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E o ciclo da vida repete-se! As pacíficas vilas voltam a unir-se para combater um mal em comum. Vem conhecer o melhor e mais antigo role play de Naruto, totalmente em português.
 
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 [Kou] Treino II - Você está sozinho. E agora?

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Rods

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MensagemAssunto: [Kou] Treino II - Você está sozinho. E agora?   Ter 4 Set 2012 - 5:01

– Acorda, irmãozão! Vai acabar se atrasando para o treinamento! – falou Yumi, por cima do ombro de Kou, sacudindo-o com toda pouca força que tinha.

– É, acorda! O seu lindo, fabuloso, magnífico e incrível sensei Jin não vai gostar de ver-te atrasado! – falou a segunda Yumi.

“A primeira coisa que veio em minha cabeça foi o fato de não ter nenhum treino marcado para hoje. A segunda, é que o dia nem tinha amanhecido direito lá fora. A terceira: havia duas Yumi’s em cima de mim, sacudindo-me.”


– Mas o quê...? – levantou Kou bruscamente, confuso. As duas Yumi’s estavam a olhá-lo com quem está a se divertir da situação, até que a pequena da direita produziu um estalo e se transformou na imagem do ruivo e sorridente sensei do genin. Para o garoto, poucas coisas são tão estranhas quanto seu mentor em sua cama antes do dia amanhecer. Na verdade, poucas eram tão estranhas quanto seu sensei em sua cama. Pensando bem, nenhuma era tão estranha quanto o próprio jounin.

– Bom dia! Olha, acho realmente melhor você se aprontar. Terá treino surpresa hoje, agora! Fora que sua mãe está preparando um café delicioso lá em baixo. Então, anda! Ânimo! – gritava Jin, ainda sacudindo o genin – Vem, Yumi, vamos de cavalinho! – disse, empolgado, antes de colocar a pequena sobre sua nuca e sair escada abaixo.

Kou levantou ainda atordoado. Tomou um banho e vestiu-se como de costume. Quando pegou sua bolsa ninja, notou que lá havia um bilhete: “Obrigado pela hospedagem e por ser filho de quem é”. Abriu. Lá além te haver mais kunais do que o habitual, agora tinha também shurikens e linhas shinobi. Tinha também uns dois ou três pergaminhos. Kou pegou, colocou a bolsa e desceu. Lá estavam o jounin e sua mãe, conversando animadamente e Yumi sentada à mesa, já comendo. Pegou alguns bolinhos para comer no caminho, despediu-se das suas duas queridas e saiu com seu sensei, rumo ao treino.

O dia já tinha clareado. Feixes de luz solar enchiam Kumo de vida e despertavam, lentamente, seus habitantes. Pupilo e mestre caminharam um pouco até chegar ao local. Era um campo gramado, por meio de algumas rochas que acabava em uma pequena floresta. Lá na frente Ayane e Tohru estavam a esperar, sentados ao chão, com outras duas versões do professor ao lado.

– Não conheço ninguém que seja tão feliz a essa hora da manhã – comentou Ayane – Bom dia, Kou!

– Bom dia! – retribuiu o ninja – Hey, Tohru.

Tohru sorriu e balançou a cabeça.

– Bom, já estamos aqui, logo vocês não são mais necessários, rapazes... Venham cá dar um abraço.

A cena dos três Jin’s se abraçando e se despedindo foi, no mínimo, incomum. Ouviram-se dois estalos e os jounins sumiram em uma nuvem de fumo.

– Pois bem, no treino de hoje é uma competição saudável para melhorar o astral! Depois daquela floresta, há um altar de pedra e nele está fincada uma bandeira. O que conseguir pegá-la primeiro ganha um prêmio extremamente valioso. Mas desta vez vocês estarão sozinhos. E terão que lutar entre si para prosseguir. Usaram também essas pulseiras e tornozeleiras especiais. Elas vão incrementar o treino. Com o passar do tempo, elas ganham peso. Agora, não tem peso nenhum. Mas logo isso mudará – explicava o jounin, entregando as pulseiras para os genins.

– Há bichos na floresta? – perguntou Kou, amarrando a pulseira.

– Não. É um legar não habitado por nenhuma espécie, querido. – respondeu Jin. Vendo que estes já estavam equipados, indicou-lhes a posição e falou – Bom, isso é tudo. Boa sorte aos três. Comecem!

Kou correu para norte de onde estavam, criando um pouco de distancia dos outros. Logo já estava pisando na grama úmida e musguenta da floresta. Não era uma floresta tão extensa. Já se podiam ver alguns pontos de luz no final desta, a uns cem ou cento e cinquenta metros de distância. Kou parou um pouco para pensar. Suas tornozeleiras da ganharam alguma coisa de peso, ¼ de kilo, mais ou menos. As pulseiras também.

“Eu tenho um objetivo e tenho oponentes. Se acontecer de eu tiver que lutar com eles, o que quero evitar, qual será minha defesa? Acho que a técnica mais perigosa de Tohru é o Doton: Shinjū Zanshu no Jutsu, então vou evitar ficar no chão, terei que andar de galho em galho. Agora Ayane... Eu não conheço nenhuma técnica especial de Ayane! Tenho que manter distância dos dois, mas nesta floresta, não há como saber onde estão...”

Até que uma ideia veio na mente de Kou. O genin começou a mexer em sua bolsa e amarrou várias kunais e shurikens em linhas shinobi. Era um pouco estranho manusear as armas com as pulseiras. Mesmo assim, juntou toda força e concentração que podia e começou a arremessá-las o mais distante possível, em inúmeras direções, formando uma verdadeira “cama de gato” pouco perceptível a olho nu. Sobraram na bolsa umas duas kunais, umas três shurikens e um bom comprimento de fio. Usando o Kinobini no Jutsu, subir em uma árvore próxima e lá ficou, observando as linhas por um tempo, até que a que terminava da direção nordeste balançou. Alguém havia esbarrado nela. Ou Tohru ou Ayane. De qualquer forma, era melhor evitar aquele lado. A apontada para sudoeste também. Kou então decidiu seguir a noroeste, por cima das árvores.

Andou por um tempo, achando estava se livrando do perigo, até que uma bola de fogo vindo por trás o acertou no ombro e ele, se não tivesse usado o Kinobiri, teria caído de cara no chão. A dor ela lancinante. Olhou para a direção de onde veio o ataque: Ayane estava à sua frente.

– Percebi sua brincadeira com as linhas assim que uma kunais quase me acertou – gritou, sorrindo. – Ela se posicionou lá de baixo e só deu tempo de Kou se esquivar depois de ouvir: Katon: Endan! Ele tombou para o lado, vendo o jutsu passar, e perdeu a kunoichi de vista. Assim que colocou a mão na bolsa, a garota apareceu em sua frente e lhe deu um chute, arremessando-o para longe. Num movimento ágil Kou sacou as linhas e as usou como um pêndulo, que o levou até a árvore mais próxima. Arremeçou duas shurikens contra Ayane, e ela esquivou-se de uma, mas teve o rosto cortado de teve pela outra. Kou achou mais seguro ir para o chão o quanto antes, mas a genin o seguiu. Frente a frente, ela atacou com uma kunais na mão esquerda em direção ao rosto do genin. O garoto esquivou. Segurou a mão da oponente e a prendeu. Ela o socou na barriga, mas ele resistiu. Esquivando-se para o lado, Kou sacou uma kunai e a rendeu.

Posicionou-se por trás dela e pôs a arma em seu pescoço.

– Acho que acabou, não? – Kou disse, sorrindo.

– Tudo bem, aceito a derrota. – respondeu a garota, com um ar meio desanimado.

O genin então tirou de sua bolsa o último fio shinobi que tinha e a prendeu, perto de uma árvore.

– Desculpe por isso, mas não quero arriscar, tudo bem? – falou. Ele concentrou chakra nas mãos e com o Pacchi no Jutsu começou a alisar o rosto belo da kunoichi, curando os arranhões. – Fica bem quietinha aqui. – E saiu, na mesma direção que seguia antes de ser parado.

Kou chegou perto do fim da floresta caminhando, usando seu Pacchi para amenizar a dor do ombro atingido. Seus braços e pernas estavam mais pesados, cerca de meio kilo mais. Ao chegar lá, teve uma surpresa: conseguiu avistar sem problemas o altar, e nele, a bandeirinha amarela sacudindo com o vento. O problema era que isso a uns setenta metros de distância e rodeado por um lado aparentemente profundo. Olhou em volta, não havia mais nada estranho. Fez um selo único com as mãos e colocou lentamente o pé sobre a água. Não afundou, embora seus pés estivessem mais pesados. Começou a caminhar rápido, e depois correr, quando começou a pegar o jeito com os pesos.

Até que surge Tohru, repentinamente, com o dobro de sua força, acertando-lhe um murro concentrado de chakra no rosto. Atingido, Kou perde a contração e cai na água. Então o genin concentra sua energia nas mãos e uma o Kinobiri para voltar a ficar acima do nível do lado. Frente a frente com o seu outro oponente, não sabia o que fazer. O fato de estarem sobre a água impedia que Tohru usasse seu Ninjutsu Doton, mas mesmo assim, ele tinha muito mais força de combate que Kou.

Assim que Kou pôs-se de pé, Tohru veio com tudo para cima. Primeiro projetou um soco potente contra a face do ninja menor, que esquivou para a direita e deu-lhe uma joelhada no abdômen (joelhada essa que pareceu não ter tido efeito algum). Em seguida, se afastou e atirou duas shurikens no pequeno, que rebateu com sua kunai. Em um movimento um pouco mais brusco, Tohru deu uma troncada em Kou, que cambaleou para trás, e se conseguiu se aproximar ao ponto de poder segurar os braços do genin. O pequeno, que já estava com os movimentos limitados por causa do ombro, agora se via preso nos braços do maior. Até que sentiu seu oponente dar um tapinha em suas pulseiras e tornozeleiras, e, logo em seguida, começou a afundar como uma pedra. Os pesos que não pesavam nem um kilo pareciam agora pesar vinte. Kou chegou ao fundo do lago, prendendo a respiração. Mesmo se concentrando e usando o Sansokyoukyuu, o genin não estava conseguindo segurar o fôlego e pensar em uma maneira de sair. Começou a se desesperar.

Quando estava perdendo a consciência. Sua vista ficando embaçada. Até que se sentiu pegar por alguém.

Desmaiou.

Quando voltou a si, Kou estava novamente no gramado, deixado, com Tohru sobre ele, com a pior expressão do mundo. Assim o grandão percebeu que o outro havia acordado, o abraçou.

– Achei que tivesse te matado – falou, meio rouco. Ayane estava do seu lado. Jin logo atrás. – Bom, eu peguei a bandeira, mas pode ficar com o presente, se quiser – disse Tohru, entregando à

Kou uma versão em bonequinho do próprio sensei.

– Aquilo lá que você fez... Como...?

– Eram pulseiras de chakra. Meu pai tinha algumas dessas. Reagem ao menor toque. Eu aumentei vinte vezes o peso da sua, e então você afundou... Desculpa.

– Tudo bem! Eu estou bem agora! Só o ombro é que...

– Desculpa! Não foi intenção acertar, só assustar mesmo! – gritou Ayane, sorrindo.

– Ei, gostei bastante do treino de vocês. Mas não fiquem tristes, amanhã tem mais! Ânimo, pessoal! – falava o sensei, praticamente sacudindo Kou.

Tohru ajudou o genin a levantar e o apoiou nos seus ombros.

Os quatro seguiram para casa.


Última edição por Rods em Seg 19 Nov 2012 - 2:58, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: [Kou] Treino II - Você está sozinho. E agora?   Ter 4 Set 2012 - 11:32

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Kou Mitsukubane

H.N.

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Kenjutsu: 1,25+0,75=2
Genjutsu: 1
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Trabalho de Equipa: 3,5

H.C.

Força: 1+0,5=1,15
Agilidade: 3,5+0,25=3,75
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Raciocínio: 2,25+0,25=2,5
Constituição: 2,25+0,5=2,75

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