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E o ciclo da vida repete-se! As pacíficas vilas voltam a unir-se para combater um mal em comum. Vem conhecer o melhor e mais antigo role play de Naruto, totalmente em português.
 
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 [Treino 19] - Kimura Endo - Dia de Folga.

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Ozzymandias

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MensagemAssunto: [Treino 19] - Kimura Endo - Dia de Folga.   Qua 27 Jun 2012 - 4:06

Num frio dia de domingo, um genin preferiu não pensar em descansar e resolveu voltar a treinar. Pulando rapidamente sobre os telhados das residências, com piruetas, rolamentos e sucessivos shunshins, ele percorria o caminho que fazia todos os dias em direção à saída da Vila. Entretanto, desta vez, ele trazia algo diferente às costas. Mas, apenas shinobis com a visão mais aguçada conseguiam distinguir que, no borrão de sua passagem, estranhavam em ver que Kimura carregava um colchonete preso à mochila. Então, apressadamente saltando o último telhado disponível antes dos portões principais, o jovem fez um rolamento desajeitado e num só movimento reiniciou a corrida em direção à floresta, logo sumindo da vistas dos shinobis que faziam a guarda. Movia-se agora entre as copas das árvores, buscando sempre espaço para que pudesse passar com sua estranha carga. Sentia-se ansioso para por em prática a construção e depois testar seu mais novo equipamento de treinamento. Lembrou-se que estava entediado com os repetidos exercícios todo o dia, então passou a noite anterior imaginando como inovar e não se chatear, pois sabia que não deveria parar de treinar. Assim, deixando a preguiça de lado, pegou o colchão da dispensa de sua casa e agora o transportava para seu centro de treinamento distante.

Não demorou muito até percorrer os dois quilômetros mata à dentro e chegar ao destino. Era um domingo nublado, mas não chovia ou fazia frio. Seria um dia perfeito para novidades simples. E por ser uma ideia simples, Kimura rapidamente começou a pô-la em prática. Retirando o colchonete das costas, o genin levou-o até a frondosa árvore que lhe servia de abrigo por várias vezes. Como estavam no outono, suas folhas secas flutuavam até o chão a cada rajada mais forte de vento. Assim, dobrando o colchonete na parte da frente do seu tronco, ele retirou sua linha shinobi da mochila e circundou o colchonete até prendê-lo firmemente à madeira. Kimura tomou certa distância para averiguar se tudo estava de acordo. Dando mais alguns passo para trás, para ficar cerca de cinco metros de distância da árvore, o genin marcou o local com um fraco arrastar de pés. Ali seria seu ponto de partida. Entretanto, como havia imaginado, não seria apenas este o exercício pretendido. O que havia imaginado seria muito mais elaborado. Então, dirigiu-se até o seu "saco-de-pancadas" que havia construído. Feito de dura madeira de carvalho, o tronco não pesava menos de quinze quilos. Assim, colocando as mãos em sua base, o genin fez força para retirá-lo do gancho que o mantinha pendurado. Seus braços contraíram e só então sentiu que podia levantá-lo.

Então, num gemido de esforço, o jovem conseguiu retirá-lo da alça que o prendia e como lhe faltava o centro de gravidade, desequilibrou-se perigosamente. Mas, pouco antes de cair, fixou as penas com firmeza ao chão impedindo o deslize. Assim, quando se sentiu seguro o bastante, começou a caminhar até onde havia riscado o solo lamacento. Eram passadas pesadas e forçadas. Kimura já havia levantado pesos maiores, mas, aprendeu na prática que, quando não há apoio para carregá-lo, o peso praticamente dobra, pois se usava músculos que não usava antes para levantá-lo. Mesmo assim, Kimura não desistiu. Passo a passo, ele avançava e ofegava, suava e tremia até que conseguiu chegar ao local marcado e com um grande suspiro, soltou a pesada madeira no chão, limpando o suor de seu rosto. - Ufa. Agora posso começar. - Sussurrou esticando-se para alongar. - Mas antes... aquecimento. Então, após alongar-se mais um pouco, começou a correr em volta do campo numa velocidade média. Preferia começar devagar, porque pretendia treinar forte naquela manhã preguiçosa. Uma, duas, três voltas e as suas passadas começavam a aumentar sua velocidade até que conseguiu completar mais três voltas esforçando-se ao máximo. Sua respiração tornou-se muito ofegante, enquanto sentia suas pernas queimarem e seu suor gotejar.

Terminando as oito voltas, Kimura então aguarda seu batimento cardíaco começar a normalizar e só então começar a fazer flexões. Subindo e descendo seu tronco, ele flexionava os braços sentindo seus músculos ganharem forma e contraírem pela força utilizada. Assim, após alguns minutos, ele terminou as duas sessões de vinte flexões. Ele aguardou mais alguns minutos até começar com as abdominais. Suspirando, Kimura deitou-se no chão e começou a primeira das três séries de trinta abdominais. Ascendia e descendia em movimento compassado somente com a força dos músculos abdominais. Sentia-se muito bem, afinal, as garotas já começavam a reparar que o jovem genin começava a ter um físico avantajado. Assim, com a autoestima ganhando força, esforçou-se mais ainda para terminar as outras duas séries de abdominais. E após mais alguns segundos de descanso, animado, dirigiu-se até onde havia marcado, balançando braços e pernas para o principal exercício da manhã. Planejava apoiar o pesado tronco nos ombros e jogá-lo o mais alto possível para cima. Então, enquanto o tronco viajava, o genin teria que esmurrar o colchonete que amarrara na árvore e retornar para pegar o tronco nos ombros mais uma vez. Seria muito difícil, afinal, teria que ser super-veloz ou usar muita força para jogar o tronco tão alto que lhe desse tempo de atacar e retornar.

Mas como havia imaginado este combo na madrugada anterior, não se importava em errar algumas vezes, apenas queria tentar para ver se daria certo. O suspense era gigantesco. Kimura se concentrava tentando imaginar como se comportaria durante a ação. Respirava fundo enquanto abria e fechava as mãos numa espécie de oração. Então, quando tinha tudo o que faria em mente, agachou e levantou o tronco com esforço, pondo-o sobre os ombros como planejava. Suas costas e pernas suportavam os quinze quilos enquanto seus braços o equilibravam para não cair. E quando viu que estava pronto, ele olhou fixamente para o colchonete amarrado enquanto colocava as mãos embaixo do tronco, e num grande gemido, atirou o tronco para cima com muita força. O objeto voou cerca de dois metros acima, mas Kimura percebeu que não daria tempo suficiente, permanecendo no lugar para receber o peso e tentar novamente. O tronco bateu forte na sua nuca e ombros, fazendo-o agachar e forçar as pernas para manter-se de pé. Doeu um pouco, mas conseguiu equilibrá-lo novamente. Então, concentrou-se mais uma vez. Respirou e tentou relaxar até que explodiu num movimento frenético jogando com toda força o tronco mais uma vez para cima. O objeto voou quatro metros. Um sucesso. - Agora! - Gritou para si, enquanto corria à toda até o alvo, usando força e impulso para acertá-lo em cheio.

Não havia calculado a força quando acertou o alvo. O ruído foi alto e o tronco do carvalho balançou, fazendo cair algumas folhas secas que flutuaram para o chão. Entretanto, quando foi retornar, não conseguiu entrar em posição, e a madeira bateu no chão, enterrando-se um pouco na lama. - Droga. Essa foi por pouco. - Reclamou enquanto massageava os ombros doloridos. - Mais uma vez. - Disse ao levantar os quinze quilos mais uma vez. Seu suor atrapalhava um pouco, mas logo se sentiu aliviado quando uma fina garoa começou a cair do céu. Logo, preparou-se novamente e mais uma arremessou o objeto para o alto. O tronco voou cinco metros, e Kimura saiu em disparada, acertando o colchonete com toda força, retornando à posição original no momento correto, interceptando a madeira antes que esta caísse, forçando suas pernas mais uma vez para mantê-lo em pé. A alegria que sentia era maior que a dor que sentia. Havia conseguido. Vibrava consigo ao mesmo tempo em que tentava saltar, mesmo com o peso sobre os ombros. Estava ofegante, mas resolveu tentar mais uma vez. Concentrou-se mais uma vez e, ajudado com o impulso de suas pernas, ele arremessou o tronco para o alto, numa altura de cinco metros. Rapidamente, o genin saltou sobre o colchonete, desferindo um único, seco e brutal soco. A árvore balançou mais uma vez à medida que ele já retornava e aparava a madeira mais uma vez.

Estava feliz, pois havia inventado um exercício que juntava agilidade, força e taijutsu. Assim, tentou mais duas vezes, quando começou a sentir fortes dores musculares. Seus ombros tinham hematomas e só um pouco depois, percebeu que o colchonete havia rasgado, e que estava golpeando diretamente a madeira, deixando os gomos de seus dedos ensanguentados. Assim, decidiu parar e descansar. Dirigindo-se ao abrigo, Kimura remexeu em suas coisas, retirando um depósito onde guardava a comida. Sentiu dificuldade em abri-lo, já que suas mãos estavam machucadas, então usou a boca para abri e só então começou a comer. Sentia-se feliz, mesmo ferido. Estava melhorando cada vez mais. - Bom, como não posso repetir o exercício hoje, treinarei genjutsu na parte da tarde. - Disse sozinho enquanto começava a fazer curativos nas extremidades de sua mão. Logo ele acendeu uma fogueira e se aconchegou no saco de dormir para cochilar até à tarde. A chuva começava a piorar, juntamente com o frio. Parecia que nevaria à noite. - Tomara que não... - Sussurrava. Assim, já protegido e alimentado, além de um suave ruído de chuva ao fundo, não demorou muito até que ele conseguisse dormir um sono profundo que levou duas horas até que acordou com poucos raios do sol da tarde atravessando as nuvens negras que se dissipavam com o vento forte.


Na parte da tarde...


Kimura e sua imagem convergiram um para o outro rapidamente até o centro do campo. E ao se encontrarem, começam a trocar golpes fortes e ligeiros numa velocidade espetacular. Com vários cruzados e ganchos, Kimura tentava acertar-lhe a face e estômago, mas eram bloqueados com precisos movimentos de braços e ágeis esquivas. Então, vendo que a guarda do oponente era impecável na parte de cima, tentou atacar por baixo. E logo se inclinava para efetuar duas fortes rasteiras, obrigando sua imagem a saltar algumas vezes para não ser atingido. O genin o perseguia tentando golpeá-lo à medida que aumentava de ritmo. Sua imagem também o fazia, parecia conhecer todos os seus movimentos. Aliás, sua imagem conhecia todos os seus movimentos, e isso facilitava sua defesa e reação. Assim, Kimura tentava utilizar a rapidez dos seus golpes para penetrar nas defesas do adversário, mas sempre era bloqueado com rápidas interrupções feitas por suas canelas e antebraços. Então, parecendo cansado de "brincar", o clone rapidamente aparou o chute giratório de Kimura, agarrando-o pela perna esquerda. Kimura ficou sem ação, estava muito distante para esmurrá-lo, então iria utilizar a outra perna, mas não houve tempo. Puxando-o para si com toda força, o clone desequilibrou-o, mirando e acertando um forte e preciso soco no diafragma do jovem, causando grande dor.

Enquanto isso...
Citação :

Eram dois homens corpulentos. Um carregava uma pesada cesta de peixes na cabeça, enquanto o outro arrastava um carrinho de madeira carregado de tijolos. Vendo os homens se aproximavam, os clones concentraram seu chakra no cérebro e efetuaram alguns rápidos selos, sussurrando em conjunto: - Kohoki no Jutsu. Logo, os dois homens viram a ilusão de que um deslizamento de terra havia interrompido a passagem na estrada. Os homens se assustaram, logo coçando a cabeça na dúvida de como iriam passar. Enquanto se divertiam em testemunhar a dúvida de suas duas vítimas, os dois clones perceberam que mais quatro pessoas desciam a estrada em direção à ilusão, mas os clones tinham outros planos. E em silêncio, os dois concentraram mais chakra do que antes, para poder influenciá-los de uma vez. Assim, focalizando-o em seus cérebros enquanto olhavam fixamente para os quatro, os clones efetuaram mais alguns rápidos selos e enfiaram seu chakra até o cérebro dos quatro, sussurrando: - Kori Shunchu no Jutsu. - E perceberam que seus genjutsus haviam dado certo, quando todos os quatro interromperam a caminhada com olhares vazios e começaram a dar voltas num espaço pequeno. Agora, eles percorriam o mesmo caminho por diversas vezes. Assim, voltando a atenção para os dois homens que esperavam na beirada do "deslizamento", decidiram por cancelar o jutsu e aguardar aqueles quatro que vinham logo atrás numa distância segura para que os dois grupo não se vissem.

Então, fazendo mais alguns selos, eles liberam os dois homens da ilusão. Os dois coçaram os olhos como se não acreditassem. O deslizamento havia sumido. Mas, mesmo assustados com o instantâneo sumiço do obstáculo, continuaram a viajem sem mais problemas. Enquanto isso, os clones voltavam sua atenção aos quatro que andavam em círculos. Fazendo mais alguns selos, os dois libertam o grupo, que logo recomeçam a jornada até a Vila. Os dois começavam a ficar sem chakra, então decidiram por utilizar suas últimas reservas numa última brincadeira. Focalizando seus chakras mais uma vez, após realizar os selos necessários, começam a influenciar o cérebro dos quatro novamente. Como combinado, cada um era responsável por dois transeuntes, e assim o fizeram. E assim, após virar a curva acentuada, todos eles pararam desconfiados, não acreditando no que viam. Os portões da Vila de Kirigakure diante de seus olhos. Os clones perceberam que eles conheciam bem a estrada, já que ouviram um deles comentar que não haviam caminhado suficientemente para chegar. - Deve ser um genjutsu! - Gritava um deles com certo desespero. Desconfiados de que haviam sido descobertos, os dois se embrenharam na floresta num rápido shunshin, libertando-os da ilusão. E como não tinham bastante chakra sobrando, eles sumiram ao saltar entre as árvores, deixando para trás apenas algumas serpentes que se espalharam, sumindo na relva.

Levando a mão à barriga, com dificuldade em respirar, Kimura percebeu que seu clone estava lutando a sério e decidiu fazer o mesmo. Assim, mesmo com fortes dores na barriga, talvez pela adrenalina do combate, recuperou-se em segundos. Cuspindo sangue, Kimura avançou e com o impulso, elevou o joelho visando o peito do clone. Como previsto, sua imagem cruzou os braços bloqueando o golpe. E como planejado, Kimura aproveitou a inércia que bloqueio fizera e desferiu uma grande cabeçada no olho esquerdo. Com muita dor, o clone se afastou alguns passos de Kimura com as mãos no rosto, então, aproveitando a oportunidade, agachou-se para pegar impulso e realizou um forte baunsubaunsu, jogando-se sobre sua imagem num forte chute no queixo. O clone mão viu o que havia acontecido e logo estourou numa pequena fumaça, liberando várias serpentes pelo chão, que logo procuraram a vegetação mais alta para fugir inofensivamente. - Ufa - Sentou-se aliviado percebendo que já estava na hora de retornar a sua casa. Mal tinha percebido, mas acabara de passar seu único dia de descanso treinando. - Valerá à pena! - Motivava-se enquanto guardava suas coisas, até que percebeu que havia deixado seu alvo de taijutsu fora do lugar. Assim, esforçou-se uma última vez para pendurá-lo. Era difícil, pois usava seus braços para sustentar o peso, enquanto a linha shinobi balançava. Mas, com sorte, após algumas tentativas e gemidos para juntar força, conseguiu e foi para casa.


FIM
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Eve

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Total de Habilitações: 106,25

MensagemAssunto: Re: [Treino 19] - Kimura Endo - Dia de Folga.   Qua 27 Jun 2012 - 17:32

H.N

Ninjutsu: 26,75 + 0,25 = 27
Taijutsu: 19 + 0,75 = 19,75
Kenjutsu:21
Genjutsu: 6,75 + 0,5 = 7,25
Selos: 8,25 + 0,5 = 8,75
Trabalho de Equipa: 5,75


H.C

Força:16,75 + 1 = 17,75
Agilidade: 19,75 + 0,75 = 20,5
Controlo de Chakra:26,5 + 0,75 = 27,25
Raciocínio: 6,25
Constituição:24,75 + 1 = 25,75


Total avaliado: 5,5/6
Total das habilitações: 180,5 + 5,5 = 187*


Coments: Treino normal, só um ou outro erro de digitação. A única coisa que achei estranho foi no trecho em que dizes que parecia que ia nevar em Kiri '-'. Fora isso, bom treino, embora eu ainda continue tendo muita pena do Kimura quando o avalio xd
* Não sei por que, mas ultimamente tenho pego fichas com as somas erradas '-' Bem, está devidamente corrigido Razz

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