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E o ciclo da vida repete-se! As pacíficas vilas voltam a unir-se para combater um mal em comum. Vem conhecer o melhor e mais antigo role play de Naruto, totalmente em português.
 
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 [Treino 18] - Kimura Endo - Enigmas.

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Ozzymandias

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MensagemAssunto: [Treino 18] - Kimura Endo - Enigmas.   Ter 19 Jun 2012 - 19:40

Kimura havia chegado cedo ao centro de treinamento para praticar antes que seu mestre chegasse. Depositando a mochila no chão, resolveu aquecer-se levemente para que não prejudicasse seu treino no resto do dia. A manhã estava bastante fria, por isso preferiu começar a correr em volta do campo. Com passadas largas para exigir um pouco dos pulmões, ele intercalava as voltas entre caminhar e correr em disparada a cada quatrocentos metros. Dessa forma, testava seus limites de recuperação aeróbica. Assim, terminando a corrida, percebeu que havia conseguido dar seis voltas na pista de corrida lamacenta. Ainda ofegante, deixou seu corpo cair com os braços estendidos e começou a primeira série de quinze flexões que pretendia. Seus braços contraíam e relaxavam. Sentia-se bem a princípio, e resolveu descansar por apenas quinze segundos para recomeçar com a segunda série de quinze flexões. Seu corpo aquecia o frio ambiente, fazendo com que as pequenas gotículas de chuva condensassem adquirindo uma fraca névoa expelida pelo suor de suas costas. E em poucos minutos, quando terminou a segunda e última sessão, saltou da posição de flexões e entrelaçou os dedos sob a cabeça, iniciando a primeira série de agachamentos.

Saltitava sentindo suas coxas contraírem com esforço, e logo terminaram as duas séries de vinte agachamentos. Assim, já suando as bicas, resolveu dirigir-se até um galho de árvore, há cerca de dois metros do solo. Ele concentrou chakra na palma das mãos e saltou até grudá-las firme na madeira. Uma vez apoiado, Kimura começou a elevar-se só com a força de seus bíceps e com o controle de seu chakra. Subia e descia num esforço coordenado de suas terminações nervosas e tenketsus para mantê-lo preso lá em cima. Não pretendia forçar, então fez apenas duas séries de cinco elevações para não perder o costume. Terminando o exercício, sem pressa, bebeu água do cantil e foi até uma região que estava seca graças à densa copa da árvore que protegeu o sol da umidade da garoa. Sentando sob a sombra, ele cruzou as pernas em lótus e concentrou seu chakra mais uma vez. Fazendo um rápido selo, Kimura fez surgir quatro clones desta vez. Todos sentados em sua volta decidiram por treinar genjutsu mais uma vez. Todos os cinco concentraram seu chakra e olharam fixamente para seus alvos. Logo todos eles, num movimento quase que coreografado, fizeram os mesmo selos enquanto concentravam seu chakra na região cerebral.

Assim, sob o efeito do genjutsu um dos outros, todos eles viram a ilusão de que estavam num campo de girassóis ensolarado. Muito diferente ao ambiente débil que estavam na realidade. Kimura então comandou que todos eles cancelassem seus jutsus e recomeçassem. Aquela imagem ilusória não os perturbaria o suficiente para testá-los como queriam. Logo, começando a concentrarem novamente, os cinco realizaram novamente os selos necessários e então todos eles se viram num ambiente hostil e quente, como de uma superfície dura de lava ressequida. Novamente Kimura interrompeu a concentração de todos, comandando que repetissem a técnica. Os quatro clones já começavam a dar sinais de tédio. Pois alguns já abriam a boca, enquanto outros coçavam as cabeças desatentas. - Vamos! - Gritava o Kimura original à todos. E lá foram eles para mais uma sessão de treinos em genjutsu. Concentraram seu chakra e o enviaram para o cérebro dos outros, após alguns selos, alterando o ambiente como desejavam para confundir e enganar. Mais uma vez Kimura comandou a parada e a repetição. Precisava treinar sua fraqueza principal exaustivamente. Sabia que enfrentaria outros ninjas com habilidades muitos superiores. Queria estar pronto.

Então, após mais de dez tentativas. Kimura ficou zonzo. Seu chakra acabava à medida que os clones começavam a sumir um a um a cada repetição. Até que resolveu parar para descansar e recuperar a energia. Pois sabia que logo seu mestre chegaria, e que ele o exigiria mais ainda. Entretanto a tontura não parava e aquilo o deixou preocupado, principalmente quando algumas gotas de sangue saltaram de sua narina esquerda. Tinha sentido em primeira mão o que acontece quando do uso excessivo de genjutsus na mente de um novato no assunto. Levantando-se com dificuldade, ainda zonzo, o jovem se dirigiu a sua mochila onde começou a comer o lanche que trouxera de casa. Não demorou muito até que começou a se sentir melhor. Agora entendia que o excesso de fluxo de chakra no cérebro fazia. Assim, após comer, foi até a beira do lago, onde lavou o sangue e as mãos, retornando à clareira, onde abriu o saco de dormir e cochilou por um par de horas.

Na parte da tarde...

Acordou ainda sonolento e com um pouco de frio. Olhando em volta, percebeu que seu mestre ainda não havia chegado, na certa estaria bêbado deitado a alguma calçada. Então, já melhor do esforço, resolveu continuar com o treinamento de genjutsu. Mas antes foi até o riacho para lavar o rosto e os talheres em que havia comido o almoço. Queria tudo pronto para retornar para casa após mais alguns exercícios. Então, retornando a sombra da árvore, Kimura se sentou. Pondo-se novamente na posição de lótus, ele procurou ouvir e sentir todo ambiente em que estava e só então começou a focalizar seu chakra para começar a invocar as cópias que o ajudariam mais uma vez. Mas, quando realizou o selo para invocar as cópias, algum movimento na floresta o fez parar, interrompendo o processo. Assustado, o genin procurou por uma kunai institivamente, mas quando ouviu quem era, desarmou-se.

- Ainda naquela frescura de genjutsu, Kimura? - Gritava o velho enquanto saía à mostra.
- Se o senhor não estivesse atrasado, eu teria o que fazer, velho idiota! - Respondeu carancudo.

Gargalhando com a ríspida resposta, Chino chama o genin próximo para conversar à medida que remexia na mochila do jovem à procura de sua parte no almoço, até que para sua felicidade, encontrou. Abrindo rapidamente o depósito, parecia estar com muita fome. O cheiro de saquê também era forte. Mas logo que comeu duas peças, voltou-se para o genin e perguntou secamente: - Sou uma casinha sem porta e sem janela, lá dentro vivem duas donzelas, uma branca e outra amarela. Quem eu sou? - Aquela pergunta intrigou o genin que se viu coberto de pensamentos à procura da resposta. Pensou e pensou, enquanto seu mestre terminava o almoço. E então, quando este limpou a barba grisalha com o lenço que trazia, satisfeito com o almoço, ouviu do garoto a resposta exata a sua pergunta: - Você é o ovo! - Respondeu não contendo a felicidade de ter acertado. Acenando positivamente, o velho levantou-se e começou a andar, chamando-o para acompanhá-lo. Chino parecia mais sereno que das outras vezes que o tinha visto. Parecia até outra pessoa. Podia até se tornar seu amigo, se sempre agisse dessa forma. Então durante a caminhada silenciosa até o centro do campo, ele se virou para o genin e começou a conversar olhando-o nos olhos.

- Um ninja não luta somente com jutsus, chakra ou músculos. - Continuava. - Numa luta, a entrega é de corpo e principalmente de MENTE!
- Como assim? - Perguntava o jovem inexperiente.
- Lutar sem pensar é contar com a sorte. E sei por experiência própria que a sorte às vezes falha. - Retrucava o idoso pensativo.

- Por isso, preciso te ensinar a pensar e lutar ao mesmo tempo. - Continuou ao dar um leve tapinha nas costas do rapaz. - Vamos começar! Rápido, posição de flexão! - Kimura o obedeceu. Chegando ao solo com os braços esticados, o genin começou a realizar os exercícios, subindo e descendo numa cadência média para se poupar. Logo o velho começou a caminhar à sua volta ainda pensativo e então o indagou com a seguinte pergunta: - Por que o porco não gosta do mecânico? - Aquela frase quase o desconcentra e o faz cair em gargalhada. Sem entender muito bem, começou a chutar várias coisas desconexas enquanto seus braços começavam a aquecer. Chino, por sua vez, balançava a cabeça negativamente a cada resposta. - Pense, Kimura. - Incentivava-o. Mas nenhuma resposta que dava era a certa. Já havia perdido as contas de quantas flexões fizera. A cada momento, completava o movimento mais lentamente. Seus braços tremiam e começava a ficar ruborizado com o suor. Seu esforço começou a se tornar insuportável quando percebeu que seu mestre só autorizaria que parasse quando acertasse a resposta. Kimura começou a parar no alto para tentar relaxar os braços, mas logo recebia uma pancada do bambu que Chino havia colhido na mata.

- Mas que droga... Argh... Urgh... Eu não sei! - Gritava com o restante das forças. Mas seu mestre era irredutível. Com mais uma pancada com o bambu, Kimura novamente se movia. Para cima e para baixo. - Vamos Kimura, porque o porco não gosta do mecânico?! - O genin começou então a pensar na palavra mecânico. Seria a palavra chave para a resposta. E logo percebeu o quão simples era a resposta: - Porque ele aperta a porca!? - Perguntou inseguro. E para seu alívio, a Chino acenou indicando que havia acertado. O genin desabou com muita dor nos braços e abdome. Ofegante e suado, não tinha forças sequer de levantar-se para ir tomar água. Chino trouxe o cantil e despejou água no rosto do rapaz. - Vamos, próximo enigma. Já para o setor de alvos. - Apontava com o bambu até uma área onde haviam alguns alvos velhos de madeira. Kimura praticamente foi-se arrastando até lá. E então se pôs de frente aos alvos, aguardando a próxima pergunta com dificuldade. E logo Chino se aproximou e falou o próximo enigma: - Qual é o animal preferido do vampiro bêbado? - Kimura começava a duvidar dos métodos de ensino de seu mestre. E com outra pancada de bambu nas costas, começou a sacar shurikens, kunais e senbous na tentativa de acertar os alvos.

Sem ter a mínima ideia da resposta, o genin sacava e atirava os projéteis nos alvos, mas, como seus braços ainda estavam dormentes, começou a errar os lançamentos. E a cada erra, Kimura recebia mais um golpe do bambu. Seu sofrimento era continuo. Tentava pensar na pergunta, mais tentava se concentrar nos alvos. Não dava para pensar e atingi-lo ao mesmo tempo. - Isso é impossível! - Reclamava enquanto levava outro golpe do bambu. Arremessou uma a um quase todos os seus projéteis, que não eram poucos, até que algo veio a sua cabeça. Kimura começou a usar a lógica enquanto se esforçava em acertar apenas a pequena esfera vermelha no alvo. Acertava um, dois, três arremessos e logo errava e recebia mais um golpe. - Ouch! - Disse coçando a cabeça. Kimura lembrou-se do vampiro. Sugador de sangue. Por estar bêbado precisaria de um alvo grande para acertar a mordida. Pescoço grande... Girafa. - Girafa!!! - Respondeu errando mais uma vez o alvo. Chino ainda fez menção de acertá-lo, mas parou o bambu e parabenizou o genin pelo acerto. Com dores nos braços e agora na cabeça, o genin achava que seria liberado para retornar a casa. Mas não foi bem assim. Chino retirou da mochila do garoto as pulseiras e as jogou a seus pés.

- Coloque seus adereços para dançar-mos. - Falava com um tom festivo.
- Sensei, não posso continuar. Podemos parar? - Disse, colocando as pulseiras pesadas.
- Só mais uma coisa e eu te libero: - Qual o prato favorito dos gulosos? - Falou pondo-se em posição de ataque.

Minutos depois...

- Eu não sei. Eu não sei! - Gritava incessantemente, numa súplica para que Chino parasse de atacá-lo de todas as direções, enquanto saltava de um lado para outro, dando piruetas e inclinando-se em movimentos doloridos ao mesmo tempo em que recuava. As pesadas pulseiras já começavam a machuca-lo, mas não tinha escolha, precisava contra-atacar enquanto buscava a resposta para a charada. Assim, aguardou que Chino desferisse mais um cruzado de esquerda, só então bloqueou o golpe com o antebraço direito e levantou o joelho em direção à abertura forçada da defesa do sensei. Projetando-o para as costelas do lado esquerdo, chino percebeu que precisava recuar, ou então teria as costelas esmigalhadas. E assim, saltou num grande recuo, esquivando-se da forte joelhada. Kimura não se conteve, realizando alguns shunshin, ele avançou sob seu mestre enfurecido. Forçando os braços e pernas pelo peso extra que carregava, desferindo vários golpes. Começou com um chute direto no peito, que foi rechaçado com facilidade quando o velho deu-lhe uma leve tapa na lateral de seu pé. Depois girou o corpo, repousando a primeira perna no chão e elevando a outra num gemido forçado para compensar o peso, efetuando um forte chute giratório. Chin o bloqueou lateralmente, elevando seu antebraço e logo recomeçou a atacá-lo.

- Você ainda não me respondeu. Pense pequeno gafanhoto. Pense! - Dizia enquanto acertava um direto no rosto do genin, fazendo-o ser projetado longe, entre as ferragens da arquibancada. Aquilo doeu bastante. Estava suado e ofegante. Sabia que não aquentaria muito tempo, pois começava a ficar fadigado. Precisava resolver o enigma se quisesse cessar as hostilidades. E nestes devaneios à procura da resposta, Chino se precipitava mais uma vez sobre ele. Não aguardando a pancada, Kimura rolou para o lado o suficiente para escapar do calcanhar de Chino e girou as pernas num rápido golpe duplo ascendente. Errou o primeiro chute, mas acertou o outro, projetando Chino alguns metros para o lado, e com o impulso, conseguiu pôr-se de pé. Olhando a marca do pé de seu discípulo na sua calça de tecido branca, bateu-a querendo limpá-la, olhando fixamente para o garoto querendo vingança. - Vamos lá, pense! - Kimura sussurrava. - Qual o prato preferido dos gulosos? - Mas não teve muito tempo para divagar. Logo Chino estava em sua cola. Kimura teve dificuldade em bloquear os sucessivos golpes do mestre. Até que, após revidar mais um golpe numa forte cotovelada, teve certeza da resposta. - Qualquer prato! - Gritou ofegante. - Desde que seja cheio! - completou encolhendo-se, pois havia deixado de bloquear o último chute.

Chino parou seu ataque abruptamente. O solado de sua sandália ainda roçou no rosto do genin temeroso. - Muito bem. Acertou o último enigma. - Respondeu com um sorriso, retornando à árvore onde deixara sua cabaça com bebida. Tomando um grande gole, olhou para o céu escuro e percebeu que o sol estava se pondo. Kimura permaneceu no lugar. Exausto e com dores nas extremidades, ele se sentou na lama mesmo, sem acreditar que havia conseguido passar no teste. Assim, vendo que seu pupilo estava exausto, sujo e praticamente sem ar ou energias. Resolveu encerrar o exercício e deixá-lo ir. - Mas leve as pulseiras contigo, use-as durante todo o dia seguinte. Quero vê-las sempre contigo. - Avisava ao ir embora deixando o genin sozinho. Foi um bom começo. Afinal, o garoto havia acertado todos os três enigmas que havia perguntado. Mesmo tendo demorado tanto, isso mostrava que Kimura começava a despertar a verdadeira capacidade de pensar enquanto lutava. E isso, já era um grande passo para evitar surpresas futuras. O genin ainda tentou levantar-se por duas vezes, mas decidiu deitar-se e vislumbrar o firmamento enquanto se recuperava. E com a ordem de permanecer com os grilhões, tinha certeza de que no dia seguinte seria exigido mais vezes. Seus treinos começaram a se tornar menos perigosos do que antes. Mas seu preparo físico ainda inspirava atenção.

FIM
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MensagemAssunto: Re: [Treino 18] - Kimura Endo - Enigmas.   Ter 19 Jun 2012 - 19:52

Reservado.


Voces "cagam" treinos? xd
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MensagemAssunto: Re: [Treino 18] - Kimura Endo - Enigmas.   Ter 19 Jun 2012 - 23:56

Ninjutsu: 25,25+0,5=25,75
Taijutsu: 18,25+0,75=19
Kenjutsu: 19+0,5=19,5
Genjutsu: 5,75+0,5=6,25
Selos: 7,75+0,5=8,25
Trabalho de Equipa: 4,75

Força: 15,75+1=16,75
Agilidade: 18,75+0,25=19
Controlo de Chakra: 25+0,75=25,75
Raciocínio: 5+0,25=5,25
Constituição: 22,25+1=23,25

Pontos 6/6

Total=167,5+6=173,5

Mais um bom treino da tua parte, andas-te a preparar bem para ganhares o Torneio Genin Razz
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[Treino 18] - Kimura Endo - Enigmas.
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