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E o ciclo da vida repete-se! As pacíficas vilas voltam a unir-se para combater um mal em comum. Vem conhecer o melhor e mais antigo role play de Naruto, totalmente em português.
 
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 [Missão Rank D] Colheita Ameaçada

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killer999

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MensagemAssunto: [Missão Rank D] Colheita Ameaçada   Seg 20 Fev 2012 - 20:08

Descrição: Um senhor idoso, num sítio distante, não conseguiu terminar a plantação de milho a tempo do término da estação de plantio. Assim, contratou ninjas para que viagem até o local e ajude-o a terminar de plantar o restante das sementes antes do período de chuvas. Entretanto, o caminho até o destino é repleto de perigos, graças a pouca manutenção da estrada, além de frequentes ataques de criminosos no tortuoso caminho.

Recompensa: 300 ryos + 1 sroll de novo jutsu + 1 ponto de mérito

Pessoas Inscritas: Kimura Endo e o time 13.
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MensagemAssunto: Re: [Missão Rank D] Colheita Ameaçada   Qua 22 Fev 2012 - 0:19

Time 13:
Citação :

Capitão Yamako:
Spoiler:
 

Himura:
Spoiler:
 

Ishioka:
Spoiler:
 

Kimura:
Spoiler:
 
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Ozzymandias

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MensagemAssunto: Re: [Missão Rank D] Colheita Ameaçada   Qua 22 Fev 2012 - 0:20

- Não deve ser assim tão difícil. - Conversava consigo enquanto caminhava para sua primeira missão. Estava nervoso e ao mesmo tempo ansioso para mostrar que era capaz para os membros de sua família e de sua equipe. Chegando ao local exatamente na hora indicada, via duas figuras atravessarem a densa neblina e se aproximavam conversando sobre a emoção da primeira missão. Já se conheciam de vista, pois estudaram na mesma sala, entretanto, nunca ninguém conversou com Kimura, também não o tratavam mal. E agora o time 13 estava reunido, pronto para seu início no mundo ninja. Ishioka e Himura puxaram conversa, perguntando a que horas o Capitão Yamako chegaria. Kimura não sabia, mas ele já estava atrasado fazia dez minutos.

Mal reclamou e o sensei surgiu numa fumaça logo a sua frente, logo cumprimentando a todos. Retirando da mochila uma pasta ocre, ele comenta que havia estado no setor de missões onde pegou os dados da primeira missão do time 13. Abrindo a pasta ele informa ao time de que se trata de uma missão de ajuda a um idoso com problema em sua colheita. Como a estação estava terminando, ou o cliente plantava agora, ou iria ter prejuízo em sua safra, e era aí onde o time 13 iria atuar: Ajudando-o a plantar todas as sementes antes que a estação termine. Ishioka fez uma careta ao ouvir que missão iria participar, enquanto Himura deu de ombros e como sempre Kimura ficou quieto e inexpressivo. Apenas estava ali para cumprir seu dever, não caberia a ele contestar ou achar que a missão seria fácil demais. Assim, após alguns comentários do capitão, o horário de partida foi marcado para o dia seguinte.

Encontrando seu sensei e o restante da equipe na hora indicada, o time 13 viajou por uma trilha difícil e lamacenta. Por diversas vezes, equilibravam-se nas diversas pontes apodrecidas para não cair. Até que encontraram o resto de uma ponte. Parecia que ela havia cedido há pouco tempo, deixando apenas um tronco cheio de musgo para ser utilizado na travessia. Atravessando rapidamente, Capitão Yamako convidou sua equipe a fazer o mesmo. Entretanto, Kimura não se sentiu tão seguro. Agindo primeiro, ele sacou um shuriken, arremessando em direção a outra margem, errando seu alvo.

Irritado, saca outro shuriken e o arremessa. Dessa vez errando propositalmente. Quase não se percebia o fio que ele segurava. Assim, quando o projétil chegou perto da árvore mais próxima do outro lado, Kimura puxou o fio com vigor, fazendo o shuriken enrolar-se em seu tronco, fixando-se firmemente. - Söshuriken no Jutsu. Boa idéia. - Comentou o sensei, que já os aguardava na margem oposta. Respondendo com um sorriso, Kimura prendeu o fio à sua margem. Então tomando a frente, Ishioka atravessa o precipício num só trote.

Agora era vez de Kimura. Atravessando com certa dificuldade, pondo um pé em frente ao outro, ele tateava cuidadosamente o terreno. O vento era forte e sorrateiro, o que só dificultava a travessia. Insistindo, equilibrava-se com a ajuda do fio e concentrava chakra nos pés para fixá-lo a madeira escorregadia. Percebeu que logo era seguido por Himura, que gemia baixinho para tentar manter o controle. Mas parece que seu companheiro não conseguiu concentrar-se com sucesso.

Numa forte rajada de vento ascendente, Himura escorrega e se precipita. Percebendo isso, num piscar de olhos, Kimura, que ainda utilizava o Kinobiri, deixou-se cair, girando rapidamente seu corpo no eixo do tronco. Suas mãos procuraram seu colega que caía. Então, milagrosamente, sua mão alcança o pé de Himura, agarrando-o. – Socorro! – Disse o genin em apuros. Então, gemendo de dor pela força dispendida, Kimura começa a balançar seu colega, primeiramente num movimento de pêndulo lento. Mais uma vez aumentava a força e a concentração de chakra para mantê-lo agarrado à madeira.

Kimura balançou o corpo do genin e o arremessou com toda força que restava para a margem oposta, onde o Capitão Yamaki, já o esperava, conseguindo puxá-lo para cima. Vendo isso, e com seu chakra quase no fim. Rapidamente, Kimura saca um shuriken com o cordão elástico e o arremessa até Ichioka. Este, segurando o fio, dá o sinal de que estava firme. Só então Kimura para de concentrar seu chakra, caindo e batendo forte no paredão do precipício. Assim, ferido e exausto, mas vivo. Ele descansa por dois minutos e começa a subir pela encosta.

O sensei, que ficou olhando sua manobra, como se presenciasse mais uma aula para que os genins aprendessem a trabalhar em equipe, deixou-os. Então, antes mesmo que ele terminasse de subir, deu as costas e continuou a caminhada. Vendo isso, com a intenção de não ficar para trás, Kimura à medida de seu cansaço, agilmente balançou na corda, saltando de uma escarpa a outra, utilizando o Kinobiri, ascendendo em poucos minutos, chegando ofegante na beirada, onde apenas Himura o aguardava.

- Obrigado. - Disse Himura.
- Vamos! Vocês estão nos atrasando. - Gritou Ishioka com rispidez.

Retirando a lama de seus uniformes, os dois, Kimura e Himura, retomam a viagem até as planícies. O primeiro dia da jornada já estava terminando quando o capitão vê uma clareira na floresta enquanto saltavam rapidamente pelas copas das árvores. O local estava frio e por algumas vezes, Kimura sentiu que estava a ser observado. Impressão talvez. Mas isso o inquietou. Mesmo assim, preferiu não comentar nada com receio de ser taxado de covarde ou algo assim. Então, assim que ouviu onde acamparia, ele derrubou a pesada mochila no chão e começou a montar sua pequena barraca. Enquanto isso, Himura se atrapalhava com sua mochila e Ishioka, todo sério, tentava acender a fogueira com alguns gravetos molhados, mas sem sucesso.

Após terminar a montagem de sua barraca, Kimura ainda via seu colega de time tentando acender a fogueira. Viu-o também fazer alguns selos, logo sendo impedido pelo sensei. - Não. Não. Não. Só terá fogo se conseguirem acendê-la sem usar jutsus ou chakra. – Disse. Aquelas palavras só confirmaram aquilo que Kimura já sabia. Apesar de a missão ser relativamente fácil e não ter qualquer menção que usaríamos nossas habilidades ninja, para o sensei era uma oportunidade ímpar de testá-los e fortalecer nosso trabalho em equipe. E assim, Ishioka permaneceu tentando acender a fogueira por mais cinco minutos e, impacientemente, jogou com irritação a pederneira, chutando os gravetos úmidos. Kimura já havia terminado e como viu seu colega nervoso, preferiu ter com Himura e mostrar-lhe o que havia aprendido com seu pai.

Os dois entram na floresta e Kimura logo vê uma árvore com uma parte lascada. Como se algum animal a tivesse retirado sua camada externa. Vendo isso, Kimura pede a kunai emprestada de Himura e começa a atingir os cantos da cicatriz da árvore até que deixasse transparecer seu interior de madeira viva. - Me ajuda com isso, Himura. - Disse ao pedir que ele também pegasse uma kunai. Os dois então começaram a raspar a casca da árvore até formarem uma quantidade boa de pequenas lascas. E quando Kimura percebeu que tinha suficiente, ele começou a juntá-las. A tarde já estava no fim, quando eles retornam ao acampamento sem fogo. Ishioka estava num canto, ainda irritado com sua falha. Assim que viu os dois, perguntou onde eles haviam ido. Kimura respondeu que ele tinha uma ideia para acender o fogo. Logo cavando um buraco raso, ele despejou as lascas no fundo e pôs a madeira úmida por cima. Então, com sua pederneira, começou a atear fogo nas lascas, que, por estarem secas, começaram a pegar fogo rapidamente e logo eles tinham uma fogueira.

- Muito bom. - Disse o Capitão, ao retornar com um leitão que havia caçado.

Kimura notou que Ishioka havia ficado com uma ponta de ciúmes, mas, com um sorriso tentou apaziguar as tensões, chamando-o para ajudá-lo a mudar a posição da sua barraca que havia ficado distante do centro do acampamento. Isso ajudou, os dois conversavam sobre tudo, desde as peripécias dos professores da academia, até aquela garota a qual Kimura tinha uma queda, mas que esta não havia lhe dado bola. Himura acompanhou, contando piadas e ajudando a manter o clima suave, apesar da paisagem fúnebre da floresta cerrada. Então, algo acontece. Um estalo na margem do acampamento fazem os três ninjas saltarem de susto e quase que seus corações pulam da boca quando percebem que estavam sendo observados este tempo todo por três homens ameaçadores. Olhavam em volta e não havia sinal do capitão. Mais uma vez estavam sozinhos.

- Ora, ora, ora. Se não são três garotos perdidos na floresta. - Gargalha com escárnio o maior e mais gordo dos três. Ele segurava uma katana e vestia um kimono surrado, com um símbolo redondo do qual Kimura nunca havia visto. Os outros riram. Um deles era muito baixo, quase do tamanho deles e segurava um espeto de ferro, enquanto o outro era calvo e não tinha os dentes da frente, mas em compensação, carregava uma kusarigama da qual girava seu peso numa velocidade incrível. Quando eles pararam de rir, separaram-se e tomaram posição ao redor dos garotos, que acuados, ficaram costas-à-costas numa formação triangular. Ishioka, que ficara de frente ao menor, foi o primeiro a agir. Fazendo os selos ele sussurra: "Katon: Endan!”.

Uma pequena, mas veloz, bola de fogo percorre o espaço entre eles. Com agilidade, o homem se jogou por entre as árvores, sumindo na escuridão enquanto a bola de fogo chega a seu limite e incendeia uma pequena porção da área limítrofe da clareira. O gordo então corre para atingir Kimura com sua katana. Antes disso, Kimura saca três shurikens, arremessando com força sobre o inimigo. Com o nervosismo da batalha, ele erra dois deles, enquanto o outro apenas arranha a face do homem, que com fúria brandiu a katana na tentativa de partir-lhe ao meio. Kimara pensou rápido e percebeu que se saísse de formação para esquivar-se, a espada com toda certeza acertaria um de seus amigos que estavam de costas. Com isso, Kimura se adiantou em três passos, antes do gordo chegar até ele e desferindo-lhe um pontapé na barriga.

Não foi surpresa ao ver que seu pontapé não havia surtido efeito com a grande camada de gordura na barriga do homem. Assim continuando o movimento, o inimigo ataca. Kimura se agacha quase se jogando no chão, mas consegue esquivar-se do ataque. E quando isso aconteceu, Ishioka dá a ordem para quebrar formação e iniciar o combate mano-à-mano. Assim, os três se separaram e cada um correu para um canto da clareira. Kimura foi logo perseguido pelo seu adversário. O som da batalha se espalhava e ainda não havia sinal do capitão.

O que será que deve ter acontecido? - Perguntava-se enquanto esquivava-se mais uma vez do homem, e mais uma vez se abaixava e saltava, a lâmina passava e alguns cortes começaram a sangrar-lhe. Sua esperança é que o homem fora de forma cansasse de atacar, então teria chance. Mas parecia que o gordo tinha uma resistência incrível e era ele que estava se cansando. Mas uma vez esquivava-se por pouco quando resolveu tomar uma atitude não muito honrosa, mas que talvez lhe salvasse a vida.

Assim, esquivou-se mais uma vez, rapidamente inclinando o corpo para trás e enquanto o inimigo girava a espada, Kimura deu-lhe um pontapé, com toda a força que lhe restava, entre as pernas. Recuando num salto, ele vê o homem levar as duas mãos à virilha, ajoelhando-se. Era sua chance. Retirando seis shurikens da mochila, colocando-os três em cada mão, entre as falanges dos dedos, Kimura arremessa e dos seis acerta apenas dois. Eles cravam fundo no homem que grita e some fazendo um "punf" esfumaçado. Um bushin!

Olhando em volta, Kimura pôde ver que seus colegas também acertaram ataques e os seus inimigos também sumiram. Bushins! Mas onde estariam os verdadeiros? Perguntava-se ofegante enquanto freneticamente percorria todo o limite da clareira com seus olhos ligeiros. E lá estava o responsável. O capitão, sentado sobre três homens inconscientes, tomava uma xícara de chá e olhava atento o desenrolar da luta. Todos então perceberam o que havia acontecido. O capitão havia lutado contra eles antes e criado bushins com a aparência alterada daqueles só para treiná-los.

Maneira não ortodoxa. Mas Kimura sentiu-se feliz por ter conseguido ser vitorioso juntamente com seus colegas de time. Assim, levantando-se, o capitão passou o restante da noite conversando e criticando os seus movimentos e da falta de entrosamento da equipe, dizendo que, se fosse uma luta real, contra ninjas reais, a história seria diferente. Isso entristeceu Kimura, pois, aos olhos de seu sensei, ainda eram amadores. Com isso, cansados pelo dia estressante, dormiram profundamente. E, logo pela manhã, reiniciaram a viagem. O restante do dia foi relativamente tranquilo. Pararam para descansar por uma hora para almoçar e no final do dia chegaram ao local da missão.

O sítio possuía um cercado que se perdia de vista no horizonte. No centro, estava a residência principal, uma choupana com um grande celeiro na lateral. Lá, eles conseguiam ver aproximadamente dois bois negros e mais ao longe, um grande campo de terra batida. Se sua missão fosse cuidar daquele descampado, eles passariam dois dias inteiros trabalhando. Foi o que Kimura pensou e logo que chegou a choupana, o velho senhor confirmou o seu receio. O desânimo do time 13 foi flagrante. O sensei, ao ver isso, mandou-os para o celeiro. Lá eles iriam dormir e na manhã seguinte, logo cedo, começariam por arar a terra para receber as sementes que estavam estocadas no celeiro. As ordens foram essas.

Arrumando o acampamento no celeiro, sob o chão forrado com palha, os genins e seu sensei jantam e se acomodam para descansar da longa viagem. Ishioka, recém-empossado na liderança da equipe, cobre-se com uma manta e vai dormir sem se despedir. O sensei ainda estava na casa do dono das terras. "Talvez cuidando dos preparativos de amanhã." - Respondia Himura, ao ver a ansiedade de seu colega pela demora do retorno de seu capitão. Vendo que não tinha funcionado, Himura vai até a mochila e puxa de lá um tabuleiro de Shoji, e, após sentar e organizar as peças, ele chama Kimura. Concordando com um sorriso, Kimura aceita o convite.

Servindo duas canecas de chá para esquentar, ele se senta e começa por escolher um lado para começar a jogar. Logo Descobriu que Himura tinha razão, a jogatina o ajudou a esquecer a ansiedade para a missão. Já havia jogado antes, e era bom, pelo menos em casa, com os seus irmãos. Mas Himura não facilitou. Com estratégia arrojada, por algumas vezes seu colega quase que o encurralava. Mas pensando profundamente na estratégia, Kimura atraiu seu colega chamando sua atenção para a esquerda e ele cai na armadilha. Pondo mais uma peça no tabuleiro, Kimura captura o rei. O jogo termina após vinte minutos.

- Mas que saco! Você me enganou! - Reclamou Himura, sorridente.
- Pura sorte. - Respondeu calmamente, mostrando humildade.

Logo após o fim do jogo, o sensei retornou. Reclamando que eles ainda estavam acordados, os dois resolvem ir dormir e recuperar as energias, pois amanhã, o dia seria de muito trabalho. E chuva, pois começava a gotejar do lado de fora do celeiro. Ouvindo as gotas de chuva, Kimura fecha os olhos e dorme. Então logo cedo, um pouco antes de clarear, o sensei chama a todos com as devidas atribuições. Himura ia descarregar os trinta sacos de sementes e levá-los até a colheitadeira. Ishioka iria ficar com a parte da plantação, enquanto Kimura iria cuidar dos bois e o arado. Estranhando a sua atribuição, visto que não era o mais forte do time, Kimura balançou a cabeça concordando. E então todos partiram para a suas funções.

Chagando ao cercado onde estavam os bois, Kimura notou que os animais não haviam gostado dele. Ariscos, apontavam seus chifres para ele na tentativa de intimidá-lo. Kimura estava nervoso e com receio do que aconteceria assim que entrasse naquele cercado. O sensei se aproximou e comentou que ele ficaria de olho caso eles saíssem do controle. E ouvindo isso, o jovem pegou os arreios e abriu o celeiro. Como previra, os dois bois partiram para cima. Kimura, perseguido pelos animais, soltou os arreios e começou a correr à toda velocidade na esperança de alcançar o cercado lateral. O sensei utilizou a prisão de cordas e conseguiu imobilizar apenas um deles.

Correndo o máximo que pode, mas o touro remanescente era mais rápido, assim, pensou: - Só lhe restava esquivar-se para ganhar tempo. Assim, com sua visão periférica, avistou o animal. Diminuindo a velocidade, no momento exato que o touro iria atacar, Kimura gira no ar num salto. A parábola descrita por seu corpo foi suficiente para livrar-lhe as costas por um momento. Logo o touro desviava sua rota e convergia para ele novamente. O sensei ainda tinha problemas em imobilizar o touro que havia apreendido. Então chamou os outros dois genins para auxiliar Kimura na captura do bovino. Mas os dois, Kimura e o animal, já estavam longe.

Mais uma vez o garoto gira o corpo para esquivar-se, mas dessa vez o chifre passa de raspão em seu braço, fazendo gemer de dor. Sabia que não resistiria aos ataques por muito tempo, então vislumbrou uma coisa. Estando próximo da cerca lateral, Kimura ficou de costas para ela, aguardando o animal fazer a volta enquanto concentra seu chakra. Então, assim que o touro começou a correr em sua direção, quando alcançou poucos metros de onde estava, Kimura realizou o Kawarimi no Jutsu. O touro atinge um gralho e logo se projeta na cerca. Num grande ruído de madeira rachada, o touro deitou, desmaiado.

- Kimura! Você está bem?! - Perguntam.
- Só um aranhão. - Respondeu, pondo a mão no corte.

Vendo isso, o sensei altera sua função com a de Ishioka. Agora ele seria responsável pela plantação, assim que a terra fosse arada. Então, sem contestar, sob protestos de Ishioka, Kimura pega a mochila das sementes, descansando enquanto aguarda os touros serem amarrados às rédeas e começarem a rasgar a terra com o arado. Indo logo atrás, a mochila pesada fazia-o pender para o lado. O esforço era grande. Nunca havia carregado tanto peso nos ombros. Mas, para não demostrar fraqueza continuou com a sacola, colocando-a no solo para descansar sempre que o peso lhe incomodava. Até que a esvaziou.

Retornando ao celeiro para buscar mais, resolveu fazer uma brincadeira com Himura. Concentrando seu chakra e fazendo o selo, ele realiza o Henge no Jutsu. E de uma fumaça surge Kimura com a aparência do Capitão Yamako. Logo entrando no celeiro, Himura dormia enquanto deveria estar descarregando os sacos de sementes no funil. Chamando-o num grito, Kimura começa a reclamar: - Que preguiça! Vamos, trabalhando! Quero isso pronto para ontem! - Gritava. Himura, acordando de supetão, começa a trabalhar aceleradamente, como se estivesse levando chicotadas nas costas. Suava do esforço, trazendo mais um saco e o despejava.

Kimura percebia que este o fitava com sua visão periférica. A cena era engraçada, mas o cansaço fazia com que o Henge desse sinal de que iria falhar a qualquer momento. Antes de perder totalmente o controle, Himura, na pele do sensei, intima seu colega a trazê-lo um copo de suco com bolachas lá da choupana do dono da fazenda. Sem perceber que estava sendo ludibriado, o genin sai em disparada até a choupana. Quando perdeu seu colega de vista, desfez o Henge no Jutsu e sentou ofegante. Assim, em poucos minutos lá vem Himura segurando um copo e um prato com alguns biscoitos.

- Onde está o sensei? - Perguntou olhando em volta.
- Ele foi ao banheiro, mas pediu que você colocasse a comida aí. Para quando ele voltar. – Respondeu, ainda ofegante.

Fazendo o que Kimura lhe dissera, o genin deixa a comida de lado e volta a subir no celeiro para recomeçar seu trabalho. Então, quando Kimura achou que ele estava distraído, tomou para si o suco e os biscoitos. Comendo escondido no canto, notou que o gosto estava diferente. O suco estava meio espumoso e os biscoitos não cheiravam bem. Preocupado com o gosto, olhou em volta, mas não havia ninguém. Mais uma vez chegou a cheirar um biscoito antes de mordê-lo. Cheiro horrível, cheiro de suor talvez. Sem entender, Kimura cuspiu o restante do biscoito que não havia engolido quando ouviu gargalhadas no alto do celeiro. Lá estavam o sensei e Himura, sorrindo para ele. - Que feio Kimura. - Reclamou o sensei.

Com ânsia de vômito o ninja ouviu a explicação. Himura contou que ao chegar à choupana, viu o sensei conversando com o dono da propriedade. Estranhando, contou-o o que acontecera. Então ele passou todos os biscoitos em sua axila e outras partes que não caberia dizer. Além disso, cuspiu no suco, dando sua consistência espumosa. Depois disso, Kimura voltou atordoado ao trabalho. E cada vez que pensava em comer, pensava na brincadeira que havia feito e que terminou mal. Um aprendizado que nunca irá esquecer. Assim, passado dois dias, eles conseguem terminar a plantação.

Com tudo pronto, eles tomam banho nas termas próximas, recebem o pagamento e retornam exaustos para casa. E durante todo o caminho, Himura o perguntava se ele queria comer alguma coisa. Ishioka, que no início tinha um comportamento sério, caiu na brincadeira. E assim foi durante os dias do retorno à Vila. A sua primeira missão foi realizada com certo sucesso. E tinha certeza que o time 13 também se sentiu mais unido depois desta aventura. O que seria uma missão chata de trabalho braçal tornou-se o início de uma grande amizade entre os quatro.


Fim da missão.
Fade out. Very Happy


Última edição por Junshikuro em Qua 22 Fev 2012 - 21:53, editado 1 vez(es)
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Hana

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MensagemAssunto: Re: [Missão Rank D] Colheita Ameaçada   Qua 22 Fev 2012 - 18:36

Essa missão está acabada?
Se estiver pegarei para avaliar, mas não há um FIM escrito ao final, quando se termina uma missão coloca-se algo bem marcado e visível para sabermos.
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Ozzymandias

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MensagemAssunto: Re: [Missão Rank D] Colheita Ameaçada   Qua 22 Fev 2012 - 21:54

Deus, como sou desligado!
Pronto, editado. Obrigado.
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MensagemAssunto: Re: [Missão Rank D] Colheita Ameaçada   Qua 22 Fev 2012 - 23:56

AVALIAÇÃO

Ninjutsu: 4,5 + 1,25 = 5,75
Taijutsu: 3,5 + 0,25 = 3,75
Kenjutsu: 4 + 0,75 = 4,75
Genjutsu: 1
Selos: 1
Trabalho de Equipa: 0,5 + 0,5 = 1

Força: 2 + 0,5 = 2,5
Agilidade: 4 + 0,75 = 4,75
Controlo de Chakra: 4 + 0,75 = 4,75
Raciocínio: 1,5 + 0,5 = 2
Constituição: 6 + 0,25 = 6,25

Total: 5,5/7

Total de Habilitações: 32 + 5,5 = 37,5

COMENTÁRIOS
Você usou linhas shinobi, coisa que você não tem, então atenção à isso, você usa o que você tem, ou diga que durante a missão ganhou tal equipamento (mas depois da missão o equipamento que você pegar de algum secundário desaparece e você só fica com o que tinha na ficha^^).

Foi uma boa missão, gosto de missões simples porque dão asas à imaginação, gostei, não tenho muito o que dizer, gostei bastante, não teve pressa com as ações.

Parabéns^^
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Ozzymandias

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MensagemAssunto: Re: [Missão Rank D] Colheita Ameaçada   Qui 23 Fev 2012 - 0:09

Iryo-nin escreveu:

COMENTÁRIOS
Você usou linhas shinobi, coisa que você não tem, então atenção à isso, você usa o que você tem, ou diga que durante a missão ganhou tal equipamento (mas depois da missão o equipamento que você pegar de algum secundário desaparece e você só fica com o que tinha na ficha^^).

Oops... desculpa. É que na descrição do jutsu não diz que precisa ter linhas para realizá-lo. Vou lembrar disso. Então quer dizer que comprei esse jutsu inicial para nada... vou ter que gastar para usá-lo novamente. Sad

Mas, obrigado pelas dicas.
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MensagemAssunto: Re: [Missão Rank D] Colheita Ameaçada   

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