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E o ciclo da vida repete-se! As pacíficas vilas voltam a unir-se para combater um mal em comum. Vem conhecer o melhor e mais antigo role play de Naruto, totalmente em português.
 
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 [Missão Rank C] "Chapéus há muitos seu camelo!"

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Hana

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MensagemAssunto: [Missão Rank C] "Chapéus há muitos seu camelo!"   Dom 5 Fev 2012 - 21:20

Descrição: Um pequeno vendendor ambulante de chapéus é assaltado de toda a vez que atravessa o mesmo bosque, um par de meliantes, provavelmente dois genins choninhas que sabem pouco mais de meia-dúzia de jutsus, rouba todo o dinheiro ao pobre homem. E ainda exibem orgulhosamente os chapéus que roubam. A vossa missão é escoltar o Sr. Vasco pelo tal bosque e identificar e capturar os dois choninhas.

Recompensa: 600 Ryos + 1 scroll + 1 ponto de cumprimento

Número de Ninjas:2 ou 3 Gennins

Inscritos:
  • Katsu Imagawa (Tsutao)
  • Kimura Endo (Orochi)
  • Nara Tora (Eve)
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Tio Tsu

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MensagemAssunto: Re: [Missão Rank C] "Chapéus há muitos seu camelo!"   Qua 20 Jun 2012 - 13:15

Inscrevo-me para esta missão... saudades de fazer uma missão em conjunto >-< (se mais alguém se inscrever :3)

Aviso: Amanhã e sexta-feira não venho à Internet provavelmente :3
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Ozzymandias

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MensagemAssunto: Re: [Missão Rank C] "Chapéus há muitos seu camelo!"   Qua 20 Jun 2012 - 13:22

Eu me inscrevo! Cool
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Eve

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MensagemAssunto: Re: [Missão Rank C] "Chapéus há muitos seu camelo!"   Qua 20 Jun 2012 - 13:53

Inscrevo-me também
Alguém dê a ordem de postagem, se faz favor xd
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Tio Tsu

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MensagemAssunto: Re: [Missão Rank C] "Chapéus há muitos seu camelo!"   Qua 20 Jun 2012 - 16:06

Hoho, vocês querem morrer nas minhas mãos xd

Podemos começar, a ordem de postagem será:

1º- Tsutao
2º- Éve
3º- Orochi
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Tio Tsu

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MensagemAssunto: Re: [Missão Rank C] "Chapéus há muitos seu camelo!"   Qua 20 Jun 2012 - 21:32

Missão - Os Chapéus do Sr. Vasco


A manhã em Kirigakure começava a dar os seus primeiros traços onde pequenos raios de sol conseguiam passar pelas aberturas dada pela névoa ainda por formar. Pessoas saem das respetivas casas para começarem os seus trabalhos e a maioria dos Shinobi`s faz o mesmo. Katsu Imagawa não é diferente, sendo este Chunnin acordar cedo é um costume dele, tal como apreciar as poucas vezes onde conseguia ver o Sol naquela aldeia.
-Oh, Katsu-kun… - O Imagawa ouve uma voz fina a cruzar-lhe no horizonte e rapidamente vira o seu semblante para a esquerda vendo o Mizukage em pessoa a caminhar pela vila acompanhado por um rapaz bastante pálido – É bom ver que todos os Shinobi`s de Kiri acordam cedo, acompanhas-nos até ao meu escritório, preciso de falar com vocês os dois.
-Ah… Vamos lá então… - Suspirou o rapaz seguindo o seu novo líder com alguma preguiça, devido a ter acordado cedo, ao mesmo tempo que olhava para o Gennin à sua beira com alguma curiosidade, este reparava como a pele dele era branca e os seus olhos diferentes dos olhos normais – Ei, está tudo bem rapaz? – O moço não notou que estavam a falar com ele ignorando Katsu – EI! Estou a falar contigo!
O rapaz de pele pálida notou por fim que estavam a falar com ele olhando para o Chunnin com curiosidade mas sem responder à pergunta que lhe era dirigida.
-Está tudo bem moço? Estás com a pele pálida, os teus olhos estão estranhos, não ouves bem, apanhaste alguma doença sexual? – Perguntou o Chunnin, sempre a revelar a sua curiosidade irritante, visto que ainda demorariam um bocado a chegar à torre do Mizukage.
-Hmm. Eu estou bem… Isto é normal, é… genético. – Respondeu o rapaz não arranjando coragem para fitar Katsu diretamente.
-O nome dele é Kimura Endo do clã Hebi, será o teu parceiro nesta missão! – Anunciou-o o Kage sempre com uma voz divertida enquanto os três Shinobi`s entravam na torre e começava a subir as escadas até este abrir a porta e entrar no seu escritório a assobiar – Instalem-se…
O Imagawa atirou-se para cima de um sofá ali perto deitando-se confortavelmente pro cima dele espreguiçando-se ao máximo acompanhado por um bocejo longo. Kimura teve mais educação sentando-se na poltrona à frente da mesa que o separava da poltrona principal do Kage.
-Vou dar-vos uma missão rank C, vocês tem de ir para Suna. Lá falem com o Kazekage Gaara que ele acaba de explicar-vos o resto da missão – Enunciou Okashii olhando para Kimura e Katsu com uns olhos de prazer – Em Sunagakure já lá está uma Kunoichi bem interessante à vossa espera, despachem-se!
-Despachamo-nos como? Temos de ir a pé até Suna? – Interrogou o ex-Nukenin colocando-se mais confortavelmente no sofá – É muito longe!
-E queres ir como Katsu-kun? – Perguntou Okashii com uma cara ligeiramente séria virada para ele – Partam agora e chegarão lá ainda hoje à tarde. Dispensados!
Kimura levantou-se da sua poltrona e dirigiu-se para perto do sofá de Katsu, este que entendia o que era para fazer levantando-se e saindo do escritório em meio de resmungos devido à viagem cansativa que os esperava pela frente. Ambos Shinobi`s de Kirigakure saem pelo portão da vila sem grandes problemas, cá fora Kimura retirava um mapa da Nação Shinobi dando indicações para onde deveriam de ir na direção de Sunagakure. O Imagawa começou a correr levando a dianteira sendo seguida de perto pelo Endo.
A corrida foi incessável e ambos os Shinobi`s corriam como tudo. O suor começava a ganhar terreno nos seus semblantes tal como no resto do corpo. As roupas, ligeiramente suadas, começavam a colar-se às peles dos Shinobi`s irritantemente o que só os cansava devido ao já grande esforço que faziam na corrida.
-Vamos parar Kimera… Quer dizer Kimura… - Pediu Katsu parando por debaixo da copa de uma árvore vendo o Gennin a parar de igual forma – Ainda não me apresentei, sou Katsu Imagawa, prazer!
-Imagawa? – Perguntou o Gennin virando aqueles olhos estranhos para o Chunnin – Um clã de mercenários?
-Conhece-os? – Inquiriu Katsu com grande espanto recebendo um aceno positivo por parte de Kimura – Uau, são mais famosos do que eu pensava…
O resto do descanso passou-se normalmente onde ambos os companheiros trocavam algumas palavras, apesar de Katsu falar o triplo do que Kimura falava. Como o nome Kimura era facilmente trocado por Kimera, o Imagawa começou a tratar o Endo por Cobrinha devido à sua aparência com elas.
Depois do descanso os dois ninjas da Névoa retomaram velozmente o seu caminho conseguindo aguentar os esforços para chegar à maldita Suna. E lá vinha ela, tão longe e tão perto, o deserto de Suna, acompanhado pela própria vila, começava a aparecer no horizonte, acompanhado pelo intenso Sol característico da região.
-Meu deus, que é isto! Como é que se sobrevive a isto? – Perguntou Katsu sem cessar a sua corrida apesar do Sol lhe dar vontade de parar – Cobrinha, sentes-te bem?
Recebeu um acenar positivo de cabeça por parte do companheiro decidindo então calar-se e prosseguir viagem. Rapidamente chegaram ao portão de Sunagakure e ambos não ficaram muito impressionados. Kimura já aqui estivera anteriormente e as memórias deste local não eram propriamente agradáveis, até que a própria vila ainda estava em vias de construção. Katsu estava desiludido pois a vila não passava de, essencialmente, montes de areia por todo o local o que era bastante deprimente.
Após perguntarem a alguns Jounnin de Suna, ambos de Kirigakure conseguem as indicações certas até por fim entrarem no escritório do famoso Gaara para receberem o resto das indicações.
-Finalmente chegaram, vocês os dois… - Enunciou o poderoso homem por detrás de todas aquelas construções distinguindo-se à sua beira uma bela Kunoichi de cabelos azuis.
-Olá Kimura-san! – Cumprimentou a rapariga com um belo sorriso corando ligeiramente o Endo que a cumprimentava de igual forma – Eu sou Nara Tora, prazer!
-Katsu Imagawa… - Cumprimentou o rapaz secamente olhando para a segunda Gennin de alto-a-baixo.
A Nara olhou sucintamente para a face de Katsu e notou algo estranho. A cara era-lhe familiar mas o seu nome bastante estranho. Havia algo nele familiar, não sabia descrever e o Imagawa tentava disfarçar que não se sentia observado, apesar de ser em vão.
-Eu sei que sou lindo, pequena, mas podias disfarçar mais um bocado? – Perguntou sem conseguir esconder uma voz divertida.
-Anh? – A Nara parecia acordar de um transe piscando os olhos, sacudindo a cara e virando-se frontalmente para Gaara – Kazekage-sama, por favor desculpe-nos.
-Não é preciso desculpar… - Aceitou o controlador de Suna olhando para todos os presentes à sua frente – Muito bem, a vossa missão de rank C é simples. O Sr. Vasco… - O Kage parou de falar quando sentia que Katsu não conseguia esconder umas risadas infantis olhando com reprovação, este que apercebia-se e parava de rir colocando-se numa pose mais séria - … tem um negócio de chapéus e precisa de atravessar o bosque todos os dias para conseguir chegar a outras vilas. O problema é que ultimamente, com o estado da vila atual, alguns Gennin desobedientes tem-no assaltado quase todos os dias roubando dinheiro e/ou produtos. Por vezes ainda tem a ousadia de exibir os chapéus a todos orgulhosamente. A vossa missão pode ser realizada de duas formas, escoltar o Sr. Vasco pelo bosque protegendo-o de tudo o que lhe aparece ou então ir diretamente à caça desses Gennins. Façam-na como quiser, só quero os resultados. Dispensados!
-HAI! – Responderam os três ninjas em uníssono numa pose quase militar saindo do escritório do Kazekage o mais rapidamente possível.
Cá fora estes corriam com grande vontade para rapidamente chegarem até às ruas. Não tinham a certeza de como a missão se desenvolveria e, provavelmente, Gaara havia-se esquecido de anunciar o capitão da missão ficando mais complicado de traçar um plano.
-Hmm, Tora-san. Na última vez foste uma boa líder… Acho que nesta missão podes voltar a ser líder, se Katsu-san não se importar… - Falou Kimura nas poucas vezes que qualquer um o ouvia.
-Façam como quiserem jovens Gennins, eu protejo-vos as costas… - Concordou o Imagawa olhando para uma loja não muito longe de si. O seu estômago já roncava decidindo dirigir-se lentamente até ela para saciar a sua vontade.
-Então se todos concordam vamos começar a traçar o plano. Eu já sei como é que Kimura-san luta, Katsu-san seria agradável se nos dissesses as tuas habilidades… - Pediu a Nara olhando à sua volta à procura do Chunnin – Katsu-san?
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Eve

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MensagemAssunto: Re: [Missão Rank C] "Chapéus há muitos seu camelo!"   Sex 22 Jun 2012 - 1:11

- Onde ele foi parar? - perguntava a gennin.
- Deve ter entrado n'alguma loja para comer... Saímos às pressas de Kiri, e acho que ele não deve ter tomado o pequeno almoço... - Kimura teorizava.
Procuraram pelas lojas ali perto, e já na quarta ou quinta tentativa achavam o chuunin. Preocupada com o que poderia encontrar pela frente, Tora juntava-se à mesa em que o Imagawa encontrava-se, de boca cheia:
- Gomen, não resisti... - tentava dizer, arrancando um riso da kunoichi.
- Entendo, Kimura-san explicou-me, e acho importante que estejamos fortes para enfrentar o que quer que seja. Portanto, também vou pedir algo, e Kimura-san, sinta-se à vontade também! - terminava, sorrindo de olhos fechados.
Os três comeram rapidamente, embora a Nara mais prestasse atenção no rapaz do que propriamente na comida... Aquela sensação de que o conhecia de algum lugar não largava-lhe, e novamente, Katsu percebia:
- Ah, pequena, novamente admirando-me? Disfarça um pouco, se faz favor... - dizia, sem cerimônias.
- Go... gomenasai. Bem,quanto à questão de liderança, por favor, não gosto dessas coisas, não somos nada se não trabalhamos em equipa, além do mais decerto vocês dois são bem mais fortes que eu. Bem, aprendi novos jutsus desde a última missão com o Kimura-san, creio que também devas ter aprendido algo neste tempo. E Katsu-san, como eu perguntava antes de sumires de nossas vistas sem prévio aviso, poderias ter a gentileza de dizer-nos suas habilidades?
Conversaram algum tempo, cada um falando sobre o que sabiam fazer. Depois, a kunoichi perguntava qual plano era melhor, expondo sua preferência por escoltar o Sr. Vasco, para apanhar os assaltantes na hora. O Imagawa não prestava muita atenção à conversa, parecia perdido em pensamentos, o que a irritava um pouco, embora não demonstrasse. Ela pediu sua atenção, e como ele não reagia, atirou-lhe uma bola de papel amassado no seu rosto, despertando-o do que quer que fosse. Falando novamente na missão, decidiram que escoltariam o mercador às escondidas, para não levantar suspeitas, e pegariam os bandidos quando estes viessem roubá-lo.
Saindo do estabelecimento, os três correram em direção à casa do vendedor. Conversaram brevemente, explicando-lhe o que pretendiam, ao que o senhor Vasco assentia logo, já que não mais agüentava tantos prejuízos. Já chegava a hora de ir à cidade, e os shinobis já preparavam seus equipamentos. Deixaram o homem ir andando, enquanto o seguiam silenciosamente. Ao adentrar o bosque, mais ou menos à metade do caminho, dois rapazes de aparentes dezoito anos aproximam-se:
- Ya, velhote! Que tens para nós hoje? – perguntava um deles.
- Por... Por favor, por que apenas eu?
- Ah velhote, teus chapéus são os melhores por cá... Vamos, quero logo escolher o meu – dizia o segundo, já pondo a mão na sacola.
- Imbecis, por que não trabalham? – Katsu chegava, juntamente com Kimura e Tora.
- Então contratastes ninjas para pararmos? Velhote imbecil, teremos agora de derramar sangue... sem necessidade! – um do rapazes dizia, sacando uma kunai, enquanto o outro silenciosamente, desembainhava sua katana.
- Mas que... olha isso, não são sunanins.
- Mesmo... A garotinha até entendo estar aqui, mas dois shinobis de Kiri?
- Quem é garotinha aqui? – perguntava a kunoichi, furiosa.
- Olha só, três contra dois. Não achas que Tsuda-san gostaria de saber disso?
- Hai... E até tenho pena deles.
- Pois chamem, quem quer que seja esse Tsuda. Mas vocês terão um encontro agora... com o kazekage! – rebatia o Imagawa.
Após isso, um dos rapazes deu um longo assobio, e num shunshin, aparecia uma bela kunoichi loira e de olhos castanhos, de katana nas costas. Ela fitava o pequeno grupo de ninjas à sua frente, enquanto sorria maliciosamente ao notar as hitaiates:
- Uhm, kirinins e uma kunoichi de Konoha... Mas que interessante! – comentava, com sua doce voz. – Finalmente outra garota neste mar de rapazes, e... Dois rapazes deveras interessantes – prosseguia, olhando de relance para Katsu, e de seguida, para Kimura. – Para estes dois aqui chamarem-me, vocês até devem dar uma boa luta, portanto não decepcionem meu bebê, faz tempo que ela não toma uma gota de sangue... – dizia, a retirar sua katana, enfiando-a na terra e apoiando-se na mesma.
- Tsc, sinto em informar-lhe que ela não terá o prazer de experimentar o meu delicioso sangue – Katsu dizia, debochado.
Kimura e Tora, menos adeptos a ironias e conversas com inimigos, permaneciam em silêncio, mas em posição defensiva. O senhor Vasco encontrava-se mais imóvel que uma estátua, somente em imaginar uma luta entre ninjas. Os outros já tinham armas empunhadas, então o pálido gennin retirava uma kunai, enquanto a Nara sacava seu tessen, deixando-o ainda fechado. A tensão no local só aumentava, e Tora pedia inocentemente:
- Entreguem-se, não é necessário lutar!
- Ouvistes isso, Tsuda-san... – dizia o rapaz da katana, prontamente levando um cascudo da loira.
- Já disse que para ti, sou Tsuda-sama! E little girl, não seja ingênua, no mundo shinobi não há espaço para crianças tolas. – dizia calmamente a kunoichi. – Bem, vamos logo acabar com isto, meu bebê está morrendo de sede! – completava, retirando a katana da terra.
O rapaz que levara o cascudo foi à frente, e pelo modo como corria, tencionava partir Kimura – o alvo mais próximo – ao meio. Tora fazia proteção ao mercador com o tessen em mãos, enquanto Katsu calmamente observava os oponentes restantes. A kunoichi sussurrava algo para o rapaz que acompanhava-a, que após ouvi-la, partiu em direção ao chuunin, jogando kunais a uma incrível velocidade – e número, obrigando o rapaz a usar sucessivos shunshins para desviar-se.
Aproveitando-se da situação, a loira sumia num shunshin, aparecendo à frente de Tora, pronta para matá-la. Percebendo a tempo, a garota usa um kawarimi enquanto afastava-se puxando o mercador consigo. Não iria conseguir lutar enquanto protegia o senhor Vasco, então deixou-o encostado a uma árvore aparentemente segura, enquanto voltava num shunshin para perto da loira, atingindo-lhe de raspão com o tessen ainda fechado. Prontamente ela contra atacava, dando diversos cortes no ar, enquanto a kunoichi de cabelos azuis defendia-se como podia, pois a inimiga era extremamente ágil.
A um dado momento, conseguiu cortar-lhe a cara, e a Nara, irritada, abria seu leque e o agitava, criando um vento fortíssimo que lentamente empurrava a oponente para trás, enquanto causava-lhe alguns cortes. Aproveitando-se que ela protegia seu rosto com ambas as mão, parou de agitar seu tessen, lançou algumas shurikens enquanto concentrava seu chakra fuuton e criava um vento, mais fraco que o anterior mas que que aumentou drasticamente a velocidade das armas. Porém, a loira tirava as mãos assim que sentiu o vento mais forte parar, tendo tempo de ver o que Tora aprontava, sumindo num shunshin e aparecendo por trás dela, dando um pontapé nas suas costas. Sentindo o que faria, a konohanin rolou para o lado, aproveitando seus pés para desequilibrar a inimiga, enquanto rapidamente endireitava-se. Ainda no chão, a loira dava um sorriso malicioso, e desaparecia num shunshin:
- Oh, não, o senhor Vasco! – pensava, enquanto também usava o shunshin para ir até ele.
Alguns metros além, Katsu notou que seus companheiros estavam dispersos, e queria logo voltar para Kiri. Desviou-se mais um pouco, e aproveitando um de seus shunshins, aparecia atrás do rapaz, preparando-se para dar uma heddo batto e deixá-lo logo inconsciente, mas foi surpreendido pela agilidade do rapaz que já aplicava-lhe um potente chute em sua barriga, projetando-lhe por alguns metros e sendo duramente aparado pelo tronco de uma árvore:
- Tsc, parabéns, pegaste-me. Mas vamos lá...
Não conseguiu terminar a frase, o rapaz aparecia à sua frente num shunshin, dando-lhe um pontapé na cara. O Imagawa estava perdendo sua paciência, e já notava sua aura negra nas luvas. Esforçando-se para não sair do controle, invocava sua kusanagi, enquanto dizia:
- Muito bem, palhaço, tenho mais o que fazer do que divertir-te!
Partiu para cima do rapaz, este agora que desviava-se como podia. Ao perceber que realmente subestimara o inimigo, deu um longo assobio, e logo a loira aparecia num shunshin:
- O que há, não consegues lidar com um frangote? – perguntava ela.
- Creio que este seja o mais forte, então a diversão é toda tua, Tsuda-san... quer dizer, sama!
- Ahn, és o mais forte? – ela perguntava olhando o chuunin com curiosidade. – Bebê, hoje tem banquete, aproveita que este sangue é bom! – dizia para sua katana, que encontrava-se empunhada por ambas as mãos. – Ah, Ren-kun, cuida da garotinha... Pensei em tê-la como oponente de início, mas é tão fraca... Além do mais... Hoho, é uma garota, fique à vontade – sorria maliciosamente.
Um pouco mais à frente, Kimura também desviava-se agilmente das investidas da katana do inimigo, tentando aproveitar alguma brecha para derrubá-lo com alguma rasteira, oportunidade esta que não tardou a chegar. Mas, parecendo adivinhar o que ele pretendia, o inimigo espetou fundo sua katana numa árvore, e apoiando-se na mesma quando tomou a rasteira, deu um doloroso pontapé no rosto do kirinin que encontrava-se embaixo.
Insatisfeito, ele realizava alguns selos, tencionando torrar o pálido gennin com um goukakyuu no jutsu, mas percebendo a tempo, o kirinin sumiu de onde estava num shunshin. “Estes ninjas darão trabalho...” pensava, enquanto era achado e atacado com um novo goukakyuu.
- Nani, eles ainda são sensores?! – perguntava-se, desviando-se do ataque.
Enquanto isso a Nara chegava perto do senhor Vasco, este que continuava com medo do que podia acontecer-lhe, afinal estava a ver seis ninjas lutando. A Nara sabia que não podiam continuar separados daquele jeito, eles não pareciam tão fortes, mas aparentemente eram bem organizados e entrosados. E certamente aproveitar-se-iam do senhor Vasco para desestabilizá-los ainda mais. Não tardou, e num shunshin, um dos rapazes aparecia de frente à ela:
- Hey, nee-chan!
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Ozzymandias

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MensagemAssunto: Re: [Missão Rank C] "Chapéus há muitos seu camelo!"   Sab 23 Jun 2012 - 0:00

AAAAAHHHHH!!! - O grito de Tora alcançou Kimura à alguns metros de distância. Sabia que precisava ajudá-la, mas seu adversário não o deixava ter nenhum espaço para poder passar. Esquivando-se de mais uma grande bola de fogo, logo sendo alcançado pelo jovem e sua katana. Sacando sua tanto, apoiando-a com as duas mãos, o kirinin conseguiu aparar o forte golpe. Os dois mediam suas forças num impasse de lâminas. Kimura forçava ao máximo seus braços tentando impedir o avanço da katana. Seus olhos se cruzaram e rangeram os dentes aumentando a pressão entre as duas espadas. Kimura sabia que, por causa do tamanho da sua arma, estava em desvantagem, pois a katana havia começado a escorregar perigosamente para fora de sua defesa. Então, resolveu utilizar esta fraqueza como aliada. Inclinando mais sua tanto, Kimura deixou a katana deslizar sobre sua arma, pondo-se de lado. Como fazia grande força, o jovem se desequilibrou ao tentar recuperar a postura, mas nesse milissegundo, o pálido genin elevou sua perna num forte chute lateral, acertando as costelas do adversário, fazendo-o gemer de dor, dando passos largos afastando-se de Kimura, levando as mãos ao hematoma criado.

Os dois se encaravam. Ofegavam e suavam. As árvores em volta já fumegavam com grandes labaredas que balançavam ao vento, este, por sua vez, trazia o som de combate distante. O cenário estava posto. Com sorrisos no rosto, o bandido refez sua postura ereta apontando sua katana para o genin. - Vais morrer hoje. - Dizia com chacota. Kimura, também sorria maliciosamente, pois também sabia que o combate acabaria em poucos momentos. Entretanto, mais um grito o assustou. - Ahhhhh! - Gritava Tora ao longe. Isso fez Kimura "acordar" desviando o olhar intencionalmente para a direção onde seus amigos estavam. O genin emulou esta distração para que seu inimigo avançasse, e foi o que o jovem fez. Num rápido movimento, o bandido correu em sua direção com olhar assassino. Sem se mexer, Kimura rapidamente usou sua mão esquerda para sacar três shurikens e os arremessou a grande velocidade ao mesmo tempo em que concentrava seu chakra. Seu inimigo rebateu os projéteis com tranquilidade e chegou até ele numa curta corrida, tentando cortá-lo lateralmente à altura do peito. Como já estava preparado para tal golpe, Kimura desfez-se em fumaça, deixando um galho seco no seu lugar.

- Desgraçado! - Esbravejou o jovem quando percebeu que havia sido enganado, pois com essa manobra, o genin conseguiu ultrapassar o inimigo, retornando à toda velocidade em direção à Tora que estava encrencada. Enquanto isso, a lâmina de Imagawa encontrava-se com a katana da kunoichi num ruído agudo metálico. Logo se separaram e retornaram a se atacar. Notando a abertura na postura da loira, o Chuunin avançou num shunshin e a trespassou. A kunoichi não se moveu ou esboçou qualquer feição de dor, apenas gargalhou, desfazendo-se em dezenas de corvos que cercaram Imagawa, obstruindo sua visão parcialmente. Logo Imagawa sentiu um golpe horizontal à suas costas, que lhe rasgou o uniforme e o feriu. Assustado, o chuunin girou a sua lâmina tentando interceptá-la, mas foi em vão, ela já não estava mais no local. Enquanto isso, Tora tentava ao máximo lutar, e ao mesmo tempo defender o contratante que agora gritava apavorado. Com um punho cerrado, o bandido segurava sua kunai e lançando-se sobre ela com vários golpes, rasgando o ar, pois agilmente tora esquivava-se. Entretanto, quando viu que a kunoichi estava tentando apenas ganhar tempo para receber auxílio, o jovem avançou sobre o Sr. Vasco.

A genin não teve escolha senão jogar-se sobre o homem, deixando suas costas à mostra. O bandido se aproveitou, cravando a kunai na omoplata da genin. Tora soltou um grande grito, girando o corpo tentando golpear o inimigo, elevando a perna num forte chute giratório. O jovem não teve tempo de saborear o acerto e com o contra-ataque da genin, fê-lo deixar sua kunai cravada e recuar. Tora, ao errar o golpe, tentava retornar a posição defensiva, mas a kunai presa as costas doíam imensamente. O bandido olhou-a com malícia, e agora desarmado, avançou sobre ela com murros e pontapés. Tora resistia bravamente, bloqueava e atacava com chutes e socos que eram bloqueados pelo jovem. Então, explorando mais uma vez o lado ferido da garota, o jovem acertou em cheio seu rosto, jogando-a para o lado. Vendo isso, o Sr. Vasco começou a fugir desesperado, sendo logo alcançado pelo assaltante. Levantando a mão para golpeá-lo no rosto, Sr. Vasco somente pôde fechar os olhos esperando a dor.

Mas, para seu alívio, a dor não veio, pois Kimura saltou de um arbusto elevando o joelho num fortíssimo golpe no peito do assaltante, projetando-o longe. Só então Kimura pôde ver a situação. O campo de batalha estava muito espaçado. À sua frente, Tora levantava-se com dificuldade apoiando-se a uma árvore, enquanto o Sr. Vasco tentava apará-la. Olhando em volta, não viu onde estava Imagawa, apenas ouvia ruídos de luta há alguns metros dali depois de uma densa folhagem a leste. Percebeu também algumas movimentações nos arbustos de onde viera corendo. Aprumando-se, os genins viram os dois bandidos atravessando a vegetação densa. O elemento que perseguia Kimura agora carregava seu colega que acabara de receber o golpe do genin e assim que os viram, colocaram-se mais uma vez em posição de ataque. Aguardando o próximo passo dos genins com receio, já que seus oponentes se mostraram muito fortes.

- Tora-chan. Você está bem? - Perguntou o genin ofegante.
- Ainda posso lutar. - Esclamou a corajosa genin.
- Lembra-se da luta no navio pirata? - Indagou Kimura sorridente.
- Que parte?
- No convéz, antes do capitão. - Tentou puxar pela memória da genin.

Acenando a cabeça positivamente, Tora começou a andar para emparelhar com o genin à medida que os dois rapazes se preparavam para atacar. Enquanto isso, Imagawa recebia mais um corte de raspão, dessa vez no braço. Não conseguia ver a kunoichi, mas tinha certeza que não eram apenas os corvos que lhe atrapalhavam a visão a ponto de não vê-la. Assim, enfiando sua kusanagi no chão, fazendo um rápido selo após ter concentrado chakra, o Chuunin gritou: - Kai - E só então libertou-se do genjutsu que estava. Agora conseguia vê-la passar por entre as dezenas de corvos das sombras, dando-lhe tempo de ainda conseguir bloquear mais um golpe da kunoichi, retirando velozmente a kusari do chão. E então, com fúria no olhar, Imagawa avançou sobre a sensual nukenin atravessando a distração dos corvos, tentando cortá-la ao meio. Não longe dali, Kimura e Tora estavam perfilados aguardando a ação dos jovens bandidos. Não demorou até que os dois avançaram. - Prepare-se. - Sussurrou Kimura enquanto dava um passo à frente, concentrando chakra suficiente para, após os selos, criar um clone seu. Os dois ainda vacilaram quando viram a técnica, mas continuaram a avançar.

Os quatro se encontram na metade do caminho. O primeiro bandido, que brandia a katana, tentou cortá-lo num golpe lateral, mas Kimura ainda vindo em velocidade, ajoelhou-se e inclinou o corpo para esquivar-se do golpe letal. A lâmina ainda passou rente a seu nariz, mas conseguiu escapar ileso. Seu clone, por sua vez, aparou o soco de direita do bandido desarmado com o antebraço e, como viu que seu companheiro havia errado o golpe, elevou a perna e girou com força para receber o rosto do primeiro bandido com seu calcanhar. Entretanto, este bloqueou e recuou. Então, o verdadeiro Kimura que ainda escorregava, sacou sua tanto e virou rapidamente a tempo de fazer um corte de raspão nas costas do segundo bandido. Tora, ainda sangrando, avisava o Sr. Vasco para se proteger atrás de um grande carvalho há cerca de cinco metros dali, e quando este agachou-se para sua proteção, Tora deu o sinal para Kimura, indicado que estava tudo pronto. - Eles estão tramando algo! - Gritou um dos bandidos. - Acho que querem fugir! - Completou arremessando alguns shurikens para Kimura, que conseguiu defletir com sua tanto.

Logo, o bandido desarmado acertou o clone de Kimura com um forte golpe nas gônadas após um deslize calculado. O clone sumiu, desfazendo-se em serpentes. O rapaz ainda se assustou, mas logo correu em direção ao verdadeiro Kimura que tentava esquivar-se da katana do outro. Imagawa, por outro lado, enfrentava grande dificuldade em enfrentar a kunoichi, que se apresentou como um grande desafio. O chuunin tomava sempre cuidado, pois a loira parecia saber muito bem genjutsus perigosos. Os dois saltavam, chocavam-se e retornavam aposição normal. Logo arremessando diversos shurikens para distração, Imagawa concentrava chakra katon e com os selos disparava grande quantidade de fogo pela boca, a kunoichi então saltou até umas rochas em busca de proteção, conseguindo fugir da morte certa. A batalha estava acirrada entre os dois, pareciam ter habilidades equivalentes. Já Kimura, por sua vez, dava sinais de cansaço quando começou a apanhar. Tudo começou quando, ao tentar esmurrar o jovem da katana, o outro lhe deu uma rasteira, fazendo-o cair. Logo, a lâmina inimiga brilhou no sol e desceu sobre o genin, que já concentrava chakra, com toda força, querendo trespassá-lo.

Spoiler:
 


Logo após o golpe, Kimura se desfez em fumaça e a katana enterrou sua ponta numa granada de kunais prestes a explodir. Os dois ainda tentaram recuar, mas seus corpos não respondiam. -Soaku Kage Mane no Jutsu, efetuado com sucesso! - Gritava Tora, mantendo o controle de chakra, buscando cobertura da mesma árvore onde Kimura e o Sr. Vasco já estavam. Os dois gritavam por ajuda à sua líder, mas não obtiveram a resposta. Logo, a granada explode, enviando dezenas de kunais para todos os lados em imensa velocidade, trespassando os dois bandidos com diversos projéteis, caindo mortos ao chão. A explosão chamou a atenção de Imagawa e sua adversária.

Principalmente porque algumas kunais ainda cravaram fundo nas árvores em volta deles dois, sem feri-los. - Meus lacaios! - Gritava a loira, esquecendo o chuunin que duelava, adentrando-se na floresta em direção aos genin com grande velocidade. Imagawa a perseguiu, mais preocupado com o que tinha ocorrido com seus colegas, do que com a própria kunoichi. Surgindo num shunshin, a loira se ajoelhou ao lado de seus lacaios e chorou emocionada. Imagawa surgiu logo atrás. Pausando o ataque, ele foi até os genins e o Sr. Vasco, perguntando se todos estavam bem. Assim, após retirar a kunai cravada nas costas de Tora, os três retornaram à clareira, onde a kunoichi loira os olhou com ódio mortal por terem matado seus subordinados. - Estava apenas brincando com vocês. Agora será para valer! Vocês todos vão morrer! - Amaldiçoava a kunoichi como uma louca.
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Tio Tsu

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MensagemAssunto: Re: [Missão Rank C] "Chapéus há muitos seu camelo!"   Sab 23 Jun 2012 - 10:42

A Kunoichi loira agachou-se numa posição felina mantendo a superfície lisa da sua katana perto da boca onde a podia lamber com um olhar sádico para os seus três inimigos e o sr. Vasco. Num Sunshin veloz, esta surge à frente de Tora com a lâmina apontada para o céu desenhando um corte na diagonal que era bloqueado por uma kunai da Nara criando um impacto bastante forte que ainda era capaz de obrigar à Gennin a recuar um pouco. Um riso louco e a Kunoichi voltou a atacar em plena força com a sua katana a percorrer um corte horizontal que era, mais uma vez a grande esforço, bloqueado pela kunai de Tora, esta que não teve força suficiente nos braços para aguentar todo o impacto deixando a sua pequena faca ser expelida para longe até cravar-se no tronco de uma árvore. A força do impacto também obrigara à rapariga a cair no chão de pernas fechadas e com os braços por cima da cara ao ver a lâmina da Nukenin a subir cada vez mais pronta para beber do sangue da oponente.
-Erubo! – Gritou Katsu ao surgir na interseção das duas raparigas atingindo a bandida com uma potente cotovelada na barriga que a obrigou a contorcer-se deixando a sua katana escapar entre os dedos até que a ponta do seu gume se subterra.
O Imagawa logo dá um salto para trás ao mesmo tempo que Kimura surgia por debaixo da oponente aplicando-lhe um pontapé no queixo com bastante força conseguindo erguê-la bem alto no céu - Konoha Shofu! – Enquanto a rapariga estava pendente no ar, o Chunnin aproximou-se do Gennin de Kiri agarrando-lhe pelos tornozelos. Com toda a sua força este rodopiou sobre si mesmo, nunca largando os tornozelos de Kimura, até que o corpo do rapaz pálido rasava no chão. Por fim, Katsu larga-lhe os tornozelos do numa posição calculada ao milímetro onde, de acordo com os cálculos, o Gennin chegaria ao corpo da Kunoichi, e assim o fez - Hayabusa Otoshi! – Berrou Kimura ao prender-se firmemente às costas da loira, colocando os seus tornozelos em torno do pescoço para deixar o seu corpo rígido.
Ambos caíram em pique até que colidem contra o solo violentamente. O impacto fora tão poderoso que todas as pessoas à volta podiam sentir um ligeiro tremor no chão. Katsu estendia a mão à companheira de Konoha para ajudá-la a levantar, o sr. Vasco continuava a tremer assustado e Kimura afastava-se do corpo da Nukenin, este que contorcia-se deixando-se depois jazer no chão inconsciente.
-Tsuda-sama! – Berraram três vozes não muito longe do cenário da luta e que surpreenderam todos os presentes.
-Mais bandidos? – Interrogou Tora para ninguém em especial agoirando ao ver que mais dois Shinobi`s e uma Kunoichi surgiam de um Sunshin ao lado da Nukenin loira ajudando-a a levantar com alguns custos.
-Você está bem? – Perguntou a Kunoichi de cabelos negros, cabelos enormes que estendiam-se até aos pés sendo separados por dois rabos-de-cavalo perfeitamente presos por dois laços roxos. Portava também um casaco de cabedal branco semiaberto que dava a liberdade de observar que, por debaixo dessa peça, a Kunoichi tinha o peito coberto por ligaduras dando a mostrar o umbigo. As pernas eram cobertas por dois calções acinzentados até aos joelhos sendo que os pés limitavam-se a dois chinelos.
-A-afastem-se, todos! – Berrou a rapariga loira varrendo o ar com os braços de forma desesperada obrigando aos três novos companheiros afastarem-se de leve – Não vou permitir que mais lacaios morram, eu própria acabarei com a raça deles! – Barafustou levantando-se a grande custo e notando-se que um fio de sangue escorria-lhe da nuca atravessando-lhe a testa até escorrer à boca adentrando pelos lábios dando a ela o sabor da sua própria seiva.
Tsuda mancou dois passos em frente apontando com o gume da sua katana para Kimura, provavelmente a marcá-lo como alvo do seu ataque. O rapaz pálido notou que estava a ser marcado mas não respondeu de igual forma apresentando ainda uma posição neutra perante a ameaça. Katsu, ao seu lado direito, observava como a Kunoichi de cabelo gigante trocava sussurros com os outros dois rapazes desviando depois a sua atenção para o Imagawa fitando-o profundamente.
-Por favor, vocês ainda vão a tempo de cessar o ataque e pararem com isto! – Trovejou a Nara em mais uma tentativa de acalmar os ânimos a todos mas esta observava como ninguém, nem mesmo os companheiros da sua equipa, davam ares de que parariam de lutar agora, então esta olhou para trás à procura do sr. Vasco – Nani? Onde está ele?
Os dois Shinobi de Kiri não lhe deram atenção focando-se totalmente nas duas sedutoras Kunoichis que os prendiam com os seus belos olhos enquanto Tora avistava os dois Nukenin de há pouco a saltar entre árvores com o alvo a ser protegido inconsciente e ao ombro de um deles.
-Katsu-san, Kimura-kun, levaram o sr. Vasco! – Vociferou a rapariga preocupada pelo sucesso da missão e ainda mais preocupada com a vida em risco do seu protegido. Mas, ainda assim os dois rapazes não lhe respondiam, simplesmente estes não faziam nada tal como ambas as Kunoichi – Anh, tratem delas eu vou atrás dele! – Voltou a gritar impulsionando-se em frente começando a correr atrás dos Shinobi`s.
-Todos foram-se embora, estão prontas agora? – Perguntou Katsu pousando a palma da mão sobre a anca olhando com um sorriso irônico para a rapariga de cabelos negros que não deixava de o fitar – Eu devo mesmo de ser lindo…
Tsuda desapareceu num Sunshin recebendo um desaparecimento na mesma velocidade por parte de Kimura. A alguns metros de distância de Katsu e da outra Nukenin, a lâmina da líder chocou contra o tanto de Kimura. Apesar de tudo, a katana era superior em eficácia de Kenjutsu e logo a loira aproveitou-se da ligeira vantagem agachando-se e aplicando uma rasteira nos pés do pálido rapaz desequilibrando-o e levando ao chão ao mesmo tempo que a sua espada varre o ar e desce verticalmente na tentativa de trespassar-lhe a garganta, este que responde rebolando pelo chão deixando a espada da rapariga cravar-se no solo com tanta força que ela empregara-lhe.
-Anda aqui! Vou-te matar lagartinho, vou-te matar! – Murmurava a rapariga sempre com aquela voz sádica.
A Kunoichi retirou a sua lâmina do solo rapidamente saltando para ir de encontro ao Gennin que levantava-se do solo e colocava a tanto em riste visando bloquear o ataque da inimiga com sucesso. Ambas as armas voltaram a chocar, mas desta vez Kimura sentia-se em vantagem. Cobras começavam a sair da manga do braço que portava a tanto e percorriam ao longo da katana da oponente disparando-se contra a cara da mesma. Esta que agachava-se deixando as cobras varrerem o ar, mas que ainda assim eram atingida pela superfície lisa da tanto e depois chutada para longe por Kimura.
No meio de um ligeiro choro e ligeiros guinchos, a Kunoichi loira ajoelhava-se no chão deixando a katana cair no mesmo uma vez mais. Algumas lágrimas caíam no solo enquanto ambas as mãos voavam de encontro a cabeça dolorosa e de onde ainda saía bastante sangue.
-Dói… Dói tanto… Tanto… - Guinchava a rapariga pelo meio da sua choradeira deixando um Kimura atônito e, para ser-se franco, sem saber o que fazer perante a situação – Eu vou magoar-te… Tanto… - Pronunciou a rapariga com a voz rouca mas o suficientemente audível para que o Gennin de Kiri apercebesse-se do perigo.
Uma bala de ar irrompeu pelo cenário quase invisível colidindo com o peito do rapaz e projetando-o contra o tronco de uma árvore deixando soltar-se um forte grito que ecoou ao longo do bosque. Tsuda levantava-se colhendo uma vez mais a sua espada e encarando os olhos répteis do seu inimigo. A sua lâmina desenhou um corte horizontal em pleno ar e, a partir desse movimento, surge uma onda de ar concentrada em chakra que levita velozmente na direção de Kimura, este que ainda recompunha-se do impacto anterior e olhava para um novo Jutsu pensando em como escapar.

-Tu és tão fofo, porque lutas contra mim? – Perguntou a Kunoichi de olhos negros tateando a cara de Katsu com a mão direita fitando-o com os seus olhos cinzentos – Já agora, chamo-me Ariake. Prazer!
O Imagawa não respondia pois a sua boca estava amordaçada por um pedaço de cabelo. Na realidade, todo o seu corpo encontrava-se preso em fios e fios de cabelo, todos eles com origem nos dois rabos-de-cavalo da Nukenin de nome Ariake.
-Tsuda-sama pediu-me restritamente para matar-te, e ainda teve a coragem de dizer que eras um oponente mais forte que eu e que seria-me complicado… Mas estás aí, preso no meu lindo cabelo e sem nada que fazer… - Continuou a rapariga a tagarelar passando agora a mão direita na bochecha esquerda do Chunnin este que tentava falar mesmo com a boca amordaçada enquanto os seus braços e pernas usavam e abusavam das suas respetivas forças tentando romper a prisão de cabelos – Tem calma, prometo matar-te lentamente. Primeiro cortarei os braços… - Detalhou Ariake retirando uma kunai do bolso e aproximando-se do braço direito do Imagawa perfurando-o de leve com o projétil até que um fio de sangue começa a manchar o tecido – Depois as pernas… - Continuou cravando agora a kunai na perna esquerda dele onde sangue espirrava agora contra o solo e o corpo do rapaz contorcia-se em mais tentativas de escapar onde a sua força escasseava – Depois acho que ainda poderei brincar um pouco com este teu cabelo quase tão lindo como o meu… - Agora a Nukenin pegava no rabo-de-cavalo de Katsu cortando algumas pontas do mesmo com a usa kunai e deixando as pontas jazerem no solo – E por aí adiante…
Uma pequena porção de cabelo da Kunoichi começava a aglomerar-se à sua frente até consistir a forma de uma lança pontiaguda, tal lança que aproximava-se ligeiramente do braço direito do Imagawa.
-Doton: Domu… - Pensou o rapaz ao concentrar quantidades de chakra por toda a pele até que esta ganha uma consistência mais rochosa e forte.
A lança varre o ar até colidir violentamente contra o ombro esquerdo de Katsu, sendo rebatido ligeiramente para o lado. A rapariga estranha o sucedido e volta a atacar apesar do seu cabelo fazer ricochete uma vez mais.
-Nani? – Interrogou-se a Nukenin elevando-se para conseguir fitar o Imagawa – O que fizeste agora? – Perguntou divertida sabendo que este não lhe iria responder.
-Shikumi no Jutsu… - Pensou agora o Chunnin ao reunir quantidades de chakra para fechar os olhos e voltá-los a abrir fitando Ariake intensamente, esta que, sem se aperceber, adentrava num Genjutsu ficando paralisada.
Agora com a oponente imobilizada, Katsu dava-se ao luxo de voltar a investir todas as suas forças nas pernas e braços tentando e tentando romper a prisão de cabelo, até que, num grito abafado de glória, todo o cabelo afastava-se atabalhoadamente do seu corpo dando a liberdade ao Imagawa de conseguir voltar a pisar solo firme. Aproveitando a abertura, o Chunnin percorreu a curta distância entre ele e ela afastando-a com uma joelhada na barriga seguido por um violento soco na cara arremessando-lhe o corpo para longe.
-É cada psicopata hoje em dia… - Murmurou ao mesmo tempo que a sua pele perdia as características rochosas – E esta aqui tem cá um “cabelão”!
Duas lanças de cabelo surgiram vindas do nada varrendo o ar quase a trespassarem o corpo de Katsu. Este que dava um salto para o lado habilmente conseguindo escapar da primeira investida, rebolando depois para a frente agilmente escapando da segunda. As duas lanças pareciam dar meia-volta preparando-se para um novo ataque, mas o Imagawa já estava pronto.
-Katon: Dai Endan! – Trovejou sem efetuar selos limitando-se a aglomerar chakra nos pulmões para depois expelir uma pequena onda de fogo onde as lanças de cabelo entraram acidentalmente sofrendo de imediato combustão até virarem cinzas.
-O MEU CABELO! – Ecoou a voz de Ariake ao aperceber-se do cabelo chamuscado que retornava para perto dela.
O Chunnin sorria de ligeiro agachando-se mais uma vez e colocando a flauta à boca. Inspirou pelo nariz e logo começou a tocar uma melodia sensual e atrativa. Os seus dedos percorriam múltiplos furos de ar na flauta melodicamente e, ao longe, o corpo da rapariga aproximava-se dele, em conjunto com muitos outros animais. O efeito de Kankō-chi no shinfonī estava a correr bem.
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MensagemAssunto: Re: [Missão Rank C] "Chapéus há muitos seu camelo!"   Dom 24 Jun 2012 - 20:22

A rapariga aproximava-se lentamente, e pensando em ajudar seus companheiros, o Imagawa resolve usar a kunoichi como uma marionete, rapidamente substituindo a melodia da flauta, tocando agora o Toransuchun, enquanto os animais que vinham junto a ela já libertavam-se e fugiam para o bosque. Pausava um pouco, enquanto "conversava" com seu alvo:
- Sei que és psicopata tal qual aquela loira lá, mas agora ficarás do meu lado. Irás agora fazer de tudo para manter aquele pálido gennin a salvo, ouvistes?
Voltava a tocar a flauta, enquanto a kunoichi de cabelos negros aproximava-se lentamente de onde Kimura pensava em como fugir daquela situação. A loira parecia feliz em vê-la, e acenava para ela, estranhando a falta de resposta. A rapariga continuava andando, desta vez em direção ao jutsu que Tsuda havia criado, para desespero da outra bandida. Tentava adverti-lhe para sair de lá, e como ela não respondia, não teve outra alternativa a não ser cancelar o jutsu:
- Mas que diabos, Ariake, que estás a fazer?! - perguntava, indignada.
Sua resposta porém foi um ataque. Seus cabelos tomavam a forma de uma lança, partindo para cima da companheira, que desviava-se como podia. Percebendo que sua subordinada estava presa em algum genjutsu, atacou-a sacando uma kunai e enterrando em sua coxa direita, cortando o efeito. Furiosa, a loira conseguia ficar ainda mais demoníaca e assustadora. Fitava Kimura, soltando de seguida uma gargalhada sombria, enquanto concentrava chakra em sua boca:
- Merda! - pensava Katsu, indo para perto de seu companheiro de vila num shunshin.
A loira lançou uma grande explosão de vento, que destruía tudo o que encontrava pela frente. Tsuda caía de joelhos após realizar o jutsu, mas sorria como uma maníaca, assustando inclusive sua companheira. Mas seu semblante mudara após a poeira revelar os kirinins com alguns danos leves, já que foram pegos de raspão:
- Nani?! Tenho certeza que estavas bem no meio da área do meu jutsu lagartinho, como... Ah, então tu és o responsável por isto, garotão? - perguntava, cinicamente.
(...)
Tora correra como podia atrás dos dois rapazes que haviam sequestrado o senhor Vasco. Seu ombro doía bastante, mas repetia mentalmente que havia coisas mais importantes para preocupá-la. Durante a corrida, os ninjas jogavam diversas armas nela, que a custo conseguia desviar-se. Mais à frente, decidiram parar, mantendo distância da konohanin com uma kunai apontada para o mercador. Temendo pela vida do mesmo, a kunoichi tentava negociar:
- Muito bem, deixo-os fugir se não fizerem mal a este senhor!
- Tsc, tu e teus companheiros mataram nossos amigos! E agora pedes que poupemos a vida disto? - perguntava um dos rapazes, a pontapear o rosto do senhor.
Aproveitando a abertura, a gennin num shunshin conseguia separar o senhor Vasco (que começava a recobrar a consciência) dos bandidos. Eles recuaram um pouco, mantendo a postura ofensiva, tal como a Nara. Ela estava sozinha, não podia usar o kage mane, e isso a incomodava bastante. Uma gota de suor escorria pela face, denunciando sua tensão, quando os outros fizeram menção em atacá-la. Jogou as poucas shurikens que ainda tinha em sua bolsa, e concentrando seu chakra fuuton, criava rajadas de vento que aumentava a velocidade das mesmas.
Enquanto eles desviavam-se, sacou seu tessen, e agitando-o, criava ventos mais fortes, inclusive ferindo os oponentes, que refugiaram-se atrás de algumas árvores. Ao sentirem que ela havia parado o jutsu, lançaram diversas shurikens, inclusive um deles dava um sopro, aumentando a velocidade das armas. Pondo-se à frente do mercador, a gennin concentrava seu chakra e rotacionava-o, formando uma barreira que absorveu os impactos dos projéteis. Tora sentia suas forças esvaindo-se, seu ombro doía e seu chakra não ia demorar muito mais, já que gastava ainda quantidades imensas durante um jutsu.
Sem saber mais o que fazer, em um ímpeto um pouco desesperado, a kunoichi invoca dois clones de terra, colando algumas kibaku fuudas escondidas. Ordenou que seguissem para perto dos inimigos, e tentassem fazer um combate corpo-a-corpo, para conseguir fazer algum dano, o que foi prontamente atendido pelos clones. Usando shunshin, aproximaram-se e iniciaram algumas sequências de socos e chutes, e a um dado momento a original com um selo, explodia as kibaku fuudas, causando alguns danos nos inimigos - mas para seu azar, nada muito grave.
Seu precioso chakra restante agora não podia mais ser gasto desnecessariamente. O mercador já havia recobrado por completo sua consciência, e a gennin ofegante encarava os dois rapazes, que fitavam-na com ódio:
- Tens mais é de morrer, garota, olha o que fizestes conosco! - dizia um, raivoso.
(...)
O Imagawa olhava ambas as kunoichis friamente. A de cabelos negros permanecia sentada, agarrada à sua coxa, enquanto a loira lentamente levantava-se, apoiando-se em sua katana fincada à terra, nunca tirando os olhos de Katsu. Este parecia comunicar-se telepaticamente com seu companheiro de vila, e num shunshin, este desferia um potente soco na líder, separando-a da sua querida katana. Irritada pelo ataque do kirinin, a loira partia para cima deste, dando socos a esmo. A morena levantava-se com alguma dificuldade, e usava seus cabelos para tentar agarrar o pálido kirinin, mas foi prontamente impedida pelo chuunin, que aparecia por detrás dela com um shushin e aplicava-lhe um heddo batto, fazendo-a desmaiar em seus braços.
Já o gennin continua a esquivar-se da loira furiosa, que sem querer abria ligeiramente sua guarda ao desferir os socos aleatórios. Percebendo tal falha, Kimura deslocava suas articulações e foi de encontro à bandida, assustando-lhe inicialmente com o movimento brusco, e logo depois como ele moldava-se nela como uma cobra. Ela debatia-se tentando escapar, enquanto o chuunin observava a cena um pouco perplexo. Ele então mordeu-lhe o braço, onde sua saliva venenosa entrava em contato com o sangue da kunoichi, deixando-lhe com náuseas:
- Mas que... Então és uma cobrinha e não um lagartinho? - perguntava, perdendo a consciência de seguida.
- Nossa, a alcunha que eu dei-te realmente cai bem. Tens aí algum fio shinobi?
- Hai! - respondia timidamente, enquanto ajudava seu companheiro a prender as meliantes. - Oh nossa, aonde está Tora-san? - perguntava subitamente, lembrando da Konohanin.
- Ah, é, não tinha mais uns dois rapazes com esta rapariga de cabelos negros? Creio que tenham pego o mercador, e ela deve ter ido atrás.
- Então não é melhor nos apressarmos? Ela pode estar em maus lençóis! - dizia, preocupado.
- Hai, amarremos estas kunoichis naquela árvore, embora acho pouco provável que elas recuperem logo a consciência, mas é melhor não arriscarmos.
(...)
- Tens mais é de morrer, garota, olha o que fizestes conosco! - dizia um, raivoso.
- Vais morrer juntamente com este velho estúpido! Não,morres apenas tu, o velho fica para dar-nos mais chapéus, para nossa Tsuda-sama! - o outro dizia.
O que acabara de falar já preparava-se realizando alguns selos, que Tora reconhecia de um jutsu fuuton que Raiden costumava usar em seus treinos. O outro também realizava selos, preparando-se para um goukakyuu no jutsu. Podia facilmente evadir-se com seus jutsus doton, mas isso significaria que o mercador morreria sozinho. Preocupada por já estarem perto de disparar o combo mortal, concentrou chakra em seu punho e esmurrou o solo, libertando o chakra segundos antes da colisão. O chão quebrou-se, e os múltiplos pedaços de terra que voavam serviu como uma fina barreira que protegeu o mercador e a kunoichi dos breves segundos de ação da imensa bola de fogo, pois os rapazes foram obrigados a interromper para não serem feridos pelo poderoso Õkashõ.
A gennin estava com suas reservas de chakra praticamente esgotadas, e sabia que não poderia defender-se por muito tempo mais. Os rapazes preparavam-se para um novo combo, enquanto a gennin admitia uma postura de defesa em relação ao mercador. Eles já sorriam, confiantes da vitória, enquanto a kunoichi olhava-os fixamente. Lembrando-se do combo, lembrou-se subitamente de Netsu e Tsumetai, e reunindo o resto de seu chakra, concentrou-o, fez os selos necessários e invocava-os:
- Combo máximo, corujas! - era tudo que conseguia dizer, enquanto desmaiava.
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MensagemAssunto: Re: [Missão Rank C] "Chapéus há muitos seu camelo!"   Seg 25 Jun 2012 - 14:36

- Fuuton: Daitoppa! - Gritou o jovem, acompanhado por uma rajada de fogo lançada por seu parceiro. Confiantes da vitória, eles testemunharam a grande rajada de ar incendiar-se, espalhando a destruição de tudo pela frente. Entretanto, para sua surpresa, seu ataque combinado foi bloqueado antes de acertar Tora e o Sr. Vasco. Eles não contavam com as duas pequenas corujas, que com grande habilidade, contra-atacaram ao mesmo tempo, com os mesmos jutsus. Assim, exatamente no meio da distância entre eles, as duas grandes massas de ar incendiado se encontraram num grande ruído e escaldante calor. As duas chamas gigantes soltavam fagulhas e incendiavam tudo a sua volta. O Sr. Vasco, que agora acabava de acordar, gritou em desespero quando viu tamanho poder. E foi nesse exato momento em que Imagawa e Kimura chegaram onde Tora deitava, desmaiada. - Kimura, cuide dos dois! - Comandou o chuunin, saindo em disparada, tentando circundar as chamas. Obedecendo a seu superior, Kimura pediu ajuda ao Sr. Vasco, logo estavam arrastando Tora para algumas árvores caídas que serviriam bem de abrigo. As chamas ainda se espalhavam, mas de longe Kimura ainda pôde ver que já diminuíam. Talvez o inimigo já estivesse sem chakra.

O genin estava preocupado com Imagawa, afinal, aqueles nukenins se mostraram muito eficazes na batalha. Então, decidiu enviar um clone seu para sondar as coisas do lado de fora do abrigo. Assim, concentrou o chakra necessário e realizou alguns selos. Logo, a imagem de Kimura saía entre os troncos do abrigo, ganhando o exterior e deixando seu campo de visão. Já do lado de fora, o clone viu as duas chamas perderem o efeito, deixando apenas troncos incinerados e fagulhas em toda área. O cheiro de fumaça era insuportável. Ao longe, conseguia escutar os sons agudos de lâminas se chocando. - Imagawa deve estar lá. - Refletiu, indo em direção à luta. E ao chegar, viu que os dois nukenins usavam suas kunais para tentar ferir Imagawa com cortes longitudinais visando suas partes vitais. Esse, por sua vez, bloqueava a maioria dos golpes com sua kusanagi e esquivava-se de outros como podia das incessantes investidas dos inimigos. Imagawa estava cansando. Seus movimentos começavam a ficarem mais lentos, já que as kunais começavam a feri-lo de raspão com mais frequência. Vendo isso, ainda escondido, o clone decidiu entrar no combate. Rapidamente sacando seus dois shurikens gigantes, montou-os com agilidade.

Kimura os posicionou um em cada mão e saiu do esconderijo, arremessando-os com força brutal enquanto avançava com um sorriso malicioso. Os inimigos perceberam sua aproximação. Recuando em alguns saltos, os dois ainda conseguiram bloquear os shurikens com dificuldade, mandando-os para o alto, que logo se encravaram em dois troncos intocados ao longe. Imagawa sentiu-se indignado, afinal, o genin deixou o esconderijo precipitadamente, perdendo o elemento surpresa e dando chance para que os dois nukenins escapassem de seu ataque. Além disso, enraiveceu-se por ele ter desobedecido a sua ordem e deixado Tora e o Sr. Vasco à própria sorte. - Idiota! O que fazes aqui?! - Gritou Imagawa. Mas a imagem de Kimura não lhe respondeu, apenas avançou para os rapazes com um olhar muito diferente daquele que Imagawa estava acostumado. Havia algo diferente no pálido genin. E assim, Kimura caía sobre os dois, brandindo uma kunai, ele atacava de maneira que um atrapalhasse o ataque do outro. Jogava o corpo para o lado, esquivava e se punha numa posição que o outro não conseguisse acertá-lo sem ter que circundar seu colega. E assim continuou a atacar. Gargalhava, enquanto as kunais faziam faíscas com a imensa força despendida nos golpes.

Imagawa, sem entender nada, suspirou e correu em seu auxílio. Mirando no jovem que não conseguia atacar o genin, ele arremessou algumas kunais, obrigando-o a afastar-se. E num shunshin, chocou-se com o nukenin, levando os dois ao chão. Logo, Imagawa e o nukenin se levantaram trocando olhares. - Vamos fugir! - Gritou o que lutava com Kimura, assustado ao bloquear mais um forte golpe. Agradecido pela iniciativa do colega, o outro nukenin, que aguardava o primeiro movimento do chuunin, largou sua kunai e, com rapidez, arremessou dezenas de granadas de fumaça para o alto. Imagawa se mostrou surpreso, pois não entendia porque a tentativa de fuga, afinal, ele já estava cansado e Kimura atacava sem nenhum plano a vista, no mínimo seria uma questão de tempo até que eles os matassem. Mesmo assim, Katsu só teve tempo para tampar a boca para não respirar a densa fumaça que se espalhou pelo local. O chuunin não podia ver nada, apenas ouvia leves passos se distanciando dele, mas não sabia precisar para onde iam. Então, a poucos metros dele, Katsu escutou seu companheiro vociferar: "Fuuton: Kasui"! - Kimura concentrava seu chakra fuuton e o misturava com o ar em seus pulmões, lançando uma fortíssima rajada de ar, fazendo a fumaça esvair-se.

Parecia que os nukenins não contavam com isso tão cedo, pois Kimura e Katsu os viram a uma boa distância, numa fuga vagarosa entre as chamas. Um deles arrastava o outro, que parecia exausto. Os dois kirinins avançaram em perseguição, adentrando na floresta flamejante. O calor era intenso, e precisavam tomar cuidado para não queimarem suas vestes, por isso diminuíam a velocidade. Percebendo a aproximação dos shinobis, os dois nukenin aumentaram o passo, iriam conseguir fugir se Kimura não agisse. Concentrando seu chakra na região cerebral, enquanto se movimentava entre as labaredas, Kimura efetuou rápidos selos e visualizou seus inimigos ao longe, conseguindo pô-los no genjutsu. Katsu viu que a imagem de Kimura havia feito alguma coisa, pois os dois nukenins começaram a dar voltas num espaço de poucos metros, levando-os ao mesmo lugar. E em poucos segundos os dois kirinins os alcançaram. Katsu percebeu que o nukenin mais cansado fora aquele que havia mantido a rajada de vento incendiado contra as corujas. - Gastou muito chakra naquele jutsu. - Sussurrou Katsu, mas assustou-se quando viu a imagem de Kimura sacar sua tanto e tentar um corte lateral no pescoço do jovem indefeso pelo genjutsu.

Katsu resolveu agir. Matança sem sentido não era honrado. Assim, elevando a perna num poderoso chute, Katsu conseguiu afastar o golpe mortal do genin, que girou no ar e trombou a uma árvore incinerada. Kimura então estourou numa pequena fumaça, liberando algumas cobras que queimaram nas brasas fumegantes do chão. - Um bunshin. - Tranquilizava-se Katsu. Enquanto isso, lá no abrigo, o verdadeiro Kimura recebeu toda informação do combate. Ficou preocupado com a reação de Katsu quando este retornasse. Novamente seus clones haviam trazido à tona alguém que ele queria esconder. Um mal de família que não tinha orgulho. - Hmm, onde estou? - Perguntava Tora, acordando de seu sono forçado. O Sr. Vasco chorava ao canto. O senhor havia passado por maus bocados. Então, tentando tranquilizar a todos, Kimura dizia que a luta já terminara. Que logo Katsu retornaria e todos iriam para casa. E não demorou muito até que o chuunin apareceu carregando os dois nukenins com dificuldade. Lançando-os desacordados ao solo ainda úmido, ele sorriu ao ver que Tora já estava consciente. - Loucura que você fez lá. Usando as últimas energias para confiar em sua invocação. Realmente loucura. - Dizia sorrindo para Tora, sem graça.

Kimura esperava alguma reprimenda pelo chuunin no caminho de volta para Suna, mas esta não houve. Talvez Katsu esperasse o momento certo para falar, ou simplesmente tenha interpretado o surto de seu clone como resultado do trauma das repetidas e violentas batalhas. Isto lhe tirou um pouco de sono durante a viagem de volta. Logo, os três entregaram os nukenins sobreviventes às autoridades de Suna, que os receberam muito bem, tratando de suas feridas e entregando-os a merecida recompensa. Havia sido uma missão difícil. E assim, após um dia de recuperação, Katsu e Kimura se despediram de Tora nos portões de Suna. Tora ainda olhava para Imagawa com estranheza, tentando lembrar-se de onde o conhecia. - Podemos nos encontrar depois, estou até sem graça com sua paquera. - Brincava o chuunin, fazendo a todos rirem. E num abraço de "até logo", os três ninjas correram pelas escaldantes areias do deserto. Kimura e Imagawa percorreram o deserto sem dizer qualquer palavra. Entretanto, quando chegaram aos limites do País da Água, Katsu resolveu perguntar: - Diga-me “cobrinha”, que mais surpresas você tem escondidas aí dentro da sua cabeça? - Kimura teve um calafrio para explicá-lo sobre seus peculiares clones das sombras.

FIM
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Dorou

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MensagemAssunto: Re: [Missão Rank C] "Chapéus há muitos seu camelo!"   Qua 27 Jun 2012 - 0:54

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Dorou

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MensagemAssunto: Re: [Missão Rank C] "Chapéus há muitos seu camelo!"   Qua 27 Jun 2012 - 3:36

Orochi

HN
Ninjutsu: 25,75 + 1 = 26,75
Taijutsu: 19
Kenjutsu:19,5 + 1,5 = 21
Genjutsu: 6,25 + 0,5 = 6,75
Selos: 8,25
Trabalho de Equipa: 4,75 + 1 = 5,75

HC
Força:16,75
Agilidade: 19 + 0,75 = 19,75
Controlo de Chakra:25,75 + 0,75 = 26,5
Raciocínio: 5,25 + 1 = 6,25
Constituição:23,25 + 1,5 = 24,75

7/7 + 1 TE

173,5 + 7 = 180,5

Eve

HN
Ninjutsu: 14,75 + 0,5 = 15,25
Taijutsu: 12 + 0,5 = 12,5
Kenjutsu: 10 + 1,5 = 11,5
Genjutsu: 2,5
Selos: 5 + 0,25 = 5,25
Trabalho de Equipa: 7,5 + 1 = 8,5

HC
Força: 5,5 + 0,5 = 6
Agilidade: 10,75 + 0,75 = 11,5
Controlo de Chakra: 14,75 + 0,75 = 15,5
Raciocínio: 6,75
Constituição: 10,75 + 1 = 11,75

5,75/7 + 1 TE

100,25+6,75 = 107

Tsu
HN
Ninjutsu: 43 + 0,5 = 43,5
Taijutsu: 14
Kenjutsu: 29,75 + 1,5 = 30,25
Genjutsu: 26 + 0,5 = 26,5
Selos: 27,75
Trabalho de Equipa: 6,75 + 1 = 7,75

HC
Força: 14,5 + 0,25 = 14,75
Agilidade: 22,5 + 1 = 23,5
Controlo de Chakra: 46 + 1 = 75
Raciocínio: 11,5
Constituição: 21,75 + 0,75 = 22,5

5,5/7 + 1 TE

263,5+6,5 = 270


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