52

Eu não vou sozinha! Vou apenas... comigo mesma xd


Ina e Sora encontravam-se sentadas à porta do edifício do Raikage. O sol da manhã aquecia-lhes o corpo enquanto esperavam.
- Então a missão é simplesmente acompanhar os senhores arqueólogos até há gruta, ajudá-los naquilo que eles fazem e ter atenção a nukenins que possam aparecer? – A morena deu entoação à expressão “senhores arqueólogos” por achar que quem tinha aquela profissão se achava sempre superior. – Parece fácil.
- Achas mesmo que vai ser fácil? – Sora não tinha a certeza do que ela acabara de dizer.
- A não ser que eles sejam p…
- São vocês as gennins que nos vão acompanhar? – Uma voz interrompeu Ina, tossindo antes de se pronunciar.
Ambas as raparigas se levantaram de repente, surpreendidas. Deparam-se com um homem alto e escanzelado a olhar para elas como se desejasse que a sua resposta fosse negativa. A rodearem-no estavam dois homens, à esquerda, e um homem e uma mulher, à direita.
Os que estavam à esquerda possuíam roupas iguais, que resumiam a uma t’shirt bege com um colete castanho cheio de bolsos por cima, uns calções castanhos até aos joelhos e botas de caminhar, bem como um chapéu típico verde-seco de arqueólogo: com uma fita comprida a passar por baixo do queixo e uma aba caída a toda a volta; e pareciam ser gémeos. À direita, o homem era baixo, com um casaco-colete cheio de bolsos branco-sujo, uns calções largos da mesma cor, o tal chapéu e as botas de caminhar, tinha também uns óculos de uma graduação bastante elevada e uma certa idade, assemelhando-se a um professor que ia levar os alunos na excursão; no que dizia respeito à mulher, esta era de uma estatura média, tinha um cabelo incrivelmente negro, atado num rabo-de-cavalo perfeito, e usava uma t’shirt de cavas laranja com um decote largo, uns calções até aos joelhos verde-escuro e umas botas de caminhada.
- Hai! – Responderam as duas em coro.
- Eu sou a… - Começou Ina a dizer, mas foi imediatamente interrompida.
- Muito bem, levem aquilo nesse caso. – O homem apontou com o polegar para trás, na direção de um monte de caixas no chão. – E cuidado, são equipamentos caros.
- Vá, e rápido. – Disse um dos gémeos, com uma voz meio esganiçada.
Ina e Sora entreolharam-se e, silenciosamente, foram buscar as quatro caixas de madeira. Cada uma pegou em duas e ficaram incrédulas com o peso delas. Deviam pesar à volta dos quinze quilos, cada caixa. Entretanto ainda estavam a tentar colocar-se numa posição confortável, quando ouviram outro tossir.
- Importam-se de se despachar? Nós temos que trabalhar. – A mulher dirigia-se a elas.
- Pois, nós também. – Atirou Ina.
- O que é que disseste? – A mulher já se tinha virado para a frente e voltou a virar-se para trás, encarando-a.
- Quem, eu? Nada, só que o tempo ‘tá bem bom. – A morena apressou-se a pegar nas caixas e a começar a andar.
Sora fez o mesmo e seguiu-a a tentar esconder o riso.
- Ah, falta-vos uma coisa. – O gémeo que não se havia pronunciado há pouco tinha quatro caixas com menor largura nas mãos. Colocou-as em cima das caixas que já levavam. – Isto. Se deixarem cair só quero que se lembrem que ai dentro estão peças fragilíssimas que pertenceram aos vossos antepassados do País do Trovão. Não podem ser substituídas. – Por baixo da aba do chapéu, elas viram que ele sorria maliciosamente.
- Hai. – Responderam, tentando equilibrar bem as caixas para elas não caírem.
Então, com duas caixas que perfaziam trinta quilos e duas de artigos insubstituíveis que pertenciam ao património nacional, as duas raparigas começaram a andar cuidadosamente. O grupo de arqueólogos ia à sua frente e parecia saber bem o caminho, talvez por o membro mais velho ter um mapa à frente da cara e ir indicando as direções.

Já tinham caminhado um quilómetro, quando Sora e Ina olharam uma para a outra e reconheceram que cada vez lhes doíam mais os braços, mal sentiam as mãos e as costas também davam sinais de vida. Fizeram duas tentativas de pedir ao grupo para fazerem uma pausa, mas eles ignoraram-nas.
Passados mais duzentos metros sem verem que estavam perto de parar, as duas pousaram cuidadosamente as caixas e deixaram-se cair no chão.
- O que é que vocês pensam que estão a fazer? – A mulher reparara que elas tinham parado.
- Desculpe, mas precisamos de uma pausa. – Disse Sora, sendo o mais gentil possível.
- Nós não podemos estar cansadas se precisarmos de vos proteger. – Ina lançou um olhar duro à mulher de cabelos negros.
Após um silêncio para reflexão, a mulher disse:
- Muito bem, paramos durante dez minutos. – Depois virou-se para o homem que primeiro falara com elas. – Eikichi, onde estão os moldes que trouxemos para comparação? Preciso de confirmar um dado.
- Os moldes… - O homem magro fechou os solhos e começou a massajar as têmporas com as pontas dos dedos. – Estão na caixa de madeira de cerejeira. É a mais escura.
- Eu sei o que é madeira de cerejeira. – A mulher parecia impaciente. – Estás aqui a ver alguma caixa de madeira de cerejeira?
- O quê? – Eikichi empurrou os gémeos, que estavam ao seu lado, e começou a andar à volta das caixas que Ina e Sora tinham pousado como um louco. – Como é que os moldes não estão aqui?!
As duas gennins olharam uma para a outra, confusas. Meteram-se as duas a pensar de que caixa é que estariam a falar e só se lembravam de lhes terem dado caixas de cores claras, aquelas que lhes tinham custado a transportar até ali.
- As meninas estão ai paradas a fazer o quê? – O homem mais velho dirigira-se a elas. – Levantem-se já e vão procurar a caixa dos moldes! Com certeza está na estalagem onde passamos a noite.
- E despachem-se! – Os gémeos entraram na conversa e falavam em coro. - Os moldes não são muito valiosos, mas são essenciais ao sucesso desta escavação!
- H… Hai! – Disse Sora, que se levantou e foi seguida por Ina.
Afastaram-se a correr enquanto o grupo de arqueólogos ficava a bater nervosamente com os pés no chão e a roer as unhas. Quando já estavam longe deles, Ina falou:
- Vês? Eu disse-te que os senhores arqueólogos têm todos a mania de que são superiores. Nem nos iam deixar descansar, queria ver se fossem eles a levar aquilo tudo. E ainda nos tratam por miúdas!
- Até tens razão… - Sora suspirou.
- É melhor despacharmo-nos, se não também não temos autorização para comer.
- Espera! – Sora parou de repente. – Como é que nos esquecemos? Também precisamos de os proteger dos nukenins e acabamos de os deixar sozinhos!
- Eles até nos desconcentram… - Ina virou-se para trás. – Vai tu, eu fico com eles.
Concentrando um pouco de chakra, Sora usou o Shunshin no Jutsu para se movimentar mais rápido. Ao mesmo tempo que usava a Técnica de Movimento Rápido do Corpo tinha que se desviar agilmente de alguns ramos e pássaros que lhe apareciam no caminho, umas vezes com um salto por cima e outras com uma esquiva rápida para o lado. Numa dessas vezes, Sora quase ia chocando com uma árvore após se desviar de um ramo pontiagudo, mas com alguma agilidade virou-se de lado a tempo de a evitar.
Ao chegar à vila procurou a estalagem onde o grupo tinha pernoitado. A pesquisa foi rápida, uma vez que não eram todos os dias que arqueólogos chegavam em Kumogakure no Sato. Na receção, Sora perguntou a uma senhora se teria encontrado a tal caixa de madeira de cerejeira e esta deu-lha logo para as mãos. Era mais leve que as outras, menos funda e tinha um cadeado.
Voltando a concentrar alguma quantidade de Chakra, várias vezes ao longo do caminho, a ruiva fez uso do Shunshin no Jutsu para regressar para o local onde tinham deixado Ina e os arqueólogos.

- É esta a caixa? – Sora chegou ofegante ao pé do grupo, que correu para ela sem demoras.
A caixa de madeira de cerejeira foi-lhe retirada das mãos por Eikichi e aberta logo de seguida. Os ombros do homem descontraíram quase instantaneamente e depois os dos outros quatro arqueólogos também.
- Sim. – Com todo o cuidado, Eikichi fechou a caixa e suspirou. – Agora vamos, já perdemos muito tempo!
Sora e Ina ficaram boquiabertas a olhar para eles. Então e a pausa? Ina tinha ficado a descansar, mas Sora não. A ruiva não tinha parado de correr e esquivar-se do que lhe aparecia no caminho para chegar ali o mais rapidamente. Já para não dizer que ainda sentia os músculos dos braços cansados do esforço.
As duas suspiraram ao mesmo tempo e depois abaixaram-se para pegar nas caixas. Estavam à espera que Eikishi lhes desse a caixa que faltava, mas viram que ele a segurava com toda a força.
- Sinto-me uma escrava… - Disse Ina, cansada.
- O que é que disseste? – Quase como um deja vu do que se passara à porta do edifício do Raikage, a mulher de cabelos negros virara-se para Ina.
- Disse que vou adorar escavar. – A morena apressou-se na resposta.
Sora começou a rir-se de novo e, fazendo um esforço para se conter, quase se engasgava com uma lufada de ar.
Enquanto caminhavam, Ina e Sora olharam para o céu e repararam que o sol já devia estar no seu ponto mais alto. Isso lembrou-as que devia ser quase hora de almoço. E o segundo pensamento levou-as a concluir que já estavam com fome. Mas quando iriam parar para comer? Baixaram o olhar e suspiraram mais uma vez, com os músculos dos braços a começar a arder uma vez mais.


[Continua]
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Ritta

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MensagemAssunto: Re: Missão Rank C - Caça ao "Tesouro"   Dom 10 Fev 2013 - 20:10

Passado uma hora, chegaram finalmente à gruta onde o grupo de arqueólogos iria proceder às escavações.
- Ótimo! Vamos parar durante um bocadinho e comer qualquer coisa. – Disse Ina, pousando as caixas e tirando algo da mochila.
- Têm quinze minutos, jovens. – Disse o homem mais velho, enquanto arrumava o mapa.
As raparigas comeram depressa e aproveitaram todos os minutos que ainda tinham disponíveis para descansar. Depois de arrumarem tudo nas mochilas que traziam às costas, repararam que o grupo já andava de volta do material e a encaminhar-se para a entrada da gruta.
- Se já acabaram, apressem-se e venham ajudar-nos. – Eikichi parecia um tanto impaciente, como sempre.
- Hai! – Responderam as duas.
Aproximaram-se das caixas que tinham trazido e que já se encontravam abertas. De lá tiraram algumas pás pequenas, pinceis, picaretas, espátulas, peneiras, lanternas e mais algumas coisas que elas não sabiam o que eram. Quando tiraram tudo de dentro das caixas, os arqueólogos foram logo ter com elas e pegaram nas lanternas sem dizer nada, depois voltaram para dentro da gruta. As gennins olharam em volta e suspiraram. Perceberam que teriam que levar aquilo tudo sozinhas. Começaram a pegar em alguns materiais e a leva-los lá para dentro.
Na primeira vez que entraram na gruta não conseguiram ver praticamente nada. Passados uns momentos, viram uns pontinhos brancos um pouco mais à frente e uma voz, que elas não reconheceram, disse- lhes para avançarem e pousarem tudo ali. Ah, e para se despacharem.
Ina e Sora começaram então a correr para fora e para dentro, levando tudo o que estava nas caixas. Tentavam levar o máximo de coisas que conseguiam, para terem que fazer o trajeto menos vezes possível. Nessa altura deram conta que já tinham os braços doridos de levar tanto peso e as pernas rapidamente fizeram-nas perceber o mesmo.
Após fazerem o percurso sete vezes e terem levado todo o material para dentro da gruta, colocando-o onde os arqueólogos queriam, apoiaram as mãos sobre as pernas, a ofegar.
- O que é que pensam que estão a fazer? – Um dos gémeos apareceu à entrada da gruta. – Precisamos de vocês aqui.
As raparigas suspiraram e encaminharam-se para a lá a andar devagar. Uma vez lá dentro tropeçaram várias vezes devido à falta de iluminação até chegarem perto deles.
- Estivemos a analisar a gruta e temos que entrar mais fundo do que pensávamos. – Disse Eikichi. – E, como tal, não trouxemos a iluminação necessária e, provavelmente, nem os materiais suficientes para escavar na rocha mais funda.
Sora e Ina olharam uma para a outra. Esperavam que eles lhes dissessem que tinham que voltar à vila uma vez mais.
- Mas não temos tempo de os ir buscar. – A mulher de cabelos negros chegou-se à frente. – E um dos objetivos da vossa missão é ajudar-nos no que precisarmos. Portanto, precisamos que iluminem alguns locais e ajudem a escavar.
- Não se preocupem, nós vamos arranjar soluções. – Disse Sora. Depois virou-se para falar com Ina. – Com o Ranton eu posso iluminar e tu com o Doton podes ajudar com as escavações.
- Sim, mas acho que só os nossos ninjutsus não vão ser suficientes. – A morena começou a enrolar uma madeixa de cabelo no indicador, enquanto pensava. – Parece que vamos ter que ser criativas.
E o plano estava feito. Sora juntou-se aos gémeos e à mulher para lhes iluminar melhor o local de trabalho. Começou por concentrar algum chakra nas mãos e, depois de fazer os selos, uma esfera brilhante apareceu em cada uma das suas mãos. Devido ao seu intenso brilho azulado aquela parte da gruta ficou subitamente toda iluminada.
- É preciso mais luz aqui. – Disse um dos gémeos, apontado para uma saliência na rocha.
Quando a ruiva aproximou a mão, vários pontos na rocha começaram a brilhar. Contudo, do sítio onde estava não conseguia iluminar bem, por isso concentrou chakra nas solas das sandálias e, com o uso do Kinobiri no Jutsu, ficou horizontalmente apoiada na parede para que as esferas ficassem acima do local que os arqueólogos queriam.
- E deste lado também. – Disse a mulher, que se encontrava mais à esquerda.
Sora teve que se esticar para conseguir ter uma mão apontada para cada lado que os arqueólogos pediam. A única forma de conseguir ter as esferas a brilhar era se as estivesse a segurar, pois se as largasse elas iriam tocar no solo e fazer um buraco, desaparecendo. Ela teve que continuar a concentrar chakra nas mãos, porque de vez em quando as esferas começavam a desvanecer e teve também de continuar com um braço esticado para cada lado. Passado um pouco trocou de lugar com Ina, desta vez Eikichi e o homem de idade precisavam de mais iluminação e a mulher e os gémeos de uma ajuda nas escavações.
Para ajudar a retirar pedaços de rocha, Ina usava o Doton: Doryūsō dado que com algum esforço e precisão conseguia fazer com que se projetassem do solo vários espigões que teriam as amostras que os arqueólogos queriam e conseguiam parti-los com mais facilidade do que a rocha em si.
Apoiada de novo na parede, Sora começou a sentir a superfície a tremer debaixo dos seus pés. Olhou para o lado e viu um dos gémeos a segurar uma picareta pronta para cravar na parede do lado oposto. Antes que conseguisse dizer alguma coisa, o arqueólogo lançou a ponta de ferro com toda a força contra a rocha à sua frente e logo de seguida o tremor ficou mais forte.
As duas gennins olharam uma para a outra quando perceberam que uma parte da gruta podia desmoronar. Como se estivessem a comunicar por pensamento, Ina juntou-se a Sora, que continuava com as esferas nas mãos, e arrastou consigo os três arqueólogos que estavam ao pé de si. Desviando-se, e desviando os arqueólogos, agilmente das rochas que caiam do teto da gruta, aproximaram-se da sua saída, mas como já havia rochas a cair por todo o lado não teriam tempo suficiente para atravessarem o caminho que restava.
- Ina, usa o Doton: Doroku Gaeshi! – Gritou Sora, para se conseguir fazer ouvir.
A morena ficou para trás enquanto o grupo avançava para a saída e, depois de passar rapidamente nos locais onde tinha colocado algumas armadilhas de terra para o caso de uma emergência, levou as mãos ao chão para fazer erguer uma larga parede de terra. Os selos da Hitoshirenu Wana tinham sido colocados por ela no chão, três vezes de cada lado ao longo de todo o caminho, e sinalizados com ferrinhos à sua volta. Tinha-se lembrado de fazer isso enquanto ajudava nas escavações e porque uma boa armadilha dava sempre jeito. Os pilares de terra ajudaram a suportar o teto e este não se desmoronou por completo, enquanto que a parede de terra serviu como refugio para o grupo não levar com pedaços de rocha.
Assim que deixaram de ouvir barulho, Ina fez baixar a parede que tinha erguido e viram que não tinham sido feitos tantos danos como temiam. Os arqueólogos pareciam muito mais preocupados com o equipamento que tinham deixado para trás e todos os minerais que tinham começado a retirar das rochas do que com as próprias vidas.
- Porque é que também não tiraram o material ao mesmo tempo que nós fugíamos? – Atirou a mulher, com as mãos nas ancas.
- Porque sim! – Ina simplesmente levantou as mãos, como se fosse a resposta àquela pergunta fosse a mais óbvia de todas.
- Já viram se tivéssemos perdido o equipamento? Esta recolha de mineiras seria um fracasso! – Os gémeos falavam coro.
- Mas… - Sora ia tentar justificar-se, mas Eikichi interrompeu-a.
- Não interessa, agora temos ainda mais trabalho. Vamos.
As duas raparigas olharam uma para a outra e encolheram os ombros. Os arqueólogos pediram-lhes para retirar, o mais cuidadosamente possível, os pedaços de minerais maiores das rochas com o recurso a kunais ou a outro objeto afiado. Tarefa que agora tinham que conjugar com a iluminação e a recolha de pedaços de rocha.
Primeiro, Sora divertiu-se a fazer pontaria com as kunais santottan aos pedaços de rocha maiores para os partir em porções mais pequenas. Conseguiu identificar as partes mais frágeis de cada uma e fez-lhes pontaria, obrigando as armas a cravarem-se com força. Desta forma foi capaz de partir mais de seis rochas que os arqueólogos lhe tinham dado. Depois tentou usar as kunais para separar os minerais dos pedaços que partira, mas eram demasiado grandes e difíceis de manobrar nessa tarefa. Após várias tentativas lembrou-se dos kuroi hashi e apressou-se a tirar um do cabelo. Como eram incrivelmente resistentes, a ruiva precisou apenas de pedir um pequeno martelo e usou-os para a tarefa, conseguindo retirar os minerais que os arqueólogos lhe tinham pedido.



[Continua]
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Ritta

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MensagemAssunto: Re: Missão Rank C - Caça ao "Tesouro"   Ter 12 Fev 2013 - 23:36

Passado pouco tempo, ecoou na gruta o som de uma pedra a ricochetear. O grupo de arqueólogos continuou a trabalhar, mas Ina e Sora ficaram logo quietas.
- Achas que vai haver mais um desmoronamento? – Arriscou Sora.
- Parece… Alguém. – Respondeu Sora, virando-se para a saída que estava apenas a cerca de trinta metros delas.
Ina juntou-se a ela e ficaram as duas à escuta. Segundos depois ouviram mais ruídos e a seguir a isso alguém murmurou:
- Cala-te! Não faças barulho…
- Quem é que está ai? – Gritou Ina.
- Porra, fomos descobertos!
As gennins levaram a mão às respetivas bolsas para tirar algumas kunais como precaução. À sua frente apareceu um grupo de três adolescentes, dois rapazes e uma rapariga, e todos aparentavam ser mais novos que elas.
- Queremos o ouro! – Disse a rapariga, tomando a liderança do grupo.
- O ouro? – Sora olhou para Ina.
- Sim, nós ouvimos falar de um grupo que vinha fazer escavações aqui – Apontou com o queixo para os arqueólogos que nem por uma vez tinham olhado para o que estava a acontecer. – Para serem tantos e ainda terem ninjas de Kumogakure a guarda-los… Só podem andar à procura de ouro!
- Ouro? – Eikichi parecia ter ouvido a conversa e aproximou-se. – Por favor… Isto vale muito mais que ouro!
Ina olhou para o arqueólogo com uma expressão que dizia “não está a ajudar!”. Depois Eikichi voltou a colocar-se de cócoras e retomou o que quer que estivesse a fazer.
- Ouviram? – A rapariga começou a murmurar para os rapazes que estavam atrás de si. – Nós temos que ficar com aquilo!
Dito isto os três nukenins arremessaram algumas kunais que Sora e Ina não tiveram problemas em defender. Contudo, uma das kunais ia armadilhada com um papel explosivo. Nada que elas não reparassem quase imediatamente e desviaram-se sem problemas. A kunai foi desviada por Sora e cravou-se na parede a três metros delas. Por momentos, recearam que a explosão causasse um desmoronamento, mas isso não aconteceu.
Enquanto estavam distraídas com as preocupações acerca da infraestrutura da gruta, os três nukenins adotaram um esquema de luta. Um dos rapazes, que por acaso tinha uma camisola vermelha, avançou para Sora e tentou acertar-lhe com o Dynamic Entry, mas ela esquivou-se desviando-se para o lado e aplicando-lhe um pontapé nas costelas que o arrastou para longe. O outro rapaz teve que se desviar do companheiro que ia em pleno voo para não chocar com ele.
- Hey! – Ele virou a sua atenção para a ruiva e, estando a uns metros dela, atirou uma shuriken ao ar. - Shuriken Kage Bunshin no Jutsu!
A partir daquela shuriken várias apareceram de seguida. A rapariga ficou a olhar para todas aquelas armas a virem na sua direção, sem saber o que fazer. O tempo estava a esgotar-se e ela sabia que não podia simplesmente desviar-se. Então, fez a única coisa que lhe veio à cabeça: concentrou chakra por todo o corpo e usou o Shunshin no Jutsu para se esquivar com mais rapidamente ao mesmo tempo que intersetava alguns clones com a sua kunai santottan e, de seguida, concentrou apenas chakra na sola das sandálias que lhe permitiu correr pela parede em direção ao rapaz. Este não a conseguira acompanhar, pensando unicamente que se teria chegado para trás, e foi surpreendido quando viu Sora com os pés apoiados no teto mesmo por cima dele. Cessando o fluxo de chakra, a gennin soltou-se da parede e atingiu-o com a perna na cara, levando-o a perder os sentidos.
Entretanto Ina lidava com a rapariga. Quando Sora confrontava o rapaz das shurikens, olhara para a morena e vira que ela tinha atraído a nukenin para perto de si e esta estava a ser surpreendida por uma armadilha de terra que a projetou contra o teto.
Mas ela meteu daquilo em todo o lado?, pensou Sora ao ver a rapariga a queixar-se de dores num ombro.
A seguir a isso Ina lançou várias kunais, mas a sua oponente mostrou-se bastante ágil e desviou-se de todas. A morena pensou em lançar mais algumas com papéis explosivos ou bombas de luz, mas depressa se lembrou das implicações que isso teria. Enquanto mantinha a nukenin ocupada, não perdeu tempo a pensar num plano B. Dentro da sua bolsa tinha já uma linha shinobi presa a duas kunais. Tirou-as e lançou-as de modo a que se cravassem no solo e deixassem o fio bem esticado à frente da sua oponente. Contudo, esta não queria avançar com receio de que houvessem mais Hitoshirenu Wana. Parecia que ia apenas deixar ali a linha como seguro e ia voltar ao plano de ocupar a adversária com kunais.
Uns metros atrás de Ina estava Sora, a travar um combate corpo-a-corpo com o rapaz que tinha sido afastado por um pontapé nas costelas. Ela empunhava uma kunai santottan, algo que lhe dava bastante jeito naquela altura. O rapaz tentou dar-lhe um pontapé pela esquerda que a fez desviar-se para a direita a fim de o evitar. Sora entendeu logo que aquilo era propositado e logo de seguida viu-o a puxar o braço atrás para desferir um soco que a ia apanhar pela direita. A ruiva foi o mais rápida que conseguiu e virou a kunai para fora. Ao mesmo tempo que este avançava com o punho fechado, Sora impulsionou-se para a frente, virando-se um pouco de lado, e espetou-lhe duas pontas da kunai na coxa da perna. O seu adversário queixou-se de dores e acabou por acertar com o punho na parede atrás de si. A gennin fez-lhe depois uma rasteira e arrancou-lhe a kunai da perna, encostando-a ao seu pescoço.
- Hey, isto realmente não é ouro! São só calhaus! – Gritou o rapaz que há instantes estava inconsciente.
- Para trás, JÁ! – A nukenin chamou a atenção de todo o grupo que lutava.
Ela recuou e o rapaz que estava com Sora conseguiu desferir-lhe um forte e rápido soco no queixo que lhe deu espaço para se afastar. O nukenin que gritou a informação aos seus companheiros também recuou para junto do grupo, por uma abertura que as duas gennins tinham deixado. Elas ainda não percebiam como é que ele tinha passado tao sorrateiramente por elas, mas ficou óbvio que se aproveitor do facto de ter estado momentaneamente inconsciente e os restantes ocupados.
As duas raparigas juntaram-se ao mesmo tempo que viam o grupo de nukenins a recuar uns metros em direção à saída da gruta.
- Dêem-nos o têm de valor! – Exigiu a líder do grupo. – Há bocado disseram que tinham algo que valia mais que ouro!
- Mas vocês importam-se de fazer pouco barulho? Nós gostamos de silêncio para trabalhar. – Disse a arqueóloga, impaciente. – Crianças.
- E é verdade, temos aqui importantes vestígios da passagem dos antepassados de Kumogakure. Neste caso são minerais que eles poderiam usar para algumas tarefas do quotidiano. E isto, meus amigos, é um conhecimento que vale mais que ouro! – Eikichi virou-se para as gennins. – Vocês importam-se de tratar deste assunto?
- Nós já estamos a tratar do assunto…. – Murmurou Ina, com cara de poucos amigos.
- O quê? – O rapaz do combate corpo-a-corpo estava perplexo. – Quer dizer que não há aqui nada?
- Já chega! Vamos embora! – Gritou por fim a nukenin, começando a fazer selos.
- Oh não… - Disse Ina, preocupada. – Sora, impede-a de fazer selos!
A ruiva nem perdeu tempo a perguntar. Arremessou a kunai que tinha na mão e logo de seguida concentrou chakra e fez rapidamente os selos do Ranton: Denka mizu no kyū, criando as duas esferas de água eletrificada. A nukenin baixou-se e a kunai não a atingiu. Logo de seguida, Ina interveio com o Doton: Doryūsō, o que a fez dar um longo salto para trás, e ainda ia no ar a finalizar a sequência de selos quando Sora lançou as duas esferas em simultâneo.
A rapariga arregalou os olhos ao ver que não tinha por onde escapar e estava quase a interromper os selos para se defender, mas o nukenin que as enganara meteu-se à sua frente e levou com o ninjutsu. Ele caiu no chão a queixar-se do abdómen e a companheira disse por fim:
- Suiton: Mizurappa!
O jato de água proveniente do jutsu da nukenin ia ameaçadoramente na direção do grupo de arqueólogos e das gennins. As raparigas sabiam que o tinham de parar, pois não tinham tempo de tirar os arqueólogos e toda a sua recolha do caminho.
- Doton: Doroku Gaeshi! – Gritou Ina, mesmo ao lado de Sora.
Uma parede de terra ergueu-se no chão e serviu de barreira à água expelida pela adversária. Foi uma sorte terem ali Ina e o seu Doton, caso contrario Sora não fazia ideia de como podiam ter parado aquilo.
Assim que o fluxo de água cessou, Sora concentrou chakra e simultaneamente saltou por cima da parede, aterrando à sua frente e começando a fazer selos.
- Kasumi Jūsha no Jutsu! – Exclamou a ruiva, fazendo surgir vários clones do chão que empunhavam kunais santottan.
Os clones começaram a lançar as kunais e o grupo de nukenins, assustado pela súbita desvantagem, afastou-se cada vez mais em direção à saída.
- Vamos embora, não vale a pena perdemos mais tempo aqui! – Disse a líder, voltando-se e correndo para fora da gruta, seguida pelos outros.
Sora e Ina ficaram a olhar uma para a outra, sem saber o que fazer. Afinal, eles tinham ido mesmo embora? Assim, simplesmente?
- Bem, agora que já acabaram isso, podemos ir embora. – Eikichi apareceu ao lado delas, a carregar algumas ferramentas.
Por elas passou todo o grupo, a carregar o respetivo material. As gennins ficaram à espera que lhes dissessem o que levar, mas eles passaram por elas sem dizer nada.
Lá fora, à luz do crepúsculo, os arqueólogos guardaram cuidadosamente o material pelo qual tinham tanto carinho e elas aproveitaram para descansar. De seguida, disseram-lhes apenas para levar uma caixa, cada uma. Desta vez, Ina não fez qualquer espécie de comentário e Sora também permaneceu calada. Estavam gratas por não terem que levar tudo sozinhas outra vez.
Fizeram o caminho todo de volta à vila com o auxílio das lanternas. Curiosamente, o caminho pareceu-lhes mais curto agora que regressavam, mesmo com o cansaço que sentiam.


[Fim ]
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Bruno Moraes

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Total de Habilitações: 733,75

MensagemAssunto: Re: Missão Rank C - Caça ao "Tesouro"   Qua 13 Fev 2013 - 22:01

Avaliação de Sora Kondo:

Habilitações Ninjas:

Ninjutsu: 4,25 + 0,25 = 4,5
Taijutsu: 1,25 + 0,5 = 1,75
Kenjutsu: 4,5 + 0,75 = 5,25
Genjutsu: 3 + 0,25 = 3,25

Selos: 4,25
Trabalho de Equipa: 1 + 1 = 2

Habilitações Corporais:

Força: 2,5 + 0,5 = 3
Agilidade: 4 + 0,75 = 4,75
Controlo de Chakra: 5,75 + 0,75 = 6,5

Raciocínio: 3,75
Constituição: 4 + 1 = 5

Avaliação: 4,75/7 + 1 T.E

Total de Habilitações: 38,25 + 5,75 = 43

Comentários:

Ina e Sora foram arrumar um monte de arqueólogos chatos para defender, além de guardas costas tinham quer ser seus ajudantes. Deviam ter deixado eles serem soterrados no desabamento xd
Uma boa missão e mereceu a recompensa completa.
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Missão Rank C - Caça ao "Tesouro"
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